Itabuna vive hoje um momento de profunda transformação urbana com políticas públicas promovidas pela gestão do prefeito Augusto Castro (PSD) como os programas Praça Viva, Acelera Itabuna (PAI) e Pavimenta Itabuna (PPI) que juntos mudaram a estética arquitetônica, a mobilidade e a qualidade de vida dos itabunenses.

A Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo (SIURB) nos últimos seis anos, revitalizou 27 espaços públicos, entre praças e áreas de convivência em toda cidade.

A integração entre os programas Acelera Itabuna e Praça Viva ilustram que a mobilidade urbana vai muito além da pavimentação de vias para o tráfego de veículos automotivos e consolida o conceito de modernidade e cidade inteligente, humanizada e inclusiva.

Para isso podemos citar alguns exemplos como as praças dos bairros Mangabinha, Maria Pinheiro, Fonseca, Califórnia, Lomanto, Centro e a Orla-Beira Rio com a Alameda da Juventude e a Pista de Skate.

Enquanto a revitalização e ou reconstrução das praças e espaços de convivência estão focados na promoção do bem-estar dos cidadãos, o Programa Acelera Itabuna (PAI) atuou como espinha dorsal do sistema viário da cidade com a pavimentação em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), macrodrenagens e na reestruturação de dezenas de vias de barro.

Com isso, foram eliminadas barreiras físicas históricas em diversas localidades periféricas, reduzindo o tempo de deslocamento, a poeira em períodos de estiagem e lama nos períodos de chuva e melhorando o acesso a serviços urbanos essenciais como transporte público, ambulâncias e coleta de resíduos sólidos.

A sinergia dos três programas preparou a cidade para a nova dinâmica com estrutura para eixos importantes como a nova ponte que ligará a Avenida Amélia Amado ao Bairro da Conceição, os quatro parques lineares (Avenida Amélia Amado, margens do Rio Cachoeira – Rua do Prado e Jardim das Acácias até o posto de combustíveis Rio Cachoeira e da Bananeira).

Além disso, com o complexo viário da Avenida Princesa Isabel e a futura Avenida Sudoeste, duplicação de trechos urbanos das BRs-101 e 415 e aeroporto, sinalizam um planejamento estratégico inteligente e eficiente que está além da trafegabilidade de automóveis, mas que garante o direito de ir e vir das pessoas com segurança e dignidade.

Ao pavimentar os corredores de ônibus e logísticos e criar espaços verdes e adaptáveis de lazer, a Prefeitura de Itabuna constrói um modelo sustentável em que a infraestrutura abriga engenharia, sustentabilidade e humanização.

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Uma nova análise do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alerta que crianças e adolescentes podem sofrer uma desproporcionalmente os impactos do El Niño 2026–2027. O fenômeno chega ao Brasil onde mais de 30 milhões de crianças e adolescentes, seis em cada dez, já estão expostos a dois ou mais riscos climáticos.

 

Desses, 16 milhões convivem com três ou mais riscos. Segundo o Unicef, eventos recentes mostram como extremos podem interromper direitos: em 2024, as enchentes no Rio Grande do Sul afetaram a educação de 741 mil estudantes, enquanto a seca extrema na Amazônia atingiu outros 436 mil. No total, 1,17 milhão de crianças e adolescentes tiveram as aulas interrompidas.

 

O El Niño é parte de um ciclo natural nas temperaturas do Oceano Pacífico equatorial, caracterizado por temperaturas mais altas do oceano que influenciam padrões de chuva e temperatura em diferentes partes do planeta.

 

Com as mudanças climáticas e a degradação ambiental causadas pela ação humana, as consequências do El Niño têm se agravado a cada novo ciclo. Esses impactos estão relacionados com outros fenômenos meteorológicos, as condições ambientais, as vulnerabilidades existentes e a capacidade dos serviços públicos de se preparar e responder. Ocorre em média a cada dois a sete anos.

 

“Preparar o Brasil, portanto, não significa apenas atravessar o ciclo de 2026–2027, mas construir uma rede de proteção capaz de responder aos próximos El Niños e a outros eventos extremos, com crianças, famílias e serviços essenciais mais protegidos do que no passado”, diz o Unicef.

 

No Brasil, o alerta ganha urgência diante das previsões mais recentes. Boletim divulgado em 1º de setembro por órgãos oficiais aponta mais de 90% de probabilidade de o fenômeno atingir intensidade muito forte no trimestre setembro-outubro-novembro.

 

Para o período, há tendência de chuva abaixo da média em grande parte do Norte e Nordeste e acima da média especialmente no Sul, além de temperaturas acima da média em praticamente todo o país. Calor e estiagem também podem prolongar condições favoráveis às queimadas em áreas do Centro e do Norte.

 

Danilo Moura, especialista em Clima e Meio Ambiente do Unicef no Brasil, em entrevista a Agência Brasil, explica que o dado meteorológico mostra onde pode chover mais ou menos e onde o calor ou a seca podem se intensificar. Segundo ele, o papel do Unicef é olhar para o que acontece quando esse extremo chega à vida de uma criança. Uma seca pode significar falta de água segura, fumaça, dificuldade para chegar à escola ou ao posto de saúde.

 

“Uma enchente pode significar escola fechada, vacinação interrompida ou perda da renda da família. E muitos desses impactos podem ser reduzidos se a preparação acontecer antes da emergência”, acrescenta.

 

Para crianças, há uma vulnerabilidade adicional. Por estarem em desenvolvimento, são particularmente sensíveis ao calor extremo, à desidratação, à fumaça, à má nutrição e a doenças favorecidas por mudanças de temperatura e nos padrões de chuva. Ao mesmo tempo, dependem de adultos e de serviços públicos para ter acesso à água, alimentação, escola, saúde e proteção.

 

Por isso, o El Niño pode gerar uma cadeia de impactos que vai muito além das anomalias climáticas, e que podem chegar à infância e a adolescência por diferentes caminhos:

 

Saúde – Calor extremo pode aumentar riscos de desidratação e outros problemas de saúde. Secas e enchentes podem comprometer a disponibilidade e a qualidade da água, favorecer doenças diarreicas e dificultar o acesso a unidades de saúde. Alterações de temperatura e umidade também podem influenciar a transmissão de doenças como a dengue, ao criar condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti. Entre as ações de preparação estão o fortalecimento da vigilância epidemiológica, com atenção específica às doenças que afetam crianças; a garantia da continuidade de serviços como a vacinação e da atuação das equipes de saúde da família; e o pré-posicionamento de medicamentos e insumos essenciais.

 

Alimentação e nutrição – Perdas agrícolas, redução da renda e aumento do preço dos alimentos podem ampliar a insegurança alimentar e a má nutrição. Esses efeitos nem sempre são imediatos e podem aparecer meses depois de uma safra ruim. Por isso, a preparação inclui fortalecer o monitoramento e a vigilância nutricional, ampliar a detecção precoce e garantir que os serviços de saúde, inclusive em áreas remotas ou isoladas, tenham capacidade para identificar e tratar crianças com desnutrição. Também é importante garantir insumos nutricionais essenciais antes que a demanda aumente, com foco nos municípios remotos que podem ficar isolados durante emergências.

 

Água e saneamento – Secas podem reduzir a disponibilidade de água segura, enquanto inundações podem contaminar fontes e danificar sistemas de saneamento. Proteger e monitorar fontes de água, preparar planos de contingência para garantir o funcionamento dos sistemas de água durante eventos extremos e garantir insumos para tratamento estão entre as medidas que podem ser tomadas antecipadamente. Frente a riscos de seca extrema, implementar estratégias comunitárias de armazenamento de água são fundamentais.

 

Educação – Falta de água, perda da navegabilidade, calor extremo, fumaça, inundações ou danos à infraestrutura podem interromper aulas, alimentação escolar e outros serviços. Redes de ensino podem revisar planos de gestão de riscos e preparar alternativas para garantir a continuidade da aprendizagem, como por exemplo em casa.

 

Proteção e renda – Perdas de moradia, trabalho ou produção reduzem a capacidade das famílias de garantir necessidades básicas. Sistemas de proteção social preparados para choques podem manter ou ampliar benefícios e conectar rapidamente famílias afetadas aos serviços essenciais. Municípios podem atualizar o cadastro das famílias vulneráveis em áreas de risco antes dos desastres.

 

Segundo o especialista do Unicef, esperar a escola fechar, o posto de saúde ficar isolado ou uma comunidade perder acesso à água para começar a agir é chegar tarde. “Nós já sabemos que há um El Niño forte em curso e conhecemos os tipos de impacto que podem atingir diferentes regiões. Preparar os serviços agora custa menos, permite responder mais rápido e, principalmente, evita que a emergência climática se transforme em uma emergência para as crianças”, afirma Danilo.

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A Bahia ocupa a terceira posição nacional em número de praias reconhecidas pelo programa internacional Bandeira Azul na temporada 2026/2027. Ao todo, sete praias baianas receberam o selo, que atesta o cumprimento de critérios relacionados à qualidade da água, gestão ambiental, segurança, serviços, educação ambiental e turismo sustentável. O estado fica atrás apenas de Santa Catarina e Rio de Janeiro.

 

Camaçari concentra quatro das praias reconhecidas. Em Guarajuba, estão Caribinho, Genipabu e Paraíso, enquanto a Praia da Espera fica em Itacimirim. A Ilha dos Frades foi reconhecida com as praias de Nossa Senhora de Guadalupe e da Viração.

 

Fechando a lista, a Praia de Santo Antônio, em Mata de São João, faz sua estreia no ranking e conquistou o reconhecimento pela primeira vez.

 

O documento foi assinado pela coordenadora nacional do Programa Bandeira Azul, Leana Bernardi, e reconhece as ações de conservação e gestão ambiental desenvolvidas na região.

 

A certificação é concedida a praias, marinas e embarcações de turismo que atendem aos critérios estabelecidos pelo programa. O selo é renovado anualmente, mediante a comprovação da manutenção dos requisitos exigidos.

 

Confira as praias da Bahia com Bandeira Azul na temporada 2026/2027:

 

Praia do Caribinho, em Guarajuba, Camaçari
Praia de Genipabu, em Guarajuba, Camaçari
Praia do Paraíso, em Guarajuba, Camaçari
Praia da Espera, em Itacimirim, Camaçari
Praia de Santo Antônio, em Mata de São João
Praia da Viração, na Ilha dos Frades, Salvador
Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, na Ilha dos Frades, Salvador

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Poucos dias após ser eleita deputada estadual, Andréa Castro manteve a proximidade com as comunidades de Itabuna e escolheu a infância como pauta de sua agenda após a eleição. Na manhã desta quarta-feira (7), ela visitou a Creche Irmã Margarida, no bairro Maria Pinheiro, onde participou das atividades em celebração ao Dia das Crianças, acompanhou apresentações e entregou presentes aos alunos.

A visita foi marcada pela interação entre Andréa e as crianças, que também prepararam uma homenagem para recebê-la. Para Andréa, a agenda representa a continuidade de uma atuação que tem a proteção das famílias e a primeira infância entre as prioridades que pretende levar para o mandato na Assembleia Legislativa da Bahia.

“Não poderia imaginar uma forma mais especial de começar esse novo momento do que estando perto das nossas crianças. A primeira infância precisa estar no centro das políticas públicas, porque é nessa fase que construímos bases importantes para o futuro. Saio daqui muito feliz pelo carinho que recebi e ainda mais consciente da responsabilidade que tenho daqui para frente”, declarou Andréa.

A diretora da Creche Irmã Margarida, Maria Auxiliadora, juntamente com o corpo diretivo da instituição, agradeceu a presença da deputada eleita e ressaltou a importância de iniciativas que aproximam representantes públicos da realidade vivida pelas crianças, famílias e profissionais da educação.

A agenda no Maria Pinheiro acontece poucos dias depois de Andréa conquistar uma das maiores votações para deputada estadual na Bahia, sendo eleita para seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa com mais de 86 mil votos. Agora, a parlamentar eleita inicia a transição entre a campanha e o mandato, mantendo como uma de suas prioridades a aproximação com comunidades e instituições que atuam diretamente na vida das famílias.

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As forças de segurança estaduais e federais atuantes na Bahia decidiram intensificar o envio de chefes de organizações criminosas para o sistema penitenciário federal. A medida foi definida nesta terça-feira (6) como prioridade no planejamento estratégico de combate ao crime organizado no estado, ao lado do fortalecimento de operações guiadas por setores de inteligência.

 

O alinhamento ocorreu no Centro de Operações e Inteligência (COI), em Salvador, reunindo a cúpula da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), Polícia Militar (PM-BA) e Polícia Civil (PC-BA), Departamento de Polícia Técnica (DPT-BA) e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO-BA)).

 

Durante o encontro, a SSP-BA apresentou um balanço das ações conjuntas realizadas entre janeiro e setembro de 2026. No período, cerca de 600 operações integradas resultaram na prisão ou localização de 28.200 suspeitos, na apreensão de 15 toneladas de entorpecentes e na retirada de circulação de mais de 5.000 armas de fogo.

 

De acordo com o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, a estratégia busca sufocar a atuação das facções e manter a segurança no estado, processo que será reforçado com a ampliação de efetivo por meio de novos concursos públicos para as polícias Civil e Militar.

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Mais de 33,4 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas nesse domingo (4), o que representou uma abstenção de 21,08%, a maior registrada em um primeiro turno de eleições gerais no país desde 1998, quando a Justiça Eleitoral registrou o percentual de 21,5%. Com um segundo turno confirmado para 25 de outubro, esse percentual pode mudar.

De acordo com Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada turno de votação é uma eleição independente. E os eleitores que não votaram no primeiro turno poderão votar normalmente no segundo, desde que estejam com o título regular.

No entanto, os eleitores que não foram às urnas no primeiro turno e não justificaram a ausência pelo e-título, ainda são obrigados regularizar a situação eleitoral, mesmo que votem no segundo turno.

O prazo vai até 3 de dezembro e a justificativa pode ser apresentada pelo serviço de autoatendimento do site do TSE ou em um cartório eleitoral, com apresentação obrigatória de um documento que comprove o motivo, como um atestado médico ou bilhete aéreo.

Eleitores em viagem no exterior têm até 30 dias após o retorno ao Brasil para apresentar a justificativa. Caso more em outro país e vote em uma zona eleitoral do exterior, só é necessário justificar ausência em eleições presidenciais.

Caso não justifique no prazo, além de regularizar a situação, o eleitor também terá que pagar multa de R$ 3,51 por turno. O valor poderá ser pago pelo autoatendimento no site do TSE, pelo aplicativo e-Título ou no cartório eleitoral, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU), do Pix ou de cartão de crédito.

Até a quitação da pendência, o eleitor permanecerá com o título eleitoral em situação irregular e impedido de emitir ou renovar carteira de identidade e passaporte, tomar posse em concurso público ou renovar matrícula em instituições de ensino público, receber vencimentos ou proventos em empregos públicos.

O título eleitoral é cancelado em caso de ausência sem justificativa e regularização em turnos consecutivos

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O estado de Nova York, nos Estados Unidos, declarou estado de emergência por causa do avanço do sarampo. A medida foi anunciada pelo governo estadual após a confirmação de 108 casos da doença em 2026, principalmente em áreas rurais com baixa cobertura vacinal.

Dos casos registrados até 3 de outubro, 92 ocorreram desde 15 de julho em 18 condados com baixa imunização. Na cidade de Nova York, foram confirmados sete casos. Como parte das medidas de resposta, as autoridades já aplicaram mais de mil doses da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) em comunidades afetadas.

Segundo a Agência Brasil, o decreto amplia a atuação de profissionais de saúde durante o surto. Entre as medidas estão a autorização para que enfermeiros registrados solicitem testes para sarampo e para que farmacêuticos apliquem a vacina em crianças a partir de 2 anos. A ordem também determina o registro das doses aplicadas nos sistemas de imunização. A emergência tem validade até 4 de novembro. 

O estado vizinho da Pensilvânia também enfrenta um surto de sarampo. Segundo dados divulgados pelas autoridades locais em 5 de outubro, já foram registrados 1.004 casos e cinco mortes relacionadas à doença. O número representa o maior surto de sarampo registrado no estado em mais de 30 anos. O avanço da doença ocorre em meio à redução da cobertura vacinal e à presença de comunidades com baixa imunização.

Nos Estados Unidos, quase 3,9 mil casos de sarampo foram registrados em 2026, de acordo com os dados mais recentes citados pela Reuters. O país vive o maior número de casos da doença desde 1991. O aumento dos casos também ocorre em outros países do continente. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), as Américas registraram 47.459 casos confirmados de sarampo até a semana epidemiológica encerrada em 18 de julho, além de 44 mortes. Guatemala, México, Estados Unidos e Peru concentravam 95% dos casos naquele período.

A OPAS classificou como muito alto o risco à saúde pública relacionado ao sarampo na região e recomendou o reforço da vacinação, da vigilância epidemiológica e da resposta rápida aos casos suspeitos. A organização também destacou a necessidade de manter uma cobertura de pelo menos 95% com duas doses da vacina para interromper a transmissão.

Apesar do aumento de casos nas Américas, o Brasil mantém o status de país livre da transmissão endêmica do sarampo. A situação, porém, exige monitoramento devido à circulação do vírus em outros países do continente. Em 2026, o Ministério da Saúde intensificou as ações de vigilância e vacinação em Tabatinga (AM), na fronteira com o Peru, após a confirmação de casos importados.

A estratégia busca evitar a transmissão local e identificar rapidamente possíveis novos casos. O sarampo é uma doença altamente contagiosa e pode causar complicações graves. A vacinação é considerada a principal medida de prevenção e controle da doença.

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A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus, avançou 0,75 ponto em um dos principais rankings internacionais de avaliação do ensino superior, o Times Higher Education (THE). A Uesc passou de 19,03 pontos, em 2025, para 19,78 pontos, agora em 2026. O resultado coloca a instituição entre as quatro universidades públicas estaduais da Bahia presentes na edição deste ano do levantamento.

Entre as instituições baianas avaliadas, a Uesc apresentou uma das variações positivas de pontuação em relação ao levantamento anterior.

Para o reitor da Uesc, Alessandro Fernandes, a presença da universidade no ranking mundial é resultado do trabalho coletivo desenvolvido pela comunidade acadêmica.

– A manutenção dessa conquista demonstra o trabalho conjunto de professores, estudantes e servidores. A posição reforça o papel de uma universidade pública focada na qualidade. O resultado alia ensino de qualidade, pesquisa de relevância e forte compromisso social com a comunidade.

PONTUAÇÃO

A avaliação do THE considera aspectos relacionados ao ensino, pesquisa, impacto da produção científica e inserção internacional, dentre outros indicadores.

A variação das pontuações na Bahia:

UESC – 19,03 para 19,78 pontos — aumento de 0,75
UEFS – 19,27 para 18,38 pontos — redução de 0,89
UESB – 14,29 para 16,43 pontos — aumento de 2,14
UFBA – 27,71 para 27,67 pontos — redução de 0,04

NACIONAL

No cenário nacional, a Universidade de São Paulo (USP) aparece novamente como a instituição brasileira mais bem colocada. Com 62,90 pontos, a universidade alcançou a 141ª posição mundial, seu melhor resultado histórico no ranking.

A edição 2027 do THE avaliou 2.297 instituições de ensino superior em 118 países e territórios. No topo da classificação mundial está novamente a Universidade de Oxford, no Reino Unido, que mantém a liderança pelo 11º ano consecutivo.

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O resultado das eleições de 2026 no Litoral Sul da Bahia revela não apenas quem conquistou mais votos em números absolutos, mas também a força proporcional dos candidatos dentro de cada município. Um levantamento considerando 26 cidades da região mostra os deputados estaduais e federais que ficaram em primeiro lugar em cada localidade e o percentual alcançado por eles.

Na disputa para deputado estadual, o maior domínio proporcional foi registrado em Itaju do Colônia. Rosemberg Pinto (PT) recebeu 2.295 votos, correspondentes a 50,37%, sendo o único entre os líderes municipais da lista a ultrapassar a marca de 50%.

Na sequência aparece Niltinho (PSD), em Itapitanga, com 45,78% dos votos e 2.055 votos. Rosemberg volta a aparecer com destaque em Mascote, onde obteve 40,44%, e em Almadina, com 38,20%. Entre os primeiros colocados também estão Eduardo Salles (PV), com 37,78% em Barro Preto, e novamente Rosemberg, com 37,54% em Itacaré.

O levantamento mostra ainda uma característica importante da votação estadual: alguns nomes conseguiram liderar em diferentes municípios. Rosemberg, por exemplo, aparece como o estadual mais votado em Itaju do Colônia, Mascote, Almadina, Itacaré, Pau Brasil, São José da Vitória e Itapé.

Em Itabuna, maior colégio eleitoral entre os municípios relacionados, Andrea Castro (PSD) liderou para deputada estadual com 36.355 votos e 34,42%. Já em Ilhéus, Pedro Tavares (União) ficou na primeira colocação, com 10.796 votos e 11,69%.

Paulo Magalhães alcança 54,07% em Itaju do Colônia

Na disputa para deputado federal, Itaju do Colônia também aparece no topo do ranking proporcional. Paulo Magalhães (PSD) conquistou 2.465 votos e 54,07%, o maior percentual entre os deputados federais mais votados nos 26 municípios analisados.

O segundo maior percentual foi registrado em Buerarema, onde Vinícius Ibrann (União) alcançou 48,73%, com 4.616 votos. Em seguida aparece Cacá Leão (PP), que liderou em Aurelino Leal com 44,23%.

Neto Carletto (Avante) também apresenta forte presença regional. Ele liderou em Barro Preto, com 42,21%; Itajuípe, com 42,02%; Floresta Azul, com 37,44%; Itapé, com 33,96%; Santa Luzia, com 30,71%; e Ubaitaba, com 13,19%.

Paulo Magalhães, além do expressivo resultado em Itaju do Colônia, aparece como o mais votado para federal em São José da Vitória (35,21%), Itacaré (27,95%), Coaraci (25,73%) e Camacan (7,45%).

Percentual ajuda a medir força política local

A comparação proporcional permite uma leitura diferente daquela baseada somente na quantidade absoluta de votos. Municípios maiores naturalmente tendem a apresentar números mais elevados, enquanto o percentual mostra o tamanho da preferência de um candidato dentro do eleitorado de cada cidade.

É justamente nesse aspecto que Itaju do Colônia se destaca no levantamento de 2026. O município ocupa a primeira posição nos dois rankings: Rosemberg Pinto chegou a 50,37% para deputado estadual e Paulo Magalhães alcançou 54,07% para deputado federal.

Os números ajudam a desenhar o novo mapa de forças políticas do Litoral Sul da Bahia e mostram que, apesar de alguns candidatos apresentarem presença em vários municípios, o comportamento do eleitorado varia significativamente de uma cidade para outra.

O levantamento completo apresenta os 26 municípios, permitindo comparar votos e percentuais e identificar onde cada liderança política conseguiu seu maior desempenho proporcional nas eleições de 2026.

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A Prefeitura de Itabuna informa que as secretarias municipais de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS) e de Políticas Públicas para as Mulheres passaram a funcionar na Rua Aurora, nº 20, no Bairro da Conceição, em um imóvel atrás do Espaço Cultural Josué Brandão, onde atualmente está a Câmara Municipal de Vereadores.

Na nova sede da SEMPS estão os departamentos de Média e Alta Complexidade, Proteção Básica e Jurídico, o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e a Defensoria Pública da União (DPU) – Núcleo Regional de Itabuna.

No mesmo imóvel, onde funcionou o antigo Hotel Beira-Rio, também passou a funcionar a Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, no 1° andar, com seus departamentos, exceto o Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) Isabela Nascimento Seara e a Patrulha Guardiã Maria da Penha.

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A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) publicou edital para o processo seletivo que visa a contratação de 28 professores substitutos. As vagas estão distribuídas nos sete centros de ensino da instituição. As inscrições poderão ser feitas no período de 13 a 26 deste mês, com taxa de R$ 130. Os candidatos poderão solicitar isenção da taxa entre 13 e 19.

As vagas são para os campi da UFRB em Cruz das Almas, Feira de Santana, Santo Amaro, Amargosa, Cachoeira e Santo Antônio de Jesus. Do total de vagas ofertadas, 5% serão para candidatos com deficiência. Também haverá reserva de vagas para os autodeclarados negros, indígenas e quilombolas.  Conforme edital, 35% das vagas são reservadas a candidatos negros, 3% a candidatos indígenas e 2% a candidatos quilombolas.

O processo seletivo será composto por análise curricular e prova didática, ambas com realização remota. As provas serão aplicadas entre 30 de outubro e 9 de dezembro deste ano. O resultado final deverá ser divulgado até 1º de fevereiro de 2027.

O regime de trabalho será de 20 ou 40 horas semanais, conforme a vaga. Para saber mais sobre e acompanhar todas as etapas do processo seletivo, leia o edital e acesse o endereço: https://sistemas.ufrb.edu.br/sigrh/public/home.jsf

As vagas abrangem diversas áreas do conhecimento e estão distribuídas entre os seguintes centros:

Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas (CCAAB): 5 vagas;
Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CETEC): 5 vagas;
Centro de Ciência e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade (CETENS): 9 vagas;
Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT): 3 vagas;
Centro de Formação de Professores (CFP): 4 vagas;
Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL): 1 vaga;
Centro de Ciências da Saúde (CCS): 1 vaga.

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Ilhéus e Itabuna registraram, juntas, 53.170 ausências no primeiro turno das eleições de domingo (4). O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta 26.674 eleitores que não compareceram na Princesinha do Sul e 26.496 na terra Natal de Jorge Amado.

Ilhéus tinha 129.692 eleitores aptos, dos quais 103.018 votaram. A abstenção foi de 20,57%, pouco mais de uma ausência a cada cinco eleitores. Itabuna registrou 114.750 votantes entre 141.246 aptos, com taxa de ausência de 18,76%.

A ordem entre as duas cidades mudou em relação ao primeiro turno de 2022. Naquele ano, Itabuna apresentou abstenção de 24,84%, enquanto Ilhéus ficou com 19,16%. A taxa caiu 6,08 pontos percentuais em Itabuna e subiu 1,41 ponto em Ilhéus.

O comparecimento não significa que todos tenham escolhido um candidato. Na votação para governador, Ilhéus registrou 2.717 votos em branco e 5.194 nulos. Itabuna teve 2.991 brancos e 5.820 nulos. Somados, foram 16.722 votos sem escolha válida para o cargo.

As duas medidas usam bases diferentes. A abstenção é calculada sobre os eleitores aptos; e os percentuais de brancos e nulos, sobre quem compareceu. Os resultados permitem medir a participação eleitoral, mas não identificam, por si só, os motivos das ausências ou dos votos sem candidato.

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