A Prefeitura de Itabuna alerta cidadãos e empresas para o prazo final de adesão ao Programa Regularize Itabuna (PRI), que termina no próximo dia 30 de agosto de 2026. A iniciativa oferece condições facilitadas para a negociação de débitos junto à Secretaria Municipal de Finanças e Orçamento e busca ampliar as possibilidades de regularização fiscal dos contribuintes.

O atendimento para adesão ao programa é exclusivamente presencial, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, no Departamento de Tributos, localizado na Avenida Manoel Souza Chaves, nº 2.473, bairro São Caetano. No local, a equipe técnica realiza o atendimento individualizado, o preenchimento da documentação e a simulação das condições de negociação no sistema municipal.

Entre as vantagens oferecidas pelo município, o contribuinte conta com 100% de desconto nas multas e juros para pagamentos à vista ou parcelados em até 3 vezes, além da alternativa de parcelamento estendido em até 60 vezes, com reduções decrescentes sobre os encargos, variando em escalas de 90%, 80%, 70%, entre outras, conforme o prazo escolhido.

Para realizar a negociação, pessoas físicas devem apresentar cópia do CPF, comprovante de residência atualizado e, nos casos de débitos relacionados ao IPTU, a certidão de inteiro teor do imóvel. Já as pessoas jurídicas devem apresentar o cartão do CNPJ, contrato social ou estatuto da empresa, além de RG e CPF do sócio-administrador.

A Prefeitura orienta os contribuintes a não deixarem a regularização para os últimos dias do prazo, garantindo tempo hábil para a apresentação da documentação, análise das informações e formalização do acordo.

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A Justiça Eleitoral disponibilizou o aplicativo Pardal para receber denúncias de propaganda eleitoral irregular nas Eleições 2026. A ferramenta já está disponível gratuitamente para a população e exige identificação pelo e-Título ou Gov.br.

O cidadão pode denunciar propaganda irregular na internet, uso indevido de alto-falantes, distribuição irregular de material gráfico e outras condutas proibidas. Fotos, vídeos e áudios podem ser anexados.

Após o registro, o Pardal gera um protocolo para acompanhamento da denúncia. Casos de desinformação são direcionados ao sistema específico da Justiça Eleitoral. Denúncias de crimes eleitorais seguem para o Ministério Público Eleitoral.

No interior da Bahia, zonas eleitorais específicas exercem o poder de polícia nos municípios com mais de uma zona. No sul do estado, em Ilhéus, a atribuição cabe à 25ª Zona Eleitoral. Já em Itabuna, à 28ª Zona. As unidades recebem diretamente as denúncias encaminhadas pelo Pardal.

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O Procon de Ilhéus orientou passageiros a terem cuidado na contratação de transporte ao desembarcar no aeroporto da cidade. O órgão recomenda o uso de táxis autorizados ou veículos chamados por plataformas regulares, com identificação do motorista, do automóvel e registro da viagem.

A recomendação mira principalmente turistas que chegam à cidade pela primeira vez ou seguem para outros municípios do sul da Bahia. Sem conhecer distâncias e preços praticados na região, o visitante pode ter dificuldade para avaliar cobranças e ofertas feitas no aeroporto.

No caso dos aplicativos, o passageiro deve conferir os dados do motorista e do veículo antes de embarcar. O Procon também orienta o consumidor a recusar propostas para cancelar a corrida no aplicativo e pagar diretamente ao condutor, prática que elimina parte dos registros usados para contestar problemas posteriormente.

Quem tiver algum problema deve guardar comprovantes de pagamento, capturas de tela, informações da corrida e dados do veículo. O Procon Municipal funciona na Avenida Canavieiras, nº 454, no bairro Teresópolis. O atendimento também pode ser feito pelo telefone (73) 9960-6385.

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Mais da metade dos trabalhadores brasileiros (53%) chega ao fim do mês sem dinheiro suficiente para pagar todas as despesas, segundo levantamento da Serasa Experian divulgado nesta terça-feira (18). O percentual é semelhante ao registrado em 2025, quando 54% dos entrevistados disseram estar nessa mesma situação.
Entre os trabalhadores ouvidos, 47% afirmam recorrer a algum recurso ou alternativa adicional para conseguir fechar as contas. Outros 6% terminam o mês sem dinheiro suficiente e sem recorrer a uma solução extra.
A pesquisa ouviu 1.008 profissionais de empresas públicas e privadas, incluindo trabalhadores com carteira assinada e pessoas que atuam como PJ (pessoa jurídica). As entrevistas foram realizadas pela internet entre os dias 12 e 30 de junho. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais.
A alimentação foi citada por 78% dos entrevistados que não conseguem chegar ao fim do mês com dinheiro suficiente, seguida pelas contas de consumo, como água, luz e gás, mencionadas por 72%. Também aparecem entre os gastos financiamentos de imóveis ou veículos (44%), roupas, utilidades e outros itens de consumo (43%), empréstimos (33%) e estudos (22%). Cada entrevistado podia indicar até três tipos de gasto.
A pesquisa também perguntou aos trabalhadores que passaram ou ainda passam por problemas financeiros nos últimos cinco anos sobre as consequências do endividamento e o o que a situação causa no dia a dia.
Na vida pessoal, irritabilidade e insônia foram citadas por 44% dos entrevistados. Foram mencionados ainda alterações de peso, depressão, dores físicas e isolamento social.
No ambiente de trabalho, 51% relataram estresse e 46%, exaustão extrema ou esgotamento físico. Outros 35% disseram ter percebido diminuição da atenção e 33%, queda de produtividade.
O estudante universitário Pietro Nascimento, 24, diz estar vivendo esta realidade. Ele decidiu sair da casa da família há pouco mais de um ano para morar sozinho em São Paulo (SP) em busca de mais independência e de um endereço mais próximo do trabalho.
No entanto, percebe que nenhum dinheiro sobra no fim do mês. “Só o aluguel consome quase metade da minha renda. Cerca de R$ 2.000 de um salário de R$ 4.500”, conta.
Embora pretenda comprar um imóvel no futuro, Nascimento afirma que ainda não conseguiu dar passos concretos nessa direção. “Continuo pesquisando imóveis mais baratos e formas de financiamento.”
Para especialistas da Serasa, a educação financeira é uma das formas de contornar a situação.
“Os dados mostram que a dificuldade de equilibrar o orçamento não é uma situação pontual. Quando esse cenário não se altera de um ano para o outro, vemos uma pressão persistente sobre a saúde financeira”, diz Délber Lage, CEO da SalaryFits, empresa da Serasa Experian.
“Essa falta de margem pode levar à busca por alternativas para complementar a renda ou financiar despesas do dia a dia.”

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O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) aprovou nesta segunda-feira (17) atualização das regras da Operação Lei Seca no país. Uma das principais novidades é que o aparelho para teste do bafômetro terá nova tecnologia para diferenciar o chamado álcool residual na boca proveniente de consumo recente de determinados alimentos, medicamentos ou produtos que contenham álcool em sua formulação.
A nova resolução prevê também uso de equipamento para comprovar se o motorista está dirigindo sobre influência de drogas ou outras substâncias psicoativas, acompanhando previsão já existente no CTB (Código de Trânsito Brasileiro).
A definição dos requisitos técnicos dos equipamentos, das substâncias detectáveis e dos parâmetros de medição é de competência do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).
A atualização, segundo o órgão, preserva os fundamentos da Lei Seca e busca tornar sua aplicação mais segura, uniforme e eficiente em todo o país.
Adrualdo Catão, secretário nacional de Trânsito, afirmou que a atualização era necessária para manter a regulamentação compatível com a legislação e com a realidade da fiscalização.
“A atualização da resolução era necessária porque a legislação mudou bastante nos últimos anos e alguns procedimentos precisavam ser ajustados a essa nova realidade. O principal ganho é de segurança jurídica, tanto para os agentes responsáveis pela fiscalização quanto para o cidadão, com regras mais claras, atuais e compatíveis com o que hoje está previsto em lei.”
Segundo o Contran, a atualização dá mais precisão aos procedimentos da Lei Seca, evitando dúvidas na aplicação das normas e oferecendo instrumentos mais adequados para que os órgãos de trânsito e de segurança pública possam fazer a fiscalização.
“A medida também contribui para uniformizar procedimentos em âmbito nacional, evitando interpretações distintas e estabelecendo uma base regulatória mais adequada às tecnologias atualmente disponíveis para a fiscalização de trânsito”, ressaltou o órgão.
A nova regulamentação vai substituir as normas que estavam em vigor desde 2013 e deve entrar em vigor assim que assim que foram publicadas no Diário Oficial da União.

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Apoio reforça candidatura a deputada estadual e destaca compromisso com o fortalecimento da saúde regional

A candidata a deputada estadual Andréa Castro recebeu um novo apoio à sua caminhada rumo à Assembleia Legislativa da Bahia. O ex-prefeito de Dário Meira, William de Alemão, declarou apoio à candidatura da advogada e ex-secretária de Promoção Social de Itabuna, destacando como principal motivação o compromisso de Andréa com o fortalecimento da saúde regional.

Para William de Alemão, a escolha de apoiar Andréa Castro foi baseada na necessidade de fortalecer as políticas públicas de saúde e ampliar a atenção às demandas dos municípios da região. “Escolhemos um critério, e o critério utilizado foi o fortalecimento da saúde. Sabemos que Andréa tem entre suas prioridades o fortalecimento da saúde regional, e nós estamos juntos para fortalecer a nossa cidade”, declarou William de Alemão.

O apoio de uma liderança com experiência na gestão municipal reforça a articulação de Andréa Castro com municípios da região e amplia o diálogo em torno de uma candidatura que tem entre suas principais bandeiras a defesa das famílias e o fortalecimento das políticas públicas.

Andréa Castro recebeu a manifestação de apoio com entusiasmo e destacou a importância de construir uma caminhada baseada na confiança e no compromisso com os municípios baianos. “Recebo com muita alegria o apoio e a confiança de William de Alemão. É uma demonstração de que estamos construindo uma caminhada com diálogo, união e, principalmente, com cada vez mais pessoas acreditando nesse projeto. Agradeço pela confiança e quero dizer que Dário Meira pode contar comigo”, afirmou Andréa.

O apoio de William de Alemão se soma a outras manifestações de lideranças que vêm aderindo à candidatura de Andréa Castro, ampliando sua presença e seu diálogo com diferentes municípios da Bahia.

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A Prefeitura de Itabuna, por meio do Departamento de Média e Alta Complexidade da Secretaria Municipal de Saúde, mantém na Policlínica Municipal 2 de Julho, na Avenida Mário Padre, Góes Calmon, um importante serviço voltado à realização de pequenas cirurgias e procedimentos especializados, garantindo atendimento qualificado e maior acesso da população à assistência em saúde.

Para a secretária municipal de Saúde, Lívia Mendes, a Policlínica 2 de Julho fortalece a Rede Municipal de Saúde ao realizar procedimentos especializados que não necessitam de uma estrutura hospitalar. Além disso, permite ao Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM) concentrar seus esforços nos casos de maior complexidade e urgência.

“Atendendo à determinação do prefeito Augusto Castro (PSD) na Policlínica Municipal garantimos maior resolutividade, redução do tempo de espera ao paciente e aproximamos o atendimento especializado da população”, resume.

De acordo com a Responsável Técnica da Policlínica Municipal Dois de Julho, enfermeira Ana Lúcia Oliveira, o Centro Cirúrgico da unidade realiza, em média, 20 cirurgias por semana.

Dentre os procedimentos estão: biópsias de tecidos moles, biópsias de lesões de pele, retirada de lipomas, cistos e nódulos, além de outros procedimentos de menor complexidade realizados em ambiente ambulatorial.

O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira com profissionais de diferentes áreas, incluindo cirurgião-geral, cirurgião de cabeça e pescoço, oncologista clínico e especialista em dermatologia oncológica, ampliando a capacidade de avaliação e cuidado dos pacientes.

São atendidos pacientes de Itabuna e municípios pactuados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) que necessitam de intervenções de pequeno porte, com acompanhamento de uma equipe especializada.

“Com uma rotina organizada e atendimento especializado, a Policlínica Municipal 2 de Julho fortalece a rede de saúde de Itabuna, ampliando o acesso da população a procedimentos que podem ser realizados de forma segura e qualificada na própria rede municipal”, reforça a enfermeira Ana Lúcia Oliveira.

Ela ressalta que antes da realização do procedimento, todos os pacientes passam por triagem com enfermeiros do setor que avaliam o perfil de cada caso e definem se o paciente está apto ao atendimento em regime de Day Hospital ou se precisa ser encaminhado para outro serviço de referência.

“A atuação da equipe é fundamental para garantir que cada paciente receba o atendimento adequado à sua necessidade, considerando que a unidade é destinada à realização de cirurgias de pequeno porte”, encerra a Responsável Técnica da Policlínica Municipal 2 de Julho.

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A área urbana no Brasil cresceu 12,27% no período de 2019 a 2022. Nesse intervalo, o país ganhou 5.954,99 quilômetros quadrados (km²) de malha urbanizada, isto é, uma área praticamente do tamanho do Distrito Federal (5.760 km²).

 

Os dados de 2022 são os mais recentes disponíveis e revelam que o país tinha 53.925 quilômetros quadrados de área urbanizada, o que representa apenas 0,6% de todo o território brasileiro. É como se toda a área urbanizada do país ocupasse o tamanho da Paraíba (56,5 km²).

 

Os dados fazem parte do levantamento Áreas Urbanizadas do Brasil, divulgado nesta terça-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

O instituto chegou às informações com base em interpretação de imagens de satélite. Por questões de metodologia, a única comparação possível é com os dados de 2019.

 

A analista da pesquisa, Andressa Rosas de Menezes, ressalta que o estudo não apresenta dados sobre número de população nas áreas mapeadas nem crescimento vertical das áreas. “A gente olha telhados, a gente vê de cima. Então essa pesquisa não traz nenhuma informação de verticalização”, diz.

 

ÁREAS DENSAS E VAZIOS

Veja como o IBGE detalha a extensão urbana do país:

  • Áreas urbanizadas (identificadas pela presença de moradias, comércio e indústrias): 48,8 mil km²
  • Outros equipamentos urbanos (estruturas não residenciais como aeroportos, portos, cemitérios, estação de tratamento de água e usinas fotovoltaicas): 1,6 mil km²
  • Vazios intraurbanos (áreas não edificadas dentro do tecido urbano, como parques e lagoas): 503 km²
  • Loteamentos vazios (áreas com arruamento definido, mas sem edificações suficientes para serem consideradas urbanizadas, representando vetores de expansão): 2,9 mil km²

Outra classificação feita pelo instituto é relacionada à densidade das áreas urbanizadas:

  • Densa (forte concentração de edificações e pouca arborização ou espaços vazios): 70,66% do total
  • Pouco densa (construções mais espaçadas, comuns em periferias ou vetores de expansão): 23,88%
  • Loteamentos vazios (áreas com arruamento definido, mas ainda sem construções significativas): 5,46%

A analista da pesquisa aponta que os objetivos do estudo são mapear e medir as formas urbanas e a sua distribuição em todo o território nacional, de forma a acompanhar a evolução do fenômeno urbano. “Isso possibilita retratar e projetar a distribuição da urbanização, fornecendo dados essenciais para o planejamento urbano para a implementação de políticas públicas e impactando análise de questões como mobilidade, habitação e sustentabilidade”, destaca.

 

CONCENTRAÇÃO DA URBANIZAÇÃO

O levantamento identificou a concentração da ocupação urbana em municípios costeiros. Essas cidades ocupam 5,02% do território do país, mas representam 19,5% de toda a área urbanizada.

 

No outro extremo, a Amazônia Legal (abrange os estados de Rondônia, do Acre, Amazonas, de Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, de Mato Grosso e a maior parte do Maranhão) ocupa 59,11% da área do país, mas apenas 14,27% da extensão urbanizada.

 

“Podemos notar uma forte concentração da urbanização no litoral brasileiro”, assinala Andressa Rosas.

 

Ela completa a análise destacando que, na faixa de fronteira e no interior do país, a ocupação é “mais rarefeita”. Ela acrescenta que a urbanização acompanha os principais eixos rodoviários do país.

 

O IBGE revelou também que metade da área urbanizada (50,35%) está em cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia.

 

Apesar de não constar na lista das maiores áreas, o Distrito Federal figura como unidade da Federação com maior proporção de área urbanizada: 11,5% de seu território. De acordo com a analista, isso acontece por causa da “extensão diminuta do território e pelo planejamento coordenado para a urbanização e integração do interior brasileiro”. Na outra ponta, Amazonas tem apenas 0,05% de superfície urbanizada.

 

CIDADES COM MAIOR ÁREA URBANA

Ao classificar as cidades pelo tamanho de área urbana, a pesquisa mostra que, das dez maiores extensões, apenas a última, Campinas, no interior paulista, não é capital.

1. São Paulo 922,41 km²
2. Brasília 662,54 km²
3. Rio de Janeiro 644,36 km²
4. Curitiba 338,41 km²
5. Goiânia 312,71 km²
6. Manaus 287,18 km²
7. Belo Horizonte 279,09 km²
8. Fortaleza 254,91 km²
9. Campo Grande 254,29 km²
10. Campinas (SP) 253,56 km²

 

O instituto calculou também quais cidades têm maior proporção de área urbanizada. Em todo o país, 20 municípios têm mais de 60% do território ocupado pela urbanização, sendo 11 no estado de São Paulo:

 

Cidades com maiores proporções de superfícies urbanizadas Área urbanizada
1. São Caetano do Sul (SP) 100%
2. São João de Meriti (RJ) 99,99%
3. Olinda (PE) 96,36%
4. Carapicuíba (SP) 94,29%
5. Osasco (SP) 93,38%
6. Taboão da Serra (SP) 91,44%
7. Diadema (SP) 89,63%
8. Belo Horizonte 84,23%
9. Jandira (SP) 82,61%
10. Poá (SP) 82,51%
11. Fortaleza 81,61%
12. Belford Roxo (RJ) 79,66%
13. Curitiba 77,81%
14. Mauá (SP) 69,99%
15. Barueri (SP) 66,30%
16. Recife 66,02%
17. Hortolândia (SP) 62,44%
18. Ferraz de Vasconcelos (SP) 61,28%
19. São Paulo 60,64%
20. Natal 60,34%

 

Para Andressa Rosas, as áreas urbanizadas do Brasil apresentam dinâmicas heterogêneas que demandam “respostas integradas por meio do monitoramento geoespacial, além de indicadores socioambientais, no sentido de orientar políticas públicas de ordenamento territorial”.

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A Prefeitura de Itabuna, através da Secretaria de Gestão e Inovação, alerta profissionais do Magistério e beneficiários quanto ao prazo de impugnações à lista preliminar de precatórios do FUNDEF, que termina no próximo dia 24. A advertência é do secretário Pedro Aracatibe durante entrevista ao radialista Cacá Ferreira, titular do Programa Difusora em Revista, nesta segunda-feira, dia 17.

O secretário lembrou que são beneficiários dos precatórios do FUNDEF profissionais do Magistério da educação básica que estiveram em efetivo exercício na rede pública municipal de ensino de Itabuna entre 1º de janeiro de 1998 e 31 de dezembro de 2006.

Aos herdeiros de beneficiário falecido, o pagamento somente será realizado mediante apresentação de alvará judicial contendo a indicação do valor ou percentual devido a cada requerente, nos termos do art. 13, caput e §1º, da Lei Municipal nº 2.763/2026.

Para consultar a elegibilidade, o professor, eventual herdeiro de beneficiário falecido, ou qualquer interessado deve inserir o CPF para verificar se possui registros associados ao rateio do FUNDEF. No site oficial da Prefeitura há um banner para consultas e apresentação de impugnação.

Na entrevista, ele disse que “desde o dia 10 deste mês há a possibilidade de apresentação de recursos à Comissão de Acompanhamento dos Precatórios do FUNDEF como descrito no Anexo I do Edital de Habilitação nº 01/2026, publicado na edição eletrônica do Diário Oficial do Município do dia 5”.

O titular da Secretaria de Gestão e Inovação o Edital publicado estabeleceu que a lista constante no Anexo II tem caráter preliminar e se sujeita à retificação, não constituindo reconhecimento definitivo de direito ao rateio, já que a publicação de que observará quanto aos dados pessoais constantes da lista como disposto.

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Mais da metade das brasileiras já sentiu na pele o avanço das bets, seja jogando, seja arcando com a conta. Entre elas, 42% apostam ou já apostaram, e outras 12% que nunca apostaram dizem sofrer os efeitos do vício de parceiros ou parentes.
Entre as mulheres que apostam, as que têm filhos jogam cerca de 1,6 vez mais do que as sem filhos, sugerindo que, para essas mães, jogar tem menos a ver com lazer ou adrenalina e mais com a tentativa de fechar as contas do mês.
Os dados são do estudo “Mulheres & Bets”, divulgado pela Clarice, estúdio de pesquisa sobre mulheres e poder, em parceria com o Instituto Estratégia Latina e o Instituto de Pesquisa IDEIA. O levantamento combina 20 grupos qualitativos com 60 mulheres e homens e uma enquete nacional com 2.008 entrevistados, feita em julho.
O avanço das apostas entre as mulheres também se reflete nos participantes dos encontros dos Jogadores Anônimos, entidade de acolhimento de pessoas com problemas relacionados ao jogo.
Entre novembro de 2024 e julho deste ano, quando a Folha participou de reuniões, o crescimento do número de mulheres participantes também foi perceptível.
Na visita mais recente, elas eram quase um terço da presença na sala. Havia desde uma gestante que relatava as dificuldades de abandonar os caça-níqueis online, até uma mãe que só conseguiu largar o jogo há cerca de nove meses ao pensar no filho. Esta última, hoje, tem receios de se aproximar de familiares da nova namorada, devido à relação deles com o jogo.
“As mulheres que apostam, as mães que apostam, não apostam para serem a Virgínia, como as pessoas ficam achando”, diz Beatriz Della Costa, cofundadora da Clarice e uma das porta-vozes do estudo, em referência à influenciadora conhecida pela vida de luxo e pelos contratos de publicidade milionários com bets.
“Elas apostam para pagar o bolo do aniversário, para ir comer num japonês, para pedir um delivery, para comprar material escolar. É como se fosse a terceira renda”, acrescenta.
Para a pesquisadora, essa é a chave que explica por que a aposta se disseminou com tanta força entre as mães: ela promete um atalho para uma vida que deixa de ser apenas sobrevivência e passa a ser mais digna.
“Tem a ver com o cuidado também. As bets atuam nesse lugar: ‘eu vou jogar para cuidar melhor de mim, da minha família.’ Só que, no fim, não é isso que acontece.”
Na leitura de Della Costa, o fenômeno das apostas entre mulheres não pode ser entendido sem olhar para o momento em que as plataformas se popularizaram no Brasil.
O jogo de azar online foi legalizado no Brasil em 2018, ganhou tração na pandemia de Covid e capturou mais de R$ 10 bilhões das famílias brasileiras pela primeira vez em 2021, segundo a consultoria H2 Gambling Capital.
Essa camada de mulheres, pondera a pesquisadora, perdeu renda, emprego e estabilidade num momento em que as apostas online passaram a oferecer a promessa de dinheiro rápido. “As bets chegaram muito nesse momento, quando a pandemia começou, e ofereceram esse lugar muito fácil de ganho rápido de recurso, como um complemento de renda”, diz.
Entre 2019 e 2025, quando o mercado de apostas corria sem regras de publicidade nem de prevenção ao vício, o marketing ocupava sobretudo as redes sociais, dada a aversão da mídia tradicional ao risco reputacional. Ainda sem fiscalização do governo, influenciadores anunciavam caça-níqueis como fonte de renda extra, junto de falsas “estratégias vencedoras”.
No fim da pandemia, a catarinense Bianca Araújo, 38, conheceu as apostas online por intermédio do ex-marido e das redes sociais, um cenário prevalente segundo o relatório da Clarice. O jogo levou Bianca a perder o casamento, as economias e a moradia entre 2021 e 2023.
“O tamanho do prejuízo foi mais de R$ 500 mil em dinheiro. Eu peguei empréstimo tanto no meu CNPJ como no meu CPF. A gente tinha uma caminhonete, uma Ford Ranger, e a vendeu por R$ 210 mil. Em uma semana, a gente gastou R$ 150 mil. É uma doença mesmo, uma loucura”, recorda Araújo.
Araújo diz que começou com palpites esportivos vencedores e avaliou que poderia ter uma fonte de renda. Ela lembra que passou o ano de 2021 entre ganhos e perdas, enquanto mantinha um negócio em paralelo de venda de cursos.
Em 2022, o saldo da conta da esteticista começou a cair. “Chegou um momento no fim de 2022 que eu e meu ex-marido decidimos vender os móveis porque eu não tinha dinheiro nem para voltar para a casa da família.”
Depois de uma recaída em meados de 2023, decidiu parar após faltar dinheiro para o aluguel e mantém-se abstêmia há três anos. “Eu tive muitas crises de pânico, sentia dor no meu corpo. Acelerava meu coração de preocupação”, lembra.
Para o psiquiatra Aderbal Vieira Júnior, responsável pelo ambulatório de tratamento de dependências de comportamentos do Proad (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes), da Unifesp, o crescimento das apostas entre mulheres acompanha uma mudança no papel social feminino.
Segundo ele, o jogo, historicamente mais associado aos homens e à ideia de provedor, passa a ser procurado também por mulheres que enfrentam a pressão de conseguir dinheiro para sustentar a casa ou atender às necessidades dos filhos. “À medida que as mulheres também entram nesse perfil de ser a pessoa que tem que prover alguma coisa, conseguir algum dinheiro, elas também vão correr atrás do jogo com essa função”, afirma.
Vieira Júnior ressalta, porém, que é preciso diferenciar o aumento do número de pessoas que jogam daquelas que desenvolvem um comportamento problemático ou uma dependência. “O uso está crescendo, o uso problemático também está crescendo, mas nem todo uso é um problema”, diz.
Para ele, entre os jogadores problemáticos estão tanto os que acreditam que conseguirão ganhar dinheiro fácil quanto aqueles que, diante de dificuldades financeiras, apostam como uma espécie de última alternativa. A dependência, por sua vez, seria uma parcela ainda menor e envolve perda de controle, prejuízos e um progressivo empobrecimento da vida da pessoa.
Segundo o relatório da Clarice, mulheres solteiras, como Araújo, têm mais facilidade para reconhecer o problema e abandonar o jogo. As mães relatam menos vergonha ao apostar e recorrem mais raramente à sensação de estarem fazendo algo errado.
Quando o problema se agrava, o custo emocional é mais alto sobre elas, e não menor, indica a pesquisa. Apostar, para elas, significa colocar em risco o papel social que lhes foi atribuído. “Elas têm mais vergonha porque estão botando em risco o papel destinado a elas. Elas se sentem falhando, inclusive, como mães”, afirma Della Costa.
A recomendação do relatório de restringir primeiro os jogos de cassino digital, uma modalidade incluída na regulamentação de 2023, e não as apostas esportivas, também nasce desse recorte de gênero.
É essa a modalidade mais usada pelas mulheres, segundo a pesquisadora, e a mais viciante justamente por seu retorno imediato.
“As apostas esportivas têm um processo mais longo. Você faz a aposta e espera o jogo acontecer. O cassino online é muito mais rápido, muito mais acessível, e é uma porta de entrada muito mais rápida para o vício”, explica Della Costa.
Em nota, associações do setor, como a ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), dizem que os sites autorizados pelo governo têm mecanismos para evitar o acesso de pessoas dependentes e passam por uma competição injusta com bets ilegais, que não pagam nem a licença de R$ 30 milhões nem têm custos regulatórios.
Embora as diferenças entre homens e mulheres estejam diminuindo com a popularização dos jogos pelo celular, Vieira Júnior, da Unifesp, ainda observa padrões distintos. “Ainda é muito mais frequente homem apostar em bet e mulher apostar nesses joguinhos de cassino virtual. A bet é uma coisa mais masculina, tigrinho, etc., é uma coisa mais feminina”, afirma.
Nos atendimentos, o psiquiatra diz perceber uma aproximação entre homens e mulheres: se antes as mulheres representavam cerca de um terço dos pacientes, hoje elas já correspondem a “uma boa metade”, embora ressalve que os números de seu serviço são pequenos para permitir conclusões estatísticas.
O relatório da Clarice aponta que o tema das apostas é hoje um dos poucos que escapam da polarização política brasileira. Mas, para Della Costa, essa unanimidade convive com uma ambiguidade de fundo.
“O governo ainda não se posicionou de um jeito claro: ‘Isso aqui precisamos proibir.’ As pessoas dizem: eu sei que é ruim, mas eu quero”, pondera.
Para ela, medidas recentes de restrição, como o intervalo obrigatório entre apostas, atenuam o problema, mas não o resolvem, porque não atacam sua raiz. “Não é sobre estar num jogo. Se ela já é muito hábil, vai abrir outro link, e outro, e outro”, afirma.
A pesquisadora defende que qualquer resposta institucional inclua um investimento maior na origem do problema, ou seja, a pressão financeira que empurrou essas mulheres para as plataformas. “O que o nosso dado revela é: não é para enriquecer, é para ter uma vida digna”, resume.
Foi a vontade de melhorar de vida e comprar um carro que motivou uma jovem de 23 anos a apostar, segundo relato à Folha da mãe, a assistente administrativa Viviane, 49, de São Paulo. Ela conta que a filha começou a apostar há cerca de cinco anos, após perder o emprego e ser incentivada por colegas.
A situação se agravou no ano passado, quando a jovem pegou dinheiro com um agiota que conheceu pela internet. Depois de não conseguir quitar a dívida, o homem descobriu os dados e o endereço da família e passou a fazer cobranças.
“Eu entrei em desespero. Tive que falar com o meu chefe na hora, peguei o dinheiro e dei para pagar o agiota”, relata Viviane.
A mudança começou neste ano, quando o irmão da jovem também decidiu parar de jogar e descobriu que era possível bloquear o CPF para impedir o acesso às apostas.
Ele fez o bloqueio e orientou a irmã a fazer o mesmo, acompanhando o procedimento pelo celular.
“Foi quando a gente conseguiu começar a ter paz, daí ela parou definitivo”, afirma Viviane. A filha está há cerca de cinco ou seis meses sem jogar, mas as consequências financeiras ainda permanecem: a família continua pagando dívidas e Viviane calcula que ainda restam cerca de R$ 5.000. “Eu passei muito nervoso, muito, muito, muito. Teve hora de me dar desespero.”

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O Brasil registrou 57% de cobertura da amamentação exclusiva entre bebês de 0 a seis meses acompanhados pela Atenção Primária (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados foram do ano de 2025. Os números fazem parte do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) que, desde 2015, passou a disponibilizar de forma padronizada e contínua os marcadores de consumo alimentar.

 

Segundo o Ministério da Saúde,  este índice representa a proporção dos bebês de 0 a seis meses que são acompanhados pela APS e estão em aleitamento materno exclusivo, ou seja, recebem somente leite materno, sem a oferta de água, chás, sucos, outros líquidos ou alimentos.

 

Neste ano, foram avaliados de forma parcial indicando que até agosto 59% dos bebês de até seis meses acompanhados pela APS estão em aleitamento materno exclusivo. Desde o começo da série, em 2015, as maiores coberturas foram em 2024 e 2025, ambas com 57%. De acordo com a pasta, os dados do Sisvan se referem exclusivamente àqueles bebês que fazem o acompanhamento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

 

Outro levantamento feito, o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI-2019), um inquérito nacional representativo da população brasileira, indicou que 45,8% das crianças brasileiras entre 0 e seis meses recebem leite materno exclusivamente. De acordo com o órgão, a meta da OMS para 2030 é de 60% de aleitamento materno exclusivo em crianças menores de 6 meses.

“A Atenção Primária à Saúde tem papel fundamental na proteção, promoção e apoio à amamentação. É nas UBS que as famílias encontram profissionais que acompanham a gestação, o pós-parto e o crescimento da criança, oferecendo escuta, orientação e suporte diante dos desafios que podem surgir ao longo desse percurso. Fortalecer esse cuidado próximo e contínuo é essencial para que mais mulheres se sintam apoiadas e tenham condições de amamentar”, explicou a secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o primeiro genérico das canetas semaglutida, substância usada no controle do diabetes tipo 2, conhecidas como “canetas emagrecedoras”.  O registro foi concedido à EMS, que vai comercializar o produto sob o nome Ozivy.

 

Os genéricos são aqueles considerados equivalentes aos de referência, com o mesmo princípio ativo, mesma dose e forma farmacêutica. Com o Ozempic, não havia como fazer um medicamento genérico, porque ele era um medicamento biológico, já a EMS tem uma semaglutida sintética, permitindo uma versão genérica.

 

A farmacêutica ainda não informou prazo de lançamento nem preço da caneta injetável. Hoje, a caneta considerada o medicamento de referência, a Ozivy, custa R$ 333 pelo programa de fidelidade. Pela regra, genéricos são 35% mais baratos.

 

O registro da EMS contempla quatro apresentações:

 

  • 1,34 mg/mL, caneta de 1,5 mL com aplicador e 6 agulhas
  • 1,34 mg/mL, kit com 2 canetas de 1,5 mL, 2 aplicadores e 10 agulhas
  • 1,34 mg/mL, caneta de 3 mL com aplicador e 4 agulhas
  • 1,34 mg/mL, kit com 2 canetas de 3 mL, 2 aplicadores e 8 agulhas

 

A entrada de genéricos no mercado da semaglutida deve intensificar a disputa entre laboratórios por uma substância cuja demanda no Brasil cresceu com a busca por tratamentos para obesidade, e cuja oferta hoje ainda depende quase exclusivamente do medicamento de referência.

 

GENÉRICO X SIMILARES
A empresa Germed conseguiu o registro de medicamento similar também à base de semaglutida. Assim como os “genéricos”, os “similares” são cópias do medicamento de referência, com mesma composição química, concentração, eficácia, segurança e qualidade. 

 

A diferença é que, diferentemente dos genéricos, podem ter diferenças em características como excipientes, embalagem, rotulagem, prazo de validade, entre outros.

 

No caso do medicamento da Germed, foram aprovadas as medicações nas seguintes apresentações:

 

  • 1,34 mg/mL, caneta de 1,5 mL com aplicador e 6 agulhas
  • 1,34 mg/mL, kit com 2 canetas de 1,5 mL, 2 aplicadores e 10 agulhas
  • 1,34 mg/mL, caneta de 3 mL com aplicador e 4 agulhas
  • 1,34 mg/mL, kit com 2 canetas de 3 mL, 2 aplicadores e 8 agulhas
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