Para promover ações com foco na valorização da vida, a Prefeitura de Itabuna, por meio dos Serviços de Atenção Especializada em Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde, realiza nesta sexta-feira, dia 26, um evento integrativo que se apresenta como ponto alto da programação que vem sendo realizada neste mês em referência à Campanha Setembro Amarelo.

A ação, que será realizada na Praça José Bastos, centro de Itabuna, das 8 às 12 horas, contará com atividades voltadas para o autocuidado, orientações sobre serviços de saúde mental e práticas de promoção do bem-estar. 

Para a coordenadora das Unidades Especializadas em Saúde Mental, enfermeira Náira Cruz, o tema deste ano “Cuidar da Vida é um compromisso de todos” foi pensado estrategicamente.

“O intuito é trabalhar a valorização da vida e o autocuidado com a saúde mental. Primeiro, realizamos diálogos intra e intersetoriais. Amanhã, faremos esta programação aberta ao público com a proposta de sensibilizar a comunidade sobre a importância do olhar atento ao bem-estar emocional”, informa Náira Cruz.

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A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) propôs a destinação de parte do financiamento climático internacional para o agronegócio. A posição consta no documento “Agropecuária Brasileira na COP30”, divulgado nesta quarta-feira (24), com as demandas da entidade para a conferência da Organização das Nações Unidas que será realizada em novembro em Belém.
“Temos a convicção de que a agricultura tropical é, sem dúvida, a oportunidade que melhor se apresenta de custo-efetividade para projetos e ações que possam ser encaminhadas com recursos do financiamento climático”, disse Muni Lourenço, presidente da comissão de meio ambiente da CNA, ao falar sobre a meta global de alcançar US$ 1,3 trilhão para conter as mudanças climáticas.
Marta Salomon, especialista sênior em políticas climáticas do Instituto Talanoa, criticou a exigência. “Esse dinheiro não é para produtores rurais brasileiros, é para financiar a adaptação e a redução das emissões de gases de efeito de estufa nos países mais pobres do mundo”, disse.
Em 2024, as nações reunidas na COP29 concordaram em mobilizar US$ 300 bilhões anuais, com o objetivo de chegar a US$ 1,3 trilhão. Cabe à COP30 mostrar o caminho para alcançar esse montante.
“Se eles estão pedindo uma parcela da meta global de financiamento climático, é uma bobagem, porque não é assim que funciona”, afirmou Salomon. “Tem muita gente na fila antes.”
Nelson Ananias, coordenador de sustentabilidade da CNA, rebateu as críticas e afirmou que os repasses respeitariam o Acordo de Paris. “Esse dinheiro precisa chegar ao produtor rural, porque senão fica dentro de ministérios ou de ONGs que usam esse dinheiro para criar ‘soluções’ para o setor agropecuário”, disse à reportagem.
Em nota divulgada à imprensa, a CNA declarou que “considera fundamental que o financiamento climático chegue diretamente aos produtores rurais, facilitando a implementação de tecnologias de baixo carbono e contribuindo para dar escala às ações de mitigação e adaptação”.
O documento publicado nesta quarta diz que o agronegócio é um celeiro de soluções para a crise climática e foca na fragilidade diante do aquecimento global. Para a entidade, a transição justa “deve considerar o papel estratégico do setor agropecuário como fornecedor de alimentos e a vulnerabilidade na ocorrência de eventos climáticos”.
O texto não menciona a contribuição para as emissões brasileiras. O Seeg (Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa) calcula que a agropecuária brasileira emitiu 631 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e) em 2023 -a maior quantidade já registrada-, correspondente a 27,5% do total nacional naquele ano.
“Está na hora da agropecuária entrar como grande aliada no combate ao aquecimento global, cortando as emissões, inclusive por desmatamento”, diz Salomon. “É um setor que pode se comportar de uma forma mais clara, e não só pedindo recursos para remediar uma situação em que contribui de forma tão forte.”
João Martins da Silva Junior, presidente da CNA, afirmou em evento de lançamento do documento: “Todo dia sai filme de exploradores de ouro e contrabandistas de madeira, mas nunca sai alguma coisa provando que é um produtor rural que está destruindo a mata”.
O senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), da bancada ruralista, participou do encontro e disse que o agronegócio deve se impor nas discussões da cúpula em Belém. “A gente precisa sair na frente falando, porque senão, a conversa que vem de lá para cá, junto com órgãos governamentais, vai tomar conta e dominar o discurso da COP.”
Marinho afirmou que a agricultura familiar carece de produtividade e criticou a demarcação de terras indígenas e áreas de proteção ambiental no Pará. Ele defendeu a isenção de impostos para tratores agrícolas e afirmou que já conversou com o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, sobre a proposta.
“Não temos absolutamente nada do governo, senão o Ibama e o ICMBio prendendo, queimando, fazendo tanta coisa. Lá no Pará a gente se arrepia quando vê”, disse, ao criticar a atuação dos institutos federais de fiscalização do uso de recursos naturais e conservação da biodiversidade.
A CNA também defendeu que a agropecuária seja reconhecida como capaz de gerar créditos de carbono, certificados de remuneração por redução ou remoção de uma tonelada de CO2e da atmosfera.
Salomon afirma que a demanda expressa uma contradição, pois o setor foi poupado de um limite anual de emissões na lei que estabeleceu o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa. “Como não tem teto de emissão, também não poderia se beneficiar dos créditos de carbono”, diz.
Emendas ao texto garantiram que o setor possa gerar créditos. A legislação ainda precisa ser regulamentada.
O documento da CNA faz críticas à lei antidesmatamento da União Europeia, conhecida como EUDR. A entidade argumenta que não se deve legitimar “medidas comerciais unilaterais com justificativas climáticas, reconhecendo os impactos desproporcionais que tais instrumentos impõem aos países em desenvolvimento”.
Salomon afirmou que a legislação seria eficiente para reduzir emissões e o desmate. “A agropecuária está cuidando do seu bolso ao não querer nenhuma restrição de mercado a produtos, mesmo aqueles produzidos em área de desmatamento”, disse.
A CNA também colocou como prioridade o combate ao que chama de estigmatização dos agricultores da amazônia e pediu a criação de um mandato de agricultura tropical no Acordo de Paris.

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O primeiro final de semana da Primavera em Itabuna será agitado, com mais de três centenas de atletas praticando atividades físicas de alta intensidade. Será a realização do Campeonato Spring Games 2025, a Primavera mais quente do Brasil que terá sua abertura às 18h30min de sexta-feira, dia 26, na Praça Otávio Mangabeira, no centro da cidade.

 

Antes, às 16 horas, no mesmo local, haverá a entrega de kits aos atletas inscritos para o “crossfit”, que envolve a combinação de uma variedade de exercícios, que se alternam a cada treino.

 

De acordo com o professor de Educação Física, Fabiano Araújo, coach e Team Masters, a competição conta com o apoio da Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria de Esportes e Lazer, vai ser desenvolvida na área de estacionamento da praça, onde será montada uma estrutura com toldos, tendas, disciplinadores e será aberta ao público.

 

“Mais de 300 atletas da Bahia e de outros estados se inscreveram para o Campeonato Spring Games 2025, que acontecerá até domingo com extensa programação até domingo, dia 28. Esta é a terceira vez que realizamos a prova de crossift em Itabuna, que teve duas edições iniciadas, em 2023, na Vila Olímpica, e Praça do Cacau ano passado”, contou o professor Fabiano Araújo.

 

 

CRONOGRAMA – SPRING GAMES 2025

 

*Sexta-feira – 26/09*

            •          16h00 → Início da entrega dos kits dos atletas

            •          18:30h → Abertura oficial do evento

            •          19h00 → Briefing e passagem de técnicas

            •          21h00 → Previsão de encerramento do dia

 

 

*Sábado – 27/09*

            •          07h00 → Início das competições

            •          18h00 → Previsão de término do primeiro dia de competições

 

 

*Domingo – 28/09*

            •           08h00 → Início do segundo dia de competições

            •          17h00 → Previsão de término das competições e encerramento do evento.

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Devido principalmente ao aumento de preços da energia elétrica, o indicador que apresenta a prévia da inflação de setembro registrou forte alta de 0,48%, após ter tido índice negativo em agosto, de -0,14%. Foi o que mostrou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo IBGE nesta quinta-feira (25). 

 

O aumento de preços entre agosto e setembro, que chegou a 0,62% de variação, acabou por anular a forte queda verificada no período anterior. Entre os meses de julho e agosto, houve uma queda de 0,47% no IPCA-15, e o resultado de setembro é o maior no ano desde março, quando ficou em 0,64%.

 

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,76% e, nos últimos 12 meses, a variação foi de 5,32%, acima dos 4,95% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2024, a taxa havia sido de 0,13%.

 

O maior impacto positivo para a composição do índice de 0,48% veio do grupo Habitação, com 3,31% no mês. Em agosto, o grupo Habitação havia observado uma queda de 1,13%. 

 

Após a queda de 4,93% no mês passado, os preços da energia elétrica residencial, subitem com maior impacto positivo no IPCA-15 de setembro (0,47%), subiram 12,17%, contribuindo para o resultado do grupo. Houve o fim da incorporação do Bônus de Itaipu, creditado nas faturas emitidas no mês de agosto. 

 

Além disso, segundo o IBGE, a vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2, a partir de 1º de setembro, adicionou R$ 7,87 na conta de luz a cada 100 Kwh consumidos. Também ocorreu reajuste tarifário de 4,25% em Belém (11,38%), a partir de 7 de agosto.

 

Ainda em Habitação, a taxa de água e esgoto (0,02%) foi reajustada em 4,97% em Salvador (0,31%), a partir de 18 de julho, e o resultado do gás encanado (0,19%) foi consequência do aumento de 6,41% nas faturas em Curitiba (3,32%), a partir de 1° de agosto.

 

Além de Habitação, quatro dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta no mês de setembro: Vestuário (0,97%), Saúde e cuidados pessoais (0,36%), Despesas pessoais (0,20%) e Educação (0,03%). Alimentação e bebidas (-0,35%), Transportes (-0,25%), Artigos de residência (-0,16%) e Comunicação (-0,08%) apresentaram variação negativa.

 

Já no grupo de Alimentação e bebidas, o recuo (-0,35%) em setembro foi o quarto seguido. Em agosto, esse grupo recuou 0,53%. A alimentação no domicílio teve redução de 0,63% nos preços em setembro, ante a variação de -1,02% observada em agosto. 

 

As quedas de preços do tomate (-17,49%), da cebola (-8,65%), do arroz (-2,91%) e do café moído (-1,81%) impactaram o resultado. No lado das altas destacaram-se as frutas, cujos preços subiram, em média, 1,03%.

 

Em relação à alimentação fora do domicílio, ocorreu desaceleração de agosto (0,71%) para setembro (0,36%), em virtude das altas menos intensas do lanche (de 1,44% em agosto para 0,70% em setembro) e da refeição (de 0,40% para 0,20%).

 

Quanto aos índices regionais, todas as capitais pesquisadas pelo IBGE tiveram alta de preços em setembro. A maior variação foi registrada em Recife (0,80%), por conta das altas da energia elétrica residencial (10,69%) e da gasolina (4,78%).

 

Entre todas as capitais pesquisadas para a composição do IPCA-15, a cidade de Salvador registrou o terceiro resultado mais baixo. A capital baiana teve a prévia de inflação de 0,32%. 

 

No resultado do trimestre, o IPCA-15 de Salvador foi de 0,24%, abaixo da média nacional de 0,67% no mesmo período. Em relação ao indicador dos últimos 12 meses, a capital do Estado da Bahia registrou 4,74%, bem abaixo da média para todo o país, que foi de 5,32%.

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O ministro da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa, disse nesta quinta-feira, dia 25, que o Governo Federal estuda uma proposta apresentada pelo prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), em audiência na semana passada, em Brasília, para resolver a pendência em relação às mais de 600 casas para as famílias cadastradas pela Defesa Civil, que foram vítimas das enchentes de 2021. A sugestão é a utilização de parte dos recursos já liberados pela fonte para desastres e parte do Minha Casa Minha Vida.

O ministro confirmou que os recursos destinados ao projeto pelo Governo Federal, em 2022, foram insuficientes para a construção das moradias dos desabrigados. “Vamos resolver esta pendência quem sabe utilizando as duas fontes, depois do diálogo com o prefeito Augusto Castro. Certamente já em outubro deve ser publicado o edital para as mais de 600 casas e outras 829 que estão sendo habilitadas pelo Minha Casa Minha Vida no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento – Novo PAC”, disse Rui Costa.

O ministro foi entrevistado na manhã de hoje no Programa Interativa News, da Rádio Interativa FM, quando afirmou que o Governo do Estado construiu casas populares para os desabrigados das enchentes de 2021 nas cidades afetadas nas regiões Sul e Extremo-Sul, inclusive Itabuna e Ilhéus que ganharam conjuntos habitacionais no Novo Jaçanã e Salobrinho, respectivamente. “Efetivamente, o valor destinado às moradias pelo governo anterior ao do presidente Lula foram insuficientes, E, apesar de a Prefeitura ter publicado licitação nenhuma empresa se habilitou”, comentou Costa.

O ministro Rui Costa designou um de seus auxiliares para acompanhar um encontro virtual também na manhã de hoje entre o secretário-executivo do Ministério das Cidades, Hailton Madureira, o prefeito Augusto Castro, a secretária Sônia Fontes, o presidente da EMASA Ivan Maia, a procuradora Jamile Seixas, o superintendente Regional da Caixa Econômica Federal  Lucas Ribeiro,  dentre outros, para que a questão das moradias seja logo resolvida nas próximas semanas para que a licitação seja pública e a obra contratada até dezembro deste ano. Ele também falou sobre o Projeto Mais Água III que vai atender a região do Califórnia, na zona norte da cidade.

Na entrevista, o ministro também falou dos investimentos do Governo Federal em Itabuna com recursos do Novo PAC. “Olha fizemos duas seleções no ano passado e neste ano. Selecionamos algumas propostas que o prefeito Augusto Castro enviou, uma delas a que destina R$ 22 milhões para reforçar o abastecimento de água. Este dinheiro está garantido e o prefeito deve iniciar esta obra nos próximos dias. Além disso, recursos para a gestão de resíduos sólidos, prevenção de desastres e encostas, construção de creche, drenagem, regularização fundiária, duas unidades de saúde e um ônibus escolar. Neste ano, vamos liberar R$ 31 milhões para drenagem urbana pra prevenir alagamentos como anunciado semana passada pelo presidente Lula e agora é o município fazer a licitação”, informou o ministro

“O que é bom do PAC é que, além do benefício de gerar obras, gera empregos na sua execução ativando a economia do município com a compra de areia, ferro/, blocos, etc. Também selecionamos mais uma unidade de saúde, que agora passa a ser três para atenção básica, mais a renovação da frota do SAMU-192 e uma radioterapia, ampliando o tratamento do câncer no município”, comentou.

“Outro investimento importante é na área da educação. Tivemos, além das obras de consolidação do campus da Universidade Federal do Sul da Bahia UFSB, a construção do restaurante universitário com 32% das obras em execução e um pavilhão de aulas e implantação de um Instituto Federal de Educação”, acrescentou.

“No passado, a Bahia tinha apenas um instituto federal, que se denominava Escola Técnica Federal da Bahia, no Barbalho, em Salvador, onde estudei. Com muito orgulho digo que o presidente Lula criou 37 institutos federais no estado e agora anuncia a implantação de mais oito. O campus do IFBA de Itabuna terá cursos superiores e técnicos, o terreno está sendo regularizado e a construção começa em breve”, falou Rui Costa.

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A Medida Provisória 1.301/2025, que cria o programa Agora Tem Especialistas, maior iniciativa da história do Sistema Único de Saúde (SUS) para reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias, foi aprovada pelo o Congresso Nacional.

 

A aprovação ocorreu no plenário da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (24), onde foram computados 403 votos a favor. O texto agora segue para sanção presidencial.

 

“Lançado pelo presidente Lula para reduzir o tempo de espera por atendimento, consultas e cirurgias, o Agora Tem Especialista já contava com amplo apoio da população, do setor privado e público da saúde. A votação de hoje também mostra o amplo apoio do Congresso Nacional”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que ressaltou a aprovação por maioria esmagadora na Câmara e com unanimidade no Senado. “Isso mostra que estamos no caminho certo de atender uma preocupação da ampla maioria da população”, disse.

 

De acordo com Padilha, a aprovação dá solidez às ações do programa, “sobretudo aquelas que são inovadoras, como a troca de dívidas dos planos de saúde e dos hospitais privados por mais cirurgias, atendimentos e exames; a criação do painel nacional de acompanhamento e monitoramento dos tempos de espera de cirurgias de todo o país; a qualificação da Fundação Oswaldo Cruz, do Grupo Hospitalar Conceição, da AGSUS, para colaborar com os estados e municípios a fim de fazermos mais cirurgias, mais exames, mais consultas e menos tempo de espera”, detalhou.

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Na terça-feira, 23 de setembro, o presidente da ACI, Erivaldo Benevides, acompanhado pela diretoria executiva da Associação, recebeu empresários e representantes da imprensa de Itabuna no auditório da entidade. O encontro teve como objetivo apresentar as ações realizadas e os projetos em andamento, celebrando assim os 100 dias da gestão do biênio 2025-2027. O evento destacou a recuperação do protagonismo nas decisões que impactam a classe empresarial, assim como a força das mulheres empreendedoras.

Durante o evento, Erivaldo apresentou a prestação de contas da entidade, enfatizando a retomada das reuniões regulares, que ocorrem todas as segundas-feiras e são abertas aos associados, além das reuniões do Conselho Diretor e da Diretoria Executiva. A colaboração entre os empresários associados e outras instituições parceiras foi crucial para discutir temas relevantes que afetam os negócios em Itabuna e nas cidades vizinhas.

“Essas interações nos proporcionaram a base necessária para implementar diversas ações, como a pesquisa interna realizada pelo Sebrae, a visita da Secretária Sônia Fontes e do Secretário Mauro Ribeiro, que discutiram as obras na Paulino Vieira. Destaco também a presença do presidente da Emasa, Ivan Maia, que abordou o futuro da empresa e o Projeto Mais Água, além da equipe do Procon, que apresentou propostas de parceria para os empresários”, ressaltou Erivaldo.

Iniciativas desse tipo fortalecem o diálogo entre empresários sobre questões que impactam o ambiente de negócios, reafirmando o propósito da ACI ao celebrar seus 117 anos de fundação, tornando-a a entidade mais antiga da cidade de Itabuna. Erivaldo também sublinhou que a ACI tem investido na capacitação da classe empresarial, promovendo eventos em colaboração com o Sebrae, como a Tríade do Encantamento e o evento “Transformando Dados em Ação”, em parceria com o Sebrae e a TV Santa Cruz.

O jornalista Ricky Mascarenhas, do Grupo iPolítica de Comunicação parabenizou a ACI pela prestação de contas dos 100 primeiros dias de gestão. “Somos filiados à ACI há bastante tempo e, após a posse de Erivaldo, notei uma mudança significativa na abordagem, que antes era marcada por uma forte politização. É fundamental respeitar uma instituição que é mais antiga do que a própria cidade, e essa gestão tem proporcionado uma maior participação de mulheres na diretoria. A instituição deve servir aos seus princípios, não a interesses políticos pessoais.”

Comunicação

A presidente do Conselho de Comunicação e vice-presidente da ACI, Carol Fajardo, apresentou uma proposta de comunicação inovadora, fundamentada em uma pesquisa interna realizada pelo SEBRAE. “A pesquisa destacou a importância histórica da ACI na sociedade de Itabuna, ao mesmo tempo em que evidenciou a necessidade de modernização das estratégias de comunicação da entidade, visando um engajamento mais eficaz com seus associados e a comunidade em geral.”

Carol também mencionou que a pesquisa indicou a necessidade de cursos e capacitações para a classe empresarial. Com isso em mente, reforçamos as parcerias com o Sebrae, a TV Santa Cruz e outras entidades do comércio para promover eventos com esse foco.

Conselho da Mulher

A atual gestão da ACI tem dado ênfase ao empoderamento feminino por meio do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), que tem desenvolvido um planejamento estratégico para impulsionar as mulheres e seus negócios.

Foram apresentados os resultados das ações direcionadas à promoção de mulheres empreendedoras, incluindo palestras e eventos. “Acreditamos que empoderar as mulheres no ambiente empresarial é essencial para o desenvolvimento da economia local. Elas trazem inovação e perspectivas únicas, e é nosso dever apoiá-las”, enfatizou Erivaldo.

Ao concluir o evento, Erivaldo agradeceu a presença de todos e reafirmou seu compromisso de continuar trabalhando para fortalecer a classe empresarial. “Esses 100 dias foram apenas o início de uma gestão focada em resultados e na construção de um ambiente de negócios mais saudável e próspero. Juntos, transformaremos desafios em oportunidades”, finalizou, convidando todos a se unirem à ACI nessa jornada de crescimento e desenvolvimento.

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A Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, entra na última semana da Campanha de Vacinação Antirrábica 2025, que será encerrada nesta sexta-feira, dia 26. A Campanha está sendo executada pelos Departamentos de Controle de Zoonoses e de Combate às Endemias do Departamento de Vigilância em Saúde, e teve início no dia 18 de agosto.

“Já passamos dos 30 dias de Campanha intensos, visitando bairros e também a zona rural. Estamos satisfeitos com o resultado alcançado. Até ontem, dia 23, foram vacinados 39.925 cães e gatos, sendo que a meta da Campanha é de 40 mil animais imunizados contra à raiva”, informa a coordenadora de Endemias, Lucimar Ribeiro.

Nesta quarta-feira, dia 24, a visita das equipes de vacinadores será nos bairros Lomanto e Santa Catarina; na quinta-feira, dia 25, no Taverolândia, região do Odilon, no Manoel Leão. Já na sexta-feira, dia 26, último dia da Campanha, a vacinação ocorrerá no Jardim Grapiúna e no Centro Comercial.

Vale lembrar que, além de ponto fixo montado nos bairros, as equipes de vacinadores também se revezam fazendo busca ativa nas ruas. “Aproveito para agradecer a dedicação e o empenho de todos os envolvidos neste trabalho que é tão importante para a saúde animal e também humana”, encerra Lucimar Ribeiro.

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O prefeito Augusto Castro (PSD), acompanhou na última segunda-feira, 22, as obras da nova ponte que ligará a Avenida Amélia Amado ao bairro Conceição e do complexo viário e viaduto da Avenida Princesa Isabel. As intervenções fazem parte do Programa Itabuna 2030 e estão entre as maiores obras estruturantes já realizadas na cidade, simbolizando um passo decisivo para a modernização da infraestrutura e para a melhoria da qualidade de vida da população.

Atualmente, os trabalhos na ponte estão concentrados na execução da fundação dos pilares, etapa essencial para garantir a segurança e a durabilidade da estrutura. Já no viaduto da Avenida Princesa Isabel, a obra encontra-se em segunda fase, com a execução da sub-base e da base das novas vias, que atualmente estão sendo duplicadas. Ao final, a Avenida passará a contar com quatro novas faixas de circulação, planejadas para ordenar o tráfego em uma das áreas de maior movimento da cidade.

Essas intervenções têm como meta integrar diferentes regiões de Itabuna, estimular o desenvolvimento urbano e econômico e atrair novos investimentos, além de valorizar os bairros do entorno. Trata-se de um conjunto de ações estratégicas que projetam a cidade para crescer de forma planejada e sustentável, alinhada ao futuro desenhado pelo Programa Itabuna 2030.

Durante a visita, o prefeito ressaltou a importância dessas obras estruturantes:

“Estamos avançando em projetos que vão marcar a história de Itabuna. A nova ponte e o complexo viário da Avenida Princesa Isabel, frutos do Programa Itabuna 2030, são intervenções que garantirão mais integração, segurança e desenvolvimento para toda a nossa população. Esta é uma das maiores obras de mobilidade urbana do interior da Bahia, que vai mudar de vez a realidade da nossa cidade”, destacou Augusto Castro.

As obras são aguardadas com grande expectativa pela população e apontadas como um divisor de águas para a infraestrutura e a mobilidade. Elas representam um passo concreto para melhorar o dia a dia dos itabunenses, ao mesmo tempo em que consolidam o município como referência regional e abrem caminho para um novo ciclo de crescimento econômico e social.

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A pecuária baiana atingiu um marco histórico em 2024, registrando os maiores números dos últimos 50 anos na criação de gado e na produção de ovos. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), e apresentados a representantes de órgãos e instituições ligadas ao agronegócio baiano.

 

Segundo a pesquisa, o rebanho bovino da Bahia chegou a 13,7 milhões de cabeças, enquanto a produção de ovos de galinha alcançou 127,7 milhões de dúzias — ambos os maiores volumes já registrados no estado em meio século.

 

“Os números demonstram o grande potencial que a Bahia possui para a pecuária. Temos condições favoráveis, como vasta extensão territorial, crescimento na produção de grãos, chegada de novas empresas e políticas públicas voltadas ao setor”, afirmou o secretário estadual da Agricultura, Pablo Barrozo.

 

A apresentação dos dados ocorreu durante reunião na sede da Secretaria da Agricultura (Seagri), nesta segunda-feira (22). O levantamento do IBGE indica que, pelo quarto ano consecutivo, a Bahia apresentou crescimento na bovinocultura, com um aumento de 3,5% em relação ao ano anterior. O estado teve o segundo maior crescimento absoluto do país, com um acréscimo de 455,8 mil cabeças em comparação a 2023.

 

Atualmente, a Bahia ocupa a 7ª posição no ranking nacional de criação de bovinos, com participação de 5,7% no rebanho brasileiro. O município de Santa Rita de Cássia lidera o ranking estadual, com 202,8 mil animais, seguido por Itamaraju (183,3 mil) e Itanhém (183 mil).

 

Já a produção de ovos de galinha cresceu pelo quinto ano consecutivo, com aumento de 4,2% em relação a 2023 — um acréscimo de 5,2 milhões de dúzias. O município de Eunápolis lidera a produção no estado, com 27 milhões de dúzias e crescimento de 11,5% no ano. Completam o top 3 os municípios de Barreiras (13,8 milhões) e Entre Rios (8,6 milhões de dúzias).

 

A coordenadora de Política Agrícola da Seagri, Kátia Correia Lima, destacou a importância da reunião para alinhar a divulgação dos dados e reforçar a atuação conjunta das instituições. “Esse encontro foi fundamental para compartilhar informações e ampliar a base de informantes em todo o estado”, afirmou.

 

O coordenador de Contas Regionais da Superintendência de Estudos Econômicos da Bahia (SEI-BA), João Paulo Caetano, ressaltou o peso crescente do setor pecuário – incluindo também as produções de ovinos, caprinos e suínos, dentre outros – no desempenho econômico estadual. “A pecuária representa hoje entre 25% e 30% do PIB do agronegócio baiano. O agro como um todo responde por mais da metade dos 8 bilhões de dólares que a Bahia exporta anualmente, sendo essencial na geração de emprego e renda”, afirmou.

 

Segundo Luís Alberto Pacheco, supervisor de Agropecuária do IBGE na Bahia, o crescimento do setor está diretamente relacionado à produção de grãos no estado. “Grande parte da pecuária, especialmente a de frangos e suínos, depende da disponibilidade de grãos para ração — e a Bahia tem se destacado nesse aspecto”, explicou.

 

A reunião contou com a presença de representantes da Seagri, SEI-BA, Adab, SDR, Mapa, Conab, Faeb/Senar e Sebrae-BA, reforçando o compromisso institucional com o desenvolvimento do setor agropecuário baiano.

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O Ambulatório de Gestação e Puerpério de Alto Risco de Itabuna (AGPAR), que funciona nas dependências do Centro de Atenção à Mulher Mariana Domingas Santos (CAM Itabuna), tem desempenhado um papel crucial no cuidado com as mulheres gestantes de Itabuna e região.

A coordenadora do CAM Itabuna, enfermeira Gabriela Brito, cita como exemplo os atendimentos realizados nos últimos 12 meses de funcionamento da unidade. “O Ambulatório de Gestação e Puerpério de Alto Risco, por exemplo, já realizou 3.173 consultas de enfermagem obstétrica e 2.647 consultas com obstetra”, informa.

De acordo com Gabriela, o serviço atua como uma referência regional em atenção especializada à gestação e ao puerpério de alto risco, minimizando riscos e oferecendo um ambiente seguro e acolhedor, além de um acompanhamento mais frequente e especializado.

“Contamos com uma equipe multiprofissional composta por médicos especialistas, enfermeiros, nutricionista, psicóloga, fisioterapeuta e assistente social, apoiados por equipe administrativa e de regulação”, explicou.

A coordenadora do CAM Itabuna lembra ainda que o trabalho é realizado de forma articulada com o Departamento de Atenção Primária à Saúde (APS), demais pontos de atenção e a rede intersetorial, assegurando acompanhamento qualificado, humanizado e baseado em protocolos assistenciais vigentes.

“A paciente deve ser encaminhada pela APS com a seguinte classificação: Alto Risco, Alto Risco de Maior Complexidade e/ou Condições Específicas para interconsultas conforme critérios técnicos do serviço”, orienta.

Ela informa que entre os quadros clínicos que se configuram como Gestação de Alto Risco estão: diabetes, obesidade, hipertensão e alterações na tireóide, vulnerabilidades sociais, desnutrição, aborto recorrente, gravidez abaixo dos 14 anos ou acima dos 40 anos, bem como condições e alterações fetais e placentárias.

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A taxa adicional de US$ 250 (cerca de R$ R$ 1.323) para emissão de visto dos Estados Unidos, que entraria em vigor em outubro, foi suspensa nesta segunda-feira (22), segundo a U.S. Travel Association, entidade que representa o setor de turismo no país.
A decisão foi tomada em negociações com o Congresso americano, diz a entidade, mas é temporária. Ela depende ainda de novas conversas com o governo para se tornar definitiva.
A nova taxa foi sancionada por Donald Trump em julho. Ela seria praticada a partir de 1º de outubro, quando se inicia o novo ano fiscal dos EUA, afetando a emissão de visto para turismo, estudo ou trabalho a todos os estrangeiros, incluindo brasileiros. Hoje o visto custa US$ 185 (R$ 979).
Além da tarifa, o viajante teria de pagar US$ 24 (R$ 126,96) para preencher o formulário I-95, que registra a entrada nos EUA. Dessa forma, a emissão do visto americano sairia por cerca de US$ 459 –R$ 2.429, nos valores atualizados do dólar.
Em nota, a entidade classificou como vitória parcial a suspensão do visa integrity fee (taxa de integridade de visto). “A associação está agora pressionando os legisladores e o governo para adiar indefinidamente a implementação da taxa”, diz o texto.
Na avaliação da U.S. Travel Association, a elevação da taxa colocaria os Estados Unidos em patamar de desigualdade em relação a outros destinos turísticos, influenciando negativamente o setor, que abarca hotéis, restaurantes e passeios turísticos. O impacto seria ainda maior considerando que o país recebe, em 2026, a Copa do Mundo da Fifa.
As negociações, tratadas com a liderança do Congresso, pediram ainda soluções para reduzir atrasos nas entrevistas de visto, segundo a entidade. “Esses esforços incluíram a obtenção de US$ 517 milhões para o processamento de vistos e passaportes, com o objetivo de acelerar as aprovações por meio de turnos de trabalho estendidos e novas tecnologias”, afirmou a entidade.
A lei sancionada por Trump em julho prevê que a taxa possa ser reembolsada em determinadas situações, mas sem detalhar como esse processo funcionaria. Ela indica que o reembolso só ocorreria com o vencimento do visto –no caso da permissão de dez anos para turistas, um viajante poderia ter que esperar uma década para receber o dinheiro de volta.
O reembolso pode ser concedido em três condições. Se, após o visto expirar, o viajante demonstrar que não buscou voltar aos EUA com a permissão vencida; se o estrangeiro cumpriu todas as condições e regras dentro dos EUA de acordo com o visto emitido e deixou o país quando deveria; e se o viajante tiver solicitado a extensão, mudança ou ajuste do visto dentro de seu período de validade.

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