Na manhã desta sexta-feira, dia 9, a secretária municipal de Infraestrutura e Urbanismo (SIURB), Sônia Fontes, esteve visitando as obras de requalificação da Ponte Góes Calmon, conhecida Ponte de Pedestre e de construção da nova ponte sobre o Rio Cachoeira, ambas de interligação do centro da cidade ao Bairro da Conceição.

Na nova ponte, ela destacou a qualidade da construção,o compromisso e a capacidade construtiva da RCI Construtora e Meio Ambiente, empresa contratada para a execução das obras e serviços, que tem cumprido o cronograma de execução mesmo com diversos imprevistos como chuvas e feriados, por exemplo.

A secretária enfatizou ainda o capricho com os acabamentos dos serviços, o cuidado com a parte arquitetônica, que já começa a ser desenhada pelos arcos que estão sendo instalados, além dos guarda-corpos. Ela disse que, quanto ao visual estético da obra, terá um “toque de nobreza e mais cores” com pastilhas de cerâmica.

Quanto à quase centenária Ponte Góes Calmon, a titular da SIURB ressalta que é uma obra da Prefeitura de Itabuna, executada pela Empresa Municipal de Saneamento e Águas (EMASA), que tem como prioridade substituir as peças de apoio da adutora antiga que passa sob as estruturas e transferir para a nova ponte, além de valorizar estética e os traços arquitetônicos.

A secretária Sônia Fontes fez questão de evidenciar os guarda-corpos de inox que estão sendo instalados para promover maior segurança dos transeuntes que gostam de parar para admirar a bela vista da cidade e do Rio Cachoeira. Ela apontou a correção no piso de intertravados e contou que ainda será realizado o paisagismo com jardineiras nos balanços da ponte, nos pequenos mirantes.

No momento, as obras de requalificação da Ponte Góes Calmon têm cinco frentes de trabalho, a instalação do quadro de energia elétrica e de caixas de passagem, os acabamentos e compactação dos intertravados e instalação das estacas de inox para na próxima semana ganhará a montagem dos corrimãos. Por último, a titular da SIURB destacou as duas obras dentre as mais importantes em execução na gestão do prefeito Augusto Castro (PSD).

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A Bahia ocupa a segunda posição entre os estados com o maior número de ocorrências incluídas na nova atualização da “Lista Suja” do trabalho análogo à escravidão. A lista é um Cadastro de Empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas à escravidão, atualizado semestralmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Dos 82 registros incluídos em todo o país, sete são no estado, que fica atrás apenas de Minas Gerais.

 

A atualização do cadastro foi divulgada pelo governo federal na terça-feira (6). Os sete registros baianos correspondem a cinco pessoas físicas e duas pessoas jurídicas. As ações da Auditoria-Fiscal do Trabalho resultaram no resgate de 10 trabalhadores na Região Metropolitana de Salvador (RMS) e no interior do estado.

 

Entre as novas inserções no cadastro, quatro casos ocorreram no meio urbano: dois envolvendo trabalho doméstico, em Poções e Vitória da Conquista; um na construção civil, em Camaçari; e outro em um galpão de carvão vegetal, em Lauro de Freitas.

 

Na zona rural, os outros três casos foram identificados em duas fazendas de cacau, nos municípios de Itacaré e Itajuípe, e em uma fazenda de criação de gado, em Itapicuru.

 

“LISTA SUJA”
O cadastro existe desde 2003. A inclusão ocorre após processo administrativo no qual são assegurados o contraditório e a ampla defesa. O nome do empregador só passa a integrar a lista depois de uma decisão administrativa irrecorrível que confirma a ocorrência de trabalho em condição análoga à escravidão.

 

Em todo o Brasil, a atualização reúne 82 registros, referentes a 80 empregadores, com ocorrências em 21 unidades da federação. Os casos foram identificados por auditores-fiscais do Trabalho entre 2024 e 2026 e envolvem 553 trabalhadores e trabalhadoras.

 

As atividades com mais inclusões foram criação de bovinos para corte, com oito casos; serviços domésticos, com sete; produção de carvão vegetal e produção de café, com seis cada; e construção de edifícios, com cinco.

 

Os nomes permanecem no cadastro por dois anos. Nesta atualização, 151 foram excluídos após completarem esse período.

 

Denúncias de trabalho análogo à escravidão podem ser feitas de forma remota e sigilosa pelo Sistema Ipê, da Secretaria de Inspeção do Trabalho, desenvolvido em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

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A Secretaria da Administração (Saeb) publicou, nesta quarta-feira (07), a convocação de 2.384 universitários para o Programa Partiu Estágio (Edital nº 002/2026). A relação dos selecionados está disponível no site www.saeb.ba.gov.br. Os estudantes relacionados deverão entrar em contato, entre os dias 13 e 23 de outubro, com a unidade de Recursos Humanos do órgão onde irão atuar.

Os selecionados para as vagas vão receber uma mensagem via WhatsApp, informando alteração do seu status no site do BA.GOV.BR (www.ba.gov.br). Na sequência, eles deverão acessar o site para verificar os procedimentos, prazos e documentação.

Para obter informações sobre a forma de entrega da documentação exigida, os convocados deverão entrar em contato, através de e-mail ou por telefone, com a unidade de Recursos Humanos do órgão em que serão lotados, no prazo indicado acima (entre os dias 13 e 23 de outubro).

VAGAS
Com esta 1ª convocação do Edital 002/2026, serão preenchidas vagas em 53 órgãos estaduais, situados em 152 diferentes municípios baianos. Dos 2.384 estudantes selecionados, 1.191 irão atuar na capital baiana e os outros 1.193 em cidades da Região Metropolitana de Salvador e do interior do Estado.

As novas oportunidades contemplam ainda 88 cursos de nível superior diferentes, sendo que as graduações com maior número de vagas são Administração (423), Pedagogia (245) e Direito (192).

SOBRE O PROGRAMA
Iniciativa do governo estadual, o Partiu Estágio oferece oportunidade de estágio a estudantes matriculados em instituições de ensino superior que possuem sede na Bahia. Podem participar os universitários que já concluíram 50% ou mais da carga horária do curso de graduação.

Os candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) têm prioridade na seleção, bem como os estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou estudaram com bolsa integral na rede privada. O Partiu Estágio prevê, ainda, 10% das vagas reservadas para estudantes com deficiência, conforme estabelece a Lei Federal nº 11.788, de 25 de setembro de 2008.

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A Prefeitura de Itabuna, por meio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), realiza neste fim de semana o CONFANITA 2026, encontro que reúne bandas e fanfarras de diversas cidades da Bahia em uma programação de música e cultura. O evento acontece nos dias 10 e 11 de outubro, na Alameda da Juventude, em frente ao Módulo Center, com entrada gratuita.

A programação começa no sábado (10), às 15h, e segue no domingo (11), a partir das 13h, reunindo músicos, estudantes, familiares e grupos culturais.

O CONFANITA valoriza o trabalho desenvolvido pelas bandas e fanfarras, que envolvem meses de preparação, disciplina, técnica e dedicação aos ensaios. A programação também contribui para aproximar a população das manifestações culturais e da música instrumental.

Na gestão do prefeito Augusto Castro (PSD), a Prefeitura de Itabuna vem fortalecendo iniciativas que ampliam o acesso à cultura e valorizam artistas, músicos, estudantes e grupos culturais. Por meio da FICC, o Município reafirma o compromisso com a cultura como instrumento de formação, valorização de talentos e preservação das tradições, além de fortalecer Itabuna como polo cultural da região.

Local: Alameda da Juventude (em frente ao Módulo Center – Itabuna)
Sábado (10): a partir das 15h
Domingo (11): a partir das 13h
Entrada gratuita

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Mais de 30 milhões de meninas e meninos podem ser expostos a dois ou mais riscos climáticos no Brasil com o avanço do El Niño, apontado como um dos mais fortes desde 1950, afirma análise inédita do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) divulgada nesta quinta-feira (8).
Preparado pelo Centro de Excelência sobre Crianças e Resiliência Climática do Unicef, sediado em Bangcoc, na Tailândia, o documento detalha como secas, calor extremo, incêndios florestais, chuvas intensas e inundações podem afetar saúde, nutrição, acesso à água, educação e proteção das crianças.
O estudo enfatiza que, diferentemente de desastres repentinos, a trajetória do El Niño pode ser prevista com meses de antecedência. Por isso, esperar os serviços colapsarem para agir significa chegar tarde e gastar mais dinheiro para remediar.
Dessa forma, o órgão defende que os governos aproveitem os próximos meses para preparar serviços essenciais antes que os riscos se agravem a ponto de não poderem ser contidos.
As ações a serem tomadas a curto prazo apontadas pelo documento são: fortalecer sistemas de alerta precoce; preparar profissionais e unidades de saúde; revisar planos de emergência das escolas; monitorar e proteger fontes de água; pré-posicionar medicamentos e insumos; identificar famílias e comunidades mais vulneráveis; e organizar mecanismos de proteção social e apoio financeiro antes de uma emergência.
No caso específico do Brasil, o estudo aponta como ferramenta central a aplicação do Protocolo Nacional para a Proteção Integral a Crianças e Adolescentes em Situação de Riscos e Desastres, idealizado pelo governo Lula (PT) em 2025, com o apoio do Unicef, articulando Defesa Civil, saúde, assistência social, educação e direitos humanos em uma rede contínua de proteção climática.
Como exemplo do que pode acontecer pela falta de planejamento, o órgão cita as enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul em 2024, também sob influência do El Niño. A tragédia afetou 741 mil estudantes, diz o documento. Na mesma época, a seca histórica na amazônia atingiu outros 436 mil, somando 1,17 milhão de alunos com aulas paralisadas.
Esses números, afirma o Unicef, não significam que os eventos de 2024 vão se repetir neste ciclo de El Niño nem permitem prever exatamente onde ocorrerão os maiores impactos. Eles mostram, porém, o que pode acontecer quando seca, calor, fumaça ou chuvas extremas atingem serviços dos quais meninas e meninos dependem.
“O dado meteorológico nos mostra onde pode chover mais ou menos e onde o calor ou a seca podem se intensificar. O papel do Unicef é olhar para o que acontece quando esse extremo chega à vida de uma criança”, afirma Danilo Moura, especialista em clima e meio ambiente do Unicef no Brasil.
“Uma seca pode significar falta de água segura, fumaça, dificuldade para chegar à escola ou ao posto de saúde. Uma enchente pode significar escola fechada, vacinação interrompida ou perda da renda da família. E muitos desses impactos podem ser reduzidos se a preparação acontecer antes da emergência”, afirma.
Para facilitar o trabalho de prevenção dos governos, a análise listou os riscos às crianças em diferentes áreas: saúde, alimentação e nutrição, água e saneamento, educação, e proteção e renda.
“Esperar a escola fechar, o posto de saúde ficar isolado ou uma comunidade perder acesso à água para começar a agir é chegar tarde. Nós já sabemos que há um El Niño forte em curso e conhecemos os tipos de impacto que podem atingir diferentes regiões. Preparar os serviços agora custa menos, permite responder mais rapidamente e, principalmente, evita que a emergência climática se transforme em uma emergência para as crianças”, afirma Danilo.
O Unicef diz ainda que, como parte do esforço para ampliar a informação e a conscientização sobre os impactos do El Niño na infância, tem mobilizado influenciadores, comunicadores e jovens para levar o tema às redes sociais.
Entre eles estão a assistente social e comunicadora Giovanna Marinho, conhecida como Pitel, e jovens do programa de voluntariado online #tmjUnicef, que vêm produzindo conteúdos para aproximar o debate sobre clima, preparação e proteção de crianças e adolescentes de diferentes públicos.
CADEIA DE IMPACTOS LOCAIS, SEGUNDO O UNICEF
– Saúde: Aumento dos riscos de desidratação e proliferação do mosquito Aedes aegypti (dengue) pelas variações de calor e umidade. Entre as ações de preparação estão o fortalecimento da vigilância epidemiológica, com atenção específica às doenças que afetam crianças; a garantia da continuidade de serviços como a vacinação e da atuação das equipes de saúde da família
– Alimentação e nutrição: Perdas agrícolas, redução da renda e aumento do preço dos alimentos podem ampliar a insegurança alimentar e a má nutrição. Por isso, a preparação inclui fortalecer o monitoramento e a vigilância nutricional, ampliar a detecção precoce e garantir que os serviços de saúde tenham capacidade para identificar e tratar crianças com desnutrição. Além disso, é preciso fornecer insumos nutricionais preventivos para municípios que possam ficar isolados
– Água e saneamento: Secas podem reduzir a disponibilidade de água segura, enquanto inundações podem contaminar fontes e danificar sistemas de saneamento. Por isso, há a necessidade de adotar estratégias comunitárias de armazenamento de água (como as usadas na bacia amazônica em 2023-2024)
– Educação: Falta de água, perda da navegabilidade, calor extremo, fumaça, inundações ou danos à infraestrutura podem interromper aulas, alimentação escolar e outros serviços. Redes de ensino podem revisar planos de gestão de riscos e preparar alternativas para garantir a continuidade da aprendizagem, como por exemplo em casa.
– Proteção e renda: Perdas de moradia, trabalho ou produção reduzem a capacidade das famílias de garantir necessidades básicas. Deve ser feita atualização prévia dos cadastros sociais municipais para famílias vulneráveis em áreas de risco antes que as perdas aconteçam, para que elas possam ser atendidas pelos sistemas de proteção social

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A Universidade do Estado da Bahia (UNEB) prorrogou até o próximo dia 12 de outubro o prazo de inscrições do Processo Seletivo Vestibular 2027. Antes da prorrogação, as inscrições terminavam em 7 de outubro. O certame oferece 5.497 vagas em cursos de graduação presenciais, distribuídas pelos 28 campi da UNEB na Bahia.

 

O pagamento do boleto da taxa de inscrição, de R$ 95,00, passa a ser aceito até 13 de outubro de 2026. As novas datas de cada etapa do certame constam no cronograma atualizado (Anexo VI do edital de prorrogação).

 

Das mais de 5 mil vagas, 40% são reservadas para candidatos negros e negras (pretos/as ou pardos/as), enquanto os demais 60% são de ampla concorrência. Além das vagas regulares, o edital prevê sobrevagas: vagas extras, somadas às já existentes em cada curso, destinadas exclusivamente a cinco grupos específicos. Cada um deles tem direito a 5% de sobrevagas, calculados sobre o número de vagas de cada turma.

 

São vagas destinadas aos candidatos indígenas; candidatos quilombolas; candidatos ciganos; pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista ou altas habilidades/superdotação; travestis, homens trans, mulheres trans e pessoas não binárias. Por serem adicionais, as sobrevagas não reduzem o quantitativo de vagas destinado à ampla concorrência ou à cota para negros e negras.

 

Para concorrer às vagas reservadas ou sobrevagas, o candidato precisa ter cursado integralmente o Ensino Médio em escola pública, ter renda familiar bruta mensal de até quatro salários mínimos e se autodeclarar pertencente ao grupo correspondente, conforme os critérios do edital.

 

INSCRIÇÃO
O candidato deve acessar o site do vestibular, ler o edital completo e clicar em “Inscrição On-line”. No formulário, é preciso indicar: curso e turno de primeira e segunda opções; língua estrangeira (inglês, espanhol ou francês); opção ou não pelas vagas reservadas ou sobrevagas; e cidade de realização da prova (se for em Salvador, necessário indicar também a zona).

 

As provas serão aplicadas em dois dias, nos formatos abaixo:

  • 13/12/2026: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira (15 questões), Redação, Língua Estrangeira (10 questões) e Ciências Humanas — História, Geografia e Atualidades (20 questões). Duração: 4h30min.
  • 14/12/2026: Matemática (15 questões) e Ciências da Natureza — Física, Química e Biologia (25 questões). Duração: 4h.

 

O cronograma completo, o quadro de cursos e vagas por campus e o conteúdo programático constam, respectivamente, nos Anexos VI, I e II do edital.

 

Para mais informações os interessados podem entrar em contato com o Centro de Processos Seletivos da UNEB por meio do telefone (71) 3117-2352 ou e-mail ([email protected]).

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Itabuna vive hoje um momento de profunda transformação urbana com políticas públicas promovidas pela gestão do prefeito Augusto Castro (PSD) como os programas Praça Viva, Acelera Itabuna (PAI) e Pavimenta Itabuna (PPI) que juntos mudaram a estética arquitetônica, a mobilidade e a qualidade de vida dos itabunenses.

A Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo (SIURB) nos últimos seis anos, revitalizou 27 espaços públicos, entre praças e áreas de convivência em toda cidade.

A integração entre os programas Acelera Itabuna e Praça Viva ilustram que a mobilidade urbana vai muito além da pavimentação de vias para o tráfego de veículos automotivos e consolida o conceito de modernidade e cidade inteligente, humanizada e inclusiva.

Para isso podemos citar alguns exemplos como as praças dos bairros Mangabinha, Maria Pinheiro, Fonseca, Califórnia, Lomanto, Centro e a Orla-Beira Rio com a Alameda da Juventude e a Pista de Skate.

Enquanto a revitalização e ou reconstrução das praças e espaços de convivência estão focados na promoção do bem-estar dos cidadãos, o Programa Acelera Itabuna (PAI) atuou como espinha dorsal do sistema viário da cidade com a pavimentação em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), macrodrenagens e na reestruturação de dezenas de vias de barro.

Com isso, foram eliminadas barreiras físicas históricas em diversas localidades periféricas, reduzindo o tempo de deslocamento, a poeira em períodos de estiagem e lama nos períodos de chuva e melhorando o acesso a serviços urbanos essenciais como transporte público, ambulâncias e coleta de resíduos sólidos.

A sinergia dos três programas preparou a cidade para a nova dinâmica com estrutura para eixos importantes como a nova ponte que ligará a Avenida Amélia Amado ao Bairro da Conceição, os quatro parques lineares (Avenida Amélia Amado, margens do Rio Cachoeira – Rua do Prado e Jardim das Acácias até o posto de combustíveis Rio Cachoeira e da Bananeira).

Além disso, com o complexo viário da Avenida Princesa Isabel e a futura Avenida Sudoeste, duplicação de trechos urbanos das BRs-101 e 415 e aeroporto, sinalizam um planejamento estratégico inteligente e eficiente que está além da trafegabilidade de automóveis, mas que garante o direito de ir e vir das pessoas com segurança e dignidade.

Ao pavimentar os corredores de ônibus e logísticos e criar espaços verdes e adaptáveis de lazer, a Prefeitura de Itabuna constrói um modelo sustentável em que a infraestrutura abriga engenharia, sustentabilidade e humanização.

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Uma nova análise do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alerta que crianças e adolescentes podem sofrer uma desproporcionalmente os impactos do El Niño 2026–2027. O fenômeno chega ao Brasil onde mais de 30 milhões de crianças e adolescentes, seis em cada dez, já estão expostos a dois ou mais riscos climáticos.

 

Desses, 16 milhões convivem com três ou mais riscos. Segundo o Unicef, eventos recentes mostram como extremos podem interromper direitos: em 2024, as enchentes no Rio Grande do Sul afetaram a educação de 741 mil estudantes, enquanto a seca extrema na Amazônia atingiu outros 436 mil. No total, 1,17 milhão de crianças e adolescentes tiveram as aulas interrompidas.

 

O El Niño é parte de um ciclo natural nas temperaturas do Oceano Pacífico equatorial, caracterizado por temperaturas mais altas do oceano que influenciam padrões de chuva e temperatura em diferentes partes do planeta.

 

Com as mudanças climáticas e a degradação ambiental causadas pela ação humana, as consequências do El Niño têm se agravado a cada novo ciclo. Esses impactos estão relacionados com outros fenômenos meteorológicos, as condições ambientais, as vulnerabilidades existentes e a capacidade dos serviços públicos de se preparar e responder. Ocorre em média a cada dois a sete anos.

 

“Preparar o Brasil, portanto, não significa apenas atravessar o ciclo de 2026–2027, mas construir uma rede de proteção capaz de responder aos próximos El Niños e a outros eventos extremos, com crianças, famílias e serviços essenciais mais protegidos do que no passado”, diz o Unicef.

 

No Brasil, o alerta ganha urgência diante das previsões mais recentes. Boletim divulgado em 1º de setembro por órgãos oficiais aponta mais de 90% de probabilidade de o fenômeno atingir intensidade muito forte no trimestre setembro-outubro-novembro.

 

Para o período, há tendência de chuva abaixo da média em grande parte do Norte e Nordeste e acima da média especialmente no Sul, além de temperaturas acima da média em praticamente todo o país. Calor e estiagem também podem prolongar condições favoráveis às queimadas em áreas do Centro e do Norte.

 

Danilo Moura, especialista em Clima e Meio Ambiente do Unicef no Brasil, em entrevista a Agência Brasil, explica que o dado meteorológico mostra onde pode chover mais ou menos e onde o calor ou a seca podem se intensificar. Segundo ele, o papel do Unicef é olhar para o que acontece quando esse extremo chega à vida de uma criança. Uma seca pode significar falta de água segura, fumaça, dificuldade para chegar à escola ou ao posto de saúde.

 

“Uma enchente pode significar escola fechada, vacinação interrompida ou perda da renda da família. E muitos desses impactos podem ser reduzidos se a preparação acontecer antes da emergência”, acrescenta.

 

Para crianças, há uma vulnerabilidade adicional. Por estarem em desenvolvimento, são particularmente sensíveis ao calor extremo, à desidratação, à fumaça, à má nutrição e a doenças favorecidas por mudanças de temperatura e nos padrões de chuva. Ao mesmo tempo, dependem de adultos e de serviços públicos para ter acesso à água, alimentação, escola, saúde e proteção.

 

Por isso, o El Niño pode gerar uma cadeia de impactos que vai muito além das anomalias climáticas, e que podem chegar à infância e a adolescência por diferentes caminhos:

 

Saúde – Calor extremo pode aumentar riscos de desidratação e outros problemas de saúde. Secas e enchentes podem comprometer a disponibilidade e a qualidade da água, favorecer doenças diarreicas e dificultar o acesso a unidades de saúde. Alterações de temperatura e umidade também podem influenciar a transmissão de doenças como a dengue, ao criar condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti. Entre as ações de preparação estão o fortalecimento da vigilância epidemiológica, com atenção específica às doenças que afetam crianças; a garantia da continuidade de serviços como a vacinação e da atuação das equipes de saúde da família; e o pré-posicionamento de medicamentos e insumos essenciais.

 

Alimentação e nutrição – Perdas agrícolas, redução da renda e aumento do preço dos alimentos podem ampliar a insegurança alimentar e a má nutrição. Esses efeitos nem sempre são imediatos e podem aparecer meses depois de uma safra ruim. Por isso, a preparação inclui fortalecer o monitoramento e a vigilância nutricional, ampliar a detecção precoce e garantir que os serviços de saúde, inclusive em áreas remotas ou isoladas, tenham capacidade para identificar e tratar crianças com desnutrição. Também é importante garantir insumos nutricionais essenciais antes que a demanda aumente, com foco nos municípios remotos que podem ficar isolados durante emergências.

 

Água e saneamento – Secas podem reduzir a disponibilidade de água segura, enquanto inundações podem contaminar fontes e danificar sistemas de saneamento. Proteger e monitorar fontes de água, preparar planos de contingência para garantir o funcionamento dos sistemas de água durante eventos extremos e garantir insumos para tratamento estão entre as medidas que podem ser tomadas antecipadamente. Frente a riscos de seca extrema, implementar estratégias comunitárias de armazenamento de água são fundamentais.

 

Educação – Falta de água, perda da navegabilidade, calor extremo, fumaça, inundações ou danos à infraestrutura podem interromper aulas, alimentação escolar e outros serviços. Redes de ensino podem revisar planos de gestão de riscos e preparar alternativas para garantir a continuidade da aprendizagem, como por exemplo em casa.

 

Proteção e renda – Perdas de moradia, trabalho ou produção reduzem a capacidade das famílias de garantir necessidades básicas. Sistemas de proteção social preparados para choques podem manter ou ampliar benefícios e conectar rapidamente famílias afetadas aos serviços essenciais. Municípios podem atualizar o cadastro das famílias vulneráveis em áreas de risco antes dos desastres.

 

Segundo o especialista do Unicef, esperar a escola fechar, o posto de saúde ficar isolado ou uma comunidade perder acesso à água para começar a agir é chegar tarde. “Nós já sabemos que há um El Niño forte em curso e conhecemos os tipos de impacto que podem atingir diferentes regiões. Preparar os serviços agora custa menos, permite responder mais rápido e, principalmente, evita que a emergência climática se transforme em uma emergência para as crianças”, afirma Danilo.

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A Bahia ocupa a terceira posição nacional em número de praias reconhecidas pelo programa internacional Bandeira Azul na temporada 2026/2027. Ao todo, sete praias baianas receberam o selo, que atesta o cumprimento de critérios relacionados à qualidade da água, gestão ambiental, segurança, serviços, educação ambiental e turismo sustentável. O estado fica atrás apenas de Santa Catarina e Rio de Janeiro.

 

Camaçari concentra quatro das praias reconhecidas. Em Guarajuba, estão Caribinho, Genipabu e Paraíso, enquanto a Praia da Espera fica em Itacimirim. A Ilha dos Frades foi reconhecida com as praias de Nossa Senhora de Guadalupe e da Viração.

 

Fechando a lista, a Praia de Santo Antônio, em Mata de São João, faz sua estreia no ranking e conquistou o reconhecimento pela primeira vez.

 

O documento foi assinado pela coordenadora nacional do Programa Bandeira Azul, Leana Bernardi, e reconhece as ações de conservação e gestão ambiental desenvolvidas na região.

 

A certificação é concedida a praias, marinas e embarcações de turismo que atendem aos critérios estabelecidos pelo programa. O selo é renovado anualmente, mediante a comprovação da manutenção dos requisitos exigidos.

 

Confira as praias da Bahia com Bandeira Azul na temporada 2026/2027:

 

Praia do Caribinho, em Guarajuba, Camaçari
Praia de Genipabu, em Guarajuba, Camaçari
Praia do Paraíso, em Guarajuba, Camaçari
Praia da Espera, em Itacimirim, Camaçari
Praia de Santo Antônio, em Mata de São João
Praia da Viração, na Ilha dos Frades, Salvador
Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, na Ilha dos Frades, Salvador

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Poucos dias após ser eleita deputada estadual, Andréa Castro manteve a proximidade com as comunidades de Itabuna e escolheu a infância como pauta de sua agenda após a eleição. Na manhã desta quarta-feira (7), ela visitou a Creche Irmã Margarida, no bairro Maria Pinheiro, onde participou das atividades em celebração ao Dia das Crianças, acompanhou apresentações e entregou presentes aos alunos.

A visita foi marcada pela interação entre Andréa e as crianças, que também prepararam uma homenagem para recebê-la. Para Andréa, a agenda representa a continuidade de uma atuação que tem a proteção das famílias e a primeira infância entre as prioridades que pretende levar para o mandato na Assembleia Legislativa da Bahia.

“Não poderia imaginar uma forma mais especial de começar esse novo momento do que estando perto das nossas crianças. A primeira infância precisa estar no centro das políticas públicas, porque é nessa fase que construímos bases importantes para o futuro. Saio daqui muito feliz pelo carinho que recebi e ainda mais consciente da responsabilidade que tenho daqui para frente”, declarou Andréa.

A diretora da Creche Irmã Margarida, Maria Auxiliadora, juntamente com o corpo diretivo da instituição, agradeceu a presença da deputada eleita e ressaltou a importância de iniciativas que aproximam representantes públicos da realidade vivida pelas crianças, famílias e profissionais da educação.

A agenda no Maria Pinheiro acontece poucos dias depois de Andréa conquistar uma das maiores votações para deputada estadual na Bahia, sendo eleita para seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa com mais de 86 mil votos. Agora, a parlamentar eleita inicia a transição entre a campanha e o mandato, mantendo como uma de suas prioridades a aproximação com comunidades e instituições que atuam diretamente na vida das famílias.

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As forças de segurança estaduais e federais atuantes na Bahia decidiram intensificar o envio de chefes de organizações criminosas para o sistema penitenciário federal. A medida foi definida nesta terça-feira (6) como prioridade no planejamento estratégico de combate ao crime organizado no estado, ao lado do fortalecimento de operações guiadas por setores de inteligência.

 

O alinhamento ocorreu no Centro de Operações e Inteligência (COI), em Salvador, reunindo a cúpula da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), Polícia Militar (PM-BA) e Polícia Civil (PC-BA), Departamento de Polícia Técnica (DPT-BA) e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO-BA)).

 

Durante o encontro, a SSP-BA apresentou um balanço das ações conjuntas realizadas entre janeiro e setembro de 2026. No período, cerca de 600 operações integradas resultaram na prisão ou localização de 28.200 suspeitos, na apreensão de 15 toneladas de entorpecentes e na retirada de circulação de mais de 5.000 armas de fogo.

 

De acordo com o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, a estratégia busca sufocar a atuação das facções e manter a segurança no estado, processo que será reforçado com a ampliação de efetivo por meio de novos concursos públicos para as polícias Civil e Militar.

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Mais de 33,4 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas nesse domingo (4), o que representou uma abstenção de 21,08%, a maior registrada em um primeiro turno de eleições gerais no país desde 1998, quando a Justiça Eleitoral registrou o percentual de 21,5%. Com um segundo turno confirmado para 25 de outubro, esse percentual pode mudar.

De acordo com Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada turno de votação é uma eleição independente. E os eleitores que não votaram no primeiro turno poderão votar normalmente no segundo, desde que estejam com o título regular.

No entanto, os eleitores que não foram às urnas no primeiro turno e não justificaram a ausência pelo e-título, ainda são obrigados regularizar a situação eleitoral, mesmo que votem no segundo turno.

O prazo vai até 3 de dezembro e a justificativa pode ser apresentada pelo serviço de autoatendimento do site do TSE ou em um cartório eleitoral, com apresentação obrigatória de um documento que comprove o motivo, como um atestado médico ou bilhete aéreo.

Eleitores em viagem no exterior têm até 30 dias após o retorno ao Brasil para apresentar a justificativa. Caso more em outro país e vote em uma zona eleitoral do exterior, só é necessário justificar ausência em eleições presidenciais.

Caso não justifique no prazo, além de regularizar a situação, o eleitor também terá que pagar multa de R$ 3,51 por turno. O valor poderá ser pago pelo autoatendimento no site do TSE, pelo aplicativo e-Título ou no cartório eleitoral, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU), do Pix ou de cartão de crédito.

Até a quitação da pendência, o eleitor permanecerá com o título eleitoral em situação irregular e impedido de emitir ou renovar carteira de identidade e passaporte, tomar posse em concurso público ou renovar matrícula em instituições de ensino público, receber vencimentos ou proventos em empregos públicos.

O título eleitoral é cancelado em caso de ausência sem justificativa e regularização em turnos consecutivos

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