Em referência ao Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio, a Prefeitura de Itabuna anunciou a ampliação da concessão de licenças-prêmio para os servidores municipais. Por determinação do prefeito Augusto Castro (PSD), o quantitativo dessas licenças foi majorado de 55 para 110, representando um aumento de 100%.

A medida reforça o compromisso da gestão municipal com a valorização do servidor público, reconhecendo a dedicação e o tempo de serviço prestado à Administração Pública. A ampliação busca também promover melhores condições de trabalho e qualidade de vida aos profissionais que atuam no serviço público municipal. A Prefeitura informa que as licenças deverão ser requeridas pelos servidores conforme os procedimentos estabelecidos pela Secretaria Municipal de Gestão e Inovação, respeitando os critérios administrativos e o calendário vigente.

O subsecretário de Governo, Pedro Aracatibe, destacou que a iniciativa integra um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da política de gestão de pessoas no município. “A gestão do prefeito Augusto Castro tem adotado medidas concretas para valorizar o servidor, como a realização de concurso público, processos seletivos, retomada da concessão de licenças-prêmio e implantação de planos de carreira”, afirmou.

Segundo a administração municipal, a ampliação das licenças-prêmio consolida uma política contínua de valorização do funcionalismo, alinhada aos princípios da eficiência e da valorização do serviço público. O Decreto nº 17.752 foi publicado na quinta-feira passada, dia 30, na edição eletrônica do Diário Oficial do Município.

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Hoje (6), a Academia de Letras de Ilhéus (ALI) exibe o documentário Òfú Ifaradà: O Sopro da Resistência. O filme aborda memória, ancestralidade e resistência tendo como fio condutor o cinquentenário do terreiro Ilê Axé Ijexá Orixá Olufon, em Itabuna, liderado pelo babalorixá, professor e escritor Ruy Póvoas.

Além da exibição do filme, o evento contará com intervenção artística de Mestra Lainha do Cordel, que deu voz à Orixá Nanã no documentário. Também haverá roda de conversa com Ruy Póvoas, o diretor Paulo Ferreira e os acadêmicos Tica Simões e José Nazal, com mediação de Carlos Alaboji.

O documentário é uma produção da Associação Santa Cruz Ijexá, em parceria com o Museu Ilê Lailai Ignez Mejigã e apoio do Ilê Axé Ijexá Orixá Olufon. O projeto foi contemplado pelo edital audiovisual da Lei Paulo Gustavo, com apoio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania e do Ministério da Cultura.

A ALI fica na Rua Antônio Lavigne de Lemos, 39, próximo ao Teatro Municipal, no Centro Histórico.

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Os bancos iniciam nesta terça-feira (5) a abertura de cadastros para o Novo Desenrola, programa de renegociação de dívidas do governo federal. O fechamento dos acordos, porém, ainda depende da liberação de garantias pelo FGO (Fundo Garantidor de Operações), mecanismo que cobre parte das perdas das instituições em caso de inadimplência. Sem essa etapa, as renegociações não começam.
Bancos como Itaú Unibanco, Bradesco e C6 Bank divulgaram seus canais de renegociação.
Pelo desenho do programa, débitos contraídos até 31 de janeiro de 2026 poderão ser renegociados com descontos entre 30% a 90%, a uma taxa de juros máxima de 1,99% ao mês.
O programa é para dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC), que devem estar em atraso entre 90 dias e dois anos. Os cidadãos que aderirem terão até 35 dias para pagar a primeira parcela.
A nova edição do programa terá quatro linhas: uma para Famílias (para pessoas com renda de até cinco salários mínimos), o Fies (estudantes inadimplentes), Empresas (micro e pequenos negócios) e Rural (agricultores familiares).
Para a principal frente do governo, o “Desenrola Família”, voltado para pessoas, podem participar brasileiros com renda até 5 salários-mínimos, ou seja, que ganhem até R$ 8.105 mensais.
Os bancos, por sua vez, terão a responsabilidade de destinar à educação financeira o equivalente a 1% do valor garantido pelo FGO (Fundo Garantidor de Operações), além de lidar com a proibição de envio de recursos a casas de apostas via cartão de crédito, crédito parcelado, Pix crédito e Pix parcelado.
Segundo o governo, quanto maior o tempo de atraso, maior tende a ser o desconto aplicado. Após descontos, o valor total renegociado é de até R$ 15 mil por pessoa, por instituição financeira. Os bancos participantes também podem limpar dívidas de até R$ 100 e bloquear CPFs em apostas online por 12 meses.
ITAÚ
A adesão poderá ser feita diretamente nos canais oficiais do banco. O Itaú Unibanco informou que vai ter a renegociação aos clientes elegíveis em todos os seus canais — aplicativo, WhatsApp (11) 4004-1144, site e parceiros credenciados de renegociação.
C6 BANK
A adesão dos clientes pode ser feita no aplicativo do banco ou pelos telefones (3003-6116 para capitais e regiões metropolitanas e 0800-6606116 para demais localidades).
BRADESCO
O Bradesco abriu um formulário online para pré-cadastro de interessados e prepara um programa paralelo, com condições próprias, para clientes que não se enquadrem nas regras do governo, seja por atraso menor ou maior do que o previsto ou por renda superior ao estabelecido como elegível, também será lançado pelo banco.
Os clientes podem fazer a adesão pelo site https://renegocie.bradesco.com.br.
A rede de agências do banco e os canais de atendimento telefônico, como (11) 2357-8080 no Whatsapp e SAC 0800-7048383, também irão oferecer suporte ao programa.
SANTANDER
O Banco está realizando os testes necessários para iniciar a oferta do serviço aos clientes o mais brevemente possível, dentro das condições definidas pelo governo.
“A instituição coloca seus canais à disposição dos clientes para atendimento e esclarecimento de eventuais dúvidas”, afirma o Santander, em nota.
Outras instituições, como Nubank, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e BTG Pactual/Pan, ainda não detalharam cronograma nem canais de adesão.

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O dólar registra firme queda nesta terça-feira (5), em meio ao maior apetite global por risco, impulsionado pela queda dos preços internacionais do petróleo.
Analistas também repercutem a ata do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada nesta manhã, que indica uma postura mais cautelosa do Banco Central diante das incertezas relacionadas à guerra no Irã.
Às 13h12, a moeda norte-americana caía 1,11%, cotada a R$ 4,911 (na mínima, o dólar chegou a R$ 4,909). Caso se confirme, seria a menor cotação desde 26 de janeiro de 2024, quando fechou a R$ 4,910.
No mesmo horário, a Bolsa avançava 0,46%, a 186.455 pontos, impulsionada pela alta da Ambev —cujos resultados de 1º trimestre vieram mais fortes do que o projetado.
O comportamento de apetite por risco é global. Nos EUA, as Bolsas S&P 500, Dow Jones e Nasdaq sobem entre 0,54% e 0,98% durante o pregão.
No câmbio, o dólar se desvaloriza frente a moedas emergentes, como peso mexicano e rand sul-africano, o que indica uma busca por ativos de mercados alternativos.
Investidores continuam acompanhando o cenário de tensão no Oriente Médio nos mercados doméstico e internacional. Relatos de passagens de embarcações, contudo, têm animado analistas.
O conflito no Oriente Médio tem sido responsável pelo bloqueio do fluxo no estreito de Hormuz, via por onde passa cerca de 20% do abastecimento mundial de petróleo e gás. A paralisação tem gerado um temor de um repique inflacionário global por levar os preços de petróleo a dispararem.
As cotações da commodity subiram mais de 5% na segunda-feira (4), mas registram queda durante o pregão desta terça. Por volta das 13h, o Brent, referência mundial, era negociado a US$ 110,50, em queda de 3,43%.
O ânimo surge de relatos de passagem pela importante via global. Segundo a empresa Maersk, uma das principais do transporte marítimo, um de seus navios-petroleiros, Alliance Fairfax, conseguiu atravessar o estreito sem incidentes.
Enquanto isso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou nesta terça-feira (5) a capacidade militar do Irã e disse que o país deveria “hastear a bandeira branca”. Teerã, por sua vez, aumentou o tom das ameaças.
“Sabemos perfeitamente que a continuidade da situação atual é insustentável para os Estados Unidos, enquanto nós ainda nem começamos”, disse Mohamad Bagher Ghalibaf, chefe do Parlamento e o principal negociador do Irã, em uma mensagem na rede social X.
Na segunda-feira, EUA e Irã travaram uma disputa de versões. Os norte-americanos informaram que dois navios dos EUA atravessaram o estreito de Hormuz.
Já o Irã disse ter bombardeado um navio da Marinha dos EUA, o que foi negado pelos norte-americanos. Por fim, os EUA relataram que impediram seis embarcações do Irã na região, o que foi desmentido pelos iranianos.
No ambiente doméstico, ata do Copom é o destaque. Na ata divulgada nesta terça-feira, o comitê disse ver impacto do conflito no Oriente Médio sobre a inflação e piora nas expectativas no longo prazo.
Apesar do cenário mais desafiador, o comitê avaliou que os eventos recentes não impedem a continuação do ciclo de queda de juros, julgando a redução de 0,25 ponto percentual na taxa básica como a mais adequada.
“As últimas divulgações de inflação, tanto ao consumidor quanto ao produtor, mostraram sinais claros de efeitos dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio, situando-se em valores significativamente acima dos inicialmente esperados”, afirmou.
O colegiado do Banco Central optou por um ajuste conservador depois de ver as projeções para inflação mais distantes da meta de 3% e não sinalizou abertamente o rumo de seus próximos movimentos.
O alvo central do BC é 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. No atual modelo, de meta contínua, o objetivo é considerado descumprido quando a inflação acumulada permanece durante seis meses seguidos fora do intervalo, que vai de 1,5% (piso) a 4,5% (teto).
No acumulado de 12 meses até março, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) chegou a 4,14%. O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), que sinaliza uma tendência para a inflação oficial do país, mostrou em abril pressão sobre preços de combustíveis e alimentos.
Analistas concordam que a ata não trouxe sinais sobre os próximos passos do Copom, mas indica uma postura dependente de dados.
Para Otávio Araújo, consultor sênior da Zero Markets Brasil, a ata do Copom deve ser lida como uma peça-chave para calibrar as apostas sobre a Selic, “especialmente depois da alta recente do petróleo e da elevação das incertezas geopolíticas no Oriente Médio”.
Gabriel Pestana, economista sênior da Genial Investimentos, reforça que a ata não sinaliza corte em junho, mas, sob o cenário de arrefecimento da atividade e perda de fôlego nos núcleos de inflação, destaca que este deve ser o cenário-base. “Avaliamos que a ata de hoje segue consistente com a nossa expectativa de que o comitê cortará a Selic”, diz
Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital, afirma que o comunicado reforça que a taxa está sendo reprecificada para cima. “Para o investidor, a leitura prática é que juro real alto veio para ficar mais tempo. A renda fixa indexada à inflação segue como o lugar mais óbvio da carteira. Bolsa exige seletividade —o cenário não favorece nomes muito alavancados nem teses dependentes de queda rápida de juros”.
A ata também sinaliza que o diferencial de juros do Brasil e EUA deve se manter em alta. Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, destaca uma combinação de dólar global mais fraco e fluxo favorável para ativos de risco de maneira geral.
“Há uma percepção de descompressão no Irã, apesar de o cessar-fogo continuar frágil. Ao mesmo tempo, o mercado local ainda se beneficia do diferencial de juros”.
Para Márcio Rialba, head da mesa de operações da StoneX, o dólar opera em queda em um ambiente de maior apetite ao risco, com o diferencial de juros doméstico voltando a pesar. “A combinação de dólar global mais comportado, entrada de recursos para renda fixa local e performance favorável das commodities sustenta o real. Além disso, a leitura de política monetária ainda contracionista no Brasil reforçam o carry trade”.
No carry trade, investidores captam recursos em economias com juros mais baixos, como os Estados Unidos, e aplicam em ativos de países com taxas mais elevadas, como o Brasil, buscando ganhos com o diferencial de juros. O comportamento é citado como um dos principais responsáveis pela alta recente da Bolsa e do real.

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A Prefeitura de Itabuna, por meio da Sala do Empreendedor da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, vai promover de 13 a 15 de maio, das 10 às 16 horas, uma ação especial voltada aos Microempreendedores Individuais (MEIs). A ação acontecerá no Shopping Jequitibá, oferecendo um suporte completo para quem já possui ou deseja abrir o seu próprio negócio.

A iniciativa faz parte da Semana do Empreendedor e contará com a parceria estratégica do SEBRAE e do INSS, que estarão presentes no estande para oferecer consultorias e esclarecer dúvidas previdenciárias e de gestão.

REGULARIZAÇÃO E CRESCIMENTO

O objetivo principal da Semana do Empreendedor com Mutirão para MEIs é facilitar o acesso do empreendedor a serviços essenciais, garantindo que permaneça em dia com suas obrigações legais e ainda possa expandir suas atividades empresariais.

“Nosso propósito é levar a Sala do Empreendedor para onde o público está, facilitando a vida do cidadão. Essa parceria com o SEBRAE e o INSS reforça o compromisso da gestão do prefeito Augusto Castro (PSD) de oferecer um atendimento de excelência, garantindo que o empreendedor de Itabuna tenha o suporte necessário para crescer com segurança e legalidade”, destaca a Agente de Desenvolvimento Priscila Nascimento.

SERVIÇOS OFERECIDOS NO ESTANDE:

A Semana do Empreendedor com Mutirão para MEIs contará com atendimento presencial especializado nas seguintes frentes:
● Atendimento Especializado e Mutirão MEI: Suporte para envio da Declaração Anual de Faturamento (DASN-SIMEI), cujo prazo de entrega se encerra em maio.
● Formalização e Baixa: Processo rápido para abertura de novos CNPJs, alteração de dados cadastrais e encerramento de atividades (baixa).
● Emissão de Guias e Parcelamento: Emissão do boleto mensal DAS e negociação de débitos pendentes por meio de parcelamentos.
● Regularização de Notas Fiscais: Orientações técnicas sobre o novo sistema nacional de emissão de Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFSe).

Até março deste ano, segundo dados estatísticos do Governo Federal (comunicabr), microempresários individuais, pequenos e médios empresários itabunenses tiveram financiamentos por meio dos programas Acredita – Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – (PRONAMPE) e ACREDITA – PROCRED 360.

No ACREDITA – PRONAMPE, linha de crédito com juros baixos para capital de giro e investimento de MEIs, micro e pequenas empresas foram realizadas 127 operações tendo sido contratados R$ 12, 3 milhões, enquanto pelo ACREDITA – PROCRED 360, linhas de crédito para MEIs e MEs com faturamento anual até R$360 mil, oferecendo juros baixos e garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO) foram realizadas no ano 29 operações e contratados R$ 964,3 mil.

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A Bahia registrou a criação de 14.008 empregos com carteira assinada em março de 2026, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego com base no Novo Caged divulgados nesta sexta-feira (1º). O resultado foi impulsionado principalmente pelo setor de serviços e acompanhou o cenário positivo do mercado de trabalho no país.

 

Quatro dos cinco grandes grupos de atividades econômicas tiveram saldo positivo no estado. O setor de serviços liderou a geração de vagas, com 8.872 novos postos. Em seguida aparecem construção civil (2.831), indústria (2.183) e agropecuária (156). O único resultado negativo foi registrado no comércio, com saldo de -33 vagas.

 

Entre os municípios, Salvador apresentou o maior número de empregos gerados, com 5.616 novas vagas. Na sequência estão Feira de Santana (1.691), Camaçari (774) e Luís Eduardo Magalhães (511).

 

No recorte por gênero, as mulheres ocuparam a maior parte das vagas criadas no estado, com 7.712 postos, enquanto os homens responderam por 6.296. Já entre as faixas etárias, os jovens de 18 a 24 anos lideraram a ocupação, com 7.298 empregos.

 

Em relação à escolaridade, a maioria das vagas foi preenchida por trabalhadores com ensino médio completo, totalizando 11.383 postos formais.

 

No cenário nacional, o Brasil gerou 228.208 empregos com carteira assinada em março. O resultado é fruto de 2,52 milhões de admissões e 2,29 milhões de desligamentos. Com isso, o país acumula 613.373 vagas formais no primeiro trimestre de 2026.

 

O estoque total de empregos com carteira assinada chegou a 49,08 milhões, uma alta de 2,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nos últimos 12 meses, foram criados 1,21 milhão de postos formais no país.

 

Entre os estados, São Paulo (+67.876), Minas Gerais (+38.845) e Rio de Janeiro (+23.914) lideraram a geração de empregos em março. Ao todo, 24 das 27 unidades da federação registraram saldo positivo no período.

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O Brasil registrou, no primeiro trimestre de 2026, o menor número de homicídios dolosos e latrocínios dos últimos dez anos para o período de janeiro a março. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com base no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública.

 

De acordo com o levantamento, foram registrados 7.289 homicídios dolosos no período, contra 12.719 em 2016, o que representa uma queda de 42,7%. Já os latrocínios somaram 160 casos em 2026, frente a 591 há dez anos, redução de 72,9%. A série histórica indica que este é o melhor resultado da década para o primeiro trimestre.

 

O relatório também aponta queda nos crimes letais nos últimos quatro anos. Os homicídios passaram de 9.714 em 2022 para 7.289 em 2026, recuo de 25%. No mesmo período, os latrocínios caíram de 308 para 160 registros, redução de 48,1%.

 

Além disso, houve aumento no cumprimento de mandados de prisão. Em 2026, foram 72.965 ordens cumpridas, ante 53.212 em 2022, alta de 37,1%.

 

Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, o aumento de investimentos contribuiu para os resultados. O Fundo Nacional de Segurança Pública passou de R$ 970,7 milhões no biênio 2021–2022 para R$ 1,76 bilhão em 2023–2024, crescimento de 80,9%, com aplicação em tecnologia, equipamentos, perícia e formação policial.

 

De acordo com o ministério, a estratégia atual prioriza a integração entre União e estados, o uso de dados para orientar operações e o combate às estruturas financeiras do crime organizado.

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A Fifa aumentou seus esforços para comercializar ingressos de hospitalidade da próxima Copa do Mundo. Ainda há disponibilidade para 102 das 104 partidas do torneio, com exceção da estreia do México no Grupo A, contra a Coreia do Sul, e de um confronto das oitavas de final que deve envolver a Espanha.

 

Como parte da estratégia, a entidade lançou uma nova categoria de ingressos, chamada “suite essentials”. A proposta permite a compra individual de lugares em camarotes VIP — anteriormente vendidos apenas em pacotes fechados para grupos — especialmente em partidas de menor demanda.

 

Informações do jornal The Guardian, repercutidas nesta semana, dão conta de que a iniciativa ocorre após uma revisão para baixo nas projeções de receita com hospitalidade, considerada a área mais lucrativa do torneio. A FIFA, no entanto, afirma que a venda geral de ingressos segue acima do esperado.

 

Os pacotes da nova categoria incluem assento numerado, acesso a camarote VIP, alimentos embalados, bebidas não alcoólicas e um item comemorativo. Os preços partem de US$ 650 (cerca de R$ 3.200), com opções disponíveis para cerca de dez partidas, como Colômbia x República Democrática do Congo e Uruguai x Espanha.

 

Além disso, a entidade mantém ativa a fase final de venda de ingressos, iniciada em abril, com sistema por ordem de chegada. De acordo com o secretário-geral Mattias Grafström, os valores praticados refletem “a realidade de mercado na América do Norte”.

 

Outro ponto destacado é o modelo de preços adaptativos adotado pela organização. Nesse sistema, os valores podem ser ajustados conforme a demanda, com decisões tomadas diretamente por executivos da entidade. A FIFA também disponibiliza uma plataforma oficial de revenda, permitindo que torcedores negociem ingressos até o início do torneio.

 

Apesar disso, a política de preços tem sido alvo de críticas. A Football Supporters Europe classificou os valores como “extorsivos” e chegou a formalizar uma denúncia à Comissão Europeia. Ainda assim, o presidente Gianni Infantino sustenta que os preços são consequência direta da alta procura pelo evento.

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O uso de inteligência artificial já provoca um terremoto nas campanhas eleitorais deste ano. Com ferramentas de IA, equipes mandam mensagens cada vez mais segmentadas, marqueteiros substituem pesquisas qualitativas por “eleitores sintéticos” para testar a eficácia, vídeos e publicações na internet que levavam um dia e meio para ficarem prontos são finalizados em poucas horas.
Ao mesmo tempo, as campanhas pisam em ovos por causa da resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que restringe a utilização de IA. Está claro para elas que deepfakes eleitorais (vídeos e áudios não autorizados que emulam candidatos ou outras figuras públicas) estão proibidos. Mas existem dúvidas sobre a legalidade de certos recursos.
A Folha conversou com integrantes das equipes de Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidatos à Presidência, de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT), pré-candidatos ao Governo de São Paulo, e de deputados federais e estaduais. Alguns pediram para não se identificar, afirmando serem informações estratégicas.
Uma das campanhas majoritárias conta com uma equipe de 54 pessoas dedicadas a fazer impulsionamento com nanosegmentação. A campanha consegue customizar uma mensagem do candidato para, por exemplo, atingir mulheres da zona oeste de São Paulo sem plano de saúde e que têm probabilidade de passar a apoiar o político.
Softwares que usam IA monitoram a chamada “sentimentalização” –como as contas de redes sociais reagem a cada conteúdo. Milhões de perfis de redes sociais são “tagueados” para que sejam mapeados os temas que mais reverberam e como ressoam conteúdos do candidato e dos concorrentes.
Todas as campanhas ressaltam, porém, que é importante ter humanos no relacionamento direto com eleitores, porque as pessoas não gostam de interagir com robôs.
Uma campanha quis avaliar qual foi a repercussão do embate entre Romeu Zema, prê-candidato do Novo à Presidência, com o STF (Supremo Tribunal Federal). Em cinco segundos, conseguiu mapear nas redes sociais potenciais detratores e apoiadores, as teses-chave e ter sugestões de resposta.
Todas as principais pré-candidaturas têm IAs treinadas com discursos, reportagens, entrevistas e materiais do candidato e rivais.
“A IA vai ‘aprendendo’ o tom do discurso do candidato, suas expressões, como ele se posiciona em relação a temas”, diz Nara Alves, sócia-diretora da Ela Marketing Político, que trabalha para candidatos de vários partidos.
Isso é usado para os briefings (a descrição do que se espera de cada peça de propaganda política) e para os roteiros, determinando o que seria adequado para falar em determinada cidade. Eles também conseguem ter versões do candidato mais irônico, sério ou agressivo -e depois testam o que funciona melhor usando software de “social listening”, que mede reações nas redes sociais.
“A IA vem revolucionando cada processo das campanhas, da criação de conteúdo à segmentação de mensagens e mobilização de apoiadores”, diz Bruno Bernardes, sócio da PLTK, agência do marqueteiro Pablo Nobel, responsável pela campanha de Tarcísio.
Os deepfakes, que estão proibidos por resolução de TSE desde 2024, são criticados por todos os marqueteiros.
Segundo Bernardes, a última eleição presidencial argentina mostrou o perigo. Vídeos falsos usando deepfake com a ex-primeira-ministra britânica Margareth Thatcher contestando Javier Milei e o candidato peronista Sergio Massa cheirando cocaína viralizaram a duas semanas do segundo turno em 2023.
As contas produzindo e disseminando esses conteúdos não são diretamente ligadas aos candidatos.
Para o advogado eleitoral Hélio Silveira, esse deve ser um dos principais problemas da eleição.
Silveira, que trabalhou na campanha da deputada Tábata Amaral (PSB) à Prefeitura de São Paulo em 2024 e na de Fernando Haddad (PT) ao governo em 2022, espera um uso massivo de contas falsas para distribuir mensagens atacando candidatos, muitas delas com IA.
Apesar de os deepfakes serem a faceta mais visível do uso eleitoral de IA, é nos bastidores que a tecnologia vem fazendo transformações radicais. Para além da segmentação, a criação do conteúdo ganhou muita agilidade.
Um vídeo de Ronaldo Caiado abre com uma imagem de IA de uma bandeira do Brasil tomando tiros e começa a sangrar como se fosse carne humana.
“O Brasil assiste indignado, assustado e impotente à morte de milhares de filhos seus, vítimas da criminalidade”, diz o pré-candidato no vídeo.
Segundo o marqueteiro de Caiado, Paulo Vasconcelos, sem IA, levaria quatro dias para fazer a peça. Com IA, demorou algumas horas.
Os locutores dos vídeos foram 100% substituídos por IA, assim como a geração de imagens de apoio.
MANIPULAÇÃO DE CONTEÚDO
Durante a campanha, segundo a resolução do TSE, será preciso informar que o conteúdo foi manipulado. Além disso, no período entre as 72 horas que antecedem e as 24 horas que sucedem o término do pleito serão proibidos conteúdos alterados por IA que usem imagem ou voz de candidato ou pessoa pública, mesmo que rotulados.
Algumas campanhas estão recorrendo a chatbots para poupar gastos com pesquisas qualitativas, em que grupos de leitores opinam de forma mais aprofundada sobre temas.
O “eleitor sintético” da SVA Solutions-Galaxies cria, usando dados de grupos reais de eleitores, perfis que reúnem características de determinados segmentos. Por exemplo, “viúvas do PSDB”, pessoas de centro-direita que costumavam votar nos tucanos e rejeitam Bolsonaro ou esquerdistas frustrados com o PT.
Esses perfis servem para testar mensagens ou mesmo gerenciar crises. “Quando temos pouca verba para fazer uma pesquisa ampla e entender como lidar com determinada questão do candidato, é uma opção”, diz Andrés Benedykt, marqueteiro do candidato a deputado federal José Dirceu (PT).
Uma pesquisa qualitativa bem feita com mil entrevistados pode sair R$ 150 mil. O eleitor sintético custa R$ 65 mil por mês e pode ser acionado a qualquer momento.
Algumas ferramentas ainda suscitam dúvida nos departamentos jurídicos. A customização de mensagens usando IA, com a adaptação de vídeo ou áudio de candidatos para chamar eleitores pelo nome ou mencionar suas cidades de origem, ainda é zona cinzenta.
Alguns advogados acreditam que, desde que haja aviso de uso de IA, seja autorizado pelo candidato e não se trate de propaganda negativa, não há problema.
Newsletter FolhaJus A newsletter sobre o mundo jurídico exclusiva para assinantes da Folha *** Outros acham que se trata de deepfake. Só seria possível usar IA para melhorar qualidade do áudio e vídeo. A resolução do TSE veda o uso “para prejudicar ou para favorecer candidatura” de conteúdo sintético em formato de áudio ou vídeo para criar, substituir ou alterar imagem ou voz de uma pessoa.
De qualquer maneira, muitos marqueteiros advertem que certos usos de IA podem sair pela culatra. “Acho arriscado fazer customização com áudio, qualquer estranhamento pode acabar gerando rejeição no eleitor”, diz o marqueteiro Felipe Pimentel.

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O governo federal lançou, na manhã desta segunda-feira (4), o programa Novo Desenrola Brasil, que possibilita a renegociação de dívidas para pessoas e pequenas empresas. A iniciativa é destinada aos brasileiros com renda de até cinco salários mínimos (R$ 8.105).

 

Segundo o governo federal, serão renegociados débitos adquiridos até 31 de janeiro de 2026 no cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC), com atraso de 90 dias a 2 anos. Estão previstos descontos que variam entre 30% e 90%, com taxa de juros que vão até 1,99% ao mês.

 

A negociação contempla quatro eixos voltados para famílias, empresas, produtores rurais e estudantes universitários. O valor a ser pago terá limite máximo de até R$ 15 mil, podendo ser divididos em até 48 meses. O prazo para a cobrança da primeira parcela será de até 35 dias.

 

O devedor também poderá usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para reduzir a dívida. Pelas regras do programa, será possível usar até 20% do saldo ou R$ 1 mil, o que for maior, para efetuar o pagamento.

 

De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o aporte inicial será de R$ 2 bilhões, feito através do Fundo Garantidor de Operações (FGO). Também há a possibilidade de um novo investimento de até R$ 5 bilhões. O governo também vai buscar recursos não resgatados dos bancos, podendo mobilizar entre R$ 5 e R$ 8 bilhões.

 

Quem quiser entrar no programa deverá procurar o banco credor da dívida. A adesão inclui o bloqueio do CPF em casas de apostas por 12 meses.

 

A renegociação também conta com contrapartidas para os bancos. As instituições deverão perdoar dívidas de até R$ 100, destinar 1% do valor à educação financeira e proibir o envio dos recursos para casas de apostas via crédito ou Pix.

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A Prefeitura de Itabuna, através do Programa Meu Lugar da Secretaria de Planejamento (SEPLAN), está apoiando o Mutirão da URBIS (Habitação e Urbanização da Bahia) que vai prestar atendimento aos mutuários, atuais ocupantes dos imóveis ou pessoas que têm contrato de gaveta, de 4 a 10 de maio, das 9 às 17 horas, no Lar Fabiano de Cristo, na Avenida Manoel Chaves, no São Caetano, e no CRAS CEU, no Urbis IV.

Será a segunda edição do Mutirão da URBIS destinado à regularização dos imóveis nos conjuntos habitacionais construídos no município de acordo com o gerente Miguel Mendes. Em dezembro do ano passado, 180 escrituras foram entregues a mutuários e donos de imóveis em solenidade no auditório do Centro Universitário UNEX, depois da coleta da documentação iniciada em abril.

Desde sua fundação, em 4 de janeiro de 1965, a URBIS já entregou mais de 100 mil unidades habitacionais, proporcionando não apenas moradia, mas, também, a tão desejada regularização fundiária. Atualmente, a empresa está em processo de liquidação, depois de sua extinção, de acordo com a Lei nº 8.479 de 21 de outubro de 2002, e transferência de programas habitacionais à Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER).

O secretário municipal de Planejamento, Marco Souza, afirmou que toda a operação do mutirão é executada por profissionais da URBIS, em processo de liquidação, depois de sua extinção, de acordo com a Lei nº 8.479 de 21 de outubro de 2002, e transferência de programas habitacionais à Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER).

SERVIÇO

Documentação necessária:
OCUPANTE – (Ocupa o imóvel há mais de cinco anos e adquiriu o direito de posse) – Apresentar conta de luz, água ou telefone no nome, como comprovação do tempo de posse.
GAVETEIRO – (Negociou o imóvel sem quitação, via Contrato de Gaveta) – Levar cópias do RG do mutuário, vendedor e cônjuge, RG e CPF do gaveteiro, compradores e cônjuges, além do original do Contrato de Gaveta.
MUTUÁRIO – (Está no imóvel desde a entrega) – Entregar cópia simples do RG e do cônjuge, junto com Certidão de Nascimento ou Casamento.
Link: https://www.instagram.com/p/DXsKG7GCTOj/

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O governo federal lançou neste domingo (3) uma campanha nacional pelo fim da escala de trabalho 6×1 sem redução de salário. O objetivo da proposta é “garantir mais tempo para a vida além do trabalho, tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso”.

Pelo menos 37 milhões de trabalhadores podem ser beneficiados com a redução.

“Para fins de comparação, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil/mês beneficiou cerca de 10 milhões de pessoas. A garantia do descanso ainda tem potencial impacto positivo sobre a economia, estando alinhada com uma visão moderna de desenvolvimento, que combina produtividade, bem-estar e inclusão social “, esclareceu a Secretaria de Comunicação Social (Secom).

A proposta do governo estabelece um novo limite de jornada em 40 horas semanais e mantém as oito horas diárias de trabalho (inclusive para trabalhadores em escalas especiais). Com isso, os trabalhadores terão assegurados dois dias de repouso semanal de 24 horas consecutivas, preferencialmente aos sábados e domingos.

O modelo de cinco dias de trabalho para dois dias de descanso poderá ser definido em negociação coletiva, respeitando as peculiaridades de cada atividade.

CAMPANHA

Com o slogan “Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito.”, a campanha pelo fim da escala 6×1 será veiculada em canais de mídia digital, televisão, rádio, jornais, cinema e na imprensa internacional.

“A proposta é conscientizar empregados e empregadores que reduzir a escala é defender o convívio do trabalhador com sua família, é defender a família brasileira, é valorizar o trabalho, mas, também, a vida além do trabalho” apontou a Secom.

O governo defende que a mudança dialoga com transformações recentes na economia, como o avanço tecnológico e os ganhos de produtividade. “Jornadas mais equilibradas tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho e diminuir a rotatividade”, diz a Secom.

No dia 14 de abril, o governo federal encaminhou ao Congresso um projeto de lei alterando a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A proposta, que tramita com urgência constitucional, reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial.

Na prática, o texto coloca fim à escala 6×1.A iniciativa tramita em conjunto com outras propostas no Congresso Nacional, que criou uma comissão especial para analisar uma proposta de Emenda à Constituição sobre o tema.

O colegiado foi instalado na quarta-feira (29). A comissão vai analisar a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que trata do mesmo tema. O colegiado tem como presidente o deputado Alencar Santana (PT-SP). A relatoria caberá ao deputado Leo Prates (Republicanos-BA).

COMISSÃO

Composta por 38 membros titulares e de igual número de suplentes, a comissão terá o prazo de até 40 sessões para proferir seu parecer. A partir de amanhã, tem início o prazo para a apresentação das emendas, que é de 10 sessões.

Santana afirmou que o tempo para a análise da proposta é apertado e que o colegiado deverá realizar, inicialmente duas reuniões semanais, às terças e quartas-feiras para debater a matéria.

O colegiado analisará duas propostas de redução na jornada de trabalho. A primeira, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 36 horas semanais. A transição se daria ao longo de dez anos.

A outra proposta apensada (PEC 8/25), da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.

Na prática, as PECs acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1). Se aprovados na comissão especial irão depois para votação no plenário.

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