As redes sociais estão cheias de publicações sobre saúde mental. Um dos transtornos mais debatidos é o TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) por reunir sintomas que quase todas as pessoas sentem em algum momento da vida. No Dia Mundial de Conscientização do TDAH, entenda algumas particulares da condição explicadas por especialistas para não cair nos diagnósticos de internet.
Caracterizado por um prejuízo na atenção, impulsividade e hiperatividade, o TDAH é um transtorno neurobiológico e do desenvolvimento humano, o que significa que há uma dificuldade de autorregulação que se inicia nos primeiros anos de vida. “Por isso, que para ser considerado TDAH, é preciso uma investigação aprofundada que demonstra que os sintomas estão presentes desde a infância”, explica Diego Maciel Lima, psicólogo e doutorando em neuropsicologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Algumas características comuns apresentadas são dificuldade de manter a atenção em atividades repetitivas e monótonas, distração fácil por estímulos irrelevantes, aumento da atividade psicomotora, dificuldade de terminar uma atividade antes de começar outra e impulsividade –agir sem pensar nas consequências.
“Estes sintomas devem necessariamente levar a prejuízos acadêmicos, interpessoais e profissionais significativos”, afirma Rodrigo Martins Leite, médico psiquiatra da USP (Universidade de São Paulo) e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). O diagnóstico é médico e clínico, envolvendo a análise também do histórico e contexto da pessoa.
Leite diz que, apesar do diagnóstico poder ser feito em qualquer idade, a fase ideal é durante a infância, principalmente para a realização do tratamento precoce. “O atraso no diagnóstico e tratamento piora a evolução do transtorno ao longo da vida”, aponta.
“A gente tem que sempre entender a fase do desenvolvimento e quando um diagnóstico vai trazer um benefício, porque muitas vezes a intervenção de forma adequada é melhor que o diagnóstico em si”, diz Ana Julia Pereira Borges, psicóloga clínica, especialista em terapia cognitivo-comportamental e mestre em psicologia pela UFPR.
A psicóloga conta que alguns sintomas aparecem em etapas específicas, e é importante saber o que pode ser considerado natural daquela fase do desenvolvimento da pessoa ou não. Hoje, ela diz que tem mais informação difundida sobre o que é o transtorno, o que pode ajudar.
Por outro lado, com a conscientização e ampliação do conhecimento sobre o TDAH, há também alguns equívocos que acabam se espalhando, segundo os especialistas destacam questões como enfoque único no tratamento medicamentoso em vez de uma abordagem disciplinar.
Para Lima, a crença de que o TDAH existe só na infância é um equívoco. “Adultos com TDAH continuam com dificuldades associadas ao transtorno. Alguns aspectos tendem a melhorar e se adaptar à nova fase da vida”, fala.
Outro problema que vem junto com a ampliação dos conceitos diagnósticos é a questão dos hiperdiagnósticos, ou diagnósticos equivocados. Leite destaca que um dos equívocos mais visíveis é o autodiagnóstico via plataformas digitais.
“Muitas pessoas podem se identificar com os sintomas mas não necessariamente terem TDAH”, explica. “Estamos vivendo um modismo diagnóstico sem dúvida. Há outros transtornos que também geram desatenção e outros sintomas como impulsividade.”
Por isso, os especialistas reforçam a necessidade de uma avaliação especializada, cuidadosa e criteriosa com um profissional de saúde mental. Até porque o contexto digital que vivenciamos, com excesso de telas, cobrança por produtividade, aumento do diagnóstico de ansiedade, redes sociais e excesso de informação, sintomas contextuais podem se confundir com um diagnóstico de TDAH propriamente dito.
“Estamos sendo vítimas de uma sobrecarga sensorial e isso contribui para sintomas parecidos com TDAH como perda de foco, desatenção e prejuízo em atividades cognitivas que exijam mais persistência”, complementa o psiquiatra.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) está com inscrições abertas para o Processo Seletivo Simplificado para cursos superiores de graduação presenciais. Os interessados têm até o dia 22 deste mês para se inscrever gratuitamente.
São ofertadas 603 vagas de cursos de bacharelado, licenciatura e tecnólogo, com opções para os turnos matutino, vespertino e noturno, em 12 campi nos municípios de Barreiras, Camaçari, Irecê, Jequié, Lauro de Freitas, Paulo Afonso, Porto Seguro, Salvador, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Simões Filho e Valença.
Dentre os cursos ofertados estão os bacharelados em Arquitetura e Urbanismo, Engenharia de Alimentos e Engenharia Mecânica; as licenciaturas em Matemática, Química e Computação; além dos cursos de tecnólogo em Jogos Digitais, Produção Multimídia, Manutenção Industrial e Agroindústria. Acesse aqui a lista completa de cursos ofertados nos 12 campi.
QUEM PODE PARTICIPAR
O Processo Seletivo Simplificado é voltado para candidatos que, até a data de início do curso no IFBA, tenham concluído o ensino médio. Para seleção, será considerado o aproveitamento de notas de uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) dos últimos cinco anos.
O IFBA pratica a reserva de vagas para estudantes de escolas públicas (60%) – considerando as subdivisões dessas vagas por faixa de renda, para pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas, e pessoas com deficiência -, pessoas com deficiência (5%) e quilombolas (2,8%).
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio de sistema online. Os candidatos que não têm acesso à internet podem utilizar as instalações físicas e equipamentos dos campi do IFBA destinados para a inscrição.
Na inscrição, os candidatos podem escolher até duas opções de curso para o mesmo campus e forma de oferta. Os participantes devem ter CPF próprio e ter uma conta de e-mail ativa.
No cronograma do edital, há previsão de que o resultado do processo seletivo seja divulgado no dia 1º de agosto, com publicação de documento orientador e convocação para bancas de verificação a partir dessa mesma data.
PREÇO DO CAFÉ PODE BAIXAR, MAS NÃO POR CAUSA DE TRUMP; SETORES DE CARNES E SUCOS MIRAM A ÁSIA
Na lista dos principais produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos, há um seleto grupo de commodities agropecuárias que vêm registrando um avanço de preços no mercado interno: café, carnes e suco de laranja.
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nos últimos 12 meses encerrados em junho, na variação medida pelo IPCA, o café moído registrou uma inflação de 77,88%, enquanto o preço das carnes (boi, porco e carneiro) subiu 23,63%. Em suco de frutas, a alta foi menor (7,95%).
A dúvida que fica para o consumidor brasileiro é: se vai ser difícil vender esses produtos nos Estados Unidos a partir de 1º de agosto, por conta da sobretaxa de 50% anunciada pelo governo do presidente Donald Trump ao Brasil, será que os fabricantes vão escoar o excedente para o mercado interno? E isso pode tornar os preços mais baixos para quem paga pelo produto em reais?
Segundo economistas ouvidos pela Folha de S.Paulo, esta seria a lógica no curto prazo: se o comprador estrangeiro falhou, o produtor redireciona o estoque para o mercado interno, onde ele tem mais facilidade de escoar a produção. Com mais de 211 milhões de habitantes, com uma taxa de desemprego de 6,2% e inflação a 5,35% nos últimos 12 meses, o Brasil é um mercado que importa ser explorado. Com isso, o aumento da oferta poderia puxar os preços para baixo. Mas cada um desses setores da economia tem dinâmicas diferentes, e as contas não são tão simples.
O preço do café, que está nas alturas e já apresentou a maior inflação em toda a história do Plano Real, pode cair nos próximos meses, segundo a Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café). Mas não como efeito do tarifaço de Trump.
“A safra do ano que vem é contratada para ser uma safra recorde, o que será suficiente para recompor os estoques nos países produtores e consumidores”, diz Pavel Cardoso, presidente da Abic. “Os brasileiros vão encontrar menores preços nas prateleiras a partir de outubro e novembro, mas não por conta do motivo relacionado aos Estados Unidos”, afirma.
De acordo com o executivo, o café subiu de preço nos últimos anos devido a uma conjuntura envolvendo questões climáticas, o que gerou quatro anos seguidos de descasamento entre oferta e demanda global. “A procura pelo produto cresceu, enquanto as safras foram menores do que era esperado”, diz. Fora isso, houve a especulação por parte de fundos de investimentos que apenas operam contratos, não a matéria prima, afirma.
Cardoso reforça que o Brasil é o maior produtor de café do mundo e exporta cerca de 65% do que produz. Os Estados Unidos representam 16% das exportações, são os maiores compradores. “Não tem plantação de café nos EUA”, diz. Em bloco, porém, a Europa é a maior compradora do café brasileiro, respondendo por cerca de 53% das exportações.
IMPOSTO DO CHÁ EM 1773 NOS EUA CAUSOU REVOLUÇÃO E TROCA DO PRODUTO POR CAFÉ
De acordo com o executivo, a ligação dos americanos com o café remonta a quase 300 anos. Em 16 de dezembro de 1773, no episódio que ficou conhecido como “Boston Tea Party” (Festa do Chá de Boston), colonos americanos invadiram navios britânicos e lançaram ao mar centenas de caixas de chá em protesto contra os impostos sobre o produto. “Ironicamente, mais uma vez a sobretaxa pode mudar os rumos do consumo americano”, diz.
Isso porque, desde o episódio, os EUA passaram a dar preferência ao café e o Brasil se tornou o seu principal fornecedor. “O consumo americano ao ano é de 4,9 kg por habitante per capita”, diz. No Brasil, a proporção é maior, da ordem de 6,26 kg per capita. Mas os líderes em consumo individual são os países nórdicos, como Finlândia e Noruega, com médias entre 12 e 13 kg per capita ao ano, diz.
Cardoso reforça ser fundamental acionar a diplomacia dos dois países na tentativa de evitar a sobretaxa. Mas caso ela se torne inevitável, o excedente da produção já tem destino certo: Ásia. “A China tem grandes redes de cafeteria e o mercado asiático tem tração para ocupar o espaço deixado pelos Estados Unidos”, diz. O Brasil, por sua vez, já é um mercado maduro: 98% dos lares consomem a bebida, afirma.
O mercado de carnes também não depende dos Estados Unidos, segundo a Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes) e a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal). Do total da produção de carne bovina, cerca de 30% é exportada. Em suínos, 25% do volume é vendido fora do país. O mercado externo é muito relevante para aves (65% da produção), mas os americanos não compram frango brasileiro, uma vez que são grandes produtores e concorrem com o país no mercado internacional.
Os Estados Unidos são o destino de 12% das exportações de carne vermelha, bem atrás da China (44%). “O primeiro grande mercado para o Brasil é o próprio país, que consome 70% da produção”, diz Roberto Perosa, presidente da Abiec. Segundo ele, o país exporta cortes que o brasileiro não consome com frequência, como partes dianteiras do boi e miúdos.
“Os miúdos vão para a Ásia, onde são usados em ensopados e preparações típicas. Já o dianteiro vai para os Estados Unidos, usado na produção de hambúrgueres”, diz. Segundo ele, 68% da carne bovina consumida nos Estados Unidos é em forma de hambúrguer.
“O mercado brasileiro não teria capacidade de absorver todo o volume de dianteiros e miúdos produzidos. Vislumbramos a produção do excedente americano para outros países, reforçando as parcerias existentes”, diz. “Os EUA demandam muito do nosso produto, mais de 20% da carne consumida no país é importada do Brasil. Eles serão os maiores prejudicados, porque temos preço, entrega e qualidade.”
De acordo com a ABPA, em carne suína, os Estados Unidos estão em 12º lugar entre os compradores estrangeiros. Os americanos são os principais compradores de ovos do Brasil, mas o volume exportado é muito restrito: menos de 1% da produção nacional vai para fora do país.
“Por não responder por um consumo relevante, e haver outros mercados compradores, uma eventual suspensão de exportações de carne para os EUA dificilmente vai representar aumento da oferta no mercado local, a ponto de mexer nos preços”, diz Ricardo Santin, presidente da ABPA. Ainda assim, o executivo defende que representantes de ambos os países levem as negociações a sério. “Economia não combina com ideologia.”
SUCO DE LARANJA BRASILEIRO DEPENDE DO CONSUMO AMERICANO
Já o setor de sucos cítricos, especialmente o de laranja, tem motivos para se preocupar com o tarifaço. Cerca de 95% da produção é exportada. Os Estados Unidos são o maior mercado individual, respondendo por 42% das exportações do Brasil. A Europa é o destino de 52% das exportações, com destaque para Alemanha, França e Reino Unido.
“Se a sobretaxa for adotada, o imposto vai responder por 70% do valor da tonelada: serão US$ 2.500 de US$ 3.500 negociados. Ou seja, vão sobrar US$ 1.000 para remunerar toda a cadeia de produção, o que torna inviável a venda para os EUA”, diz Ibiapaba Netto, diretor-executivo da CitrusBR (Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos).
Segundo ele, a Europa não tem condições de absorver todo o volume exportado para os EUA. Embora mercados asiáticos venham crescendo, em especial China e Coreia do Sul, não são suficientes para comprar o excedente americano. “A Índia tem grande potencial, por conta da classe média gigantesca, mas as negociações levam tempo”, diz.
Não há possibilidade de o Brasil arcar com o excedente americano. “A indústria cítrica foi organizada para exportação e demanda capital intensivo “, diz. “O produto viaja a granel, de navio-tanque, o envase é feito localmente. Não dá para reverter a produção ao mercado interno, pois isso demandaria um trabalho de envase, marketing, distribuição. E como um país tropical, a população está acostumada a consumir sucos naturais”, afirma.
Para André Braz, economista do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), a chacoalhada promovida pelo tarifaço de Trump é uma oportunidade de o Brasil olhar para frente e estabelecer novas parcerias comerciais o mais rápido possível. “O mundo está disposto a mostrar ao presidente americano que os Estados Unidos não são uma ilha e os países precisam negociar, pois têm necessidades complementares”, diz.
O economista André Perfeito, sócio da consultoria APCE, concorda. “O mundo vai precisar achar uma saída para o Trump”, diz. “O encontro dos Brics [grupo formado por Brasil, China, Índia e Rússia, entre outros países] o deixou irritado, porque ele teme que o dólar perca relevância no cenário internacional”, diz. Mas menos vendas aos Estados Unidos significam menos dólares circulando no Brasil, o que pode elevar o câmbio.
Maria Andréia Parente Lameiras, economista do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) também teme esse efeito colateral. “A nossa moeda fica mais volátil e o dólar sobe”, diz. “Isso traz complicações para a economia como um todo”. Além disso, afirma, se uma empresa não consegue redirecionar sua produção a outro mercado, ou escoar internamente, vai ajustar a sua operação, cortando pessoal para reduzir custos.
Para Ladislau Dowbor, professor titular de Economia e Administração na pós-graduação da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), o tarifaço de Trump tem impacto limitado, uma vez que os EUA são destino de apenas 12% das exportações brasileiras. “Podemos sim ampliar a orientação dos produtos alimentícios ao mercado interno, algo estruturalmente positivo, o que poderia baixar preços e sobretudo acabar com o absurdo da fome e da insegurança alimentar em um país que só de grãos produz mais de quatro quilos por pessoa ao dia”, diz o economista, ex-consultor de diversas agências das Nações Unidas.
A Prefeitura de Itabuna confirmou, nesta semana, a participação do cantor Pablo, conhecido como o “Fenômeno do Arrocha”, na programação oficial do aniversário de 115 anos da cidade, celebrado neste mês de julho.
Atendendo a pedidos do público, Pablo se apresenta em um dos palcos principais da festa com um repertório repleto de sucessos marcados pela sofrência romântica, estilo que o consagrou nacionalmente. A expectativa é de um show emocionante, com grande presença de público.
A contratação do artista faz parte da grade cultural organizada pela Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), que está à frente da programação comemorativa, ao lado da Prefeitura Municipal.
O evento contará ainda com outras atrações musicais e atividades culturais, reunindo moradores e visitantes para celebrar mais de um século de história da cidade.
Com o anúncio, as redes sociais foram tomadas por reações de fãs, que comemoram a presença de Pablo na festa. “Chora não, bebê”, brincou um internauta ao saber da confirmação.
O Ministério da Educação (MEC) implementou uma mudança importante que afeta diretamente os estudantes universitários brasileiros, a partir de julho deste ano, os diplomas de graduação não serão mais emitidos em papel. A decisão segue a portaria n° 70, assinada pelo ministro Camilo Santana. Vale explicar que os impressos emitidos antes de julho continuam válidos.
Agora, o diploma será exclusivamente digital, contando com assinatura eletrônica e um carimbo digital que registra a data e o horário exato da emissão. O objetivo do MEC é tornar o processo mais rápido, seguro e menos sujeito a fraudes, eliminando, por exemplo, a necessidade de assinaturas presenciais.
Para facilitar a consulta e a validação, o diploma digital incluirá mecanismos como um código de validação e um QR Code. Mesmo sendo a única versão com validade jurídica, os formandos poderão imprimir o documento, mas essa cópia terá apenas valor simbólico.
E A BAHIA?
Isso significa que a partir das datas limite estabelecidas, julho de 2025 para graduação e 2 de janeiro de 2026 para pós-graduação stricto sensu e Residência em Saúde), todas as universidades, centros universitários e faculdades federais, estaduais e privadas que fazem parte do Sistema Federal de Ensino deverão estar aptas a emitir seus documentos nesse formato.
Na Bahia, isso inclui instituições como a Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), além de faculdades e centros universitários privados.
E OS DIPLOMAS ANTIGOS?
Para quem já possui um diploma impresso, emitido antes de julho de 2025, não há com o que se preocupar: esses documentos continuam totalmente válidos. A mudança afeta apenas os novos diplomas emitidos a partir da data de obrigatoriedade.
Algumas universidades já haviam adotado o sistema digital de forma antecipada desde 2021. Agora, a emissão digital é uma regra para todas as instituições de ensino superior no Brasil. A digitalização dos diplomas também será estendida aos cursos de pós-graduação. Segundo o MEC, a obrigatoriedade para essa modalidade de ensino começará a valer a partir de janeiro de 2026.
O Ministério da Educação (MEC) liberou, na ultima sexta-feira (11), a consulta às vagas para o segundo semestre de 2025 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). No Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, os interessados podem conferir a quantidade de vagas ofertadas, os cursos e as instituições que participam do processo seletivo.
Nesta edição, estão sendo oferecidas 74.500 vagas em todo o país, em 18.419 cursos/turnos de 1.215 instituições participantes. Os três estados com maior oferta de vagas são: São Paulo, com 11.397 vagas; seguido por Bahia, com 8.050; e Minas Gerais, com 7.970.
As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas no período de 14 a 18 deste mês, exclusivamente, pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Neste ano, o MEC ofertou mais de 112 mil vagas nas duas edições do Fies, a do primeiro e a do segundo semestre.
CRITÉRIOS PARA INSCRIÇÃO
Poderão se inscrever aqueles que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010 e obtido média aritmética das notas nas cinco provas igual ou superior a 450 pontos e que não tenham zerado a prova de redação. Também é necessário possuir renda bruta familiar mensal per capita de até três salários mínimos.
O Fies tem chamada única e lista de espera. O resultado da pré-seleção na chamada única será divulgado no dia 29 de julho. O candidato será pré-selecionado em apenas uma de suas opções de curso/turno/local de oferta/instituição de ensino superior realizadas na inscrição, conforme o tipo de vaga e a modalidade de concorrência.
Os estudantes pré-selecionados deverão acessar o Fies Seleção para complementar sua inscrição entre os dias 30 de julho e 1º de agosto.
O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) em situação de ativos. No caso de pré-selecionados que atendam às regras do Fies Social, a contratação do financiamento é integral, cobrindo até 100% dos encargos educacionais.
Após empate sem gols nos 90 minutos e perder por 9 a 8 na disputa de pênaltis, o Itabuna está fora da disputa do título e terá mais um ano pela frente para se planejar e disputar a Série B do Campeonato Baiano de Futebol. Neste domingo (13), o time não repetiu as boas atuações do início da Segundona e ficou pelo caminho.
Já o Galícia, garantiu vaga na Série A do Baiano e fará as finais contra o Bahia de Feira, que levou a melhor na disputa contra o Fluminense da Princesa do Sertão Baiano ao aplicar 3 a 0 no adversário. Depois do empate no primeiro jogo. As finais serão disputadas em partidas no próximo domingo (20) e no dia 27.
As inscrições para o processo seletivo deste semestre do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) poderão ser feitas a partir da próxima segunda-feira (14). O prazo termina às 23h59 do dia 18 de julho, no horário de Brasília.

As datas estão previstas em edital publicado pelo Ministério da Educação (MEC), nesta quarta-feira (9).
As inscrições são gratuitas. Os interessados deverão se inscrever exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.
Desde 2001, o programa federal financia a graduação em instituições de educação superior privadas, com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), com o objetivo de promover a inclusão educacional.
Neste ano, o MEC oferece 112.168 vagas para o Fies, sendo 67.301 vagas, no primeiro semestre; e 44.867, na segunda metade do ano.
Quem tem direito:
Os candidatos em obter o financiamento estudantil devem atender aos seguintes requisitos:
- Ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010;
- Nas cinco provas do Enem, ter conquistado média aritmética das notas igual ou superior a 450 pontos e não ter zerado a prova de redação;
- Ter renda bruta familiar mensal por pessoa de até três salários mínimos (R$ 4.554, em 2025).
Fies Social
O edital do processo seletivo reserva 50% das vagas para o Fies Social, lançado em 2024. Para concorrer, os candidatos devem ter inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) e renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 759, em 2025).
A nova modalidade lançada pelo MEC permite financiamento de até 100% dos encargos educacionais, cobrados pela instituição de ensino superior, além de reservar cotas para pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.
Classificação
A classificação no processo seletivo do Fies será realizada de acordo com a ordem decrescente das notas obtidas pelos candidatos no Enem, por tipo de vaga, grupo de preferência e modalidade de concorrência.
A ordem de prioridades considera os que candidatos que:
- Não concluíram o ensino superior e não foram beneficiados pelo financiamento estudantil;
- Foram beneficiados pelo financiamento estudantil, mas não o quitaram;
- Concluíram o ensino superior sem financiamento estudantil;
- Concluíram o ensino superior com financiamento estudantil e o quitaram.
Resultados
O Fies tem chamada única e lista de espera. O resultado com os nomes dos pré-selecionados na chamada única será divulgado no dia 29 de julho.
Aqueles estudantes de graduação que não forem pré-selecionados estarão automaticamente na lista de espera para preenchimento das vagas não ocupadas, observada a ordem de classificação.
A revista Variety divulgou, nesta quinta-feira, 10, sua tradicional lista de previsões para os indicados ao Emmy Awards 2025. Entre os nomes cotados para a categoria de Melhor Ator Coadjuvante em série limitada ou antológica, está o ator Wagner Moura, reconhecido por sua atuação em Ladrões de Drogas, série disponível na Apple TV+.
Moura divide espaço na lista de apostas com nomes como Owen Cooper (Adolescência), Javier Bardem (Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais), Ashley Walters (Adolescência), Rob Delaney (Morrendo por Sexo) e Rhenzy Feliz (Pinguim). A divulgação oficial dos indicados está marcada para a próxima terça-feira, 15, enquanto a cerimônia de entrega da 77ª edição do Emmy ocorrerá no dia 14 de setembro.
A série ‘Ladrões de Drogas’
Ladrões de Drogas acompanha a trajetória de dois amigos que fingem ser traficantes para roubar entorpecentes, mas acabam se envolvendo em uma missão mortal ao desmantelar uma poderosa rota de narcóticos na costa leste dos Estados Unidos.
A série conta ainda com Brian Tyree Henry no elenco principal, além de nomes como Marin Ireland, Kate Mulgrew, Amir Arison, Dustin Nguyen e Ving Rhames. Criada por Peter Craig, a produção tem direção de Ridley Scott no episódio inaugural, em que também é creditado como produtor executivo.
Prêmio em Cannes e aposta no Oscar 2026
O bom momento na carreira de Wagner Moura não para por aí. A mesma edição da Variety também apontou o ator como possível indicado ao Oscar de Melhor Ator em 2026, pelo filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho.
A produção, ambientada nos anos 1970, narra o retorno de um professor universitário a Recife em plena ditadura militar, numa tentativa de reencontrar o filho caçula. Baseado no livro homônimo de Dennis Tafoya, o longa tem recebido forte aclamação da crítica internacional.
A performance de Moura em O Agente Secreto lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes 2025, tornando-o o primeiro brasileiro a conquistar essa honraria. O filme também consagrou Kleber Mendonça Filho, que levou o prêmio de Melhor Direção – feito inédito para o Brasil desde Glauber Rocha.
A estreia da obra em Cannes, em 18 de maio, foi marcada por uma ovação de cerca de quinze minutos e comentários positivos da imprensa especializada, que classificou o filme como “obra-prima” e “monumental”.
ITABUNA: PREFEITURA DE ITABUNA E FICC DISCUTEM METAS E AVANÇOS RELACIONADOS AOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
A Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente (SEAGRIMA), realizou na manhã de quarta-feira, dia 9, um encontro estratégico com a representante da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) Bruna Setenta para avaliar avanços e definir novas metas relacionadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O pacto pelo Desenvolvimento Sustentável, assinado no dia 1º de julho pelo prefeito Augusto Castro (PSD) é um compromisso entre a Prefeitura e o Governo Federal, por meio da Secretaria Geral da Presidência da República, especificamente por sua Secretaria-Executiva para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável que busca fortalecer a implantação da Agenda 2030 no Brasil.
Durante o encontro, foram destacados os resultados positivos alcançados na 4ª edição do Ita Pedro, onde ações sustentáveis foram integradas à programação cultural. Também foram discutidos os novos planos para ampliar a agenda ambiental e cultural de forma conjunta, garantindo o cumprimento das metas da ODS.
“O desenvolvimento sustentável precisa estar presente no cotidiano da cidade, nas nossas festas, nas ações sociais e principalmente nas políticas públicas. Trabalhar a ODS em Itabuna é pensar no presente com responsabilidade e no futuro com compromisso. Nosso objetivo é fazer de Itabuna uma cidade mais verde, inclusiva e resiliente”, destacou o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, João Carlos Oliveira da Silva.
A representante da FICC Bruna Setenta também celebrou os avanços. “Na 4ª edição do Ita Pedro conseguimos implementar práticas importantes como a coleta seletiva e as ações de conscientização ambiental, com o plantio de mais de 50 mudas de espécies nativas”, afirmou.
Com o alinhamento entre a Prefeitura e a FICC, o próximo passo é criar uma comissão que acompanhe e monitore as ações da ODS. Dessa forma, a Prefeitura de Itabuna reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e com uma gestão em prol da qualidade de vida da população.
SOBRE A AGENDA 2030
A Agenda 2030 é um plano de ação global criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), adotado em 2015 por 193 países, incluindo o Brasil. Estabelece 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas a serem alcançadas até 2030.
Esses objetivos abrangem áreas essenciais como: erradicação da pobreza, educação de qualidade, igualdade de gênero, acesso à água e saneamento, energia limpa, trabalho decente, redução das desigualdades, cidades e comunidades sustentáveis, ação contra a mudança do clima.
A Agenda 2030 propõe um modelo de desenvolvimento equilibrado que busca o crescimento econômico aliado à inclusão social e à preservação do meio ambiente. No Brasil, os municípios têm papel fundamental na aplicação dos ODS, por meio de políticas públicas e ações locais que impactem positivamente a vida da população.
ANVISA DETERMINA RECOLHIMENTO DE MARCA DE SORVETES À BASE DE AMENDOIM E CORANTES
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a venda e determinou o recolhimento de todos os lotes dos produtos da marca de gelados comestíveis da marca AICE. Os sabores proibidos foram o Milk Melon, Juju Apple, Frutyroll, Nanas e Berry Chocomax.
Com a medida, a empresa não pode realizar a distribuição, importação, propaganda e utilizar os produtos. A ação ocorreu após a agência identificar a ausência da declaração do corante tartrazina por extenso na rotulagem dos gelados comestíveis dos sabores MILK MELON, JUJU APPLE, FRUTYROLL e NANAS.
Segundo o órgão, não havia a declaração da presença de amendoim na lista de ingredientes ou a declaração de alergênico na rotulagem do sabor BERRY CHOCOMAX.
A punição ocorreu já que a declaração sobre a presença de ingredientes alergênicos é obrigatória no Brasil e visa prevenir consumidores que possam ter restrições a esses itens. A propaganda dos produtos da empresa COMÉRCIO LUX LIFE & CIA. LTDA. (LUX LIFE) também foi suspensa no país. Conforme a Anvisa, a entidade promovia, por meio do seu site, indicações terapêuticas e alegações de saúde não aprovadas e enganosas em propagandas de alimentos.
Entre as promessas enganosas estavam a redução do colesterol ruim, prevenção do câncer de próstata, ajuda no tratamento de diabetes, redução da glicemia, tratamento cardiovascular, tratamento de próstata, ansiedade, estresse, entre outros.
CÂMARA DOS DEPUTADOS APROVA PROJETO QUE INCLUI AUTISTAS ENTRE GRUPOS PRIORITÁRIOS DE VACINAÇÃO
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que inclui automaticamente as pessoas com transtorno do espectro autista entre os grupos prioritários para vacinação em situações de emergência sanitária ou calamidade em saúde. A proposta foi aprovada nesta quarta-feira (9) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em decisão terminativa, ou seja, sem a necessidade de ir ao plenário da Casa. O texto segue agora para análise do Senado.
O projeto, de autoria do deputado federal Félix Mendonça Jr. (PDT), prevê que as pessoas autistas só não serão incluídas entre os grupos prioritários se houver alguma restrição sanitária específica para esse grupo estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A proposta altera a Lei 12.764/12 que trata da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. O parecer aprovado foi relatado pelo deputado Dorinaldo Malafaia (PDT-AP).
No projeto, Félix ressaltou que as pessoas autistas devem ser priorizadas em campanhas de vacinação por conta das “dificuldades em aderir a medidas preventivas, a exemplo do uso de máscaras, distanciamento social e higiene das mãos.
“Sem adotar essas medidas, as pessoas com autismo ficam mais expostas a riscos no caso de epidemias e disseminação de doenças”, declarou Félix.



