Através da parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura do Estado da Bahia (SEINFRA), a Prefeitura de Itabuna esta contando com o apoio do Programa Bahia em Movimento para execução da pavimentação asfáltica das vias secundárias das rodovias estaduais.

Na manhã desta quinta-feira, dia 1º, a secretária de Infraestrutura e Urbanismo (SIURB), Sônia Fontes, vistoriou a obra da rua A, condomínio residencial São José, zona oeste.
O recapeamento acontece na extensão do corredor de tráfego das linhas de ônibus que, além de atender o clamor da comunidade, tem o intuito de promover melhor qualidade de vida, segurança e mobilidade urbana.

A secretária Sônia Fontes destaca o empenho do prefeito Augusto Castro (PSD) junto ao Governo do Estado e ao secretário de Infraestrutura do Governo da Bahia (SEINFRA), Saulo Pontes, em promover a melhorias na mobilidade urbana das cidades e das rodovias estaduais.

Ainda na tarde desta quinta-feira as equipes de trabalho também darão início à execução da pavimentação do condomínio residencial Jubiabá, situado na mesma região da cidade.

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O Pix por aproximação passa a ter novas regras a partir desta quinta-feira (1º). O Banco Central (BC) retirou o teto específico de R$ 500 por transação para essa modalidade de pagamento. Com a mudança, o cliente poderá pedir ao banco o aumento ou a redução dos limites aplicados às operações, que continuarão sujeitos às regras de segurança de cada conta.

 

A alteração foi estabelecida pela Instrução Normativa BCB nº 746, publicada pelo Banco Central em junho. A medida também alcança transações realizadas por Código QR, chaves de acesso e operações iniciadas pela jornada sem redirecionamento (JSR) do Open Finance (mecanismo de compartilhamento de dados entre instituições financeiras).

 

Na prática, o fim do teto de R$ 500 não significa que o usuário poderá fazer pagamentos de qualquer valor automaticamente. O limite continuará sendo determinado pelas configurações de segurança e pelos valores estabelecidos para cada cliente.

 

O que muda é que, até agora, o Pix por aproximação tinha uma restrição: cada transação realizada pela modalidade não poderia ultrapassar R$ 500. No entanto, a partir desta quinta, o teto fixo de R$ 500 deixa de existir e o cliente poderá pedir aumento ou redução dos limites, mediante o limite da conta.

 

Não haverá, portanto, um novo teto único para substituir os R$ 500. Um cliente poderá fazer uma transação de R$ 600 ou de R$ 1 mil por aproximação se o limite de sua conta permitir.

 

O Pix por aproximação utiliza a tecnologia NFC, que permite a comunicação entre o celular e a máquina de pagamento sem a necessidade de digitar dados. Disponível desde fevereiro de 2025, a modalidade pode ser usada diretamente pelo aplicativo do banco ou por carteiras digitais compatíveis.

 

Para usar o recurso por meio de uma carteira digital, é necessário primeiro vincular a conta bancária ao serviço.

 

COMO AJUSTAR
A mudança do limite será feita pelo aplicativo da instituição financeira. A ferramenta deverá permitir que o cliente gerencie os valores autorizados para esse tipo de operação.

 

O procedimento pode variar conforme o banco, mas a lógica será:

 

acessar o aplicativo da instituição;
localizar as configurações do Pix;
acessar a área de limites ou gerenciamento do Pix por aproximação;
pedir o aumento ou a redução do valor permitido;
seguir as etapas de autenticação exigidas pelo banco.

 

A retirada do teto específico de R$ 500, portanto, não elimina os mecanismos de proteção contra movimentações suspeitas.

 

O PIX
Criado pelo Banco Central em 2020, o Pix se consolidou como um dos principais meios de pagamento utilizados no país. Em agosto, o sistema movimentou mais de R$ 3,73 trilhões e registrou cerca de 8,11 bilhões de transações.

 

O Pix por aproximação, no entanto, ainda engatinha para conquistar o interesse do usuário. Em agosto, a modalidade registrou apenas 2 milhões de transações, apenas 0,06% do total de operações no mês.

 

Apesar da baixa adesão, o volume de transações do Pix por aproximação cresce de forma expressiva. Em janeiro, o total de operações na modalidade somou 1,06 milhão de transações.

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A taxa de jovens brasileiros que não estudam, não trabalham nem estão em treinamento ou formação, os chamados “nem-nem”, teve queda de 4,4 pontos percentuais entre 2016 e 2024, aponta o relatório Panorama da Educação 2026, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

 

O índice de pessoas de 18 a 24 anos nessa condição caiu de 26,8%, em 2016, para 22,4%, em 2024. Em nota à imprensa, o Ministério da Educação (MEC) destaca que a estatística brasileira é “quase o dobro da redução média (2,3 pontos) registrada pela OCDE no mesmo período”.

 

Outro dado positivo do Brasil no estudo é que a proporção de jovens de 25 a 34 anos sem ensino médio completo diminuiu de 35% em 2016 para 26% em 2024. Mas o percentual brasileiro ainda é superior aos 12% da média verificada pela OCDE nos demais países analisados.

 

ENSINO MÉDIO E SUPERIOR
O Panorama da Educação 2026 destacou que, apesar dos avanços, entre todos os estudantes que entraram no ensino médio no Brasil, 20% abandonam a escola sem se formar.

 

Outro dado do estudo indica que 79% dos novos alunos que entraram no ensino médio concluíram esta etapa em até dois anos após o tempo regular de estudo previsto, contra a média de 85% de conclusão, entre os países considerados no levantamento.

 

Após este período (dois anos) previsto para a conclusão, apenas 1 por cento ainda continuava matriculado na escola tentando se formar. Quando considerados os adultos de diferentes gerações (25 a 64 anos) com ensino médio completo, em 2024, a proporção de 40% do Brasil é semelhante à média de 39% dos países da OCDE.

 

Ainda no que diz respeito à conclusão do ensino médio, o relatório da OCDE mostra também a diferença de gênero nesse processo. No Brasil, as mulheres têm 7 pontos percentuais a mais de probabilidade de concluir esta etapa da educação básica do que os homens, uma diferença maior do que a observada na maioria dos outros países com dados disponíveis nesta edição.

 

Já no ensino superior, 22% dos adultos brasileiros em idade ativa (25 a 64 anos) tinham ensino superior completo em 2024. Isso equivale a pouco mais da metade da média de 43% dos países da OCDE.

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O setor agrícola brasileiro tem a partir desta quarta-feira (30) novas regras que ampliam a proteção de produtores rurais e fortalecem mecanismos de cobertura de risco.

 

A Lei n.° 15.526 consolida o seguro rural como instrumento da política agrícola e atualiza normas para a contratação, regulação e pagamento de indenizações.

 

O texto está publicado na edição desta quarta-feira (30) do Diário Oficial da União.

 

INDENIZAÇÕES

A nova legislação determina que os contratos de seguro rural informemde forma clara os documentos exigidos para a análise dos sinistros e prevê prazos para conclusão dos processos.

 

  • regulação de sinistros sem necessidade de vistoria presencial: até 15 dias após o aviso do produtor;
  • pagamento de indenizações: até 30 dias após a entrega dos documentos exigidos ou realização da vistoria técnica.

 

CRÉDITO

Outra novidade é a integração do seguro rural ao conjunto de garantias das operações de crédito rural.

 

A legislação autoriza instituições financeiras a exigir cláusulas que permitam a cessão dos direitos da apólice como garantia da operação. As indenizações também poderão ser destinadas prioritariamente ao agente financeiro em caso de sinistro.

 

O governo federal deverá ainda estabelecer condições para estimular a contratação do seguro rural pelos produtores.

 

ACESSO

A lei amplia os incentivos para operações de crédito rural protegidas por seguro rural. Entre os benefícios previstos estão condições mais favoráveis de financiamento, prioridade na obtenção de crédito e acesso preferencial à prorrogação ou renegociação de dívidas rurais.

 

O texto também torna obrigatórias as despesas da União destinadas à subvenção econômica ao prêmio do seguro rural, observados os limites previstos no Orçamento Federal.

 

Além disso, produtores que desejarem acessar a subvenção federal deverão fornecer informações sobre suas atividades agropecuárias, em formato que será definido pelo Poder Executivo.

 

TRANSPARÊNCIA

A nova legislação pretende ainda aumentar a transparência no setor, de acordo com as seguintes medidas:

  1. criação de bancos de dados públicos na internet com informações sobre operações de seguro rural;
  2. disponibilização de manual com regras da subvenção ao prêmio do seguro rural.
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A Bahia criou 11,6 mil empregos com carteira assinada em agosto, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O estado teve 94,1 mil admissões e 82,5 mil desligamentos.

 

Com o resultado, a Bahia chegou ao oitavo mês consecutivo de saldo positivo e acumulou 72,7 mil novas vagas entre janeiro e agosto de 2026. Os dados foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

 

Conforme a pasta, o saldo de agosto foi superior ao registrado em julho, quando foram criados 4,8 mil postos, e ficou abaixo apenas do melhor resultado do ano. Também superou o saldo de agosto de 2025, de 11,3 mil vagas. Com as contratações, o estado passou a ter 2,2 milhões de vínculos formais ativos, alta de 0,53% em relação ao mês anterior.

 

SERVIÇOS LIDERA 

A SEI informou que todos os cinco grandes setores da economia baiana registraram saldo positivo em agosto. Serviços liderou, com 6,1 mil novas vagas, seguido por indústria geral (2,1 mil), construção (1,7 mil), agropecuária (941) e comércio (757).

 

No mês, o Brasil abriu 165,8 mil postos e o Nordeste, 59,3 mil. A Bahia teve o quarto maior saldo entre os estados brasileiros e o segundo maior do Nordeste.

 

VAGAS NO ANO

De janeiro a agosto, a Bahia acumulou 72,7 mil novos empregos formais, crescimento de 3,40% em relação ao estoque de vínculos no início do ano.

 

Serviços também liderou o acumulado, com 43 mil vagas, seguido por construção (15,8 mil), indústria geral (11,9 mil) e agropecuária (3,8 mil). O único setor com saldo negativo foi o comércio, que perdeu 1,7 mil postos.

 

No mesmo período, o Brasil abriu 1,13 milhão de vagas e o Nordeste, 211,9 mil. A Bahia apresentou crescimento proporcional de 3,40%, acima das taxas nacional (2,41%) e regional (2,68%).

 

No acumulado deste ano, a Bahia teve o quinto maior saldo de empregos do país e o maior do Nordeste. Em termos proporcionais, ficou na sexta posição nacional e na segunda entre os estados nordestinos.

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Itabuna teve saldo positivo de 144 empregos formais no final do 2º quadrimestre fechado em agosto passado de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Cadastro) do Ministério do Trabalho e Emprego. A alta foi puxada pelos setores de serviço, construção civil e comércio.

No município, o crescimento de empregos com carteira assinada espelha a abertura de vagas no setor público com o início de novas frentes de obras e serviços ou aceleração e projetos em andamento, a exemplo da construção de creches, postos de saúde e Estação de Transbordo e de unidades escolares num ritmo jamais visto na cidade que se transformou em canteiro com tapumes em todas as localidades.

Em agosto, foram 1.244 admissões ante 1.102 desligamentos com o saldo positivo de 144 vagas e estoque de 36.625 empregos no ano. O setor de serviços criou 92 vagas, a construção civil 48, agropecuária 22 e o comércio quatro. O setor negativo na criação de empregos foi a agropecuária (-6), que tem pouca repercussão já que a maior parte do território é predominantemente urbano.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Marcos Souza, Kiko, destaca as realizações da gestão do prefeito Augusto Castro (PSD) com recursos próprios, em convênio com o Estado da Bahia e o Governo Federal. Ele lembra obras como a construção de parques lineares da Avenida Amélia Amado e margens esquerda, no Jardim das Acácias, e direita do Rio Cachoeira, na Rua do Prado, onde está em fase de acabamento, guarda-corpus e paisagismo, Praça Celso Fontes Lima, no Góes Calmon.

Ele também cita a nova ponte que liga o Centro da cidade ao Bairro da Conceição, cujas obras e serviços estão avançados. “O prefeito tem imprimido um ritmo bastante acelerado na modernização urbana, que se reflete na criação de empregos. Com os projetos em andamento e aqueles em fase de licitação ou de finalização de projetos, vamos avançar ainda mais no Programa de Integração Urbana de Itabuna 2030”, concluiu.

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Associações de Moradores e estabelecimentos comerciais interessados em compartilhar imagens de suas câmeras de segurança através do Programa Câmera Interativa da Secretaria da Segurança Pública podem conferir as novas normas para integração dos equipamentos.

A adesão auxilia as ações preventivas, ostensivas e investigativas promovidas pelas Polícias Militar (PM-BA), Civil (PC-BA) e Técnica (DPT-BA), além do Corpo de Bombeiros Militar (CBM-BA). Os novos termos foram publicados no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (29) de setembro.

Interessados devem preencher formulário e apresentar os documentos técnicos disponíveis no portal camerainterativa.ssp.ba.gov.br/. Além da correta identificação dos responsáveis administrativos e técnicos, as organizações também devem apresentar cópia do ato constitutivo e comprovante do CNPJ.

De acordo com o superintendente de Gestão Tecnológica e Organizacional (SGTO) da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), Egberto Vila Boas, as imagens devem ser capturadas em espaços públicos, preferencialmente em área de grande circulação de pessoas ou veículos.

“A integração com a sociedade civil organizada é imprescindível para qualificação do serviço prestado”, destacou o superintendente Egberto.

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A Prefeitura de Itabuna, através da Secretaria de Transportes e Trânsito (SETTRAN), vai cumprir a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para garantir transporte público coletivo urbano gratuito no primeiro turno das Eleições 2026,no próximo domingo, dia 4, e em um eventual segundo turno em 25 de outubro.

Além disso, colocará 10 ônibus-extras para atender às necessidades de locação dos eleitores das regiões do Alto da Conquista, condomínios Jubiabá e Gabriela, Jardim América, Pedro Fontes I e II e Itabuna Park e dos bairros Parque Santa Clara, Jorge Amado e São Pedro e adjacentes.

Para utilizar o serviço gratuito, o eleitor deverá apresentar no embarque e desembarque um documento oficial de identidade com foto (RG, CIN, Carteira de Trabalho e Previdência Social), além do Título de Eleitor. A fiscalização será executada pelos prepostos da concessionária Atlântico Transportes, empresa que opera o serviço de ônibus urbanos.

De acordo com as resoluções do TSE (Resolução -TSE nº 23.751/2026), os ônibus e demais modais urbanos devem circular com frequência equivalente à de dias úteis, e não com a frota reduzida de domingo.

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Em sessão realizada nesta terça-feira (29), a Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho considerou não abusiva a greve dos empregados da Caixa Econômica Federal e fixou reajuste salarial de 100% do INPC mais 0,6% para a categoria. A decisão terá validade de dois anos, com efeitos a partir de 1º de setembro de 2026 e vigência até 31 de agosto de 2028.

 

O colegiado também determinou o retorno imediato dos trabalhadores ao serviço com o encerramento da greve. Os dias de paralisação não serão descontados, mas compensados em até 180 dias.

 

Entenda o caso

A greve teve início em 10 de setembro, após a Caixa e representantes das entidades sindicais não chegarem a um acordo nas diversas rodadas de negociação realizadas desde julho. Em 23 de setembro, a empresa apresentou o dissídio coletivo contra a Confederação Nacional dos Trabalhadores das Empresas de Crédito (Contec) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) pedindo que o TST declarasse a ilegalidade do movimento, por se tratar de atividade essencial.

 

Na sexta-feira (25), o relator, ministro Mauricio Godinho Delgado, determinou a manutenção de pelo menos 60% dos empregados em atividade, de forma presencial ou remota.

 

Na sessão de hoje, o ministro concluiu que a ordem judicial foi cumprida e que não houve excessos ou desvios generalizados que justificassem considerar a greve abusiva. Segundo ele, eventuais conflitos pontuais ocorridos durante a paralisação não foram suficientes para invalidar todo o movimento.

 

Reajuste de INPC mais 0,6%

No dissídio coletivo de natureza econômica, a SDC concedeu reajuste salarial correspondente ao INPC acrescido de 0,6%. O mesmo índice deverá ser aplicado aos benefícios de auxílio-refeição/alimentação, auxílio-cesta-alimentação, auxílio-creche, auxílio-babá e indenização por assalto ou sinistro.

 

Saúde Caixa

Um dos principais pontos de divergência entre a Caixa e as entidades sindicais foi o modelo de custeio do Saúde Caixa. O banco defende mudanças no plano com base em relatório técnico que aponta dificuldades de sustentabilidade financeira no atual modelo. As entidades sindicais, por sua vez, defendem a preservação do modelo de custeio solidário, contestam a unilateralidade do estudo e exigem uma perícia oficial.

 

Sobre esse ponto, o relator observou que o relatório apresentado pela Caixa foi produzido no âmbito da própria empresa e teve suas premissas e conclusões contestadas pelas entidades sindicais. Assinalou também que não foi possível realizar perícia atuarial independente durante o processo, diante da urgência decorrente da greve.

 

Diante disso, decidiu manter as regras previstas na norma coletiva anterior, incorporando as cláusulas relativas à Saúde Caixa à decisão. Os valores previstos no plano deverão ser atualizados pelo mesmo índice do reajuste salarial, mantendo todas as demais regras, inclusive a mensalidade do titular no valor de 3,5% da remuneração.

 

Entre os benefícios englobados estão mensalidades adicionais de dependentes, teto de renda dos beneficiários indiretos, coparticipação para consulta em pronto-socorro e teto de coparticipação.

 

Demais cláusulas

A decisão também incorporou diversas cláusulas econômicas e sociais previstas nos acordos coletivos de trabalho (ACTs) de 2024/2026 firmados pela Caixa com a Contraf e a Contec. Entre os temas estão jornada, horas extras, licença-paternidade e adoção, estabilidade, saúde do trabalhador, diversidade, teletrabalho, prevenção e combate à violência e ao assédio, igualdade salarial, inclusão e negociação permanente.

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Durante o Setembro Amarelo, campanha nacional de conscientização sobre a prevenção do suicídio e a valorização da vida, a Prefeitura de Itabuna tem intensificado as ações de conscientização e cuidado, e nada melhor do que também levar informações para a população sobre o funcionamento da Rede de Atenção Especializada em Saúde Mental, da Secretaria Municipal de Saúde.

A Secretária de Saúde, Lívia Mendes, salienta que a Rede de Atenção Psicossocial foi estruturada para acolher, acompanhar e oferecer assistência às pessoas em sofrimento psíquico e com transtornos mentais, de acordo com as necessidades de cada usuário. E explica que o atendimento envolve diferentes pontos da rede de saúde, garantindo que o cidadão tenha acesso ao cuidado adequado em cada situação.

A Rede de Atenção Primária a Saúde, ou seja, as Unidades de Saúde do município, apresentam-se como a porta de entrada da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Acompanha casos leves e moderados como ansiedade e depressão, grupos terapêuticos e compartilha o cuidado de maior complexidade com os CAPs e demais serviços da rede.

Entre os serviços da Rede está o Ambulatório Psicossocial, localizado na Rua Amazonas, nº 144, no Jardim Vitória, destinado a pessoas maiores de 18 anos com transtorno mental moderado, podendo também atender casos de transtornos mentais graves e persistentes que não necessitem de reinserção social.

A rede também dispõe de serviços para situações de urgência e emergência psiquiátrica. Em casos de surto ou emergência psiquiátrica, a orientação é procurar o serviço correspondente à faixa etária: CEMEPI e Hospital Manoel Novaes para crianças de 0 a 13 anos; SAMU 192 para pessoas de todas as idades; e UPA ou Hospital de Base para pessoas a partir dos 14 anos, conforme a necessidade de atendimento.

O serviço também conta com o CAPS IA que fica na Rua José Alves, 247, Jardim Vitória, para o atendimento de crianças e adolescentes, menores de 18 anos, com intenso sofrimento psíquico relacionado a transtornos mentais graves e persistentes, com necessidade de reinserção social.

Já o CAPS AD é voltado para todas as idades com intenso sofrimento psíquico, relacionado à dependência de álcool e/ou drogas. Esta unidade está situada na Rua Isolina Guimarães, 45, Zildolândia. Por fim, o CAPS II atende pacientes a partir dos 18 anos, com intenso sofrimento psíquico, relacionado a transtornos mentais graves e persistentes e com necessidade de reinserção social. Esta unidade fica na Rua G, nº 100, Santo Antônio.

A Coordenadora da Rede de Atenção Especializada em Saúde Mental de Itabuna, enfermeira Náira Cruz, frisa que o cuidado em saúde mental acontece todos os dias e não se limita às situações de urgência. “Trabalhamos diariamente para fortalecer a escuta, o acolhimento, o acompanhamento e a articulação entre os diferentes serviços, promovendo um atendimento humanizado e contínuo”, salienta, reforçando sobre a importância de falar sobre saúde mental durante todo o ano.

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o registro do Kyinsu, medicamento da farmacêutica Novo Nordisk que combina insulina icodeca e a semaglutida em uma injeção semanal. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (28).
Aprovado em seis apresentações diferentes, a caneta é indicada para adultos com diabetes tipo 2 que não atingem controle adequado da doença com insulina basal ou com medicamentos agonistas de GLP-1, como a semaglutida.
No Brasil, 16,6 milhões de adultos vivem com diabetes, segundo o Atlas do Diabetes da IDF (Federação Internacional de Diabetes), o que coloca o país na sexta posição mundial em número de casos da doença.
O médico endocrinologista Júlio Américo Batatinha, doutorando no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, explica que os dois componentes agem de formas complementares. A insulina mantém a glicose sob controle entre as refeições e durante o sono, enquanto a semaglutida atua sobretudo depois de comer e ajuda a controlar o peso.
“A combinação em uma única aplicação semanal une mecanismos complementares, o que reduz o número de injeções e ajuda a atenuar o ganho de peso e a hipoglicemia, efeitos tipicamente associados à intensificação do tratamento com insulina isolada”, diz Batatinha.
Isso não significa que todo paciente com diabetes precisa dos dois medicamentos.
“A indicação depende do quadro clínico, do controle da glicemia, dos tratamentos já utilizados e dos objetivos do paciente”, afirma a endocrinologista Fernanda Parra.
Parra descreve dois cenários. Um deles é o paciente que já usa insulina basal, mas continua com a hemoglobina glicada acima da meta individual. Nesse caso, associar a ação do GLP-1 pode melhorar o controle glicêmico “sem simplesmente aumentar cada vez mais a quantidade de insulina”.
Outro cenário é o paciente que já utiliza um agonista de GLP-1, como a semaglutida, mas ainda precisa de uma ação adicional de insulina para controlar adequadamente a glicose.
A aprovação tem como base o programa de três estudos clínicos de fase 3 Combine, da Novo Nordisk, que reuniu 2.500 adultos com diabetes tipo 2 em diferentes momentos do tratamento. Nos estudos, o medicamento semanal cumpriu os objetivos principais.
Na comparação com a insulina icodeca e a semaglutida usadas isoladamente, a combinação reduziu mais a glicemia, levou a maior perda de peso e até 88% menos episódios de hipoglicemia significativa ou grave.
A segurança e a tolerabilidade da combinação foram semelhantes às já conhecidas de cada componente separadamente.

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A Medida Provisória que acaba com a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas esportivas e os jogos online, em ambientes físicos e virtuais, foi baseada na nova e crescente demanda de saúde pública no país: o colapso da saúde mental de mais de 1,5 milhão de brasileiros, com aumento dos números de suicídios, depressão, ansiedade e outros transtornos de comportamento.

Com uma alta superior a 600% na procura por tratamento contra a ludopatia no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde está rastreiando os viciados em bets para o acompanhamento da saúde mental. O vício nos jogos vai além da perda financeira. Está associado a ansiedade, depressão, perda de controle, alterações no sono e no humor, conflitos familiares, isolamento, prejuízos às relações pessoais e profissionais e maior uso de álcool e outras drogas.

“Há dados que expressam o tamanho do problema, mas certamente não conseguem traduzir todo o sofrimento que aparece quando ouvimos os relatos de pacientes, profissionais de saúde e familiares. Estamos falando de algo que vai muito além de uma atividade econômica: entra nas casas das pessoas, nas escolas e nos celulares, e afeta não apenas quem desenvolve um comportamento compulsivo, mas também os familiares que estão ao seu redor. Nós temos o autoteste disponível no Meu SUS Digital para que cada pessoa possa avaliar o impacto das apostas na própria vida”, ressaltou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A mortalidade por suicídio é 15 vezes maior entre pessoas com transtorno do jogo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A dificuldade financeira é o principal fator associado ao suicídio entre apostadores. O risco de desenvolver dependência é três vezes maior entre pessoas socioeconomicamente vulneráveis e 150% maior entre jogadores online.

Em 2023, mais de 28 milhões de brasileiros haviam apostado nos 12 meses anteriores à pesquisa, e 10,9 milhões apresentavam padrão de jogo de risco ou problemático. Os efeitos já aparecem na demanda pelo SUS. Entre 2018 e 2025, os atendimentos relacionados a jogo patológico e problemas com apostas cresceram cerca de 140%, e aprojeção é de aumento de mais 104% até 2028.

Estudo do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde estima em R$ 38,8 bilhões anuais o custo social associado aos jogos, dos quais R$ 30,6 bilhões — quase 79% — estão ligados à saúde, incluindo suicídios, perda de qualidade de vida associada à depressão e tratamentos médicos.

A exposição começa cedo e também afeta familiares. Pesquisa em escolas públicas e privadas mostrou que 20,4% dos estudantes já apostaram online; o contato pode começar aos 11 anos e, entre os meninos do 3º ano do Ensino Médio, a proporção chega a 49,7%. Entre as mulheres que apostam ou já apostaram, 65% disseram não ter procurado ajuda por vergonha; entre as que não apostam, 12% relatam impactos decorrentes do jogo de familiares.

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