A Prefeitura de Itabuna publicou, nesta quarta-feira, dia 27, a convocação de mais 11 candidatos aprovados no Processo Seletivo Simplificado do Edital n° 02/2025 para vários cargos. A listagem está publicada na edição eletrônica do Diário Oficial do Município.

 

Os convocados deverão comparecer na quinta-feira, dia 28, das 8 às 14 horas, na Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS), na Avenida Félix Mendonça, nº 569, Bairro Góes Calmon, munidos dos documentos relacionados no Edital do referido Processo Seletivo.

 

São chamados a apresentar a documentação: assistentes sociais, orientador profissional e cuidador (2), auxiliar de cozinha, cozinheira, motorista, orientador social e visitador (1).

 

No ato da contratação os candidatos selecionados deverão apresentar, sob pena de desclassificação, fotocópia dos documentos listados no Edital, acompanhados dos originais para autenticação. A lista e a documentação constante no Edital podem ser conferidos no link abaixo:

 

Diario Oficial – PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABUNA – Ed 6452.pd

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O Instituto Marielle Franco (IMF) lança nesta quarta-feira (27), às 19h, no salão nobre da Câmara dos Deputados, em Brasília, a pesquisa inédita Regime de ameaça: a violência política de gênero e raça no âmbito digital (2025), que mostra a dimensão e a gravidade dos ataques direcionados a mulheres negras no cenário político brasileiro.

O estudo mostra que a violência política digital não é pontual, mas sistêmica e coordenada. Entre os casos mapeados, 71% das ameaças envolveram morte ou estupro, e 63% das ameaças de morte faziam referência direta ao assassinato de Marielle Franco, revelando um padrão simbólico e violento que transforma esse feminicídio político em uma advertência brutal às mulheres negras que ousam disputar o poder.

A maioria das vítimas é formada por mulheres negras cis, trans e travestis, LGBTQIA+, periféricas, defensoras de direitos humanos, parlamentares, candidatas e ativistas. A sistematização dos dados foi obtida a partir de atendimentos feitos pelo Instituto Marielle Franco, em parceria com o Instituto Alziras, o portal AzMina, o coletivo Vote LGBT, o centro de pesquisa Internet LAB, além de dados captados da Justiça Global e Terra de Direitos.

“São mulheres que carregam, na vida e na luta, a base que sustenta este país, mas seguem invisibilizadas. A violência que atinge cada uma delas é também uma violência contra a democracia”, afirma Luyara Franco, diretora executiva do IMF e filha de Marielle.

A pesquisa também faz recomendações concretas, como a criação da Política Nacional de Enfrentamento à Violência Política de Gênero e Raça, que deverá orientar ações do Estado, do Legislativo, da sociedade civil e das plataformas digitais para garantir a proteção de mulheres negras na política.

De acordo com Luyara, o levantamento comprova, com dados, que a violência política digital contra mulheres negras não é isolada, mas parte de um sistema que busca afastar essas mulheres da vida pública.

“Queremos que essa publicação sirva de base para ações concretas de proteção e para responsabilizar agressores e plataformas digitais. Nosso compromisso é com a memória, a justiça e a construção de um país em que as mulheres possam existir e disputar espaços políticos sem medo”.

CRIAÇÃO

Inaugurado em 2019, o Instituto Marielle Franco é uma organização sem fins lucrativos, criada pela família da vereadora, com o objetivo de defender a memória e multiplicar seu legado, além de inspirar, conectar e potencializar mulheres negras, pessoas LGBTQIA+ e periféricas a seguirem em busca de um mundo mais justo e igualitário.

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O STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu a repercussão geral de um caso que analisa se a responsabilidade por cancelamento, alteração ou atraso de voo por motivo de caso fortuito ou força maior deve seguir normas do CDC (Código de Defesa do Consumidor) ou do CBA (Código Brasileiro de Aeronáutica).
O tribunal fará um novo julgamento para decidir qual norma valerá para esses processos, ainda sem data marcada.
O recurso foi movido pela companhia aérea Azul, que contesta uma decisão proferida a favor de um passageiro que chegou atrasado ao destino depois de a empresa remanejar o voo por más condições climáticas.
Na ação, os advogados do passageiro relatam que o voo, que iria do Rio de Janeiro para Corumbá (MS), com escala no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), foi interrompido nos arredores de Bonito (MS), e parte dos passageiros teve de seguir viagem por meio de um ônibus oferecido pela companhia aérea. Inicialmente, a chegada em Corumbá estava prevista para as 9h30 do dia 6 de agosto de 2024, mas, com o atraso, o passageiro chegou ao destino à 1h15 do dia seguinte.
Os advogados afirmaram ainda que o passageiro teve um gasto extra de R$ 76 com alimentação durante a viagem de ônibus.
O 1º Juizado Especial Cível da Regional da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, condenou a Azul a pagar R$ 107 de indenização por danos materiais e R$ 8.000 por danos morais.
No recurso extraordinário ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a Azul disse que o voo não prosseguiu por causa de condições climáticas desfavoráveis.
“A companhia aérea se vê obrigada a não decolar por questões de falta de autorização e segurança operacional, cuja razão é de um evento da natureza imprevisível. Mas, ao contrário do que se espera, a empresa é condenada, pela simples ocorrência do atraso ou remanejamento do voo, ao pagamento de danos morais; pior, sem qualquer tipo de comprovação”, escreveu a defesa da companhia aérea.
A judicialização excessiva é uma reclamação antiga das companhias aéreas brasileiras. A Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) afirma que, neste ano, o impacto de gastos com processos judiciais deverá ultrapassar o patamar de R$ 1 bilhão. Segundo a entidade, o cenário é “incompatível com os altos índices de pontualidade e regularidade registrados pela aviação brasileira”.
Segundo o painel de indicadores do transporte aéreo da Anac, a porcentagem dos gastos do setor aéreo brasileiro com condenações judiciais vem apresentando leve alta nos últimos dois anos, mas ainda está abaixo do patamar observado na pandemia. Em 2024, condenações judiciais representaram 1,3% das despesas das companhias.
Com a repercussão geral, a decisão do STF no próximo julgamento passará a valer para todos os casos que envolvam danos por cancelamento ou atraso de voos.
Especialistas afirmam que o Código de Defesa do Consumidor é o mais favorável e justo aos passageiros. Maria Inês Dolci, advogada especializada na área da defesa do consumidor, explica que o CBA (Código Brasileiro de Aeronáutica) limita a quantia de indenização paga ao consumidor. Segundo ela, os juízes hoje optam por seguir o CDC por entenderem que os processos envolvem uma relação de consumo entre viajantes e companhias aéreas.
No recurso extraordinário, a Azul pede, além da repercussão geral, que a Corte imponha o regime jurídico de responsabilidade civil estabelecido pelo CBA, especialmente nos artigos 251-A e 265.
A norma define que, para conseguir indenização por falha na execução do contrato de transporte, o passageiro ou o expedidor da encomenda (em caso de transporte de carga) tem de demonstrar a efetiva ocorrência do prejuízo.
Diz também que, a não ser que o dano atinja o valor de todos os volumes, somente será considerado, para a indenização, o peso dos volumes perdidos, destruídos, avariados ou entregues com atraso.
“No meu entendimento, a limitação da indenização para o consumidor é um dano enorme. A decisão do STF é complexa, tem muito interesse econômico e social e, portanto, nós somos pela aplicação do Código de Defesa do Consumidor, porque não tem a limitação da indenização, o consumidor está protegido o dano sofrido pelo cancelamento”, diz Dolci.
Para Mayara Barretti, advogada do escritório Barreto Dolabella e especialista em direito do consumidor, o CBA é ultrapassado e não considera a Constituição de 1988. A norma da Aeronáutica entrou em vigor em 1986, durante o governo José Sarney.

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O BNDS Bioinsumos vai destinar R$ 60 milhões em recursos não reembolsáveis para coperativas da agricultura familiar. Segundo o banco, os recursos são destinado a produção e multiplicação de bioinsumos acessíveis e replicáveis.

 

Feitos a partir de microrganismos, resíduos vegetais, orgânicos, os bioinsumos são importantes na fertilização do solo e promoção da agricultura sustentável. Eles também atuam como predadores de pragas e promovem o crescimento, o desenvolvimento e a saúde dos sistemas agrícolas, animais, aquícolas e florestais. A iniciativa conta com o apoio técnico da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

 

A ideia é incentivar a produção e multiplicação de bioinsumos em unidades industriais ou semi-industriais, possibilitando a “transição tecnológica para o uso de bioprodutos de forma integrada a agroecossistemas na produção de alimentos saudáveis”. Para isso, o BNDES fará uma chamada pública, com prioridade para as regiões Norte e Nordeste.

 

“O BNDES Bioinsumos atende a dois compromissos históricos do governo Lula: além de contribuir com o aumento da produção de alimentos saudáveis, garantindo a segurança e soberania alimentar e nutricional, essa iniciativa fortalece a geração de renda de cooperativas da agricultura familiar, ao ampliar o acesso aos bioinsumos, com menores custos e maior produtividade”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

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A Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria de Saúde, participa ativamente nesta terça-feira, 26, na “Marcha Lilás – Se a gente não fala, a violência não para”, promovida pela Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps). Este ato faz parte de uma série de ações que estão sendo realizadas pela Prefeitura de Itabuna em alusão ao Agosto Lilás – mês de conscientização pelo fim da violência contra à mulher.

O Departamento de Atenção Primária estará presente disponibilizando testes de glicemia, aferição de pressão arterial, entre outros serviços. Já o Centro de Referência em Prevenção, Assistência e Tratamento (Cerpat), realizará um trabalho educativo distribuindo panfletos e preservativos.

A Secretária de Saúde, Lívia Mendes, ressalta a importância da disponibilização desse tipo de serviço para a população em eventos como a Marcha Lilás. “Quanto mais cedo iniciar o tratamento, buscar tratamento especializado e seguir as recomendações médicas, mais qualidade de vida a pessoa terá”, frisa.

A coordenadora do Cerpat, a psicóloga Carlineia Lima, ainda informa que também serão realizados testes rápidos para detecção das Hepatites B e C, Sífilis e HIV. “Caso tenha algum teste com resultado positivo, nossa equipe estará preparada para prestar todas as orientações e fazer o encaminhamento para tratamento”, completa.

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Itacaré aparece entre os 15 destinos nacionais mais buscados quando o assunto é hospedagem no Brasil. O levantamento, realizado pela Kayak entre janeiro e julho de 2025, revelou que os viajantes têm optado por estadias mais sofisticadas e com um melhor custo-benefício.

 

Segundo a Panrotas, mesmo com os hotéis três estrelas liderando as buscas, a procura por locações de quatro e cinco estrelas tem sido exponencial, registrando um crescimento de até 9%. No quesito tipos de acomodações, os hotéis continuam líderes, mas a preferência por apartamentos registrou um aumento de 46%; resorts, 21%; com inns e hostels completando o top 5 na preferência dos brasileiros.

 

Os brasileiros também são exigentes na hora de filtrar os diferenciais para uma hospedagem, com o café da manhã aparecendo no topo da lista. “O café da manhã gratuito combina praticidade, economia e hábito cultural. É um diferencial valorizado pelos viajantes, já que muitos hotéis oferecem refeições variadas que sustentam até a hora do almoço”, explicou Gustavo Vedovato, Country Manager do Kayak no Brasil.

 

Estacionamento gratuito, serviço All Inclusive, ar-condicionado e piscina completam a lista de regalias priorizadas pelos viajantes domésticos.

 

Confira o ranking com os destinos brasileiros mais buscados para hospedagem em 2025:

1. Campinas, São Paulo
2. Gramado, Rio Grande do Sul
3. Pirenópolis, Goiás
4. Penha, Santa Catarina
5. Ouro Preto, Minas Gerais
6. Porto Alegre, Rio Grande do Sul
7. Poços de Caldas, Minas Gerais
8. Paraty, Rio de Janeiro
9. Angra dos Reis, Rio de Janeiro
10. Vitória, Espirito Santo
11. Bertioga, São Paulo
12. Guarapari, Espirito Santo
13. Itacaré, Bahia
14. Aracaju, Sergipe
15. Monte Verde, Minas Gerais

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A advogada participou, na manhã de hoje (26), no Centro de Itabuna, de evento que chama atenção para o combate à violência de gênero

Itabuna, 26 de agosto de 2025 – Convicta de que a luta contra a violência de gênero precisa ser permanente, a advogada e primeira-dama de Itabuna, Andréa Castro, participou na manhã de hoje (26) da Marcha Lilás pelo fim da Violência de Gênero, realizada na Praça Camacan, no Centro da cidade.

O evento, promovido pela Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza do município, dentro da campanha Agosto Lilás, reuniu representantes de movimentos sociais, das forças de segurança, autoridades e comunidade para reforçar a necessidade de romper o silêncio e fortalecer a rede de proteção às mulheres.

Andréa Castro destacou que o Agosto Lilás é um momento de mobilização importante, mas o enfrentamento à violência precisa ser constante. “O cuidado com as mulheres tem de ser o ano inteiro. Precisamos de políticas públicas que valorizem a mulher, criem consciência sobre o seu lugar na sociedade e eduquem os homens para a construção de uma cultura de respeito e igualdade”.

Ligação com a causa – Ex-secretária de Promoção Social e Combate à Pobreza de Itabuna, Andréa pontua sua ligação com a causa e o quanto esse tema a sensibiliza. “Sempre tive uma ligação profunda com as causas femininas. Sei o quanto esse tema toca e machuca tantas famílias”, explica. “Já fui secretária da pasta e vi de perto histórias que não podemos mais aceitar. É preciso dar um basta na violência contra a mulher”, alerta a advogada.

De acordo com ela, a luta é para romper o silêncio, acolher, proteger e conscientizar a sociedade sobre o respeito às mulheres. Andréa destaca dados do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania, que apontam que, somente nos quatro primeiros meses de 2024, foram registradas cerca de 500 violações contra mulheres nas sete maiores cidades das regiões Sul e Extremo Sul da Bahia. “De todos esses casos na nossa região, apenas 68 foram denunciados formalmente, “o que revela o tamanho do silêncio e do medo que ainda precisam ser enfrentados”, alerta.

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A Prefeitura de Itaju do Colônia, por meio da Secretaria de Assistência Social e do CREAS, realizou nesta terça-feira (26) um importante evento alusivo ao Agosto Lilás, campanha nacional de enfrentamento à violência contra a mulher. O encontro aconteceu no Colégio Estadual de Tempo Integral Cordeiro de Miranda e reuniu autoridades, especialistas, alunos e a comunidade em um grande momento de reflexão e fortalecimento da rede de proteção.
Com o tema “Os caminhos femininos para uma vida sem violência”, a programação contou com palestras que abordaram desde os serviços de acolhimento e apoio às mulheres até políticas públicas e caminhos de autonomia através do empreendedorismo feminino.
A Rede de Proteção à Mulher abriu o ciclo de palestras destacando os mecanismos de denúncia e acolhimento disponíveis no município. Em seguida, a historiadora Rita Souza, mestre em Desenvolvimento Rural Sustentável pela UESC e atual Secretária Executiva da Amurc, apresentou uma análise histórica e atual das políticas para mulheres. Já a administradora e analista comportamental Ana Matos trouxe uma mensagem de esperança e fortalecimento através do empreendedorismo feminino como ferramenta de superação e independência.
O encerramento ficou por conta das apresentações culturais dos alunos do Colégio Cordeiro de Miranda, que emocionaram o público ao trazer a voz da juventude para o debate sobre igualdade e respeito.
O prefeito Elder Fontes destacou a importância do momento e anunciou a abertura da Sala Lilás no município:
“O Agosto Lilás é um chamado para todos nós. A luta contra a violência é coletiva, e nossa gestão tem o compromisso de garantir políticas públicas que protejam, amparem e fortaleçam as mulheres de Itaju do Colônia. Hoje demos um passo importante nessa caminhada e, em breve, vamos inaugurar a Sala Lilás, um espaço de acolhimento e escuta qualificada para mulheres vítimas de violência. Esse será um marco no cuidado e na proteção das nossas cidadãs”, afirmou.
A realização do Dia de Palestras e o anúncio da Sala Lilás reafirmam o compromisso da gestão municipal em construir uma cidade mais justa e segura para todas as mulheres, valorizando a dignidade, o respeito e os direitos de cada cidadã itajuense.

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A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) participou na segunda-feira, 25, de uma reunião estratégica com representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB – Subseção Itabuna) para alinhamento das ações que irão compor o Circuito da Cultura Afro, previsto para o mês de novembro na cidade.

Estiveram presentes a chefe de Planejamento e Projetos da FICC, Bruna Setenta, as advogadas Viviane Santana e Vitória Oliveira – presidente e vice-presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB – Itabuna, além do presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais, Robson Costa.

O encontro teve como objetivo integrar ideias e definir diretrizes para a programação do circuito, que promete valorizar a ancestralidade, promover debates e fortalecer a representatividade da cultura afro-brasileira em Itabuna.

Segundo os participantes, a construção coletiva é fundamental para que o evento seja plural e inclusivo, reafirmando o compromisso das instituições com a preservação da memória, da identidade cultural e com a promoção da igualdade racial.

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Com -0,14%, o mês de agosto registrou a menor prévia de inflação mensal desde setembro de 2022. Esse foi o resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado nesta terça-feira (26) pelo IBGE. 

 

O indicador negativo, que revela uma deflação em agosto, levou o IPCA-15 a acumular uma alta de 3,26% e, em 12 meses, 4,95%, abaixo dos 5,30% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em agosto de 2024, o IPCA-15 foi de 0,19%.

 

A variação negativa da prévia da inflação em agosto foi impactada principalmente pelo grupo Habitação (-1,13%), devido à forte queda nos preços da energia elétrica residencial (-4,93%), subitem que exerceu o impacto mais intenso no índice (-0,20%. Também registraram quedas em agosto os grupos Alimentação e bebidas (-0,53% e -0,12% de impacto) e Transportes (-0,47% e -0,10%).

 

O bom resultado do IPCA-15 no mês de agosto teve forte influência do grupo Habitação, que saiu de um aumento de 0,98% em julho para uma queda de 1,13% em agosto. O grupo foi influenciado pela energia elétrica, que recuou 4,93% em agosto. Também em Habitação, a taxa de água e esgoto (0,29%) contemplou o reajuste de 4,97%, em Salvador (4,64%), vigente desde 18 de julho. 

 

Já o grupo Alimentação e bebidas (-0,53%) mostrou resultado negativo pelo terceiro mês consecutivo, intensificando a queda em relação aos meses de julho (-0,06%) e junho (-0,02%). A alimentação no domicílio recuou 1,02% em agosto, com destaque para as quedas da manga (-20,99%), da batata-inglesa (-18,77%), da cebola (-13,83%), do tomate (-7,71%), do arroz (-3,12%) e das carnes (-0,94%). 

 

Em mão oposta, a alimentação fora do domicílio subiu 0,71% em agosto, em virtude das altas no lanche (1,44%), segundo maior impacto positivo no índice (0,03 p.p.), e na refeição (0,40%).

 

Entre as cidades pesquisadas pelo IBGE, São Paulo (0,13%) foi a única área com variação positiva, por conta das altas dos cursos regulares (1,14%) e da higiene pessoal (1,33%). Já o menor resultado ocorreu em Belém (-0,61%), influenciada pela queda nos preços da energia elétrica (-6,47%) e da gasolina (-2,75%).

 

A cidade de Salvador teve uma queda ainda maior do que a média nacional. O IPCA-15 na capital baiana em agosto foi de -0,23, uma queda mais acentuada do que os -0,14% registrados em todo o país. 

 

No ano, o IPCA-15 para a cidade de Salvador ficou em 3,05% (abaixo dos 3,26% de todo o país). E na variação acumulada dos últimos 12 meses, a capital baiana também ficou abaixo da média nacional, registrando 4,77% contra 4,95% que foi o indicador geral brasileiro.

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O Flamengo aproveitou o embalo da goleada por 8 a 0 emplacada sobre o Vitória, na noite da última segunda-feira (25), no Maracanã, para provocar o clube baiano. Nas redes sociais, o time carioca brincou com o cântico “chama a samu”, tradicionalmente usado pela torcida do Leão para provocar o Bahia, mas que acabou servindo de referência ao apelido de Samuel Lino, destaque da partida.

O camisa 16 participou diretamente de cinco gols – marcou dois e concedeu três assistências – e virou protagonista da zoação rubro-negra. Na publicação, Arrascaeta, Rossi e Gonzalo Plata também entraram na onda, com o equatoriano até arriscando cantar no ritmo entoado pela Torcida Uniformizada os Imbatíveis (TUI).

Dentro de campo, a vitória flamenguista se transformou em um feito histórico: foi a maior goleada já registrada na era dos pontos corridos do Brasileirão, superando sete resultados de peso, entre eles Bahia 0x7 Cruzeiro (2003), Corinthians 7×1 Santos (2005) e Internacional 7×1 Santos (2023).

 

Veja alguns dos placares superados pelo 8×0:

 

  • Goiás 7×0 Juventude (27/04/2003)
  • Bahia 0x7 Cruzeiro (14/12/2003)
  • São Paulo 7×0 Paysandu (28/09/2004)
  • Fluminense 7×1 Juventude (26/10/2004)
  • Corinthians 7×1 Santos (06/11/2005)
  • Figueirense 1×7 Grêmio (24/07/2008)
  • Internacional 7×1 Santos (22/10/2023)

 

O Flamengo volta a campo no próximo sábado (29), diante do Grêmio, novamente no Maracanã, pela 22ª rodada do Brasileirão. Esse será o último compromisso antes da pausa para a Data Fifa. Na Libertadores, o time só retorna no dia 18 de setembro, contra o Estudiantes, pelas quartas de final.

Já o Vitória tenta “juntar os cacos” e reagir após o duro revés e mudanças no comando. O técnico Fábio Carille foi demitido ainda na madrugada desta terça, e o interino Rodrigo Chagas, treinador da base e ex-jogador do clube, será o responsável por dirigir a equipe contra o Atlético-MG, domingo (30), no Barradão. Após a Data-Fifa, o Leão encara o Fortaleza no dia 13 de setembro.

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A AGU (Advocacia-Geral da União) pediu à Polícia Federal a abertura de um inquérito policial para apurar uma suposta ação de bolsonaristas nas redes sociais contra o Banco do Brasil, citando um possível disparo massivo de publicações para aterrorizar a população. A notícia-crime foi enviada nesta segunda-feira (25) ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
Segundo o ofício, desde a última terça (19) diversos perfis em redes sociais teriam vinculado notícias falsas envolvendo agentes do sistema financeiro nacional, em especial o BB, em torno das sanções impostas pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky.
“Propagando desinformação, no interesse de pressionar agentes financeiros e gerar caos no Sistema Financeiro Nacional, perfis em redes sociais passaram a divulgar mensagens sugerindo a necessidade urgente de retirada de dinheiro dos correntistas do bancos”, diz a AGU.
De acordo com a notícia-crime, a ação teria sido articulada para “aterrorizar a sociedade com a perspectiva iminente de um colapso no sistema financeiro nacional”.
“Tais condutas têm o potencial de fomentar uma verdadeira corrida bancária para retirada de valores dos bancos, o que pode causar prejuízo à economia do país”, afirma o órgão no documento.
A AGU também cita um possível interesse em incitar a população contra integrantes do STF (Supremo Tribunal Federal).
“Soma-se a isso uma intenção política no sentido de, relacionando tal colapso às atividades dos membros do Supremo Tribunal Federal, colocar a opinião pública contra o órgão judicial e constranger o Poder Judiciário em sua atuação típica.”
Na última sexta, o Banco do Brasil identificou a ação contra a instituição e a presidente Tarciana Medeiros passou a ser pressionada, por integrantes do Judiciário e por bancos, a tomar providências e acionar a PF.
Em ofício enviado à AGU em que pede a adoção de medidas jurídicas cabíveis, o BB ressaltou que o movimento de desinformação mira comprometer o Estado de direito e a segurança jurídica. Procurado, o banco não quis comentar o documento.
O advogado Jeffrey Chiquini, numa fala para um canal bolsonarista no Youtube, recomenda abertamente que as pessoas tirem imediatamente o dinheiro do banco. Uma publicação dele no X é mencionada na notícia-crime da AGU à PF.
Chiquini diz que o BB, um banco com controle estatal, acabará sendo punido pelos Estados Unidos por desrespeitar a Lei Magnitsky e atender o ministro do STF Flávio Dino -que, nesta semana, explicitou em despacho que leis de outros países não têm validade no Brasil.
“O Banco do Brasil é 51% estatal, o Banco do Brasil vai cumprir a decisão do Flávio Dino e o Banco do Brasil vai ser sancionado pela Lei Magnitsky e vai ser desligado do sistema Swift global. Tirem imediatamente seu dinheiro do Banco do Brasil porque ele será sancionado, isso é uma certeza”, disse ele no canal.
A medida foi definida pela Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia, da AGU.
A Lei Magnitsky dos Estados Unidos foi aplicada contra o ministro do STF Alexandre de Moraes. A norma impõe sanções financeiras, como congelamento de bens e proibição de negócios com cidadãos e empresas americanas, a estrangeiros acusados de corrupção ou graves violações de direitos humanos. Como revelou a Folha de S.Paulo, o cartão de crédito internacional de Moraes foi bloqueado.

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