A Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal da Educação (SECUD), por meio da Coordenação da Educação Básica, convoca todos os profissionais da Rede Municipal de Ensino para o Dia “D” da Apropriação dos Dados, uma importante etapa de análise dos resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), que ocorrerá a partir desta terça-feira, 29, até 1º de outubro.

A coordenadora do Departamento da Educação Básica da SEDUC, professora Lílian Pereira, reforça que esta ação é orientada pelo Ministério da Educação, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e pelo Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed).

E explica que o objetivo é promover uma análise cuidadosa dos indicadores educacionais de cada unidade escolar, permitindo identificar os avanços, os desafios e, principalmente, as principais necessidades de aprendizagem dos estudantes da Rede Municipal de Ensino.

Para Lilian, mais do que conhecer números, a proposta é fazer com que os dados sejam utilizados como ferramenta para orientar decisões e fortalecer o trabalho pedagógico. !A partir dessa análise, cada escola deverá definir suas prioridades e construir estratégias capazes de transformar os resultados em ações pedagógicas concretas, alinhadas à realidade de seus estudantes”.

A coordenadora-geral da Educação Básica, Lilian Pereira, reforça que o Dia D representa um momento fundamental para que a rede avance a partir de uma leitura consciente dos resultados. “Esse é um momento muito importante para nossas escolas, porque os dados nos ajudam a compreender onde estamos, quais são os nossos desafios e, principalmente, quais caminhos precisamos construir para garantir a aprendizagem dos nossos estudantes”

A Coordenação da Educação Básica reforça que a participação das equipes escolares é essencial para que esse processo seja coletivo, responsável e comprometido com a educação pública de qualidade. “É a partir dos dados que Itabuna identifica desafios, define prioridades e constrói novos caminhos para a aprendizagem”, encerra.

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A Segunda Câmara do Tribunal de Contas da União (TCU) publicou dois acórdãos com efeitos distintos para ex-prefeitos de Itabuna e Ilhéus. Um deles julgou regulares as contas de Claudevane Leite, Vane, e manteve a cobrança ligada ao espólio de Fernando Gomes. O outro anulou a citação de Mário Alexandre, Marão (Avante), em um processo sobre recursos para atender vítimas das chuvas. O PIMENTA teve acesso às duas decisões colegiadas, publicadas na sexta-feira (25).

No caso de Itabuna, o TCU acolheu o recurso de Vane em uma tomada de contas sobre verbas federais para obras de contenção de encostas e drenagem. Os ministros julgaram suas contas regulares e lhe deram quitação plena. Os pontos da decisão anterior que o responsabilizavam perderam efeito apenas em relação a ele.

O mesmo acórdão manteve irregulares as contas do ex-prefeito Fernando Gomes. O tribunal determinou o ressarcimento pelo espólio ou, se já houve partilha, pelos sucessores, até o limite do patrimônio que receberam. Os dois débitos históricos somam R$ 2,64 milhões. A decisão também registra créditos a abater, além de prever atualização e juros.

CHUVAS EM ILHÉUS

Já o processo referente a Ilhéus examina a aplicação de recursos federais enviados para prestar assistência a pessoas afetadas pelas chuvas de 21 de abril de 2023, quando Marão governava o município. A transferência previa atendimento a 17.158 pessoas atingidas direta ou indiretamente pelo desastre.

Nesse caso, o TCU declarou nula a citação por edital do ex-prefeito e todos os atos posteriores, incluindo o Acórdão 1.675/2026. Os ministros determinaram que ele seja citado novamente, de preferência nos endereços profissional e eletrônico informados por sua defesa.

A decisão sobre Mário Alexandre é processual. O tribunal não julgou agora se os recursos foram aplicados corretamente. A nova citação permitirá que o processo siga com a apresentação da defesa.

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Uma força-tarefa do governo federal derrubou 506 sites com indícios de oferta irregular de apostas online depois da edição da medida provisória (MP) que proibiu as bets no Brasil. Uma rede para divulgação de apostas online com 212 mil usuários no Telegram também é monitorada.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) informou que ampliou o monitoramento do mercado de apostas online no ambiente digital depois da publicação da MP do fim das bets por meio de força-tarefa entre a pasta e o Ministério da Fazenda (MF).

“O trabalho busca interromper o acesso a plataformas que operem sem autorização e impedir que novos endereços sejam usados para oferecer apostas ao público brasileiro”, informou, em nota, o MJSP.

Um relatório do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) do MJSP identificou que a publicidade de bets continuava circulando em plataformas da Meta, do Google e no TikTok. Os anúncios chamavam para novos cadastros com oferta de bônus e incentivos como “convide amigos e ganhe R$ 888,00” e “Ganhe R$ 50,00 grátis”.

A MP editada na sexta-feira (25) prevê dez dias de prazo para retirada de publicidade que já estava em circulação, proibindo qualquer novo anúncio.

No Google, foram identificados 1,9 mil anúncios de bets.

“Não foi possível separar, nesse conjunto, quais anúncios eram novos e quais já estavam ativos antes da proibição”, diz o informe do ministério.

O Ciberlab anunciou que vai continuar monitorando as plataformas para verificar o cumprimento da legislação e pediu medidas das bigtechs para detectar páginas com identidade dissimulada e links mascarados.

META

Na Meta, o Ciberlab identificou sete anúncios, sendo que dois deles começaram a ser veiculados durante a vigência da medida provisória. O documento do órgão do MJSP pede a notificação da Meta para derrubada dos anúncios que começaram após edição da MP.

“Alguns anúncios utilizavam nomes de páginas diferentes das marcas exibidas e links cujo domínio também não correspondia à marca anunciada. O relatório aponta que esses elementos podem indicar ocultação do anunciante real e do destino do tráfego”, informou o Ciberlab.

Ainda segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, as ações contra os 506 sites suspeitos e o monitoramento da publicidade das bets fazem parte da “estratégia de impedir que a oferta de apostas continue por novos domínios, anúncios, aplicativos e outros caminhos no ambiente digital”.

TELEGRAM

A força-tarefa do governo ainda identificou 43 canais e grupos ativos no Telegram com propaganda e divulgação de apostas e jogos de cassino online que somam 212,6 mil membros.

A relação dessas contas foi encaminhada neste domingo (27) aos órgãos competentes da Fazenda e da Justiça “para verificação técnica e administrativa da situação dos operadores e adoção das providências cabíveis”.

O governo identificou promessas de “260% de lucro mensal”, oferta de “robôs” para apostas e alegações de taxas de acerto de até 99,8%.

“A atuação integrada busca impedir que a retirada formal das bets seja contornada pela migração das atividades para redes sociais, aplicativos, grupos fechados, canais clandestinos ou plataformas hospedadas fora do país”, diz nota do MJSP.

BETs ILEGAIS

Após a publicação da MP proibindo as bets, teriam surgido 440 novos sites de apostas online sem registro no Brasil. Os dados são do site Bet Legal, mantido pela empresa de cibersegurança Iron Security, que presta serviços a casas de apostas online no Brasil.

Essa plataforma começou a medir o número de bets irregulares em 1º de setembro deste ano, com os primeiros sites irregulares detectados a partir do dia 21 de setembro, quatro dias antes da publicação da MP pelo governo federal.

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A articulação da Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (SEAGRIMA), Conselho de Desenvolvimento Sustentável Litoral Sul (CDLS-LS) e Grupo SMC Engenharia contribuiu para a seleção da cidade para receber unidades destinadas às famílias da zona rural.

O Município de Itabuna foi selecionado para receber 50 unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida Rural (MCMV Rural), iniciativa do Governo Federal voltada à melhoria das condições de moradia das famílias que vivem em áreas rurais.A seleção foi divulgada pelo Ministério das Cidades.

A participação de Itabuna no programa foi resultado do trabalho conjunto das instituições envolvidas. A SEAGRIMA contribuiu para a articulação com as comunidades rurais, apoiando a identificação e organização das famílias e aproximando o programa das necessidades da população que vive e trabalha no campo.

O CDS Litoral Sul atuou na organização e no suporte técnico necessários ao desenvolvimento da proposta e ao cumprimento das etapas e exigências estabelecidas pelo Governo Federal.
Já o Grupo SMC Engenharia, responsável pela execução das moradias, também participou da construção da proposta em conjunto com as instituições participantes. A execução do projeto depende da finalização e publicação da Caixa Econômica Federal.

MORADIA E DESENVOLVIMENTO RURAL

A seleção das unidades representa uma ação importante para ampliar o acesso à moradia adequada na zona rural de Itabuna, beneficiando famílias que vivem e trabalham no campo.
Além de contribuir para melhores condições de habitabilidade no campo, a iniciativa integra uma perspectiva mais ampla de desenvolvimento rural, que envolve agricultura familiar, infraestrutura, acesso à políticas públicas e qualidade de vida.

Para o prefeito Augusto Castro (PSD), a participação no programa federal de habitação reforça a atuação do seu governo, através da Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente, na busca por políticas públicas que contemplem não apenas a produção agrícola, mas também as condições de vida das famílias e o fortalecimento das comunidades rurais.

A seleção de Itabuna demonstra ainda, a importância da articulação entre poder público, instituições territoriais e parceiros privados para viabilizar ações voltadas às necessidades da população rural.

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A Lei Antifacção, criada sob a promessa de reformar o combate às maiores organizações criminosas do país, chega a seis meses em vigor com dezenas de ações que a utilizaram para enquadrar grupos armados e violentos, mas também casos que têm pouca relação com as ideias originais do projeto.
Entre eles há processos contra adolescentes infratores, funkeiros acusados de apologia ao crime organizado e de lavagem de dinheiro, e entregas de cestas básicas em bairros de periferia a mando de chefes do crime.
Levantamento da Folha a partir de decisões publicadas em diários oficiais mapeou 45 casos abertos com base em dispositivos da lei. Desses, pelo menos 20 já evoluíram para denúncia; outros, por sua vez, estão ainda na fase de inquérito. Nenhum deles foi julgado.
Considerada uma das maiores mudanças legislativas recentes, a norma criou o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado, modificou normas já existentes e instituiu novos tipos penais para punir facções, agora chamadas de organizações criminosas ultraviolentas.
A maior parte dos processos se concentra no Ceará, que há dois anos enfrenta uma onda de expansão de facções criminosas locais que se associam ou ao CV (Comando Vermelho) ou ao PCC (Primeiro Comando da Capital). Dos 45 casos identificados pela reportagem, 12 estão no estado.
Os processos envolvem denúncias por domínio social estruturado —as ações miram suspeitos de retirar à força moradores de suas respectivas residências, muitas vezes à mão armada ou mediante ameaça.
Mas investigações também esbarram em colaboradores ou pessoas contratadas por supostos integrantes de facções que alegam não saber que estavam envolvidas com o crime organizado.
É o que aponta o processo contra Luiz Vieira da Silva, Israel de Oliveira e outras duas pessoas acusadas de integrar organização criminosa ultraviolenta para dominar o território de uma comunidade em Fortaleza (CE).
O grupo foi preso em 27 de maio guardando 99 cestas básicas num carro coberto por lona. Segundo a Promotoria, as cestas seriam entregues a moradores a partir de uma ordem do Comando Vermelho para celebrar a vitória da facção carioca numa disputa travada contra a rival Massa Carcerária.
Mensagens obtidas pela Polícia Civil do Ceará continham ordens para que moradores deixassem suas casas naquele dia para dar espaço ao evento da facção, aponta a denúncia. A defesa dos réus traz outra versão: contratados para entregar cestas básicas, eles não teriam como saber que estavam a serviço de chefes do crime.
“Israel [Oliveira] já tem mais de dez anos em um instituto reconhecido por fazer ações sociais. As páginas das redes sociais dele têm dezenas, se não centenas de mensagens de pessoas agradecendo pelo trabalho dele”, diz o advogado Pietro Barbacovi, que o defende. “Ele foi um bode expiatório, infelizmente.”
Já a defesa de Luiz Fernando diz que a investigação demonstra “de forma cabal a total ausência de indícios de autoria ou de qualquer participação dele nos fatos alegados”.
FUNK, LAVAGEM DE DINHEIRO E APOLOGIA
Além do domínio social estruturado, a lei também criou o crime de aderir ou promover uma organização ultraviolenta, previsão que tem atingido artistas por supostas menções a criminosos em suas músicas.
Foi o que ocorreu com João Vitor Minervino, o MC Black da Penha, preso em 26 de abril após se apresentar numa casa noturna em Fortaleza. Ele foi detido em razão da música “Tropa do Alok”, que, segundo a polícia, faz menção a um líder do CV na cidade.
Ele negou que a letra faça referência ao criminoso, mas, segundo o Ministério Público, declarou ser integrante do CV ao entrar na prisão. Acabou denunciado por favorecimento a organização ultraviolenta.
A reportagem telefonou e mandou mensagens ao advogado do MC na tarde desta quarta, mas não recebeu resposta.
O caso dele foi um dos motivos que levaram a Justiça Federal em São Paulo a enquadrar na Lei Antifacção o inquérito que apura elos do funkeiro MC Ryan com o PCC e com o CV. A medida atendeu um pedido da PF. A conexão, diz a corporação, ocorre porque Black da Penha era agenciado por empresas de Ryan.
A defesa de Ryan diz que houve “uma verdadeira banalização e extrema simplificação de uma lei que exige muito mais para ser aplicada a uma causa”. O advogado Felipe Cassimiro disse que entrou com um recurso no Tribunal Regional Federal da 3ª pedindo que a aplicação da Lei Antifacção seja afastada.
“Os elementos utilizados para justificar a incidência de uma legislação tão excepcionalíssima não são suficientes”, escreveu Cassimiro.
A discussão ocorre ao mesmo tempo em que há dúvidas sobre se parte do texto tem ou não amparo constitucional. Um dos pontos polêmicos envolve o tribunal do júri, que analisa crimes contra a vida.
A lei afastou o julgamento popular nos casos em que o homicídio é praticado por facções e direcionou a análise dos casos a um colegiado de magistrados.
Juízes estaduais dizem que esta é uma medida inconstitucional. Em 25 de junho, o juiz Nearis dos Santos Carvalho, da 3ª Vara Criminal de Niterói (RJ), recebeu uma denúncia por homicídio contra dois suspeitos de integrar o CV.
Apesar disso, manteve a competência do júri e declarou que a medida prevista na Lei Antifacção não se aplica ao caso por ser inconstitucional. A decisão ainda pode ser revertida.
A questão do júri é uma das críticas de Mário Luiz Sarrubbo, ex-secretário nacional de Segurança Pública. Um dos autores da redação original do projeto, ele diz que o texto acabou desfigurado no Congresso Nacional porque perdeu pontos considerados importantes no combate à lavagem de dinheiro.
“Há dispositivos claramente inconstitucionais [na lei] e a tendência é eles serem derrubados”, disse Sarrubbo. A versão final, na avaliação dele, “não acrescenta nada ao combate ao crime organizado” e tem foco excessivo nos “soldados rasos” das facções.
Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, a defesa de um homem de 22 anos tenta reverter sua prisão preventiva decretada após a polícia, acionada pelo pai dele, encontrar em seu quarto 23 pinos vazios. A Promotoria diz que ele teria vínculos com o CV.
No mesmo estado, a Justiça determinou a internação de dois adolescentes que picharam “PCC 1533” em local público. O juiz do caso concluiu que a conduta vai além do vandalismo e pode configurar ato infracional análogo a um dos tipos penais criados pela lei.
Há também inquéritos maiores. No Paraná, uma investigação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado) contra dez pessoas apura a criação de uma suposta célula ligada ao PCC para atentar contra policiais e outras autoridades em Londrina. O caso é tratado à luz da Lei Antifacção.
O deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP), presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados e relator do projeto, rebate as críticas e diz que o período de seis meses é curto para avaliar a eficácia da lei.
“A lei não pune apenas o ‘soldado raso’. Ela gradua a resposta: pena aumentada para quem comanda e para quem financia, presídio federal para lideranças e progressão só após 75% da pena para o comando”, disse, em nota. “O que ela não aceita é a ideia de que o executor pode esperar enquanto se investiga a cúpula.”
“Asfixia financeira e repressão ao controle territorial não são alternativas: são complementares. Nenhum país que enfrentou o crime organizado com sucesso escolheu uma delas”, escreveu.
O relator do texto na Câmara, Guilherme Derrite (PP), foi procurado duas vezes por meio de sua assessoria para comentar o tema, mas não deu retorno. Ele atualmente é candidato ao Senado por São Paulo.

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A sessão de mediação realizada nesta quarta-feira (23) pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) entre bancários e a Caixa Econômica Federal foi finalizada sem acordo para o fim da greve.
O encontro, que aconteceu a pedido do MPT (Ministério Público do Trabalho), contou com a participação da Caixa, da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT) e da Contec (Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito).
A decisão de ir ao TST foi tomada depois que os empregados recusaram a terceira proposta do banco na assembleia que aconteceu na segunda-feira (21). A paralisação, que começou no dia 10 de setembro, tem como motivo principal as regras de plano de saúde.
Agências em várias regiões do país estão com portas fechadas e cartazes explicando sobre a paralisação.
Os demais serviços da Caixa, como quitação de contas, saque do FGTS e pagamentos dos principais programas do governo seguem funcionando normalmente.
O banco informa que benefícios estão sendo liberados dentro do prazo. Isso porque os pagamentos são automatizados. Depósitos de setembro dos principais programas do governo federal foram efetuados e não há registros de reclamações ou tumultos em agências.
ATENDIMENTOS, BOLETOS SAQUES
Atendimentos, pagamentos de boletos e saque podem ser realizados por diferentes meios. Confira lista:

 

  • Caixas eletrônicos
  • Aplicativos da Caixa
  • Lotéricas
  • Site da Caixa
  • WhatsApp Caixa, no 0800-1040104
  • Aplicativo Cartões Caixa
  • Aplicativo Habitação Caixa
  • Caixa Tem
  • Aplicativo FGTS
  • Alô Caixa
  • Rede Banco24Horas
  • Aplicativo DPVAT
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A Fundação Hemoba adotará novos critérios para a doação de sangue a partir da próxima quinta-feira (1º). As novas diretrizes vão seguir as orientações da Portaria GM/MS nº 11.685, de 2 de julho de 2026, do Ministério da Saúde. O documento atualiza as normas que orientam os serviços de hemoterapia em todo o país e reúne diretrizes para todas as etapas do ciclo do sangue, além de incorporar procedimentos específicos.

Entre as mudanças previstas está a possibilidade de o doador regular com mais de 70 anos continuar doando após avaliação médica. Já as pessoas com piercing, tatuagem, maquiagem definitiva ou que tenham realizado intervenções estéticas, como aplicação de botox, preenchimento e microagulhamento, poderão doar sete dias após a realização do procedimento, desde que este tenha sido realizado em local que cumpra as normas de segurança sanitária.

O prazo será de quatro meses quando não for possível comprovar o cumprimento dessas normas, conforme avaliação da segurança do procedimento. No caso de colocação de piercing na boca ou na região genital, a doação só poderá ser feita quatro meses após a retirada.

Em relação aos pacientes que passaram por exames como endoscopia e colonoscopia, o prazo de inaptidão foi reduzido de seis para quatro meses. Pessoas que realizaram cirurgia bariátrica poderão doar após seis meses do procedimento, desde que apresentem peso estável, anteriormente, o caso era de inaptidão definitiva. Em caso de gastrectomia total (retirada completa do estômago), continua sem poder doar sangue.

Pessoas que tiveram câncer, exceto oncohematológico, também poderão doar após cinco anos do fim do tratamento, desde que haja confirmação da cura. Anteriormente, esses casos eram considerados de inaptidão definitiva. Para pessoas que tiveram relações sexuais com parceiros casuais, a doação será permitida após quatro meses do último contato sexual; anteriormente, o prazo era de 12 meses.

A portaria revisa parte das normas vigentes desde 2017 e consolida orientações para hospitais, hemocentros e outros serviços de hemoterapia que integram o Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (SINASAN).

As normas também reavaliam procedimentos laboratoriais, processamento, qualificação do sangue e transfusão, além das exigências relacionadas ao controle de qualidade, à rastreabilidade e à hemovigilância, com a determinação de que os procedimentos operacionais sejam revisados periodicamente.

O texto reforça a importância da doação voluntária, espontânea e altruísta, mantém a obrigatoriedade dos testes para detecção de infecções transmissíveis pelo sangue, incluindo os testes de ácido nucleico (NAT), e detalha critérios relacionados à idade, ao peso mínimo, à frequência entre as doações e aos parâmetros laboratoriais.

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O calor extremo causado pelo Super El Niño pode provocar milhares de mortes no Brasil, a maioria nas regiões Norte e Nordeste. Isso é o que diz o relatório do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago, divulgado nesta quarta-feira (23). O número, segundo o estudo, pode chegar a cerca de 13,3 mil.

 

“Há muito tempo, conseguimos prever os impactos das temperaturas nas colheitas e agora podemos prever o impacto no pior cenário possível: a morte”, afirma Michael Greenstone, cofundador do Laboratório de Impacto Climático e professor na Universidade de Chicago.

 

O país deve ser o mais afetado na América Latina pelo fenômeno, caracterizado pelo aquecimento fora do normal das águas do Oceano Pacífico. Ao todo, são esperadas, até fevereiro de 2027, 451 mil mortes no planeta com a ocorrência mais intensa do El Niño nos últimos anos. As informações são da Agência Brasil.

 

“Esse número (…) inclui pais e filhos, avós e vizinhos, pessoas que vão trabalhar, cuidam de suas famílias e vivem suas vidas”, acrescentou o cientista norte-americano, ao alertar sobre a mortalidade.

 

Pela projeção dos cientistas, por causa do Super El Niño, que começou em junho de 2026, os dias extremamente quentes devem quase dobrar até fevereiro de 2027, ficando pelo menos 1,2 grau Celsius (ºC) acima do normal, em comparação com anos anteriores, o que pode se intensificar no verão.

 

Segundo o relatório, as regiões que tendem a ser as mais afetadas pelo Super El Niño estão concentradas no Sul global. O Brasil está entre os cinco países com maior número estimado de mortes, na quinta posição do ranking, segundo o relatório. O período mais crítico no país deve ser o verão, entre dezembro de 2026 e fevereiro de 2027.

 

O levantamento chama atenção para estimativas mais altas de mortalidade no Norte e Nordeste, com destaque para o Pará, com a morte estimada de 2,3 mil pessoas, Maranhão, com mais 1,3 mil, além de Amazonas e Bahia, com 1,2 mil cada.

 

Em resposta à previsão, o Ministério da Saúde prevê a instalação de bases chamadas de Força Nacional do Sistema Único de Saúde, que contam com equipamentos e pessoal para atuar durante emergências e desastres.

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Neste sábado, dia 26, pessoas cadastradas para serem padrinhos e madrinhas afetivas de crianças e adolescentes que vivem nos Acolhimentos Institucionais de Itabuna vão passar por uma capacitação. O encontro será realizado na sede do projeto Jovem Social Rua Francisco Benício, nº 147, Alto Maron, e vai reunir psicólogos, assistentes sociais e as equipes das casas de acolhimento.

O Projeto Apadrinhe com o Coração é uma parceria entre a Prefeitura de Itabuna, através da Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS), com a Vara da Infância e Juventude da Comarca.

A iniciativa visa habilitar padrinhos e madrinhas para dar suporte emocional afetivo adequado a pessoas entre 8 a 18 anos de idade. “O objetivo é oferecer uma convivência comunitária e familiar para crianças e adolescentes que já vêm de contextos de falta de proteção e laços rompidos”, explica a diretora da Alta Complexidade da SEMPS, Vanessa Leite.

Durante a capacitação os padrinhos serão orientados sobre como deve ser o convívio com os acolhidos e o que deve ser evitado. “A orientação é que o padrinho foque nas questões afetivas e evite dar muitos presentes aos acolhidos. Outro detalhe é para a atenção individualizada e o aviso com antecedência no dia que não puder fazer a visita”, disse a assistente social da Vara da Infância Maria Alice Soledade, assistente social da Vara da Infância e Juventude.

Ao todo, 12 pessoas se cadastraram até para integrar o projeto Apadrinhe com o Coração. Elas participaram de uma avaliação psicossocial e visita domiciliar. Além disso, foi preciso a apresentação de documentos pessoais e antecedentes criminais.

Entre os critérios para apadrinhar uma criança estão: ter acima de 18 anos, não estar na lista de adoção, ter disponibilidade de tempo e morar em Itabuna, Barro Preto ou Itapé, municípios sob a jurisdição da Vara da Infância.

Após a capacitação, os padrinhos e madrinhas serão autorizados pelo Juiz da Vara da Infância e Juventude, Hílton Miranda, a iniciar o apoio afetivo a crianças e adolescentes. “Vale ressaltar que os menores têm o direito de não querer o apadrinhamento e isso será avaliado durante as visitas”, afirmou assistente social.

Durante a capacitação serão apresentados dois novos programas: Padrinho Provedor, direcionado à ajuda financeira e doação de brinquedos e o de Serviços, voltado para pessoas que desejam oferecer suas habilidades profissionais para ajudar o acolhido.

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Cerca de 1,97 milhão de eleitoras e eleitores com deficiência estão aptos a votar nas eleições de outubro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número representa crescimento de 42% em relação às eleições gerais de 2022, quando 1,38 milhão de pessoas com deficiência estavam inscritas para votar.

 

Entre esse eleitorado, 319.489 pessoas declararam ter deficiência visual. Em 2022, eram 214.088, aumento de aproximadamente 49%.

 

Para acompanhar o crescimento do eleitorado com deficiência, a Justiça Eleitoral ampliou o número de seções eleitorais principais com acessibilidade. Em 2022, eram 156.296. Para as eleições deste ano, são 220.577, alta de cerca de 41%.

 

A ampliação da estrutura é acompanhada de recursos que buscam garantir maior autonomia no momento da votação.

 

A aposentada Regina Célia Santos tem deficiência visual e nunca deixa de votar. Mesmo após perder a visão, há 14 anos, registrar o voto a cada eleição é, para ela, um compromisso com a cidadania.

 

“A obrigação do brasileiro é exercer essa cidadania. Eu sempre alerto a todos que devem votar. Se a gente quer um país melhor, temos que tentar mudar as cadeiras”, disse Regina.

 

RECURSOS DE ACESSIBILIDADE

Para eleitoras e eleitores com deficiência visual, a urna eletrônica oferece sistema de áudio, que pode ser utilizado com fone de ouvido descartável fornecido pela Justiça Eleitoral. O equipamento permite ouvir as informações apresentadas pela urna e acompanhar a votação. Também há identificação tátil da tecla 5, que serve como referência para a localização das demais teclas.

 

As urnas contam ainda com teclado numérico com identificação em Braille e recursos de áudio para a leitura das teclas digitadas e dos nomes das candidaturas. Há também intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) na tela para auxiliar eleitoras e eleitores surdos.

 

Durante uma visita ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Regina conheceu os recursos disponíveis na urna e recebeu orientações sobre o funcionamento do sistema de áudio, inclusive sobre os comandos para aumentar e diminuir o volume.

 

O secretário de Tecnologia da Informação do TRE-RJ, Michel Kovacs, explicou em entrevista a agencia Brasil, que eleitoras e eleitores com deficiência visual podem utilizar os recursos de áudio mesmo que não tenham informado previamente essa condição à Justiça Eleitoral.

 

“Se a pessoa já estiver cadastrada, o áudio é habilitado automaticamente. O mesário nem precisa fazer nada, já fica registrado na urna e o áudio funciona automaticamente. Mas, se a pessoa não estiver cadastrada, basta informar ao mesário que o áudio será habilitado e o fone fornecido”, disse.

 

DIREITO A ACOMPANHANTE

Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida têm preferência para votar. A prioridade também se estende à pessoa acompanhante ou ao atendente pessoal, mesmo que essa pessoa esteja inscrita para votar em outra seção eleitoral.

 

Eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida podem escolher uma pessoa de confiança para auxiliar durante a votação, mesmo que não tenham feito uma solicitação antecipada à Justiça Eleitoral. A assistência deve ser registrada na ata da mesa receptora de votos.

 

No caso de pessoas com deficiência visual, é permitido utilizar o alfabeto comum ou o sistema Braille para assinar o caderno de votação. Também é possível utilizar instrumento mecânico próprio ou fornecido pela mesa receptora.

 

A Justiça Eleitoral assegurao ingresso e a permanência na seção eleitoral de pessoas acompanhadas por cão-guia.

 

A ampliação das seções acessíveis e dos recursos tecnológicos faz parte das medidas adotadas pela Justiça Eleitoral para garantir que pessoas com deficiência possam exercer o direito ao voto com mais autonomia e segurança.

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Controladora da rede Assaí Atacadista, a Sendas Distribuidora S/A foi condenada a pagar R$1 milhão de indenização e a corrigir uma série de falhas nas condições de saúde e segurança do trabalho na Bahia. A sentença, da 39ª Vara do Trabalho de Salvador, atende a pedido feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

A empresa vinha sendo investigada desde 2022 pelo MPT, que seguiu encontrando “novas e graves irregularidades até o ano passado”, quando ingressou com ação civil pública na Justiça do Trabalho. Apesar de caber recurso da decisão, o Assaí está obrigado cumprir 28 exigências para adequação do ambiente de trabalho às normas mínimas de saúde e segurança necessárias para proteger as pessoas que trabalham no local.

Na petição inicial, apresentada à Justiça, o MPT relata um quadro aterrador de desrespeito à vida e à saúde de empregados e terceirizados que atuavam na loja da rede localizada no bairro dos Barris, em Salvador.

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO

Por meio de perícias e de autos de infração expedidos pela auditoria-fiscal do trabalho, o procurador Ilan Fonseca, autor da ação, lista situações como calçados danificados, luvas rasgadas e japonas de câmara fria com fechos quebrados.

Também mostra prateleiras e paletes tombados, mercadorias armazenadas diretamente no chão, ambientes escuros, sujos e com piso molhado, além de trancas de câmaras frias defeituosas que geram risco de aprisionamento. IO inquérito também apontou falhas na oferta de EPIs e a existência de diversos pontos de risco de quedas, choques elétricos e desabamento de mercadorias.

Outro ponto destacado na ação do MPT foram as constantes e reiteradas omissões na apresentação de documentos solicitados pela inspeção do trabalho e a falta de interesse demonstrada pela empresa em ajustar as irregularidades apontadas. O procurador relata que, durante o inquérito, novas e cada vez mais graves denúncias iam surgindo.

MULTA

Os argumentos do MPT foram integralmente acolhidos pela juíza titular da 39ª Vara de Salvador, Marília Sacramento. Na sua decisão, publicada na última segunda-feira (21), ela ainda estabelece multa de R$ 30 mil em caso de descumprimento de cada uma das 28 obrigações de fazer determinadas para a empresa.

A indenização de R$ 1 milhão que o Assaí terá que pagar é referente a danos morais coletivos, causados a toda a sociedade pela dimensão, gravidade de longa duração da prática de condutas ilegais, expondo centenas de trabalhadores a ambientes de trabalho inseguros e insalubres. As irregularidades apontadas na ação se estendem entre 2022 e 2025, afetando diversos setores, de formas variadas. A destinação do recurso, que deverá ser recolhido a uma conta judicial, ainda será definida. A empresa ainda poderá recorrer a tribunais superiores.

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Itabuna será palco, entre os dias 25 e 27 de setembro, da quarta edição do Spring Games, considerado atualmente o maior evento de CrossFit e Fitness da Bahia. Com apoio da Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal de Esportes, a competição reúne atletas de mais de 20 cidades baianas e transforma a Praça Camacã, no centro da cidade, em uma grande arena esportiva durante três dias.

Com o tema “A Primavera Mais Quente do Brasil”, o evento reúne 43 boxes e mais de 300 atletas competidores, participantes de Itabuna, de municípios do Sul da Bahia e de diferentes regiões do estado. A programação também amplia a experiência para além da competição, com espaços de entretenimento, estandes de marcas e empresas parceiras, atividades para o público e ações abertas a quem circula pelo centro da cidade.

Nesta edição, uma das novidades é a inclusão da categoria HYROX, modalidade que combina diferentes exercícios funcionais e corrida e ganha uma arena própria dentro da estrutura do evento. Ao todo, serão três grandes tendas: uma destinada às principais provas de CrossFit, outra para patrocinadores, experiências e atividades de lazer, e uma terceira arena voltada às disputas de HYROX.

O apoio à iniciativa reforça a política de incentivo ao esporte da gestão do prefeito Augusto Castro para realização de eventos capazes de movimentar a cidade e proporcionar novas experiências à população. A parceria envolve a Secretaria Municipal de Esportes e integra as ações da gestão do prefeito Augusto Castro voltadas à valorização das diferentes modalidades esportivas.

Organizado pelo produtor Fabiano Araújo, da Team Master, o Spring Games chega à quarta edição consolidado como uma tradição no calendário esportivo regional e com alcance cada vez maior dentro da Bahia. A expectativa é de que a estrutura montada na Praça Camacã proporcione ao público uma experiência que reúna competição, esporte, lazer e entretenimento, colocando Itabuna no centro do cenário baiano do CrossFit.

Confira a programação completa:

Local: Praça Camacan – Itabuna

SEXTA-FEIRA – 25 DE SETEMBRO DE 2026

  • 16h às 20h: Entrega dos Kits dos Atletas
  • 18h30: Abertura Oficial do Spring Games 2026
  • 19h: Briefing Oficial
    • Live ao vivo com passagem de regras para atletas presentes e todos os atletas que assistam à live do evento.

SÁBADO – 26 DE SETEMBRO DE 2026

  • 07h: Abertura dos Portões
  • 08h: Início das Competições
  • 19h: Encerramento das Competições
    • Competições durante todo o dia.

DOMINGO – 27 DE SETEMBRO DE 2026

  • 07h: Abertura dos Portões
  • 08h: Início das Competições
  • 17h: Encerramento das Competições
  • 17h30: Cerimónia de Pódio
    • Premiação dos atletas e encerramento oficial do evento.
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