A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) divulgou a abertura das inscrições para o Processo Seletivo REDA, destinado à contratação temporária de profissionais para diversas funções.

As inscrições acontecerão entre os dias 13 e 19 de maio, de forma presencial no Teatro Candinha Dórea, das 8h30min às 13h30min. O Processo Seletivo será realizado por meio de análise curricular, de caráter classificatório. Os candidatos deverão apresentar toda a documentação exigida no Edital no ato da inscrição.

Entre os documentos necessários estão:
• Documento oficial com foto dentro do prazo de validade;
• Currículo vitae com comprovações;
• Comprovante de escolaridade conforme exigência da função pretendida.

A organização alerta que não serão aceitos pedidos de alteração ou inclusão de documentos após a realização da inscrição.

As vagas contemplam funções como:
• Serviços gerais
• Motorista
• Vigia
• Técnico e auxiliar administrativo
• Designer
• Técnico em produção de eventos

A FICC reforça a importância de que os candidatos organizem toda a documentação com antecedência para evitar contratempos durante o período de inscrição.
Mais informações podem ser obtidas através do Edital já publicado.

 

Link para edital: https://diof.io.org.br/api/diariooficial/download/2026_05_081091114191

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Um dia depois da decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de revogar, por medida provisória, o imposto de importação de 20% cobrado sobre compras de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, internautas agora exigem que os governos estaduais cortam também o ICMS cobrado sobre produtos adquiridos em plataformas internacionais. 

 

Com o volume de comentários em toda a manhã desta quarta-feira (13), o tema “ICMS” chegou ao topo dos trending topics da rede X. A grande maioria dos internautas que estão se manifestando vem criticando governadores por não cortarem ou mesmo zerarem o imposto estadual. 

 

“Estamos vendo a direita – que se diz contra impostos – indignada com Lula zerando a taxa das blusinhas, mas caladinha sobre os governadores (maioria de direita) que mantém o ICMS (imposto estadual) sobre essas importações”, afirma um usuário da rede X, em comentário na mesma linha de muitos outros feitos nesta manhã.

 

A provocação aos governadores para redução do ICMS estadual também vem sendo feita por parlamentares. Foi o caso do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), que em postagem nas redes sociais, questionou especificamente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). 

 

“Eu desafio o governador Tarcísio de Freitas, tem que zerar o ICMS. Tarcísio, você vai zerar o ICMS estadual?”, questionou o deputado petista. 

 

Além dos pedidos de revogação do ICMS estadual, há na rede X quem critique o presidente Lula por não retirar a cobrança do imposto estadual. Internautas da Bahia também fazem apelos ao governador Jerônimo Rodrigues para zerar o imposto no estado.

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As exportações do estado da Bahia somaram US$ 855,1 milhões em abril de 2026, o que representa uma queda de 13,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O desempenho negativo foi influenciado por uma redução de 26,3% no volume de embarques, apesar de os preços médios dos produtos exportados terem registrado alta de 17,3%.

Os dados foram analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), com base em registros do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A valorização nos preços médios das commodities foi impulsionada pela incerteza geopolítica global, intensificada pelos conflitos no Oriente Médio.

 

O ouro, segunda maior pauta de exportação da Bahia, teve valorização expressiva, reafirmando seu papel como reserva de valor Entretanto, o volume total exportado caiu devido a fatores pontuais e sazonais:

  • Petróleo e derivados (-89,4%): A queda drástica reflete a parada para manutenção na unidade de produção de óleo diesel da Acelen, visando ampliação da capacidade produtiva.
  • Celulose (-17,6%): Impactada pela valorização do real e paradas técnicas.
  • Café (-59,5%): Influenciado pela sazonalidade da cultura.
  • Minerais (-86,8%): Ausência de embarques de minério de ferro e níquel pelo segundo mês consecutivo.

 

Pelo lado positivo, a Agropecuária registrou crescimento de 9,2% (US$ 33,1 milhões), beneficiada pela safra da soja.As importações baianas registraram o terceiro mês consecutivo de alta, atingindo US$ 930,9 milhões (crescimento de 17,1%). O destaque foi o setor de bens de consumo, que saltou de US$ 10,3 milhões em abril de 2025 para US$ 266,9 milhões em abril de 2026.

 

Esse avanço foi impulsionado pela importação massiva de automóveis elétricos chineses. Analistas apontam que a movimentação reflete uma antecipação de mercado antes da retomada gradual da tributação para veículos elétricos, prevista para julho deste ano, além da agressiva expansão das montadoras chinesas devido à desaceleração da demanda em seu país de origem.

 

Com os resultados de abril, a Bahia acumula no ano:

  • Exportações: US$ 3,49 bilhões.
  • Importações: US$ 3,55 bilhões.
  • Déficit comercial: US$ 60,6 milhões.

 

A valorização do real frente ao dólar também favoreceu a compra de fertilizantes, trigo e equipamentos industriais. A expectativa do mercado é de que o dólar possa atingir o patamar de R$ 4,80 no curto prazo, o que deve manter o ritmo elevado das importações no próximo mês.

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A recomendação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ao consumidor que tenha algum produto da Ypê que faça parte do lote apontado como com risco de contaminação microbiológica é para que não jogue fora e espere o “desdobramento do caso”.
A empresa está fazendo o recolhimento do produto, mas com o alto volume de procura por orientações e devoluções, o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) tem falhado tanto online quanto por meio de telefone 0800-1300544. Há ainda a opção de fazer cadastro por meio de formulário no site da marca.
“No momento a orientação é não jogar fora, mas sim aguardar o desdobramento do caso e da determinação de recolhimento”, diz nota enviada pela Anvisa.
O recall da agência começou na quinta-feira (7), quando foi determinado o recolhimento de todos os lotes com numeração final 1 por apontar risco de contaminação microbiológica. A medida também previa a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso dos produtos afetados.
A empresa conseguiu reverter a determinação, mas optou por ainda não voltar a fabricar os produtos até que a situação seja regularizada na Anvisa. Há uma reunião prevista para esta quarta-feira (13).
De acordo com a agência reguladora, a decisão foi tomada após avaliação técnica de risco sanitário. Durante inspeção realizada na unidade, foram identificados descumprimentos em etapas relevantes do processo produtivo, incluindo falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade.
Não há ainda orientações claras por parte do órgão regulador de como o produto a ser devolvido deve ser armazenado pelo consumidor nem sobre os riscos específicos ao meio ambiente. Especialistas, no entanto, não recomendam nenhum tipo de uso e afirmam que o líquido não deve ser despejado na natureza.
As informações sobre o que pode acontecer com quem tiver contato com a possível bactéria identificada são de danos à pele causados por irritação e inflamação ou até infecção de mucosas. Com isso, o produto não deve ser usado em nenhuma hipótese. Outro risco é de contaminação microbiológica maior caso o consumidor insista em utilizar os itens para fazer a higiene em sua casa.
*
QUAIS OS RISCOS PARA A SAÚDE?
No comunicado, a Anvisa citou possibilidade de presença de microrganismos patogênicos nos produtos afetados. O risco é de contaminação microbiológica, que pode dar origem a quadros diversos, mas, para maior especificação, a agência diz que precisa de mais prazo para a apuração.
Produtos contaminados utilizados na pele podem causar vermelhidão, coceira, ardência e inflamações, segundo o infectologista Daniel Paffili Prestes, com residência no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e especialização pelo Hospital das Clínicas da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo). Ele diz que o risco vai além da pele.
“Quando há contato com olhos, nariz ou boca, o risco pode incluir irritação de mucosas e até infecções localizadas. Em alguns casos, a inalação de partículas contaminadas também pode desencadear sintomas respiratórios.”
A recomendação, segundo ele, é suspender imediatamente o uso de qualquer produto identificado como contaminado ou incluído em recolhimento oficial.
A infectologista Claudia Mello, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, reforça que “a recomendação de não utilizar os produtos se mantém mesmo após o recurso apresentado pela Ypê junto à Anvisa e ao Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo”.
Para quem já utilizou algum item dos lotes afetados, ela explica que “os sinais de alerta para buscar atendimento médico seguem os mesmos da população geral: febre, prostração e dificuldade de respirar ou se alimentar”.
“Mesmo que a pessoa ainda não tenha apresentado sintomas, não é possível garantir segurança após a confirmação de contaminação microbiológica”, afirma Prestes. Continuar utilizando o produto, diz ele, aumenta o risco de irritações, infecções e reações adversas, em especial se o uso for contínuo.
Os sinais de alerta incluem vermelhidão, coceira, ardência, irritação nos olhos, tosse, espirros e dificuldade respiratória. Em casos mais graves, podem surgir febre, inchaço ou sinais de infecção cutânea. Grupos como crianças pequenas, idosos, pacientes com doenças crônicas e imunossuprimidos merecem atenção especial, por costumarem ter maior sensibilidade a esse tipo de contaminação.
O professor de química da Universidade Cruzeiro do Sul, Carlos Brito afirma que o consumidor não deve tentar reutilizar o produto nem despejá-lo em pias, ralos ou diretamente no meio ambiente. “Pode causar toxicidade para organismos aquáticos, alteração da oxigenação da água e impacto sobre peixes e algas”, diz.
Segundo Brito, caso tenha um dos lotes afetados e não consiga contato imediato com a empresa, a recomendação é vedar bem a embalagem e armazená-la até orientação oficial ou descarte adequado.
“O mais coerente é cobrir a mão com uma sacola plástica, vedar bem e tentar levar em algum local da cidade que faça descarte de produtos químicos”, afirma. Ele também recomenda lavar a superfície em que estava armazenado o produto com água sanitária.
O dermatologista Matheus Rocha afirma que, além de irritações e ardência, o contato pode desencadear quadros de dermatite irritativa e eczema, especialmente em pessoas com doenças de pele, idosos, crianças e imunossuprimidos.
“Uma contaminação microbiológica compromete a estabilidade sanitária do produto. Isso significa que ele deixa de ser seguro para uso doméstico”, afirma.
O médico afirma ainda que há risco de disseminação de microrganismos em superfícies e ambientes caso os produtos continuem sendo utilizados dentro de casa.
 

QUE PRODUTOS FORAM SUSPENSOS?
De acordo com a Anvisa, somente os lotes que terminam com o número 1, dos produtos abaixo estão afetados:
– Lava-louças Ypê Clear Care
– Lava-louças com enzimas ativas Ypê
– Lava-louças Ypê
– Lava-louças Ypê Toque Suave
– Lava-louças Concentrado Ypê Green
– Lava-louças Ypê Clear
– Lava-louças Ypê Green
– Lava-roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
– Lava-roupas líquido
– Tixan Ypê Cuida das Roupas
– Lava-roupas líquido Tixan Ypê Antibac
– Lava-roupas líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
– Lava-roupas líquido Tixan Ypê Green
– Lava-roupas líquido Ypê Express
– Lava-roupas líquido Ypê Power Act
– Lava-roupas líquido Ypê Premium
– Lava-roupas Tixan Maciez
– Lava-roupas Tixan Primavera
– Desinfetante Bak Ypê
– Desinfetante de uso geral Atol
– Desinfetante perfumado Atol
– Desinfetante Pinho Ypê
– Lava-roupas Tixan Power Act
 

USEI O PRODUTO NA LIMPEZA. DEVO LAVAR A LOUÇA OU A ROUPA DE NOVO?
Como medida de precaução, consumidores podem lavar novamente roupas, utensílios ou superfícies que tiveram contato direto com um produto suspenso, especialmente em casos de irritação, alteração no cheiro, cor ou textura do item. Não há indicação, porém, de risco que exija jogar fora objetos domésticos usados com o produto.

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“Não vou tomar nenhuma decisão só! Essa feira é de vocês, é do povo de Itabuna. A prefeitura está aqui para prestar toda assistência a todos vocês” declarou o Prefeito Augusto Castro (PSD) no encontro realizado com os comerciantes da feira do São Caetano, na tarde desta segunda-feira, dia 11, no auditório do Complexo Integração de Educação Básica Profissional e Tecnológica (CIEBTEC).

Acompanhado dos secretários da Infraestrutura e Urbanismo (SIURB) Segurança e Ordem Pública (SESOP), Indústria, Comércio, Emprego e Renda (SINCER), Relações Institucionais e a diretora da Vigilância Sanitária (VISA), o prefeito tratou dos ajustes para o ato de entrega da feira e os preparativos para a inauguração que poderá ocorrer até o final do mês de maio.

No encontro, o prefeito destacou a importância do equipamento comercial para os feirantes e consumidores locais e o potencial de atração de consumidores de outras localidades e até de outros municípios como Buerarema e cidades do sul e extremo-sul com a construção da nova avenida com quatro quilômetros de pavimentação.

“Esse novo equipamento será grande porque, além da feira, vamos inaugurar o complexo viário, e, a partir de junho, vamos licitar a nova avenida Sudoeste que vai ligar o Novo São Caetano à BR-101 ” disse Augusto Castro. Ele ainda reforçou os avanços na finalização da Nova Unidade Básica de Saúde José Edites e da Praça Simão Fiterman, ao impulsionar o movimento comercial do bairro, tornando-o em um centro comercial local.

Augusto enfatizou também a participação dos feirantes no processo dos detalhes finais na colaboração dos termos administrativos e organizacionais para os cuidados essenciais na manutenção da estrutura física e comercial da nova feira.
O prefeito aproveitou o momento e anunciou uma isenção para a taxa para os comerciantes até juntos conseguirem formular uma gestão eficiente do equipamento, além da licitação de R$32 milhões destinado para as obras de urbanização dos canais da cidade.

Sobre a inauguração, a titular da SIURB, Sônia Fontes, lembrou que embora o terreno seja do município, a obra é uma realização do Governo do Estado e que após a entrega do equipamento a prefeitura está mobilizando a infraestrutura necessária com iluminação pública, água encanada e o processo de licitação para a administração e vigilância do equipamento para o conforto e melhores condições de trabalho para os feirantes.

Já o secretário da SESOP, Roberto José da Silva, reforçou que a Secretaria está no período final do recadastramento dos comerciantes para o recebimento do termo de concessão e compromisso. Por isso, estão sendo providenciados os mobiliários urbanos como lixeira, portas de rolar e telas de proteção e estacionamento rotativo, além da segurança pública.
Ele reforçou que a gestão municipal está investindo na pavimentação do bairro e nas ruas de acesso aos bairros vizinhos.

O Secretário de Relações Institucionais, Rosivaldo Pinheiro, lembra que na história recente da cidade a gestão tem como legado o encerramento do lixão em tempo recorde e que essa ação demonstra que com planejamento e compromisso junto com a população a cidade só tende a evoluir e se desenvolver para o futuro.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Mauro Ribeiro, informou que na próxima semana a prefeitura vai oferecer para os feirantes um curso de qualificação profissional através do SEBRAE, com as seguintes áreas: atendimento ao cliente; conduta de boas práticas; financeiro (fluxo de caixa); sala do empreendedor com o balcão para os interessados obter a formalização como Microempreendedor Individual (MEI) ou precisa regularizar a situação como microempreendedor.

A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Maristella Antunes, relembrou as condições precárias da antiga feira, um local completamente insalubre comparando com fotografias de como era com a fase atual, com uma nova estrutura que está pronta para ser inaugurada.

Ela pontuou o fim da insalubridade e o compromisso com a higienização e os cuidados com os alimentos através da capacitação com a conduta de boas práticas para os próprios feirantes e para os consumidores ofertado pela Prefeitura de Itabuna para em seguida ser liberado o alvará de funcionamento.

Por fim, foi criada uma comissão com representantes de cada segmento da feira: alimentação e lanchonetes, cereais, hortifruti, frigorífico e peixaria, mercearia e variedades.Também estiveram presentes os vereadores Eldon Orea e Robson Rigaud.

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Neymar segue vivo na disputa por uma vaga na Copa do Mundo. O auxiliar técnico da Seleção Brasileira, Davide Ancelotti confirmou que o camisa 10 do Santos integra a pré-lista de 55 jogadores enviada à Fifa, mas ponderou que a presença definitiva no Mundial ainda dependerá dos próximos passos até a convocação final.

Em entrevista ao jornal italiano La Gazzetta dello Sport, Davide, o também filho Carlo Ancelotti, comentou a situação física do atacante e reconheceu evolução no processo de recuperação.

 

“Se ele está nessa lista é porque sua condição física está melhorando. Depois, até o dia 18 de maio, faremos a redução até chegar aos 26 que irão para os Estados Unidos”, afirmou ao podcast Tripletta.

 

A pré-lista enviada à Fifa é uma exigência obrigatória para todas as seleções classificadas à Copa do Mundo. Cada país precisa encaminhar uma relação preliminar contendo entre 35 e 55 atletas elegíveis para o torneio, incluindo obrigatoriamente quatro goleiros.

 

A presença de Neymar na relação mantém o atacante na disputa por uma vaga entre os convocados definitivos, mas ainda não assegura sua participação no Mundial. Apenas jogadores incluídos nessa primeira lista podem integrar a convocação final.

 

Antes da divulgação oficial dos 26 nomes, Neymar ainda terá dois compromissos pelo Santos. O atacante enfrenta o Coritiba nesta quarta-feira (13), pela Copa do Brasil, e volta a encarar a equipe paranaense no domingo (17), pelo Campeonato Brasileiro.

 

A convocação oficial da Seleção Brasileira está marcada para a próxima segunda-feira, às 17h (de Brasília), no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

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Apesar de ter saído menor do que o resultado verificado em março (0,88%), a inflação oficial do país no mês de abril ficou em 0,67%, influenciada principalmente pelo aumento no preço dos alimentos. Com o resultado de abril, a inflação brasileira acumula alta de 2,60% em 2026, chegando a 4,39% nos últimos 12 meses.

 

Os números foram divulgados nesta terça-feira (12) pelo IBGE, por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com taxa de 1,34%, o grupo alimentos e bebidas respondeu por 0,29% do indicador final de abril, enquanto no grupo saúde e cuidados pessoais, a alta foi de 1,16% e o impacto 0,16% no índice do mês.

 

“Alguns alimentos, de forma geral, apresentam uma restrição de oferta, o que provoca um aumento no nível de preços. No caso do leite, com a chegada do clima mais seco, sazonal no período, há redução de pasto, necessitando da inclusão de ração para os animais, o que eleva os custos”, explicou o gerente da pesquisa do IPCA no IBGE, José Fernando Gonçalves. 

 

O gerente da pesquisa lembra que apesar de ajudar a manter a inflação oficial em um patamar elevado, o ritmo de aumento do preço dos alimentos desacelerou em relação a março, quando o grupo havia registrado alta de 1,56%.

 

A alta de 1,34% no grupo alimentação foi impulsionada pelos aumentos da cenoura (26,63%), do leite longa vida (13,66%), da cebola (11,76%), do tomate (6,13%) e das carnes (1,59%). Por outro lado, o café moído (-2,30%) e o frango em pedaços (-2,14%) registraram algumas das principais quedas do mês.

 

Já a alimentação fora de casa subiu menos, com alta de 0,59%. O preço do lanche desacelerou, passando de 0,89% em março para 0,71% em abril. A refeição, por sua vez, teve leve aceleração, de 0,49% para 0,54% no mesmo período.

 

Em relação ao aumento de preços das carnes, houve alta impulsionada pelo aumento do preço da carne bovina, que deve continuar subindo durante o ano. Isso porque a quantidade de bovinos disponíveis para abate vem diminuindo, após um ano de produção recorde.

 

No 1º quadrimestre de 2025, o acumulado no grupo Alimentação e bebidas foi de 3,70%, 0,26% acima do resultado de 2026 (3,44%) no mesmo período. O gerente do IPCA destaca que “em 2025 ainda havia o efeito das altas do café e do tomate. Já desde julho de 2025 o café vem registrando queda nos resultados mensais”.

 

Em Saúde e cuidados pessoais (1,16%), tiveram destaque os produtos farmacêuticos (1,77%), após a autorização do reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos, a partir de 1° de abril, e os artigos de higiene pessoal (1,57%), com destaque para o perfume (1,94%). 

 

Já no grupo Habitação, a variação de 0,63% em abril teve influência do gás de botijão, com alta de 3,74%, e da energia elétrica residencial (0,72%), que incorpora os seguintes reajustes: 6,92% e 14,66% nas concessionárias no Rio de Janeiro (4,83%), ambos com vigência a partir de 15 de março; 12,36%, em Campo Grande (2,27%), a partir de 24 de abril; 4,78%, em Salvador (2,23%), desde de 22 de abril; 3,86% em Recife (1,05%), vigente desde de 29 de abril; 5,91% em Aracaju (0,89%), e 5,59% em Fortaleza (0,44%).

 

No grupo Transportes, houve elevação no preço dos combustíveis, o que afeta o preço final dos alimentos por conta do custo do frete. O setor verificou aumento de 1,80% nos combustíveis. 

 

A gasolina desacelerou de março (4,59%) para abril (1,86%), ainda se posicionando como o principal impacto individual no índice do mês (0,10 p.p.). Também se destacam as altas no óleo diesel, 4,46%, e no etanol (0,62%). O gás veicular recuou 1,24%. 

 

Quanto aos índices regionais, a maior variação ocorreu em Goiânia (1,12%), influenciada pela alta da gasolina (5,77%) e da taxa de água e esgoto (4,80%). A menor variação ocorreu em Brasília (0,16%), por conta do recuo da passagem aérea (-10,88%) e da gasolina (-1,03%).

 

No mês de abril, a cidade de Salvador teve um índice de inflação de 0,64%, abaixo, portanto, da média nacional de 0,67%. Entretanto, neste ano de 2026, o total auferido para a capital baiana foi de 3,04%, acima do resultado do país, que ficou em 2,60%. 

 

Outro resultado em que a cidade de Salvador ficou acima da média nacional foi na avaliação da inflação dos últimos 12 meses. Enquanto o indicador do IPCA mede um índice de 4,39% para todo o país, a capital baiana teve um resultado de 4,51% no mesmo período. 

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Durante a solenidade desta terça-feira (12) no Palácio do Planalto, para apresentação do programa “Brasil contra o Crime Organizado”, o ministro da Justiça, o baiano Wellington César Lima e Silva, apresentou os conceitos básicos do plano que está sendo implementado pelo governo federal. Na cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz a assinatura de um decreto e de quatro portarias para regulamentar a atuação governamental.

 

O ministro da Justiça detalhou como vai funcionar o novo programa do governo, que terá que é estruturado em quatro pilares básicos de ação: asfixia financeira do crime organizado; reforço na segurança no sistema prisional; aumento das taxas de esclarecimentos de homicídios; e enfrentamento ao tráfico de armas.

 

“Todos serão testemunhas do quão inteligente, racional e adequado é esse plano”, disse o baiano Wellington César Lima e Silva. 

 

O plano foi elaborado, segundo o ministro da Justiça, a partir de um diagnóstico de que o crime organizado sustentam o seu poder sobre esses quatro pilares fundamentais. Para o ministro, é a articulação entre esses eixos que produz o impacto real na sociedade, e não a atuação isolada de cada um, e, portanto, a ideia é oferecer uma resposta estruturada do Estado para combater as facções e milícias a partir desses quatro pilares.

 

Wellington César Lima e Silva detalhou na cerimônia os quatro pilares de combate ao crime e os quatro eixos de resposta:

 

  • Lucro – Combater os fluxos financeiros e lavagem de dinheiro;
  • Poder armado – impedir o mercado ilegal de armas;
  • Violência letal – Solucionar homicídios sem resposta;
  • Comando das prisões – Impedir que líderes comandem ações de dentro dos presídios.

 

O ministro Wellington destacou ainda que o pacote de medidas prevê um investimento direto de R$ 1,06 bilhão do Orçamento de 2026 e mais R$ 10 bilhões através de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aos estados que aderirem. 

 

Do total de investimentos previstos, R$ 1,06 bilhão será de recursos da União, distribuídos entre: R$ 388,9 milhões para ações de asfixia financeira; R$ 330,6 milhões para o eixo do sistema prisional; R$ 201 milhões para esclarecimento de homicídios; R$ 145,2 milhões para ações de enfrentamento ao tráfico de armas.

 

“Isso aqui é fruto de um trabalho de equipe, muito sério, de muita articulação, de muito diálogo com todos os atores que estão aqui, e sem dúvida nenhuma, teremos resultados muito importantes contando com a participação de cada um, porque o risco na esquina, a vulnerabilidade de um ente querido, a vulnerabilidade do patrimônio diz respeito a todos, então o governo federal está cumprindo um papel como nunca antes foi possível viabilizar, induzindo essa medida estruturante”, argumentou o ministro da Justiça.

 

No final de sua fala, o ministro da Justiça fez um apelo aos agentes públicos para que participem do programa e contribuam com as iniciativas, principalmente nos estados. Wellington afirmou que o plano não é do governo federal, e sim do Brasil.

 

“É fundamental que cada um dos agentes de segurança pública tome o plano como seu. O programa é do Brasil, o programa não é só do governo federal. O programa é de cada um dos cidadãos, para que possamos viver sem medo, com muita paz e dominando o território brasileiro e devolvendo ele ao cidadão”, concluiu o ministro da Justiça. 

 

A cerimônia de lançamento conta com a participação do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), assim como do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não compareceu. 

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Em clima de carinho, acolhimento e gratidão, o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM), instituição administrada pela Fundação de Atenção à Saúde de Itabuna (FASI), iniciou na quinta-feira, dia 7, as homenagens pelo Dia das Mães, que transcorre no domingo, com uma programação especial dedicada às pacientes, acompanhantes e colaboradoras.

Houve uma emocionante visita musical, promovida pela equipe do Serviço Social, que levou leveza e esperança pelos corredores da unidade hospitalar. Ao som do violino de Felipe Bezerra, mamães internadas e acompanhantes receberam lembrancinhas e palavras de acolhimento nas enfermarias, CTIs e Pronto-Socorro.

Érica Leite, que acompanhava a mãe no Pronto-Socorro, se encantou com a iniciativa. “Eu achei uma atitude muito humana e emocionante. São momentos especiais que trazem tranquilidade, suavidade e a presença de Deus, já que todos nós precisamos de força”, destacou.

O diretor-presidente da FASI, Roberto Pacheco Jr., acompanhou toda a ação ao lado de coordenadores do hospital. A visita também contou com a presença dos vereadores Bruno Bileco e Robson Rigaud.

Dando continuidade às comemorações, nesta sexta-feira, dia 8, as colaboradoras mães participaram de um almoço especial preparado pela coordenação da Nutrição Hospitalar, em um ambiente cuidadosamente decorado, com bolo, doces e uma recepção repleta de afeto.

O Núcleo de Humanização preparou um momento de acolhimento para as colaboradoras mães, com a entrega de uma lembrancinha acompanhada de um card, tornando a homenagem ainda mais afetiva e significativa.

Já no período da tarde, acompanhantes foram acolhidas com um chá especial, promovido pela equipe do Serviço Social, marcado por um momento de fé e louvor conduzido pelo ministério da Primeira Igreja Batista (PIB) de Coaraci.

O diretor-presidente da FASI, Roberto Pacheco Jr., destacou que iniciativas como estas fortalecem o cuidado humanizado e tornam o ambiente hospitalar mais acolhedor para pacientes, acompanhantes e colaboradores do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães.
“Mais do que homenagens, as ações reforçam o compromisso do hospital com a humanização, levando cuidado, sensibilidade e acolhimento para quem vive diariamente a rotina hospitalar”, finalizou.

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O Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG) instituiu, no último dia 8, uma comissão do Grupo Nacional de Prevenção e Combate à Violência nos Estádios (GNCOVE) para acompanhar a realização da Copa do Mundo de Futebol Feminino da Fifa, que ocorrerá em 2027 no Brasil. A comissão terá a função de articular, fiscalizar e acompanhar ações voltadas à segurança, prevenção e repressão da violência nos estádios e em áreas relacionadas ao torneio e a demais eventos esportivos internacionais.

 

Segundo o presidente do CNPG, Pedro Maia, “o grupo atuará em articulação com Ministérios Públicos estaduais, órgãos de segurança pública, FIFA, Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e demais instituições envolvidas na organização dos eventos. O objetivo é fiscalizar as condições de segurança dos estádios, o acompanhamento da infraestrutura esportiva, o monitoramento de sanções relacionadas a atos de violência e discriminação e a realização de visitas técnicas em equipamentos esportivos utilizados em competições nacionais e internacionais no país”.

 

Entre as atribuições previstas, a comissão poderá propor convênios, termos de cooperação técnica e protocolos de atuação conjunta entre órgãos públicos, entidades esportivas e forças de segurança. Ao término da Copa do Mundo Feminina de 2027, será elaborado relatório conclusivo com os resultados das atividades desenvolvidas e propostas de aperfeiçoamento institucional e normativo.

 

A presidência do grupo é exercida pelo procurador-geral de Justiça do Estado do Ceará e presidente do GNCOVE, Herbet Gonçalves Santos. Também integram a comissão representantes de diversos Ministérios Públicos estaduais e do Distrito Federal, entre eles a promotora de Justiça do Ministério Público da Bahia, Thelma Leal, e o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), João Paulo Schoucair.

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Na manhã desta segunda-feira, 11, representantes da Prefeitura de Itabuna realizaram uma reunião de alinhamento sobre a entrega da nova Feira do São Caetano, equipamento construído pelo Governo do Estado e que passará a ser administrado pelo município. Participaram do encontro a secretária de Infraestrutura e Urbanismo, Sônia Fontes, os secretários Rosivaldo, de Relações Institucionais, Roberto José, de Segurança e Ordem Pública, Mauro Ribeiro, de Indústria e Comércio, além de representantes da SESOP e da Vigilância Sanitária.

Inicialmente prevista para o início do mês, a inauguração foi adiada para o final de maio, permitindo a conclusão de ajustes estruturais e administrativos antes da entrega oficial aos feirantes.

Durante a reunião, foram discutidos temas como a organização da ocupação dos boxes, segurança dos comerciantes, atualização cadastral dos permissionários e definição do modelo de administração da feira. A proposta prevê que os feirantes recebam os termos de concessão no dia da entrega do equipamento, além de um período inicial de apoio com carência nas taxas e suporte relacionado ao consumo de água e energia.

A gestão municipal também destacou a importância do diálogo com os feirantes, que participarão das decisões sobre funcionamento, manutenção e organização do espaço. Além da modernização da estrutura, a nova Feira do São Caetano foi apresentada como um importante centro comercial para fortalecer a economia local e atrair consumidores de toda a região.

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O Ministério da Agricultura confirmou o envio do pedido de concurso público com previsão de 210 vagas na área de Ciência e Tecnologia para a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). A solicitação foi encaminhada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). A Ceplac completará 70 anos em 2027.

A solicitação ocorre em um momento de virada institucional da Ceplac, avalia a direção-geral do órgão, e em um cenário de recuperação dos preços do cacau na Bolsa de Nova York, nos últimos dias, que reforça novamente a relevância da commodity no mercado internacional.

O último concurso da Ceplac ocorreu há quase 40 anos. Para a direção-geral, o foco com o concurso é “garantir que o país continue avançando em pesquisa, inovação, assistência técnica e sustentabilidade, oferecendo suporte aos produtores e fortalecendo toda a cadeia do cacau”.

Na solicitação, o concurso está assim estruturado em relação às vagas e aos salários, conforme apurou o PIMENTA:

• Analista em Ciência e Tecnologia: 38 vagas — Superior — R$ 7.710,83
• Pesquisador: 53 vagas — Superior — R$ 7.710,83
• Tecnologista: 22 vagas — Superior — R$ 7.710,83
• Assistente em Ciência e Tecnologia: 97 vagas — Médio — R$ 3.714,67

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