Encontro na noite desta quarta-feira reuniu uma multidão e marcou a reta final da campanha em Itabuna

A reta final da campanha de Andréa Castro (PSD), 55.670, foi marcada por mais uma grande mobilização em Itabuna. Na noite desta quarta-feira (30), a candidata participou de um ato político promovido pelo vereador e secretário de Transportes e Trânsito, Thales Silva, com a participação do candidato a deputado Federal, Paulo Magalhães (PSD), de jovens, moradores e lideranças do bairro da Conceição.

O encontro reuniu uma multidão de apoiadores, que declararam adesão à candidatura e acompanharam a apresentação das propostas de Andréa para a Assembleia Legislativa da Bahia. Para Thales Silva, a escolha por reunir a comunidade em torno da candidatura está relacionada à trajetória e à experiência de Andréa em Itabuna. “Andréa conhece Itabuna, conhece as nossas comunidades e tem experiência para representar a nossa cidade. A gente sabe da importância de ter alguém com capacidade de diálogo e conhecimento da gestão pública para defender os interesses de Itabuna. Por isso estamos aqui, reunindo a nossa juventude, os moradores e as pessoas que acreditam nesse projeto.”, afirmou o vereador.

Para Andréa, a participação espontânea de moradores e jovens em atividades como a realizada no Conceição demonstra que a campanha vem sendo construída a partir do diálogo e da confiança de pessoas que acreditam na sua capacidade de representar Itabuna. “Eu fico muito feliz em ver tantas pessoas aqui, principalmente tantos jovens, abraçando esse projeto de forma espontânea. Isso aumenta ainda mais a minha responsabilidade. Eu não estou pedindo apenas um voto; estou assumindo o compromisso de representar Itabuna com seriedade, experiência e muito trabalho. Quero chegar à Assembleia preparada para ouvir a nossa cidade e transformar as necessidades das pessoas em pautas e oportunidades.”, afirmou Andréa.

A experiência acumulada por Andréa na gestão pública e sua atuação junto às comunidades de Itabuna têm sido apresentadas como parte da trajetória que sustenta sua candidatura. À frente da Secretaria de Promoção Social, ela esteve diretamente envolvida com políticas voltadas às famílias e ao atendimento de demandas sociais do município.

“Eu acredito que a política precisa ser feita com presença, escuta e responsabilidade. Quero ser uma mulher que represente outras mulheres, mas também quero representar cada homem, cada jovem, cada mãe, cada trabalhador e cada família que acredita que podemos fazer mais pela nossa cidade. Tenho experiência, conheço Itabuna e estou pronta para levar essa voz para a Assembleia.”, concluiu.

0 FacebookTwitterPinterestWhatsappThreadsBluesky

A Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SESAU), deu um passo importante no cuidado às crianças com diabetes tipo 1. O município é o primeiro da Bahia a disponibilizar, gratuitamente, o Libre 2 Plus – um sensor de monitoramento contínuo de glicose para crianças de 2 a 12 anos, diagnosticadas com a doença.

No próximo dia 14, às 14 horas, no auditório da SESAU, será dado início ao Protocolo para implantação dos sensores Libre com o público já identificado e seus familiares. Mas, pensando em contemplar todas as crianças de 2 a 12 anos com diabetes tipo 1, a Secretaria Municipal de Saúde está realizando busca ativa.

Pais e tutores de crianças que se enquadrem neste perfil devem procurar o Centro de Referência em Diabetes e Hipertensão, no Hiperdia ao lado da USF Isolina Guimarães, no Zildolândia, ou a Farmácia Municipal de Itabuna, na Rua Ruffo Galvão, 166, Centro, para receber orientações e verificar o encaminhamento pelo protocolo.

Para a secretária municipal de Saúde, Lívia Mendes, essa iniciativa representa um avanço na qualidade de vida das crianças e também na rotina das famílias.

“Estamos falando de uma iniciativa que coloca a vida e o bem-estar das nossas crianças no centro das decisões da gestão. Itabuna está inovando e assumindo a responsabilidade de oferecer uma tecnologia que representa mais conforto para a criança, mais tranquilidade para os pais e mais qualidade no acompanhamento do diabetes tipo 1”, ressalta.

“Mesmo sem um financiamento específico do SUS para essa finalidade, a Prefeitura de Itabuna está fazendo um esforço importante para garantir esse cuidado. “Essa é uma demonstração de que quando existe compromisso com as pessoas é possível avançar e transformar a saúde pública” comenta.

“Queremos que essas crianças tenham mais liberdade para brincar, estudar e viver a infância com mais leveza, enquanto suas famílias tenham a segurança de um acompanhamento mais contínuo e qualificado”, completa a secretária de Saúde.

O coordenador da Divisão de Assistência Farmacêutica da Secretaria Municipal de Saúde, Wanderlei Machado Júnior, informa que atualmente as crianças que utilizam insulina precisam realizar diversas medições da glicemia ao longo do dia, muitas vezes de seis a oito vezes, por meio da punção digital.

“Com esse novo sistema, um pequeno sensor é aplicado na parte posterior do braço e realiza a medição da glicose de forma contínua”, explica. O acompanhamento é via celular ou computador.

Ele ainda esclarece que essa tecnologia reduz a necessidade das constantes picadas no dedo e permite que pais e responsáveis acompanhem os níveis de glicemia com mais praticidade e segurança, inclusive à distância. “É um avanço muito grande para Itabuna. Estamos tentando devolver um pouco da infância que o diabetes tentou tirar, deixando a criança mais livre para brincar e, ao mesmo tempo, dando aos pais a segurança de que ela está sendo monitorada”, destaca.

0 FacebookTwitterPinterestWhatsappThreadsBluesky

As mulheres, que ocupam apenas cerca de 18% das cadeiras legislativas no país, foram vítimas de 50,6% dos episódios de violência política cometidos no Brasil entre 28 de outubro de 2024 e 15 de agosto deste ano. No total, aconteceram 354 casos de violência política neste período, fazendo desta época pré-eleitoral a mais violenta da década.

 

Essas e outras conclusões estão presentes no estudo divulgado nesta quarta-feira (30) pelas organizações de Direitos Humanos Terra de Direitos e Justiça Global. As informações são da Agência Brasil. 

 

As estatísticas agrupadas no estudo revelam que os casos de violência física (agressões, atentados e assassinatos) relacionados a questões políticos tiveram homens como alvos em 77,2% dos casos. Já a violência simbólica (ameaças e ofensas) atingiu mais as mulheres (58,3%).

 

Ameaças de violência sexual (31 casos) e episódios com conteúdo de conotação sexual ou comentários sobre o corpo e aparência (67 casos) tiveram 100% dos casos relacionados a mulheres. O estudo, que chegou à quarta edição, mostra que 96,3% dos episódios ocorreram contra ocupantes de cargos eletivos.

 

Entre as mulheres vítimas de violência política, uma em cada três era preta (64 de 179 casos). Entre os homens, um em cada nove. 

 

Mulheres representaram 64 dos 84 episódios contra pessoas pretas, e onze delas eram trans ou travestis. Quatro mulheres indígenas e uma amarela também foram vítimas. Entre as vítimas, das 32 pessoas que sofreram ataques repetidos ao longo desse período pré-eleitoral, 23 foram mulheres.

 

O levantamento ainda mostra que as quatro ameaças do período assinadas por grupos ou perfis declaradamente neonazistas ou supremacistas tiveram como alvo mulheres pretas, em quatro estados de quatro regiões diferentes.

 

Uma outra estatística revela que pelo menos 63% dos casos se concentraram na política municipal (vereadores e prefeitos), as maiores vítimas da série histórica. Ao menos 24 dos 28 episódios com intenção de matar (incluindo 10 dos 11 assassinatos e 14 dos 17 atentados registrados) ocorreram contra políticos que atuam nos municípios.

 

Vereadores e vereadoras correspondem a 49,6% das vítimas, com 176 dos episódios identificados. Foram registrados, em média, três episódios de violência para cada mil vereadores eleitos em 2024.

 

Pelo menos 300 episódios (84,5%) elencados pelas associações que formularam o estudo tiveram denúncia formal ou pública, mas apenas 46 casos (13%) contam com apuração judicial ou policial em curso e somente nove deles (2,5% do total) resultaram em punição efetiva dos autores.

 

A pesquisa indica que em 64 episódios (18,1% do total) o agressor também tinha mandato eletivo ou cargo público. Policiais e outros agentes estatais são os agressores em 29,9% dos casos. Em 52 dos episódios, as agressões ocorreram dentro do próprio local de trabalho parlamentar.

0 FacebookTwitterPinterestWhatsappThreadsBluesky

Quatro universidades estaduais da Bahia figuram na edição de 2027 do Times Higher Education (THE) World University Rankings 2027, um dos levantamentos acadêmicos mais respeitados do mundo por estudantes, professores, governos e especialistas do setor. Mais uma vez a Universidade Federal da Bahia (Ufba) lidera o estado na faixa de 1401 – 1600, com a mesma faixa de nota. 

 

Confira os resultados das baianas: 

A Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) garantiram posições na faixa de pontuação geral de 12,2 a 20,3 pontos. Dessa vez a Uneb não aparece, as instituições apresentaram quedas e melhoras nas notas em comparação com o THE 2026:

  • UFBA —Saiu de 27,71 para 27,67 pontos – Uma queda de 0,04;
  • UESC — Saiu de 19,03 para 19,78 pontos – Uma subida de 0,75;
  • UEFS — Saiu de 19,27 para 18,38 pontos – Uma queda 0,89;
  • UESB — Saiu de 14,29 para 16,43 pontos – Subida de 2,14 pontos; 

 

A USP foi mais uma vez a melhor do país, conquistando o melhor resultado do histórico de avaliação, sendo a 141° melhor do mundo com a nota de 62,90 pontos. No panorama global, a avaliação abrangeu 2.297 instituições de ensino superior em 118 países e territórios, registrando mudanças significativas:

  • Recorde de Oxford: A Universidade de Oxford, no Reino Unido, alcançou a primeira colocação do ranking pelo 11º ano consecutivo, estabelecendo um recorde histórico.
  • Avanço da Ásia: Pela primeira vez na história da publicação, o continente asiático superou a Europa continental em desempenho geral.
  • Tsinghua e NUS em alta: A Universidade Tsinghua (China) subiu para a 11ª posição, ultrapassando a ETH Zurich (Suíça). A Universidade Nacional de Singapura (NUS) entrou para o top 15 global. Com isso, inéditas três universidades asiáticas figuram simultaneamente entre as 15 melhores do mundo.

 

0 FacebookTwitterPinterestWhatsappThreadsBluesky

O Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia (PCTSul) abriu as portas da Kunuminst UESC, unidade do Instituto Kunumi criada a partir de uma aliança estratégica com a Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus. Articulada pelo Parque, a parceria conecta pesquisadores e estudantes da região a uma rede nacional e internacional de pesquisa em inteligência artificial e outras áreas do conhecimento.

Instalada no coworking do Parque Científico e aberta na última terça-feira (29), a unidade é resultado de uma aproximação iniciada em maio de 2025, quando a equipe da Kunumi visitou o Centro de Inovação do Cacau (CIC) e o Observatório Social. O contato com as pesquisas aplicadas à cadeia do cacau e os painéis de monitoramento socioambiental abriu caminho para a cooperação com a universidade.

Além de articular essa conexão, o PCTSul disponibilizou a estrutura física para a unidade Kunuminst UESC e conduziu, com a Kunumi, a implantação e a ambientação do espaço. A iniciativa amplia a atuação do Parque na construção de parcerias para desenvolver pesquisas e projetos voltados às demandas do território.

Para Juliana Crepaldi, vice-presidente do Instituto Kunumi, o trabalho do Parque vai além do desenvolvimento de tecnologia e envolve a transformação do conhecimento com propósito. Segundo ela, o espaço físico dá forma à parceria e cria condições para o trabalho conjunto.

INTELIGÊNCIA A SERVIÇO DO TERRITÓRIO

O primeiro projeto da aliança é o Centro de Inteligência Territorial Sul da Bahia, uma iniciativa estruturante do PCTSul, desenvolvida em parceria com a UESC e financiada pelo Instituto Kunumi. Sob a coordenação da professora Déborah Faria, o Centro pretende reunir dados socioeconômicos e ambientais da região para apoiar gestores públicos e privados e orientar políticas públicas com base em evidências.

A aliança permite ainda abrigar diferentes projetos de pesquisa, formação de pesquisadores, geração de propriedade intelectual e transferência de tecnologia. A biodiversidade regional está entre as principais frentes de interesse para a cooperação. “O acordo do Instituto Kunumi com a UESC não é para um laboratório específico. É uma plataforma de ações. Vamos começar pelo primeiro projeto, com a professora Déborah Faria, mas temos a possibilidade de explorar muitas coisas juntos”, destacou Juliana.

Para o reitor Alessandro Fernandes, a parceria amplia as possibilidades de aplicação do conhecimento produzido na região e integra uma estratégia de desenvolvimento baseada na colaboração entre instituições. Segundo ele, o sul da Bahia reúne pesquisadores, conhecimento e tecnologias, e a atuação em rede permite conectar essas competências às novas ferramentas disponíveis. “Este coworking não é meramente protocolar, nem uma inauguração formal. É uma tendência que não vai retroceder jamais: agregar a nossa cultura local à tecnologia, inclusive à inteligência artificial”, afirmou.

ESPAÇO DE COLABORAÇÃO

A inauguração marcou a entrega de dois investimentos do Instituto Kunumi na UESC. O coworking permitirá que equipes de diferentes projetos do Parque e da universidade trabalhem no mesmo ambiente. Também foi entregue uma nova infraestrutura de fibra óptica no campus, que substitui a rede antiga e melhora a conectividade entre os prédios.

A cerimônia contou com apresentações do diretor-presidente do PCTSul, Cristiano Villela Dias, de Juliana Crepaldi e do reitor Alessandro Fernandes. Participaram também o vice-reitor Maurício Moreau e os representantes da Kunumi Eduardo Moura, gestor de pesquisa; Ana Macedo, gestora de parcerias e pesquisa; e Lucas Parreiras, pesquisador. A programação incluiu visitas aos laboratórios do CIC e ao Observatório Social, além de uma palestra para coordenadores de projetos do Parque.

Com unidades também na UFMG e na PUC-Rio, o Instituto Kunumi atua em pesquisa e desenvolvimento em inteligência artificial, além da formação de talentos e do apoio à pesquisa por meio de uma rede de cooperação acadêmica. A implantação da Kunuminst UESC aproxima essa experiência em IA das competências científicas do sul da Bahia e cria novas oportunidades de pesquisa e colaboração a partir do PCTSul.

0 FacebookTwitterPinterestWhatsappThreadsBluesky

Doze estudantes do 5º ano da Escola Municipal Juvenal Eugênio de Queiroz, em São Francisco do Conde, na Região Metropolitana de Salvador, transformaram as aulas de Língua Brasileira de Sinais (Libras) no livro O Leãozinho Zezé: Uma História sobre Amizade, Libras e Inclusão. A produção coletiva teve a orientação da professora de Libras Resiane Francisca dos Santos.

Zezé é um leão alegre e brincalhão que perde a audição depois de adoecer e passar por uma cirurgia. Com o apoio da família, ele aprende Libras e descobre novas formas de se comunicar por meio das mãos, das expressões faciais e do corpo. O personagem, porém, encontra dificuldades para conversar e fazer amigos quando chega a uma nova escola.

A história muda quando a professora e os colegas de Zezé também começam a aprender sinais. O livro apresenta a inclusão como uma responsabilidade coletiva e resume sua mensagem em uma frase: “Não é preciso ser igual para estar junto”. A experiência aproxima os alunos da Literatura Surda, da comunicação visual e de referências da cultura surda.

Os 12 estudantes aparecem como autores da primeira edição, publicada em 2026. As ilustrações foram produzidas com auxílio de inteligência artificial, por meio do ChatGPT, a partir das orientações dos próprios alunos. A informação consta no expediente da obra e evidencia a participação das crianças também na construção visual da narrativa.

SETEMBRO DAS CORES

A escola apresentou o livro durante a culminância do Setembro das Cores, promovida pela Secretaria Municipal da Educação na segunda-feira (28). O encontro reuniu cerca de 160 estudantes, familiares, educadores e profissionais da Educação Especial Inclusiva. Os pequenos autores distribuíram exemplares autografados da obra.

A programação discutiu acessibilidade, comunicação, Atendimento Educacional Especializado (AEE), acolhimento e práticas pedagógicas inclusivas. O projeto desenvolvido na Juvenal Eugênio de Queiroz também dialoga com o currículo municipal do 5º ano, que prevê o contato com a Literatura Surda, a identidade e a cultura surdas, além da criação de produções artísticas e visuais.

A experiência dá continuidade a um trabalho que Resiane desenvolve há anos na rede municipal. Em um relato pedagógico anterior, a professora descreveu o ensino de Libras para estudantes ouvintes com o uso de histórias, jogos, vídeos, teatro e música. Agora, ao colocar as crianças no centro da produção de um livro, a escola mostra que inclusão também se constrói com autoria, criatividade e convivência. A versão digital de O Leãozinho Zezé pode ser lida gratuitamente.

0 FacebookTwitterPinterestWhatsappThreadsBluesky

O Ministério da Saúde disse que as canetas emagrecedoras podem ter o acesso ampliado por meio da incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS). A medida chega após o preço desses medicamentos cair cerca de 70% nas farmácias. A partir deste e de outros resultados, o ministério apresentou esta semana um pedido de avaliação desse tipo de medicamento pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), responsável pela incorporação de novas tecnologias no SUS, para que a ampliação fosse feita no país.

 

 

“Quando a gente fala em incorporar ao SUS, não estamos falando de incorporar um milagre estético. Estamos falando de incorporar uma medicação que, combinada com outras ações de alimentação e atividade física, certamente poderá ter um impacto muito positivo, inclusive nos custos do sistema de saúde. Vai reduzir o volume de cirurgias bariátricas, de internações por doenças cardiovasculares e de internações por recidiva de câncer, por exemplo”, afirmou o ministro da saúde, Alexandre Padilha.

“Fizemos uma série de ações que favorecem um novo cenário. Barramos a tentativa de prorrogação da patente, viabilizamos a produção nacional e chamamos fabricantes a registrar novos produtos no país. Conseguimos ampliar o acesso. Deixou de ser só para ricos”, completou.

Segundo a pasta, a queda de preços veio com multiplicação de produtos disponíveis no mercado. Foram registrados 16 novos produtos apenas em 2026, incluindo genéricos e similares. Desses, quatro são produzidos no Brasil. De acordo com dados da Anvisa, o número de pessoas que usam canetas emagrecedoras passou de aproximadamente 400 mil para mais de 750 mil por mês.

A ampliação da concorrência, a possibilidade de produção nacional e a multiplicação de apresentações disponíveis criaram condições para uma nova etapa, agora em escala pública.

“Na farmácia, o preço já está 70% mais barato. Quando você pensa na escala de compras do SUS, com produção local, isso nos traz a possibilidade de uma redução de 80% a 90% do preço. Estamos projetando que, a um custo de R$ 1,5 bilhão ao ano, a gente consegue trazer esses produtos e incorporar no SUS”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

0 FacebookTwitterPinterestWhatsappThreadsBluesky

O Brasil atingiu nesta terça-feira (29) o teto da cota de exportação de carne bovina estabelecido pela China, o que fará com que os novos carregamentos desembarcados em portos chineses passem a ser tributados com uma sobretaxa de 55% a partir de 1º de outubro. 

 

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, a alíquota extra será cobrada durante o restante do ano e se somará à tarifa regular de importação de 12% aplicada pelo país asiático.

 

A medida decorre de uma cláusula de salvaguarda imposta por Pequim para proteger a indústria pecuária local e reduzir a dependência de fornecedores externos. O limite anual de 1,1 milhão de toneladas fixado para 2026 representa cerca de 65% do volume total que o Brasil comercializou para o mercado chinês em 2025. 

 

Diante do teto atingido antes do fim do ano, frigoríficos brasileiros já vinham desacelerando o ritmo de produção, recorrendo a férias coletivas e paralisações temporárias em plantas industriais.

 

Em resposta ao cenário, o governo brasileiro busca negociar o uso de saldos remanescentes das cotas de outros países, a exemplo do Uruguai, cuja chancelaria concordou em apresentar a solicitação formal às autoridades chinesas. 

 

As negociações diretas entre Brasília e Pequim para flexibilizar a medida, no entanto, ainda não resultaram em acordo, e a decisão final sobre o aproveitamento das cotas de terceiros permanece sob avaliação do governo chinês.

0 FacebookTwitterPinterestWhatsappThreadsBluesky

O Brasil tem 1,6 milhão de eleitores de 16 e 17 anos cadastrados para as eleições de 2026, cerca de 500 mil a menos do que em 2022, quando o número chegou a 2,1 milhões. A redução é de 22,8%, enquanto o eleitorado brasileiro, no total, continuou crescendo.

 

A queda entre os adolescentes supera a redução da população nessa faixa etária. Segundo projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de brasileiros de 16 e 17 anos diminuiu 5,6% desde 2022.

 

Considerando apenas os eleitores registrados no Brasil, a proporção também caiu. Em 2022, havia aproximadamente 34 jovens com título para cada 100 habitantes de 16 e 17 anos. Em 2026, são cerca de 28.

 

NÚMERO HAVIA CRESCIDO EM 2022

Em 2018, o eleitorado de 16 e 17 anos era de aproximadamente 1,4 milhão. Quatro anos depois, o número ultrapassou 2,1 milhões, crescimento de 51,1%.

 

A eleição de 2022 foi acompanhada por campanhas de incentivo ao alistamento eleitoral, ações nas redes sociais e pela Semana do Jovem Eleitor. Na época, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atribuiu parte do aumento às iniciativas de mobilização.

 

Para 2026, o TSE voltou a promover ações voltadas ao público jovem, inclusive em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O número de eleitores de 16 e 17 anos, no entanto, voltou a cair.

 

VOTO É FACULTATIVO

O voto é facultativo para adolescentes de 16 e 17 anos. Por isso, o alistamento eleitoral depende da decisão do próprio jovem e de fatores como mobilização, ambiente familiar e escolar e percepção sobre a importância da participação eleitoral.

 

Uma pesquisa Datafolha realizada em agosto apontou que 48% dos eleitores de 16 a 24 anos afirmaram que votariam caso o voto não fosse obrigatório. Entre os eleitores com 60 anos ou mais, o índice foi de 61%. No conjunto do eleitorado, 56% disseram que iriam às urnas mesmo sem obrigatoriedade.

 

Apesar da redução no número de adolescentes com título, a participação desse grupo nas eleições de 2022 foi superior à dos eleitores com 70 anos ou mais. No primeiro turno daquele ano, 82,9% dos eleitores de 16 e 17 anos compareceram às urnas, contra 41,1% dos eleitores com 70 anos ou mais.

 

ELEITORADO MAIS VELHO CRESCE

Desde 2022, o número de eleitores com 70 anos ou mais aumentou em aproximadamente 2,4 milhões, chegando a 17,3 milhões em 2026.

 

A participação desse grupo no eleitorado também cresceu. Em 2010, os eleitores com 70 anos ou mais representavam 6,9% do cadastro eleitoral. Atualmente, correspondem a 10,9%.

 

Apesar da maior taxa de comparecimento entre os adolescentes em 2022, o tamanho do eleitorado mais velho fez com que o número absoluto de votantes fosse maior. Naquele primeiro turno, 6,13 milhões de eleitores com 70 anos ou mais compareceram às urnas, ante 1,75 milhão de jovens de 16 e 17 anos.

0 FacebookTwitterPinterestWhatsappThreadsBluesky

Através da parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura do Estado da Bahia (SEINFRA), a Prefeitura de Itabuna esta contando com o apoio do Programa Bahia em Movimento para execução da pavimentação asfáltica das vias secundárias das rodovias estaduais.

Na manhã desta quinta-feira, dia 1º, a secretária de Infraestrutura e Urbanismo (SIURB), Sônia Fontes, vistoriou a obra da rua A, condomínio residencial São José, zona oeste.
O recapeamento acontece na extensão do corredor de tráfego das linhas de ônibus que, além de atender o clamor da comunidade, tem o intuito de promover melhor qualidade de vida, segurança e mobilidade urbana.

A secretária Sônia Fontes destaca o empenho do prefeito Augusto Castro (PSD) junto ao Governo do Estado e ao secretário de Infraestrutura do Governo da Bahia (SEINFRA), Saulo Pontes, em promover a melhorias na mobilidade urbana das cidades e das rodovias estaduais.

Ainda na tarde desta quinta-feira as equipes de trabalho também darão início à execução da pavimentação do condomínio residencial Jubiabá, situado na mesma região da cidade.

0 FacebookTwitterPinterestWhatsappThreadsBluesky

O Pix por aproximação passa a ter novas regras a partir desta quinta-feira (1º). O Banco Central (BC) retirou o teto específico de R$ 500 por transação para essa modalidade de pagamento. Com a mudança, o cliente poderá pedir ao banco o aumento ou a redução dos limites aplicados às operações, que continuarão sujeitos às regras de segurança de cada conta.

 

A alteração foi estabelecida pela Instrução Normativa BCB nº 746, publicada pelo Banco Central em junho. A medida também alcança transações realizadas por Código QR, chaves de acesso e operações iniciadas pela jornada sem redirecionamento (JSR) do Open Finance (mecanismo de compartilhamento de dados entre instituições financeiras).

 

Na prática, o fim do teto de R$ 500 não significa que o usuário poderá fazer pagamentos de qualquer valor automaticamente. O limite continuará sendo determinado pelas configurações de segurança e pelos valores estabelecidos para cada cliente.

 

O que muda é que, até agora, o Pix por aproximação tinha uma restrição: cada transação realizada pela modalidade não poderia ultrapassar R$ 500. No entanto, a partir desta quinta, o teto fixo de R$ 500 deixa de existir e o cliente poderá pedir aumento ou redução dos limites, mediante o limite da conta.

 

Não haverá, portanto, um novo teto único para substituir os R$ 500. Um cliente poderá fazer uma transação de R$ 600 ou de R$ 1 mil por aproximação se o limite de sua conta permitir.

 

O Pix por aproximação utiliza a tecnologia NFC, que permite a comunicação entre o celular e a máquina de pagamento sem a necessidade de digitar dados. Disponível desde fevereiro de 2025, a modalidade pode ser usada diretamente pelo aplicativo do banco ou por carteiras digitais compatíveis.

 

Para usar o recurso por meio de uma carteira digital, é necessário primeiro vincular a conta bancária ao serviço.

 

COMO AJUSTAR
A mudança do limite será feita pelo aplicativo da instituição financeira. A ferramenta deverá permitir que o cliente gerencie os valores autorizados para esse tipo de operação.

 

O procedimento pode variar conforme o banco, mas a lógica será:

 

acessar o aplicativo da instituição;
localizar as configurações do Pix;
acessar a área de limites ou gerenciamento do Pix por aproximação;
pedir o aumento ou a redução do valor permitido;
seguir as etapas de autenticação exigidas pelo banco.

 

A retirada do teto específico de R$ 500, portanto, não elimina os mecanismos de proteção contra movimentações suspeitas.

 

O PIX
Criado pelo Banco Central em 2020, o Pix se consolidou como um dos principais meios de pagamento utilizados no país. Em agosto, o sistema movimentou mais de R$ 3,73 trilhões e registrou cerca de 8,11 bilhões de transações.

 

O Pix por aproximação, no entanto, ainda engatinha para conquistar o interesse do usuário. Em agosto, a modalidade registrou apenas 2 milhões de transações, apenas 0,06% do total de operações no mês.

 

Apesar da baixa adesão, o volume de transações do Pix por aproximação cresce de forma expressiva. Em janeiro, o total de operações na modalidade somou 1,06 milhão de transações.

0 FacebookTwitterPinterestWhatsappThreadsBluesky

A taxa de jovens brasileiros que não estudam, não trabalham nem estão em treinamento ou formação, os chamados “nem-nem”, teve queda de 4,4 pontos percentuais entre 2016 e 2024, aponta o relatório Panorama da Educação 2026, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

 

O índice de pessoas de 18 a 24 anos nessa condição caiu de 26,8%, em 2016, para 22,4%, em 2024. Em nota à imprensa, o Ministério da Educação (MEC) destaca que a estatística brasileira é “quase o dobro da redução média (2,3 pontos) registrada pela OCDE no mesmo período”.

 

Outro dado positivo do Brasil no estudo é que a proporção de jovens de 25 a 34 anos sem ensino médio completo diminuiu de 35% em 2016 para 26% em 2024. Mas o percentual brasileiro ainda é superior aos 12% da média verificada pela OCDE nos demais países analisados.

 

ENSINO MÉDIO E SUPERIOR
O Panorama da Educação 2026 destacou que, apesar dos avanços, entre todos os estudantes que entraram no ensino médio no Brasil, 20% abandonam a escola sem se formar.

 

Outro dado do estudo indica que 79% dos novos alunos que entraram no ensino médio concluíram esta etapa em até dois anos após o tempo regular de estudo previsto, contra a média de 85% de conclusão, entre os países considerados no levantamento.

 

Após este período (dois anos) previsto para a conclusão, apenas 1 por cento ainda continuava matriculado na escola tentando se formar. Quando considerados os adultos de diferentes gerações (25 a 64 anos) com ensino médio completo, em 2024, a proporção de 40% do Brasil é semelhante à média de 39% dos países da OCDE.

 

Ainda no que diz respeito à conclusão do ensino médio, o relatório da OCDE mostra também a diferença de gênero nesse processo. No Brasil, as mulheres têm 7 pontos percentuais a mais de probabilidade de concluir esta etapa da educação básica do que os homens, uma diferença maior do que a observada na maioria dos outros países com dados disponíveis nesta edição.

 

Já no ensino superior, 22% dos adultos brasileiros em idade ativa (25 a 64 anos) tinham ensino superior completo em 2024. Isso equivale a pouco mais da metade da média de 43% dos países da OCDE.

0 FacebookTwitterPinterestWhatsappThreadsBluesky