A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que inclui automaticamente as pessoas com transtorno do espectro autista entre os grupos prioritários para vacinação em situações de emergência sanitária ou calamidade em saúde. A proposta foi aprovada nesta quarta-feira (9) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em decisão terminativa, ou seja, sem a necessidade de ir ao plenário da Casa. O texto segue agora para análise do Senado.

O projeto, de autoria do deputado federal Félix Mendonça Jr. (PDT), prevê que as pessoas autistas só não serão incluídas entre os grupos prioritários se houver alguma restrição sanitária específica para esse grupo estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A proposta altera a Lei 12.764/12 que trata da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. O parecer aprovado foi relatado pelo deputado Dorinaldo Malafaia (PDT-AP).

No projeto, Félix ressaltou que as pessoas autistas devem ser priorizadas em campanhas de vacinação por conta das “dificuldades em aderir a medidas preventivas, a exemplo do uso de máscaras, distanciamento social e higiene das mãos.

“Sem adotar essas medidas, as pessoas com autismo ficam mais expostas a riscos no caso de epidemias e disseminação de doenças”, declarou Félix.

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Foi realizado na tarde de quinta-feira, dia 10, no Quiosque do condomínio Gabriela, o encerramento do Trabalho Social do residencial e do Jubiabá cumprindo todas as etapas e metas previstas no programa do Minha Casa Minha Vida. Cerca de 40 pessoas receberam certificados depois de concluírem cursos da segunda etapa. Na 1ª etapa, finalizada em fevereiro de 2023, foram entregues 292 certificados aos moradores participantes.

A cerimônia contou com a presença dos secretários municipais José Carlos Trindade, titular da Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS), e Josué Brandão Junior, vice-prefeito e de Planejamento (SEPLAN), e dos síndicos dos condomínios, a exemplo de Cosme Ramos, do Gabriela.

Também participaram Eric Rafael Portela, coordenador de Cursos, e Aline Madalena, coordenadora Pedagógica do Núcleo Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Iramaia Rocha e Jaqueline Amaral, representantes da Caixa Econômica Federal (CEF), Rita Fraga, diretora do Departamento de Combate à Pobreza, juntamente com Hélida Sodré e Camila Brito, do Setor de Habitação, além do vereador Luizinho da Saúde.

Desde 2022, foram oferecidos no Gabriela 21 cursos profissionalizantes, dentre os quais Produção de Hambúrguer Artesanal, Assistente Administrativo, Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão, Panificação Básica, Produção de Doces Finos, Mecânico de Refrigeração e Climatização Residencial.

No Jubiabá, Segurança nas Instalações Elétricas (NR 10), Segurança no Trabalho em Altura (NR 36), Preparação de Doces em Conservas, Pizzaiolo, Pintor, Montador e Reparador de Microcomputador, Instalador Hidráulico, Empreendedorismo, Produtos Natalinos e Pintor.

A execução de PTS do Programa Minha Casa Minha Vida prossegue na parceria atendendo às populações do condomínio São José, com cursos de Pedreiro Polivalente, Pinto de Obras, Produção de Doces e Salgados Folhados, Mecânico de Manutenção em Motocicletas, Empreendedorismo, Pintor de Obras e Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão.

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A Justiça de São Paulo condenou as Lojas Americanas a pagar uma indenização de R$ 30 mil a um garoto que foi revistado por um funcionário de uma loja na cidade de Campinas, no interior paulista. O caso ocorreu em outubro de 2020 nas Lojas Americanas do Shopping Spazio Ouro Verde. O garoto tinha 12 anos à época e passeava com os pais.

 

De acordo com o processo, o pai pediu ao garoto que fosse à loja comprar um desodorante. O menino entrou no estabelecimento sozinho e começou a olhar as gôndolas. Em dado momento, o seu calção desabotoou e ele parou onde estava e passou a arrumar o short. Um funcionário da empresa, então, se aproximou e afirmou: “Devolve, devolve o que você pegou, eu vi que você pegou.”

 

Segundo com os autos, o menino ficou envergonhado e ofendido e disse que não havia pegado nada, mas o funcionário o revistou, deixando ele constrangido na frente dos demais clientes.

Mesmo não achando nada, o funcionário continuou a seguir o garoto. A família registrou um boletim de ocorrência na polícia.

 

O juiz Thiago Nogueira de Souza disse na sentença “que houve uma evidente discriminação na abordagem, eminentemente racista”.

 

“O autor do processo teve sua moral ferida, ao ser acusado de um crime de furto, somente com 12 anos de idade, simplesmente por estar passeando no shopping sem vestimentas de marca, sem um tênis de marca e sem estar arrumado”, declarou a advogada Lize Schneider de Jesus, que representa o garoto.

A defesa das Lojas Americanas disse à Justiça que a situação não ocorreu conforme o relatado na ação. “A empresa em nenhum momento acusou a parte autora do processo de furto”, declarou, ressaltando que treina seus funcionários “para sempre agirem da forma adequada”.

O juiz rejeitou a argumentação, destacando que a empresa não apresentou as gravações das câmeras de segurança, como havia sido determinado.

“A abordagem se deu apenas por se tratar de uma criança de origem humilde e vestimenta simples, com a cor de pele que chama atenção daqueles que têm um olhar discriminador e buscam antes de qualquer atitude um motivo para abordar e imputar um ato delituoso”, afirmou o juiz na sentença.

 

 

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Hospitais privados e filantrópicos que desejam receber créditos financeiros como contrapartida à prestação de serviços especializados para os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) já podem realizar credenciamento. A inscrição continua aberta neste mês de julho. A medida faz parte do programa Agora Tem Especialistas, que tem o objetivo de reduzir o tempo de espera por atendimento, através da estrutura de saúde brasileira, por meio das iniciativas privadas e públicas.

Essa iniciativa é destinada a estabelecimentos com e sem fins lucrativos, que poderão usar os créditos gerados, limitados a R$ 2 bilhões/ano, para abatimento de dívidas com a União ou de débitos futuros. De acordo com o Ministério da Saúde, para adesão voluntária ao programa, o primeiro passo é manifestar interesse no sistema InvestSUS, do Fundo Nacional de Saúde (FNS), subordinado ao Ministério da Saúde.

Em seguida, os hospitais privados e filantrópicos iniciam a transação tributária com o Ministério da Fazenda, ou seja, vão negociar as dívidas junto à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou à Receita Federal do Brasil (RFB). As entidades que não têm dívidas devem manifestar interesse em receber créditos como contrapartida à prestação de serviços a fim de quitar débitos futuros.

Em sequência o Ministério da Saúde e os gestores estaduais e municipais, que vão avaliar se as cirurgias, as consultas, os exames e os procedimentos diagnósticos e terapêuticos oferecidos pelos hospitais atendem às demandas locais e regionais do SUS. 

As entidades privadas e filantrópicas poderão iniciar, já neste ano, os atendimentos para os pacientes do SUS. Já os créditos financeiros – concedidos como forma de pagamento a esses serviços prestados – poderão abater as dívidas somente a partir de 1º de janeiro de 2026.  Oncologia, ginecologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia e otorrinolaringologia são algumas das especialidades que devem ser priorizadas.

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A substituição de articulações desgastadas por próteses tem trazido melhor qualidade de vida para pessoas com diferentes quadros de saúde, especialmente idosos, que conseguem voltar a se locomover sem dor após o procedimento. Mas, em alguns casos, a melhora é interrompida por infecções, que demandam um longo tratamento com antibióticos e a retirada das próteses, devolvendo o paciente a uma rotina com limitações.

Um projeto desenvolvido por pesquisadores paranaenses pretende ajudar a mudar esse percurso, com uma prótese biodegradável, fabricada em impressora 3D a partir de um polímero plástico que pode ser associado com antibióticos. O material está em fase de testes clínicos e foi aplicado, até agora, em 15 pacientes, que receberam próteses de quadril no Hospital Universitário Cajuru em Curitiba, com resultados preliminares positivos.

“Hoje não existe no SUS uma prótese temporária com antibiótico que seja acessível. As que existem são importadas e de alto custo”, ressalta o professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Saúde da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Felipe Francisco Tuon, que lidera o projeto.

Atualmente, quando o paciente desenvolve uma infecção, ele precisa retirar a prótese permanente de titânio e ficar sem nenhum substituto enquanto a doença é tratada, o que costuma levar pelo menos seis meses. “Nesse tempo, a pessoa vai sentir dor. Dependendo do local da prótese, ela não vai conseguir andar. E fica um espaço vazio, o que aumenta a chance de ter hematoma, uma nova infecção, e acaba acontecendo uma retração muscular”, complementa o pesquisador.

A prótese de polímero foi pensada para substituir a permanente durante o tempo de tratamento, com o adicional do antibiótico, que ajuda a controlar a infecção diretamente no local afetado. Depois que a batalha contra as bactérias é vencida, o paciente pode receber novamente a prótese permanente, com menos riscos de complicações.

O uso da impressora 3D também é uma grande vantagem, já que permite tanto a produção em larga escala de modelos padronizados, com um baixo custo, quanto de peças personalizadas.

“Para alguns pacientes que necessitem de uma prótese de tamanho diferente do padrão, é possível fazer uma tomografia computadorizada, e construir uma prótese com as características específicas para aquele paciente”, complementa Tuon.

Os pacientes que receberam a prótese temporária de quadril continuam sendo avaliados, e a pesquisa espera fazer testes clínicos com pessoas que precisam de prótese no joelho e no ombro no ano que vem.

A equipe também está ampliando a estrutura de produção, após receber um financiamento de R$ 3 milhões do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O novo centro de impressão 3D vai permitir que as próteses sejam enviadas à rede pública de todo o Brasil.

“O objetivo é fornecer as próteses para todos os hospitais que quiserem participar do projeto. A gente tem aqui capacidade de produção e material para anos de próteses”, conclui Tuon.

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Nesta quinta-feira (10), o presidente do instituto, Gilberto Waller Junior, explicou que após os segurados contestarem os débitos, as entidades tiveram 15 dias para demonstrar que os procedimentos eram regulares. Segundo ele, INSS, Dataprev e Controladoria-Geral da União apuram indícios de que algumas entidades usaram documentos fraudados nessa justificativa.
“Verificar se há a fraude da fraude. Se abrindo a possibilidade para que aquela instituição juntasse documento, se aquele documento juntado também é fraudado. Há algumas situações que há indícios de fraude, de contratação de software, de falsificação de assinatura, de juntada de documentação em padrão não autorizado como gravação de voz”.
As entidades apresentaram documentação em 769 mil pedidos de contestação, de acordo com o INSS, casos que ainda estão sob análise. Após a resposta da entidade, o segurado pode dizer se concorda ou contestar por suspeita de falsidade ideológica; indução ao erro; ou apontar que não reconhece a assinatura.
Se houver a contestação, a entidade tem que devolver o dinheiro em até cinco dias úteis e o caso vai para uma auditoria. Se o valor não for devolvido, o aposentado ou pensionista deve ser orientado sobre as medidas judiciais cabíveis.
O INSS informou que propôs uma parceria com as Defensorias Públicas dos Estados para ajudar os beneficiários nesses casos.

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O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%. No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a conta de luz subir e ser o subitem que mais pressionou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em junho do ano passado, a inflação oficial havia sido de 0,21%. Desde fevereiro de 2025, quando marcou 1,31%, o IPCA perdeu força seguidamente nos meses de março (0,56%), abril (0,43%), maio (0,26%) e junho (0,24%).

Apesar da sequência de meses de desaceleração, ou seja, com inflação cada vez menor, o IPCA acumulado de 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta do governo, de até 4,5%. Esse período de 6 meses acima de 4,5% configura estouro da meta. Em abril, esse acumulado obteve o ponto mais alto do ano, 5,53%.

Alimentos

Vilão da inflação nos últimos meses, o grupo alimentação foi influenciado pela alimentação no domicílio, que saiu de 0,02% em maio para menos 0,43% em junho. Os subitens que mais puxaram para baixo o grupo foram ovo de galinha (-6,58%), arroz (-3,23%) e frutas (-2,22%).

De acordo com o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, bons números da safra atual aumentaram a oferta de alimentos, o que explica a queda de preços.

O café subiu 0,56% em junho, bem abaixo de maio (4,59%) e acumula alta de 77,88% em 12 meses.

Já a alimentação fora do domicílio desacelerou para 0,46% em junho, depois de ter marcado 0,58% em maio.

Conta de luz

O subitem que mais empurrou o IPCA para cima foi a energia elétrica, que subiu 2,96% no mês, representando impacto de 0,12 p.p. A explicação está principalmente na bandeira vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,46 a cada 100 quilowatt hora consumidos.

De acordo com Fernando Gonçalves, “se tirássemos a energia elétrica do cálculo, o IPCA ficaria em 0,13%”.

Transportes

O grupo dos transportes também teve alta relevante no mês (0,27% e impacto de 0,5 p.p). Dentro do grupo, os combustíveis caíram no mês (0,42%), mas houve alta no transporte por aplicativo (13,77%).

O índice de difusão no mês foi de 54%, isso significa que dos 377 produtos e serviços que tiveram os preços apurados, 54% tiveram alta de preço. Esse é o menor patamar desde julho de 2024 (47%). Em abril, o índice chegou a 67%.

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A produção brasileira para a safra de 2024/25 é estimada em 339,6 milhões de toneladas, um volume que representa aumento de 14,2% em relação à colheita do ciclo anterior. É o que aponta a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no 10º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado nesta quinta-feira (10), em Brasília. As informações são da Agência Brasil.

 

O estudo destaca o clima favorável, a ampliação da área plantada, maior investimento tecnológico e estímulo por políticas públicas como os principais fatores que impulsionaram a safra recorde. A área cultivada no país totaliza 81,8 milhões de hectares, crescimento de 2,3% na comparação anual.

 

E, segundo a Conab, embora o plantio das culturas de inverno, como trigo e aveia, tenha sido prejudicado por excesso de chuvas na Região Sul, os demais cultivos avançam satisfatoriamente nas diversas etapas do ciclo.

 

Com produtividade média recorde, a soja deve alcançar produção de 169,5 milhões de toneladas, avanço de 14,7% em relação à safra passada. O milho, somando as três safras, tem produção prevista de 132 milhões de toneladas, um crescimento de 14,3%. Para o algodão, a produção prevista é de 3,9 milhões de toneladas de pluma. O crescimento de 6,4% na produção reflete o aumento de 7,2% na área cultivada.

 

O arroz, com colheita encerrada, apresenta recuperação e deve alcançar 12,3 milhões de toneladas, alta de 16,5%. O aumento na área semeada e o bom desempenho climático, sobretudo no Rio Grande do Sul, explicam o resultado, informou a Conab.

 

No caso do feijão, a produção total estimada é de 3,15 milhões de toneladas, 1,3% inferior ao ciclo anterior, “mas com bom desempenho na primeira safra”, que cresceu 12,8%.

 

Comércio
Segundo a Conab, a recente elevação da mistura obrigatória de biodiesel no diesel impulsiona o mercado de soja ao aumentar a demanda por esmagamento.

 

A expectativa é de processamento adicional de cerca de 935 mil toneladas do grão, o que eleva a produção de óleo para 11,37 milhões de toneladas e a de farelo para 43,78 milhões de toneladas, com consequente alta no consumo interno e nos estoques desses derivados. Para a soja em grão, as exportações seguem praticamente inalteradas, com previsão de 106,22 milhões de toneladas.

 

No milho, o forte crescimento da demanda doméstica, principalmente para a produção de etanol, deve absorver parte do aumento na oferta, estimada em 132 milhões de toneladas.

 

A previsão é de que 90 milhões de toneladas sejam consumidas internamente, enquanto as exportações podem cair levemente, em meio a uma maior competitividade internacional. Com isso, os estoques finais devem crescer de forma expressiva.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assina, nesta quinta-feira (10), um decreto que vai diminuir o imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de veículos mais baratos e menos poluentes.

O decreto vai definir a regulamentação do conhecido como IPI Verde, criado dentro do programa de incentivos para a indústria automobilística, o Mover.

A medida de Carro Sustentável será criada, onde o automóvel fabricado no Brasil e com alta eficiência energética-ambiental terá o IPI zerado.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse que a medida vai gerar empregos, além de baratear o preço dos carros.

“O decreto estimula a cadeia automotiva a ser cada vez mais inovadora e sustentável, ao mesmo tempo, em que gera empregos e facilita o acesso da população a carros novos, menos poluentes, mais seguros e mais econômicos”, avalia ele.

Além disso, a medida não deve prejudicar a arrecadação do governo devido ao possível aumento na alíquota em veículos mais poluentes.

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A Seleção Brasileira Feminina já está em Quito, no Equador, onde fará sua estreia na Copa América diante da Venezuela. O duelo acontece neste domingo (13), às 21h (horário de Brasília), e marca o início da caminhada brasileira na competição continental.

 

O elenco desembarcou na capital equatoriana na noite da última quinta-feira (10) e terá dois dias de atividades antes da estreia. As sessões de treino estão programadas para esta sexta (11) e sábado (12), sempre às 16h no horário local, no Centro de Treinamento da LDU.

 

Em sua chegada ao hotel da delegação, a atacante Amanda Gutierres comentou sobre o momento da equipe e a expectativa para o início do torneio. “A ansiedade existe, mas é boa. Estamos confiantes, bem preparadas, e queremos estrear com força total. Sabemos da competitividade da Copa América e que o favoritismo não entra em campo”, afirmou a jogadora em entrevista à CBF TV.

 

Antes de seguir para o Equador, a equipe comandada por Arthur Elias realizou um período de treinamentos na Granja Comary, entre os dias 3 e 9 de julho. A preparação incluiu atividades táticas e técnicas, além de jogos amistosos que serviram como ajustes finais antes do torneio.

 

Para Amanda, os últimos dias de trabalho foram essenciais. “Os amistosos nos ajudaram muito na preparação. Agora, com esses treinos em Quito, vamos buscar uma adaptação rápida à altitude e às condições locais”, acrescentou.

 

A Seleção Brasileira está no Grupo B da competição, ao lado de Colômbia, Paraguai, Venezuela e Bolívia. Os dois primeiros colocados de cada chave avançam para as semifinais, após cinco rodadas na fase de grupos.

 

Maior campeão da Copa América Feminina, o Brasil busca conquistar seu nono título — o último foi em 2022, quando levantou a taça de forma invicta. Embora já esteja classificado para a próxima Copa do Mundo por ser o país-sede, o time ainda precisa garantir vaga para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Para isso, precisa terminar o torneio como campeão ou vice.

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A Fifa atualizou na manhã desta quinta-feira (10) o ranking mundial de seleções. A Seleção Brasileira permaneceu na 5ª colocação, com 1.777,69 pontos, após a disputa da última Data-Fifa, que incluiu o empate contra o Equador, pela 15ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas, e a vitória sobre o Paraguai, que garantiu o Brasil na Copa do Mundo de 2026.

 

No topo da lista, a Argentina segue na liderança com 1.885,36 pontos, seguida por Espanha (2ª, com 1.867,09) e França (3ª, com 1.862,03). A Inglaterra aparece na quarta colocação, com 1.813,32 pontos.

 

Entre as principais mudanças no ranking, Portugal ganhou uma posição e subiu para 6º lugar, com 1.770,53 pontos, ultrapassando a Holanda, agora 7ª com 1.758,18. A Croácia também voltou ao Top 10, ocupando a 10ª colocação (1.707,51), enquanto a Itália perdeu três posições e caiu para 11º lugar (1.702,58), ficando fora da lista das dez principais seleções do mundo.

 

A Alemanha aparece em 9º lugar (1.716,98), à frente da Croácia e logo atrás da Bélgica (8ª, com 1.736,28). Marrocos mantém a 12ª posição com 1.698,72 pontos.

 

Fora do Top 10, o México foi o maior beneficiado desta atualização. A seleção norte-americana subiu quatro posições e ocupa agora o 13º lugar, com 1.689,73 pontos. Também ganharam posições os Estados Unidos (15º), Senegal (18º) e Suíça (19º).

 

Confira abaixo o top 20 do ranking da Fifa – julho de 2025:

 

  • Argentina – 1.885,36
  • Espanha – 1.867,09
  • França – 1.862,03
  • Inglaterra – 1.813,32
  • Brasil – 1.777,69
  • Portugal – 1.770,53
  • Holanda – 1.758,18
  • Bélgica – 1.736,28
  • Alemanha – 1.716,98
  • Croácia – 1.707,51
  • Itália – 1.702,58
  • Marrocos – 1.698,72
  • México – 1.689,73
  • Colômbia – 1.679,46
  • Estados Unidos – 1.671,04
  • Uruguai – 1.670,76
  • Japão – 1.641,23
  • Senegal – 1.635,01
  • Suíça – 1.635,08
  • Irã – 1.624,03
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Na tarde de quarta-feira, dia 9, a Prefeitura de Itabuna, representada pelos secretários municipais de Infraestrutura e Urbanismo (SIURB), Sônia Fontes, e de Indústria, Comércio, Emprego e Renda (SICER), Mauro Ribeiro, reuniu-se com a Associação dos Comerciantes da Praça Otávio Mangabeira.

 O encontro, no auditório da Câmara de Dirigente Lojista (CDL), serviu para discutir pontos de melhorias, possibilidades de adaptações dos quiosques, fiscalização de órgãos públicos como SIURB, SICER e a Vigilância Sanitária (VISA) e parcerias na manutenção e conservação da praça recém-entregue à comunidade pelo prefeito Augusto Castro (PSD).

 Conhecida popularmente como Praça Camacã, o equipamento é o principal espaço de convívio social a céu aberto da cidade que abriga 18 quiosques, equipamentos comerciais padronizados em dimensão, contando com energia elétrica e água potável, tornando desta forma e condições de trabalho dignas.

 O secretário Mauro Ribeiro apresentou e destacou pontos da LEI nº 2.720/2025 publicada em 20 de junho que concede a permissão precária de uso dos quiosques públicos. O titular da SICER destacou que a Lei Municipal trata da finalidade como estabelecimentos de pequeno porte destinados à venda de alimentos prontos para consumo no local.

 “É momento que a gente fez a leitura da lei sobre a concessão dos quiosques e também discutiu sobre obrigações e os direitos de cada um. Agora, é o momento de buscar melhor ordenamento com a segurança através da SESOP, a fiscalização da Secretaria de Infraestrutura e da Indústria e Comércio para que haja bom funcionamento do equipamento”, disse Mauro Ribeiro.

 A secretária Sônia Fontes destacou a importância da associação dos comerciantes da praça se legalizar e conseguir a utilidade pública municipal com a Câmara de Vereadores.

“Isso é preciso para que o diálogo seja facilitado entre os órgãos públicos e os comerciantes na legalidade, garantindo direitos e deveres”, enfatizou, acrescentando que a formalização auxilia no gerenciamento dos negócios, administração da praça e capacitação profissional. 

 A titular da SIURB evidenciou ainda a necessidade de os associados cumprirem o contrato de permissão na iminência de garantia da permissão e também destacou a responsabilidade da Prefeitura, através da gestão compartilhada da praça, sob a coordenação do secretário de Governo, Luciano Veiga, nas parcerias com as secretarias de Transportes e Trânsito (SETTRAN), Segurança e Ordem Pública, com a Guarda Civil Municipal, e Promoção Social e Combate à Pobreza no uso dos equipamentos públicos.

 

Convidado, o gerente-adjunto regional do SEBRAE, Michael Lima, abordou sobre a capacitação profissional dos comerciantes da praça em Gestão, Marketing, dentre outros cursos, e criação do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) para quem ainda carece de registro. Ele colocou o espaço da unidade do SEBRAE à disposição dos associados para a promoção de eventos.

 Ao final do encontro, os associados assinaram e receberam o Termo Permanente de Uso dos Quiosques, que estão regularizados dentro das normas da gestão municipal que possibilitam local de trabalho digno.

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