O Governo da Bahia firmou um acordo de R$ 8.765.813,51 para implantar oito unidades de processamento e beneficiamento de café no Extremo-Sul. O projeto alcançará 239 famílias de assentamentos rurais em Itamaraju, Mucuri, Itabela e Prado.

O termo de colaboração foi assinado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural, e pela Cooperativa Agropecuária do Extremo-Sul da Bahia.

Duas unidades serão implantadas nos assentamentos Santa Cruz do Ouro e Bela Vista, em Itamaraju. Mucuri receberá uma estrutura no assentamento Jequitibá, enquanto a unidade de Itabela ficará no assentamento Virote.

As outras quatro unidades atenderão os assentamentos Jacy Rocha, Santa Luzia Três Irmãos, Nossa Senhora do Rosário e Riacho das Ostras, em Prado. O acordo também prevê a aquisição dos bens e a contratação dos serviços necessários ao funcionamento das estruturas.

O projeto integra o programa Bahia que Produz e Alimenta e terá prazo de 730 dias. Os recursos virão de financiamento do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento, instituição ligada ao Banco Mundial, e da contrapartida do Governo da Bahia.

O termo foi assinado na quarta-feira (19). A publicação formaliza o investimento, mas não informa o cronograma de cada unidade, a capacidade de beneficiamento nem a divisão dos recursos entre os oito assentamentos. O resumo do acordo está disponível no Diário Oficial do Estado.

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O crescente número de pessoas em situação de rua nas praças e vias públicas de Itabuna foi debatido durante encontro entre as Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS) e de Segurança e Ordem Pública na quarta-feira, dia 19. Como resultado se definiu pela criação de um Plano de Ação que reforce o encaminhamento dos moradores ao vínculo familiar e à reinserção na sociedade.

“Um dos exemplos do excesso de pessoas em vulnerabilidade social é o Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (POP). A legislação prevê que mensalmente a unidade atenda 80 pessoas. Mas, em Itabuna, esse número é registrado a cada dia” afirmou a diretora da Média Complexidade, Maria D’Ajuda Cavalcanti Lucas.

De acordo com ela, algumas pessoas chegam sem dinheiro nos guichês da Rodoviária pedindo apoio para voltar para casa e acabam sendo encaminhadas para o Centro POP, o que superlota a unidade.

O mesmo acontece no Hospital de Base Luís Eduardo onde, após receber alta e não ter como retornar para o município de origem, a pessoa também segue para o Centro POP onde recebe alimentação e passagem.

“É uma situação muito complexa para nós da Promoção Social. A cada dia surgem mais pessoas com problemas mentais e, em algumas situações, a família não tem como controlar e terminam indo para as ruas. O Centro POP acolhe, oferece atendimento em um trabalho com a Secretaria Municipal de Saúde”, pontuou Maria D’Ajuda.

O secretário de Segurança e Ordem Pública, Roberto José da Silva, defendeu o Plano de Ação para o encaminhamento adequado das pessoas em situação de rua, uma tarefa que exige a participação articulada das demais secretarias municipais, como a Secretaria Municipal de Saúde, por causa dos transtornos mentais e uso de drogas por essas pessoas.

Ele afirmou que o enfrentamento também precisa envolver SESOP, Polícia Militar, ONGs que entregam alimentos, ACI e CDL e outras instituições. “É uma ação intersetorial. Por isso, vamos montar um Plano de Ação que mitigue essas questões”, acrescentou.

Como exemplo, o secretário disse que é preciso identificar quem perdeu vínculo familiar, quem usa drogas, quem oferece risco, mapeamento de bocas de fumo, tráfico de drogas e receptadores de objetos furtados, um problema que considera gravíssimo. Há ainda o fato do fechamento do Centro POP de Ilhéus e a migração de pessoas para Itabuna, inclusive de outros municípios.

Participaram do encontro a coordenadora do Centro POP, Andreia Nogueira, da Diretora Jurídica da Divisão de Conformidade Jurídico Social da SEMPS, Larissa Moitinho, do comandante da 3ª Companhia de Policiamento da Polícia Militar, responsável pela segurança do Centro Comercial, Gesse Cerqueira, e subcomandante da Guarda Civil Municipal, Valdir Santos, coordenador da Abordagem Social, Ernandi Lins, Capitão PM Cerqueira e um representante dos feirantes.

“Já identificamos que parte da população de rua vem de outras cidades, o que sobrecarrega nosso sistema social. Existem também as instituições que entregam alimentos às pessoas em situação de rua, as mantém. Por isso, vamos sugerir que haja um calendário para a entrega de alimentos ou até mudança de ambiente para essas ações, o que talvez reduza a concentração no entorno daquele centro de compras”, comentou o comandante da Cia PM.

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A falta de vacinas contra clostridioses ainda afeta a pecuária brasileira e deve exigir atenção do setor no início de 2027, segundo o Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal). A entidade afirma que as indústrias trabalham para ampliar a oferta, mas o tempo necessário para fabricar os imunizantes impede uma recomposição imediata dos estoques.

 

O problema ganhou força após a saída de fabricantes do mercado, reduzindo a disponibilidade de vacinas utilizadas principalmente na prevenção de doenças clostridiais em bovinos. Em abril, o MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) informou ter recebido relatos de dificuldades para encontrar os produtos em Mato Grosso do Sul e Rondônia e identificou cerca de 35 marcas registradas que poderiam atender à demanda.

 

Desde então, o governo adotou medidas para ampliar o abastecimento, incluindo a autorização de fabricação e importação emergenciais. Em julho, foram disponibilizadas 5,44 milhões de doses no mercado brasileiro, sendo 4,03 milhões importadas e 1,41 milhão de fabricação nacional.

 

Segundo Luiz Monteiro, Diretor Técnico do Sindan, a recomposição dos estoques está em andamento, mas o setor ainda não deve considerar o problema totalmente resolvido. “Muito provavelmente no começo de 2027, a gente ainda pode ter algumas faltas pontuais. Isso a gente vem trabalhando com o MAPA para garantir esse fornecimento constante de vacina ao mercado”, afirmou á CNN.

 

Ele explica que o tempo de produção dos imunizantes limita a velocidade de resposta da indústria. “Todas as vacinas requerem um tempo de produção, de adequação, aumento de produção. Então, muito provavelmente no começo de 2027, a gente ainda pode ter algumas faltas pontuais”, disse.

 

A entidade também trabalha para melhorar a previsão de demanda entre os estados. De acordo com Luiz, atualmente não existe uma demanda oficial centralizada para as vacinas clostridiais, o que dificulta o planejamento da produção. O Sindicato passou a reunir informações de distribuidores e secretarias estaduais de agricultura para estimar a necessidade de cada região.

 

“A gente está juntando essas informações, tentando fazer o mesmo fluxo que a gente faz para as outras vacinas”, afirmou.

 

O objetivo é utilizar os dados para planejar a produção de 2027 e criar um estoque de segurança. “Eu acredito que 2027 será um ano de atenção. Não que tenha falta, mas que a gente precisa ficar atento para nenhuma outra movimentação de mercado impactar negativamente nos estoques das clostridiais”, disse.

 

A falta de vacinas também preocupa o setor produtivo porque as clostridioses podem provocar mortes rápidas nos animais. A CNA já havia alertado em maio que a indisponibilidade de imunizantes elevava o risco sanitário dos rebanhos, com registros pontuais de mortalidade em alguns estados.

 

Para o Sindan, a vacinação não possui um substituto direto. Luiz afirmou que pode ter ocorrido algum aumento pontual no uso de antimicrobianos diante da falta de imunizantes, mas considera pouco provável uma substituição relevante na pecuária brasileira, principalmente pelo sistema de criação a pasto. “Então, substitutivo não tem. Então, passou a vacina, o animal vai ficar doente e vai morrer”, afirmou.

 

O setor, portanto, trabalha com uma recuperação gradual da oferta ao longo do segundo semestre, mas mantém a possibilidade de dificuldades pontuais no início de 2027.

 

Em maio, o Sindan havia informado que esperava disponibilizar aproximadamente 154 milhões de doses até dezembro, com liberações mensais entre 10 milhões e 12 milhões de doses.

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A possibilidade de receber um medicamento falsificado é o principal receio de consumidores na compra de remédios pela internet. Para eles, as farmácias continuam sendo os locais que garantem segurança e confiança.
É o que aponta uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest, encomendada pela Abrafarma (Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias): 69% dos entrevistados temem comprar medicamentos falsificados em compras online.
Em seguida vem o temor de receber um produto vencido ou armazenado de maneira inadequada e de adquirir um medicamento sem registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), representando 59% e 54% dos respondentes, respectivamente.
A pesquisa foi realizada em duas etapas. A primeira, qualitativa, foi conduzida por meio de discussões em grupo online nos dias 2, 9 e 10 de junho de 2026, com responsáveis pela compra de medicamentos no domicílio.
A segunda, quantitativa, foi realizada entre 13 e 17 de julho de 2026, por meio de questionário online de autopreenchimento estruturado na internet, utilizando o painel QualiBest.
Foram feitas 2.024 entrevistas com responsáveis pela compra de medicamentos no domicílio e que tinham o hábito de fazer compras em farmácias ou drogarias pelo menos uma vez a cada três meses.
A amostra contemplou as cinco regiões do país, incluindo capitais, regiões metropolitanas e cidades do interior, com 51% de homens e 49% de mulheres, e média de idade de 45 anos. Do total, 6% pertenciam à classe A, 42% à classe B e 52% à classe C.
Os resultados chegam num contexto de mudanças sobre a venda de remédios. Na última quarta-feira (12), a Anvisa abriu caminho para a comercialização de medicamentos por aplicativos de entrega e marketplaces.
A agência revogou medidas que impediam plataformas como iFood, Rappi, Mercado Livre, Americanas e Shopee de comercializar medicamentos. Na prática, porém, a mudança ainda depende de regulamentação específica da agência para começar a valer.
Essas empresas poderão anunciar, comercializar e entregar os medicamentos, mas as farmácias e drogarias continuarão sendo as únicas autorizadas a armazenar, fazer a dispensação (ato em que o farmacêutico fornece o medicamento e orienta o paciente sobre seu uso) e a relação com os laboratórios.
Para 85% dos entrevistados, marketplaces devem ser responsabilizados pela oferta de medicamentos falsificados, sem registro ou de procedência desconhecida.
Outros 82% afirmam que a venda de medicamentos pela internet deve estar obrigatoriamente vinculada a uma farmácia ou drogaria autorizada, enquanto 71% consideram que medicamentos não devem ser tratados como mercadorias comuns nas plataformas digitais.
Para Sérgio Barreto, CEO da Abrafarma, o principal achado foi justamente a percepção dos consumidores sobre os riscos.
“A gente tem levantado essa questão há muito tempo, que medicamento não é um item como outro qualquer. A gente queria ver nessa pesquisa se o consumidor também tinha essa percepção. E vimos que, sim, eles se preocupam”, afirma.
“Porque quando se trata de vendas online, isso fica mais grave quando falamos em saúde. Não é como comprar uma roupa e ver que ela não serviu bem. A pessoa vai ingerir o remédio. Isso é uma coisa que pode ter um impacto sobre a saúde.”
A preocupação com falsificação, porém, não é a única barreira apontada pelo levantamento. Entre os entrevistados, 39% citaram não saber quem seria responsável em caso de problema com o medicamento, enquanto 38% apontaram a venda sem receita quando ela é necessária.
A falta de orientação de farmacêutico foi mencionada por 30%, o mesmo percentual registrado para o risco de uso inadequado do medicamento. O roubo de dados pessoais ou de saúde apareceu para 29%.
Para Fabia Silveira, gerente de atendimento de projetos quantitativos da QualiBest, os dados mostram que o papel do farmacêutico e do atendente vai além da venda do medicamento. Para os respondentes, a farmácia é associada não apenas à compra, mas à orientação e à resolução de problemas de saúde.
“Não é a compra pela compra. É uma compra, um atendimento e uma orientação também que eles buscam”, afirma. Segundo ela, essa percepção é ainda mais relevante entre consumidores da classe C, que podem ter maior dependência do sistema público de saúde.
Os dados do levantamento mostram que farmácia reúne atributos valorizados pelo consumidor, como atendimento, rapidez, cuidado e confiança na procedência dos medicamentos. No ambiente dos marketplaces, porém, esses elementos não são percebidos da mesma forma.
“O consumidor pensa ‘será que vai me entregar no mesmo dia um medicamento de que eu preciso agora?'”, diz Silveira.
Apesar do pessimismo, a pesquisa mostra que a compra pela internet está incorporada à rotina dos consumidores. Entre os entrevistados, 95% disseram já ter comprado algum produto online. Entre as categorias pesquisadas, 48% afirmaram ter comprado medicamentos pela internet nos últimos 12 meses.
A conveniência e a economia são os principais fatores associados às compras digitais. A entrega em casa foi citada por 72% dos entrevistados como vantagem, seguida por preço mais baixo (71%), promoções (67%), comodidade (59%) e economia de tempo (55%).
Os problemas mais relatados em compras online foram receber um produto diferente do anunciado (46%), atraso na entrega (43%) e produto danificado (42%). Golpes em que o consumidor comprou e não recebeu o produto foram mencionados por 37%, enquanto 19% relataram já ter recebido produto falsificado.
Antes de comprar, 88% dos entrevistados disseram avaliar sempre ou frequentemente se o site ou aplicativo é seguro. A reputação da empresa foi o principal critério, citada por 76%, seguida pelas avaliações de outros consumidores (71%), certificado de segurança (53%) e avaliações em redes sociais (50%).
Na avaliação de Barreto, da Abrafarma, a regulamentação da Anvisa sobre a venda de medicamentos online precisa definir o controle de cadeia dos remédios e definir responsabilidades. “Isso vai ter que ser visto com muito cuidado”, diz.

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a OpenAI, responsável pelo ChatGPT, deram um novo passo na cooperação para enfrentar a circulação de conteúdos enganosos durante o processo eleitoral. O acordo foi formalizado nesta quarta-feira (19), em Brasília, segundo o colunista Lauro Jardim, do portal O Globo.

 

A parceria coloca no centro da discussão o avanço das ferramentas de inteligência artificial e os desafios provocados pela produção de imagens, áudios e outros materiais digitais que podem ser utilizados para manipular informações. A empresa já fazia parte do programa permanente do TSE voltado ao combate à desinformação.

 

Com o memorando, a colaboração passa a incluir o compartilhamento de conhecimentos sobre IA generativa, integridade da informação e tecnologias digitais aplicadas às eleições. Um dos pontos previstos é a utilização de recursos capazes de verificar sinais de procedência em arquivos produzidos ou modificados por ferramentas da OpenAI.

 

A tecnologia poderá identificar credenciais digitais presentes em imagens e áudios, incluindo padrões como C2PA e SynthID. A iniciativa também prevê uma agenda técnica entre representantes da Corte e da empresa. Além disso, TSE e OpenAI deverão manter um canal direto para consultas e alinhamento de medidas relacionadas ao ambiente eleitoral.

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O Comando da Guarda Civil Municipal e o Setor de Promoção Social da corporação, realizou encontro de alinhamento nesta quinta-feira, dia 20, no auditório do Tiro de Guerra 06/007, exclusivamente com as GCMs do sexo feminino visando à preparação e capacitação para o uso adequado de armamentos letais e não-letais, fortalecendo a segurança, a confiança e a atuação profissional.

Na oportunidade, foi aberto um espaço de escuta e diálogo possibilitando às servidoras apresentarem seus anseios, dúvidas e necessidades, contribuindo para o aprimoramento das ações de valorização e preparação do efetivo feminino da Guarda Municipal.

A iniciativa também representa um importante benefício para a população, uma vez que um efetivo feminino mais preparado e capacitado proporciona maior segurança, profissionalismo e qualidade no atendimento à comunidade, especialmente em situações que envolvam mulheres, crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade, fortalecendo a atuação preventiva e a proteção da sociedade.

Comandante-Geral da GCM, Inácio Pereira reforçou apresentação das conquistas e vitórias da corporação na gestão do prefeito Augusto Castro (PSD), como doação de material bélico, renovação do Termo de Cooperação Técnica TAD junto a Polícia Federal, podendo estender o curso de armamento e tiro para toda a GCM e padronização estadual da carteira funcional.

Segundo o subcomandante da GCM, Valdir Santos, já está pronto e será realizado o treinamento para toda corporação no uso do material bélico letal e de menor potencial ofensivo e também o curso de qualificação em condutor de veículo de emergência policial.

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O Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA) abriu, nesta quinta-feira (20), os lances para o leilão de 17 veículos conservados no pátio de Itabuna. A disputa será feita pela internet e o encerramento ocorrerá no dia 15 de setembro.

A oferta está dividida em dois grupos. O primeiro reúne 14 carros e motocicletas. O segundo tem três veículos identificados como administrativos. Todos os lotes podem ser disputados por pessoas físicas e jurídicas cadastradas no site do leiloeiro.

Os lances iniciais variam de R$ 400 a R$ 4,6 mil. Entre os veículos estão uma Suzuki EN125 Yes, com oferta inicial de R$ 400; um Chevrolet Celta, por R$ 1,5 mil; um Hyundai HB20, por R$ 4 mil; e uma Fiat Strada, por R$ 4,6 mil. O grupo administrativo inclui uma Volkswagen Saveiro, um Renault Duster e um Nissan Versa.

Os interessados podem consultar os 14 lotes do grupo principal e os três veículos administrativos. O encerramento do primeiro lote está previsto para as 9h10min do dia 15 de setembro. Os lotes administrativos começarão a ser encerrados às 9h30min.

VISITAÇÃO

A visitação será permitida nos cinco dias úteis que antecedem o leilão, entre 8 e 14 de setembro, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Os veículos estão no pátio localizado às margens da BR-101, no quilômetro 502, ao lado da Bravo Caminhões, próximo ao Posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Itabuna.

Além do valor da arrematação, o comprador pagará comissão de 5% ao leiloeiro e taxa administrativa de 2%. O pagamento deverá ser concluído em até 24 horas. A retirada dos veículos ocorrerá mediante agendamento, entre 19 de outubro e 2 de novembro. O aviso do leilão nº 18/2026 foi publicado no Diário Oficial do Estado.

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Agenda reúne prioridades relacionadas à proteção social, saúde, geração de oportunidades, juventude, agricultura e desenvolvimento regional

A candidata a deputada estadual Andréa Castro (PSD) – 55.670 – apresenta sete eixos que estruturam sua candidatura e organizam as principais pautas que pretende defender em uma eventual atuação na Assembleia Legislativa da Bahia. A agenda reúne temas relacionados diretamente ao cotidiano da população e a desafios comuns enfrentados por Itabuna e por municípios da região.

Os eixos — Proteção das Famílias; Saúde Regional Mais Próxima; Defesa da Causa Animal; Emprego, Renda e Empreendedorismo; Juventude: Oportunidades e Potencialidades; Agricultura e Identidade Regional; e Desenvolvimento Regional — refletem uma proposta de atuação com olhar para diferentes segmentos da sociedade e para demandas que ultrapassam os limites de um único município.

Advogada e ex-secretária de Promoção Social de Itabuna, Andréa tem sua trajetória pública ligada à área social e ao acompanhamento de políticas voltadas à população. Essa experiência contribui para a definição de uma agenda que combina proteção social, acesso a serviços, geração de oportunidades e fortalecimento das potencialidades econômicas e sociais da região.

Para Andréa Castro, a atuação parlamentar deve considerar justamente essa dimensão regional, estabelecendo diálogo permanente com os municípios e buscando compreender as especificidades de cada território. “Esses sete eixos representam prioridades que considero importantes para a população e para o desenvolvimento da nossa região. Minha experiência como advogada e minha atuação na área social me ensinaram a importância de ouvir as pessoas e compreender as necessidades de cada realidade. Como deputada estadual, quero levar essa escuta para a Assembleia Legislativa, defender as pautas dos municípios, dialogar com o Governo do Estado e atuar dentro das atribuições de um mandato parlamentar, com responsabilidade e compromisso com a região”, afirmou.

Os sete eixos passam, assim, a funcionar como uma agenda de prioridades para orientar o posicionamento político de Andréa Castro ao longo da candidatura e, como referências para sua atuação parlamentar.

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A Justiça Eleitoral recebeu 1.103 denúncias de possíveis irregularidades na propaganda eleitoral nos primeiros dias da campanha. As ocorrências foram registradas pelo aplicativo Pardal, ferramenta utilizada para encaminhar suspeitas às autoridades competentes.

 

São Paulo concentra o maior número de registros, com 193 denúncias. Na sequência aparecem Pernambuco, com 106; Paraná, com 102; Rio Grande do Sul, com 95; e Minas Gerais, com 89. Entre os casos relatados estão propaganda irregular em bens públicos, divulgação de conteúdo antes do período permitido, realização de showmícios e publicação de notícias falsas na internet.

 

O Pardal está disponível gratuitamente para celulares Android e iPhone. Para fazer o registro, o eleitor precisa acessar a plataforma utilizando a senha do e-Título ou uma conta Gov.br. Embora as informações sejam encaminhadas para análise, a Justiça Eleitoral informa que a identidade de quem apresenta a denúncia é mantida em sigilo.

 

Depois do recebimento, os casos são enviados aos órgãos responsáveis pela apuração, como o Ministério Público (MP-SP) e os juízes eleitorais.

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O próximo sábado (22) será o Dia D da Campanha de Multivacinação. A imunização segue até 1º de setembro, com a oferta de 20 vacinas, que protegem contra doenças graves, como meningites, tuberculose e cânceres associados ao HPV. Pais, mães e responsáveis devem levar às crianças a uma unidade de saúde mais próxima.

Esta é a primeira vez que a campanha conta com a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20), incorporada em junho deste ano ao Calendário Nacional de Vacinação. O imunizante amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e é indicado para crianças menores de 5 anos, conforme o esquema vacinal.

A estratégia busca ampliar as coberturas vacinais, fortalecer a proteção coletiva e facilitar o acesso às vacinas ofertadas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para a prevenção de doenças imunopreveníveis em todo o país.

Até o momento, o Ministério da Saúde distribuiu mais de 180 milhões de doses para garantir a vacinação em todo o país ao longo do ano. Entre os imunizantes, as vacinas contra influenza, sarampo (tríplice viral) e poliomielite foram as mais aplicadas.

SARAMPO

Por causa do aumento de casos de sarampo nas Américas e do registro de casos importados no Brasil, o Ministério da Saúde mantém a vacinação indiscriminada contra a doença para pessoas de 6 meses a 59 anos em Guarulhos, São Bernardo do Campo e na capital paulista para evitar a reintrodução do sarampo no país.

Desde o início da mobilização, em 3 de agosto, até 14 de agosto, mais de 529,8 mil doses da vacina tríplice viral foram aplicadas nos três municípios. Desse total, 87,2 mil doses foram destinadas a crianças de 5 a 11 anos, o equivalente a 16,5% das aplicações.

O Brasil recebeu, em novembro de 2024, a recertificação da eliminação da circulação endêmica do sarampo pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e mantém esse status. No Dia D e até o fim da campanha, a proteção contra o sarampo também pode ser atualizada em todos os estados.

Durante o Dia D, poderão ser aplicadas vacinas conforme a faixa etária, o histórico vacinal e a indicação:

BCG;
Hepatite B recombinante;
Penta (DTP/Hib/HB)
Pólio inativada VIP;
Rotavírus humano;
Pneumo 10-v e 20-v;
Meningo C;
Influenza;
Covid-19;
Febre amarela;
Meningo ACWY;
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);
Varicela;
DTP;
Hepatite A;
Pneumo 23-v;
dT;
HPV 4;
Dengue tetravalente.
Sarampo

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Embalado e com seis equipes já classificadas, a 25ª edição do Campeonato Interbairros de Futebol terá seis jogos pela 2ª fase, também chamada de mata-mata no domingo, dia 23. Mangabinha, Sarinha Alcântara, São Lourenço, São Pedro, Califórnia e Jorge Amado aguardam as definições da 3ª fase.

O certame é promovido pela Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, com o patrocínio da DuraGás e da Associação de Fomento Social (A.F.S), responsáveis pela premiação de R$47 mil às equipes vencedoras.

No domingo, dia 23, a partir das 8 horas, a bola volta a rolar no Campo do Esporte Amador, no Sarinha, com o confronto entre Fátima x Daniel Gomes, enquanto às 10 horas, Santa Inês x Santo Antônio.

Na areninha do Lomanto, às 9 horas, Pedro Jerônimo x Manoel Leão, enquanto às 11 horas, Lomanto x Santa Catarina. Já na areninha de Nova Ferradas, às 8h, jogam Rua de Palha x Ferradas.
O secretário municipal de Esportes e Lazer, José Alcântara Pellegrini, se disse satisfeito com o sucesso técnico das equipes participantes e do público que acompanha a cada rodada o Campeonato Interbairros.

“Graças a Deus, a gente tem a grata satisfação de saber que todo o trabalho que foi desenvolvido, desde a elaboração do projeto até a fase atual de mata-mata, tem apoio do torcedor”, comentou. “A gente vê a alegria nas arquibancadas das torcidas e do público que vem assistir e acompanhar os jogos.”, acrescentou.

Ele também fez referência ao aplicativo que permite aos torcedores, dirigentes, atletas e ao público acompanhar todas as informações do certame futebolístico mais importante do interior baiano.

O aplicativo oficial da competição é uma importante ferramenta de inovação e informação revolucionária e inédita. Foi criado com o objetivo de aproximar ainda mais atletas, dirigentes, torcedores e toda a comunidade do maior campeonato de futebol amador do Sul da Bahia.

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O prazo para que os eleitores que estiverem fora do domicílio eleitoral no dia das Eleições Gerais de 2026 solicitem a habilitação para votar em trânsito termina nesta quinta-feira (20). O pedido poderá ser feito pelo Autoatendimento Eleitoral ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral. Para consultar os municípios e locais de votação habilitados, basta acessar o site do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA).

 

O voto em trânsito permite que a eleitora ou o eleitor vote temporariamente em outro município, desde que seja uma capital ou cidade com mais de 100 mil eleitores. Quando o município escolhido estiver no mesmo estado do domicílio eleitoral, será possível votar para todos os cargos em disputa (deputado(a) estadual, deputado(a) federal, senadores(as), governador(a) e presidente). Já quem votar em trânsito em um estado diferente do domicílio eleitoral poderá votar apenas para o cargo de presidente da República.

 

Para solicitar o procedimento de forma presencial, basta apresentar um documento oficial com foto no cartório eleitoral ou nos postos de atendimento do TRE-BA.

 

No momento da solicitação, a eleitora ou o eleitor poderá optar por votar em trânsito apenas no primeiro turno, apenas no segundo turno, caso haja, ou em ambos os turnos das Eleições 2026. A habilitação será válida exclusivamente para o(s) turno(s) indicado(s) no requerimento.

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