A Prefeitura de Itabuna, por meio do Departamento de Média e Alta Complexidade da Secretaria Municipal de Saúde, mantém na Policlínica Municipal 2 de Julho, na Avenida Mário Padre, Góes Calmon, um importante serviço voltado à realização de pequenas cirurgias e procedimentos especializados, garantindo atendimento qualificado e maior acesso da população à assistência em saúde.

Para a secretária municipal de Saúde, Lívia Mendes, a Policlínica 2 de Julho fortalece a Rede Municipal de Saúde ao realizar procedimentos especializados que não necessitam de uma estrutura hospitalar. Além disso, permite ao Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM) concentrar seus esforços nos casos de maior complexidade e urgência.

“Atendendo à determinação do prefeito Augusto Castro (PSD) na Policlínica Municipal garantimos maior resolutividade, redução do tempo de espera ao paciente e aproximamos o atendimento especializado da população”, resume.

De acordo com a Responsável Técnica da Policlínica Municipal Dois de Julho, enfermeira Ana Lúcia Oliveira, o Centro Cirúrgico da unidade realiza, em média, 20 cirurgias por semana.

Dentre os procedimentos estão: biópsias de tecidos moles, biópsias de lesões de pele, retirada de lipomas, cistos e nódulos, além de outros procedimentos de menor complexidade realizados em ambiente ambulatorial.

O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira com profissionais de diferentes áreas, incluindo cirurgião-geral, cirurgião de cabeça e pescoço, oncologista clínico e especialista em dermatologia oncológica, ampliando a capacidade de avaliação e cuidado dos pacientes.

São atendidos pacientes de Itabuna e municípios pactuados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) que necessitam de intervenções de pequeno porte, com acompanhamento de uma equipe especializada.

“Com uma rotina organizada e atendimento especializado, a Policlínica Municipal 2 de Julho fortalece a rede de saúde de Itabuna, ampliando o acesso da população a procedimentos que podem ser realizados de forma segura e qualificada na própria rede municipal”, reforça a enfermeira Ana Lúcia Oliveira.

Ela ressalta que antes da realização do procedimento, todos os pacientes passam por triagem com enfermeiros do setor que avaliam o perfil de cada caso e definem se o paciente está apto ao atendimento em regime de Day Hospital ou se precisa ser encaminhado para outro serviço de referência.

“A atuação da equipe é fundamental para garantir que cada paciente receba o atendimento adequado à sua necessidade, considerando que a unidade é destinada à realização de cirurgias de pequeno porte”, encerra a Responsável Técnica da Policlínica Municipal 2 de Julho.

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A área urbana no Brasil cresceu 12,27% no período de 2019 a 2022. Nesse intervalo, o país ganhou 5.954,99 quilômetros quadrados (km²) de malha urbanizada, isto é, uma área praticamente do tamanho do Distrito Federal (5.760 km²).

 

Os dados de 2022 são os mais recentes disponíveis e revelam que o país tinha 53.925 quilômetros quadrados de área urbanizada, o que representa apenas 0,6% de todo o território brasileiro. É como se toda a área urbanizada do país ocupasse o tamanho da Paraíba (56,5 km²).

 

Os dados fazem parte do levantamento Áreas Urbanizadas do Brasil, divulgado nesta terça-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

O instituto chegou às informações com base em interpretação de imagens de satélite. Por questões de metodologia, a única comparação possível é com os dados de 2019.

 

A analista da pesquisa, Andressa Rosas de Menezes, ressalta que o estudo não apresenta dados sobre número de população nas áreas mapeadas nem crescimento vertical das áreas. “A gente olha telhados, a gente vê de cima. Então essa pesquisa não traz nenhuma informação de verticalização”, diz.

 

ÁREAS DENSAS E VAZIOS

Veja como o IBGE detalha a extensão urbana do país:

  • Áreas urbanizadas (identificadas pela presença de moradias, comércio e indústrias): 48,8 mil km²
  • Outros equipamentos urbanos (estruturas não residenciais como aeroportos, portos, cemitérios, estação de tratamento de água e usinas fotovoltaicas): 1,6 mil km²
  • Vazios intraurbanos (áreas não edificadas dentro do tecido urbano, como parques e lagoas): 503 km²
  • Loteamentos vazios (áreas com arruamento definido, mas sem edificações suficientes para serem consideradas urbanizadas, representando vetores de expansão): 2,9 mil km²

Outra classificação feita pelo instituto é relacionada à densidade das áreas urbanizadas:

  • Densa (forte concentração de edificações e pouca arborização ou espaços vazios): 70,66% do total
  • Pouco densa (construções mais espaçadas, comuns em periferias ou vetores de expansão): 23,88%
  • Loteamentos vazios (áreas com arruamento definido, mas ainda sem construções significativas): 5,46%

A analista da pesquisa aponta que os objetivos do estudo são mapear e medir as formas urbanas e a sua distribuição em todo o território nacional, de forma a acompanhar a evolução do fenômeno urbano. “Isso possibilita retratar e projetar a distribuição da urbanização, fornecendo dados essenciais para o planejamento urbano para a implementação de políticas públicas e impactando análise de questões como mobilidade, habitação e sustentabilidade”, destaca.

 

CONCENTRAÇÃO DA URBANIZAÇÃO

O levantamento identificou a concentração da ocupação urbana em municípios costeiros. Essas cidades ocupam 5,02% do território do país, mas representam 19,5% de toda a área urbanizada.

 

No outro extremo, a Amazônia Legal (abrange os estados de Rondônia, do Acre, Amazonas, de Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, de Mato Grosso e a maior parte do Maranhão) ocupa 59,11% da área do país, mas apenas 14,27% da extensão urbanizada.

 

“Podemos notar uma forte concentração da urbanização no litoral brasileiro”, assinala Andressa Rosas.

 

Ela completa a análise destacando que, na faixa de fronteira e no interior do país, a ocupação é “mais rarefeita”. Ela acrescenta que a urbanização acompanha os principais eixos rodoviários do país.

 

O IBGE revelou também que metade da área urbanizada (50,35%) está em cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia.

 

Apesar de não constar na lista das maiores áreas, o Distrito Federal figura como unidade da Federação com maior proporção de área urbanizada: 11,5% de seu território. De acordo com a analista, isso acontece por causa da “extensão diminuta do território e pelo planejamento coordenado para a urbanização e integração do interior brasileiro”. Na outra ponta, Amazonas tem apenas 0,05% de superfície urbanizada.

 

CIDADES COM MAIOR ÁREA URBANA

Ao classificar as cidades pelo tamanho de área urbana, a pesquisa mostra que, das dez maiores extensões, apenas a última, Campinas, no interior paulista, não é capital.

1. São Paulo 922,41 km²
2. Brasília 662,54 km²
3. Rio de Janeiro 644,36 km²
4. Curitiba 338,41 km²
5. Goiânia 312,71 km²
6. Manaus 287,18 km²
7. Belo Horizonte 279,09 km²
8. Fortaleza 254,91 km²
9. Campo Grande 254,29 km²
10. Campinas (SP) 253,56 km²

 

O instituto calculou também quais cidades têm maior proporção de área urbanizada. Em todo o país, 20 municípios têm mais de 60% do território ocupado pela urbanização, sendo 11 no estado de São Paulo:

 

Cidades com maiores proporções de superfícies urbanizadas Área urbanizada
1. São Caetano do Sul (SP) 100%
2. São João de Meriti (RJ) 99,99%
3. Olinda (PE) 96,36%
4. Carapicuíba (SP) 94,29%
5. Osasco (SP) 93,38%
6. Taboão da Serra (SP) 91,44%
7. Diadema (SP) 89,63%
8. Belo Horizonte 84,23%
9. Jandira (SP) 82,61%
10. Poá (SP) 82,51%
11. Fortaleza 81,61%
12. Belford Roxo (RJ) 79,66%
13. Curitiba 77,81%
14. Mauá (SP) 69,99%
15. Barueri (SP) 66,30%
16. Recife 66,02%
17. Hortolândia (SP) 62,44%
18. Ferraz de Vasconcelos (SP) 61,28%
19. São Paulo 60,64%
20. Natal 60,34%

 

Para Andressa Rosas, as áreas urbanizadas do Brasil apresentam dinâmicas heterogêneas que demandam “respostas integradas por meio do monitoramento geoespacial, além de indicadores socioambientais, no sentido de orientar políticas públicas de ordenamento territorial”.

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A Prefeitura de Itabuna, através da Secretaria de Gestão e Inovação, alerta profissionais do Magistério e beneficiários quanto ao prazo de impugnações à lista preliminar de precatórios do FUNDEF, que termina no próximo dia 24. A advertência é do secretário Pedro Aracatibe durante entrevista ao radialista Cacá Ferreira, titular do Programa Difusora em Revista, nesta segunda-feira, dia 17.

O secretário lembrou que são beneficiários dos precatórios do FUNDEF profissionais do Magistério da educação básica que estiveram em efetivo exercício na rede pública municipal de ensino de Itabuna entre 1º de janeiro de 1998 e 31 de dezembro de 2006.

Aos herdeiros de beneficiário falecido, o pagamento somente será realizado mediante apresentação de alvará judicial contendo a indicação do valor ou percentual devido a cada requerente, nos termos do art. 13, caput e §1º, da Lei Municipal nº 2.763/2026.

Para consultar a elegibilidade, o professor, eventual herdeiro de beneficiário falecido, ou qualquer interessado deve inserir o CPF para verificar se possui registros associados ao rateio do FUNDEF. No site oficial da Prefeitura há um banner para consultas e apresentação de impugnação.

Na entrevista, ele disse que “desde o dia 10 deste mês há a possibilidade de apresentação de recursos à Comissão de Acompanhamento dos Precatórios do FUNDEF como descrito no Anexo I do Edital de Habilitação nº 01/2026, publicado na edição eletrônica do Diário Oficial do Município do dia 5”.

O titular da Secretaria de Gestão e Inovação o Edital publicado estabeleceu que a lista constante no Anexo II tem caráter preliminar e se sujeita à retificação, não constituindo reconhecimento definitivo de direito ao rateio, já que a publicação de que observará quanto aos dados pessoais constantes da lista como disposto.

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Mais da metade das brasileiras já sentiu na pele o avanço das bets, seja jogando, seja arcando com a conta. Entre elas, 42% apostam ou já apostaram, e outras 12% que nunca apostaram dizem sofrer os efeitos do vício de parceiros ou parentes.
Entre as mulheres que apostam, as que têm filhos jogam cerca de 1,6 vez mais do que as sem filhos, sugerindo que, para essas mães, jogar tem menos a ver com lazer ou adrenalina e mais com a tentativa de fechar as contas do mês.
Os dados são do estudo “Mulheres & Bets”, divulgado pela Clarice, estúdio de pesquisa sobre mulheres e poder, em parceria com o Instituto Estratégia Latina e o Instituto de Pesquisa IDEIA. O levantamento combina 20 grupos qualitativos com 60 mulheres e homens e uma enquete nacional com 2.008 entrevistados, feita em julho.
O avanço das apostas entre as mulheres também se reflete nos participantes dos encontros dos Jogadores Anônimos, entidade de acolhimento de pessoas com problemas relacionados ao jogo.
Entre novembro de 2024 e julho deste ano, quando a Folha participou de reuniões, o crescimento do número de mulheres participantes também foi perceptível.
Na visita mais recente, elas eram quase um terço da presença na sala. Havia desde uma gestante que relatava as dificuldades de abandonar os caça-níqueis online, até uma mãe que só conseguiu largar o jogo há cerca de nove meses ao pensar no filho. Esta última, hoje, tem receios de se aproximar de familiares da nova namorada, devido à relação deles com o jogo.
“As mulheres que apostam, as mães que apostam, não apostam para serem a Virgínia, como as pessoas ficam achando”, diz Beatriz Della Costa, cofundadora da Clarice e uma das porta-vozes do estudo, em referência à influenciadora conhecida pela vida de luxo e pelos contratos de publicidade milionários com bets.
“Elas apostam para pagar o bolo do aniversário, para ir comer num japonês, para pedir um delivery, para comprar material escolar. É como se fosse a terceira renda”, acrescenta.
Para a pesquisadora, essa é a chave que explica por que a aposta se disseminou com tanta força entre as mães: ela promete um atalho para uma vida que deixa de ser apenas sobrevivência e passa a ser mais digna.
“Tem a ver com o cuidado também. As bets atuam nesse lugar: ‘eu vou jogar para cuidar melhor de mim, da minha família.’ Só que, no fim, não é isso que acontece.”
Na leitura de Della Costa, o fenômeno das apostas entre mulheres não pode ser entendido sem olhar para o momento em que as plataformas se popularizaram no Brasil.
O jogo de azar online foi legalizado no Brasil em 2018, ganhou tração na pandemia de Covid e capturou mais de R$ 10 bilhões das famílias brasileiras pela primeira vez em 2021, segundo a consultoria H2 Gambling Capital.
Essa camada de mulheres, pondera a pesquisadora, perdeu renda, emprego e estabilidade num momento em que as apostas online passaram a oferecer a promessa de dinheiro rápido. “As bets chegaram muito nesse momento, quando a pandemia começou, e ofereceram esse lugar muito fácil de ganho rápido de recurso, como um complemento de renda”, diz.
Entre 2019 e 2025, quando o mercado de apostas corria sem regras de publicidade nem de prevenção ao vício, o marketing ocupava sobretudo as redes sociais, dada a aversão da mídia tradicional ao risco reputacional. Ainda sem fiscalização do governo, influenciadores anunciavam caça-níqueis como fonte de renda extra, junto de falsas “estratégias vencedoras”.
No fim da pandemia, a catarinense Bianca Araújo, 38, conheceu as apostas online por intermédio do ex-marido e das redes sociais, um cenário prevalente segundo o relatório da Clarice. O jogo levou Bianca a perder o casamento, as economias e a moradia entre 2021 e 2023.
“O tamanho do prejuízo foi mais de R$ 500 mil em dinheiro. Eu peguei empréstimo tanto no meu CNPJ como no meu CPF. A gente tinha uma caminhonete, uma Ford Ranger, e a vendeu por R$ 210 mil. Em uma semana, a gente gastou R$ 150 mil. É uma doença mesmo, uma loucura”, recorda Araújo.
Araújo diz que começou com palpites esportivos vencedores e avaliou que poderia ter uma fonte de renda. Ela lembra que passou o ano de 2021 entre ganhos e perdas, enquanto mantinha um negócio em paralelo de venda de cursos.
Em 2022, o saldo da conta da esteticista começou a cair. “Chegou um momento no fim de 2022 que eu e meu ex-marido decidimos vender os móveis porque eu não tinha dinheiro nem para voltar para a casa da família.”
Depois de uma recaída em meados de 2023, decidiu parar após faltar dinheiro para o aluguel e mantém-se abstêmia há três anos. “Eu tive muitas crises de pânico, sentia dor no meu corpo. Acelerava meu coração de preocupação”, lembra.
Para o psiquiatra Aderbal Vieira Júnior, responsável pelo ambulatório de tratamento de dependências de comportamentos do Proad (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes), da Unifesp, o crescimento das apostas entre mulheres acompanha uma mudança no papel social feminino.
Segundo ele, o jogo, historicamente mais associado aos homens e à ideia de provedor, passa a ser procurado também por mulheres que enfrentam a pressão de conseguir dinheiro para sustentar a casa ou atender às necessidades dos filhos. “À medida que as mulheres também entram nesse perfil de ser a pessoa que tem que prover alguma coisa, conseguir algum dinheiro, elas também vão correr atrás do jogo com essa função”, afirma.
Vieira Júnior ressalta, porém, que é preciso diferenciar o aumento do número de pessoas que jogam daquelas que desenvolvem um comportamento problemático ou uma dependência. “O uso está crescendo, o uso problemático também está crescendo, mas nem todo uso é um problema”, diz.
Para ele, entre os jogadores problemáticos estão tanto os que acreditam que conseguirão ganhar dinheiro fácil quanto aqueles que, diante de dificuldades financeiras, apostam como uma espécie de última alternativa. A dependência, por sua vez, seria uma parcela ainda menor e envolve perda de controle, prejuízos e um progressivo empobrecimento da vida da pessoa.
Segundo o relatório da Clarice, mulheres solteiras, como Araújo, têm mais facilidade para reconhecer o problema e abandonar o jogo. As mães relatam menos vergonha ao apostar e recorrem mais raramente à sensação de estarem fazendo algo errado.
Quando o problema se agrava, o custo emocional é mais alto sobre elas, e não menor, indica a pesquisa. Apostar, para elas, significa colocar em risco o papel social que lhes foi atribuído. “Elas têm mais vergonha porque estão botando em risco o papel destinado a elas. Elas se sentem falhando, inclusive, como mães”, afirma Della Costa.
A recomendação do relatório de restringir primeiro os jogos de cassino digital, uma modalidade incluída na regulamentação de 2023, e não as apostas esportivas, também nasce desse recorte de gênero.
É essa a modalidade mais usada pelas mulheres, segundo a pesquisadora, e a mais viciante justamente por seu retorno imediato.
“As apostas esportivas têm um processo mais longo. Você faz a aposta e espera o jogo acontecer. O cassino online é muito mais rápido, muito mais acessível, e é uma porta de entrada muito mais rápida para o vício”, explica Della Costa.
Em nota, associações do setor, como a ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), dizem que os sites autorizados pelo governo têm mecanismos para evitar o acesso de pessoas dependentes e passam por uma competição injusta com bets ilegais, que não pagam nem a licença de R$ 30 milhões nem têm custos regulatórios.
Embora as diferenças entre homens e mulheres estejam diminuindo com a popularização dos jogos pelo celular, Vieira Júnior, da Unifesp, ainda observa padrões distintos. “Ainda é muito mais frequente homem apostar em bet e mulher apostar nesses joguinhos de cassino virtual. A bet é uma coisa mais masculina, tigrinho, etc., é uma coisa mais feminina”, afirma.
Nos atendimentos, o psiquiatra diz perceber uma aproximação entre homens e mulheres: se antes as mulheres representavam cerca de um terço dos pacientes, hoje elas já correspondem a “uma boa metade”, embora ressalve que os números de seu serviço são pequenos para permitir conclusões estatísticas.
O relatório da Clarice aponta que o tema das apostas é hoje um dos poucos que escapam da polarização política brasileira. Mas, para Della Costa, essa unanimidade convive com uma ambiguidade de fundo.
“O governo ainda não se posicionou de um jeito claro: ‘Isso aqui precisamos proibir.’ As pessoas dizem: eu sei que é ruim, mas eu quero”, pondera.
Para ela, medidas recentes de restrição, como o intervalo obrigatório entre apostas, atenuam o problema, mas não o resolvem, porque não atacam sua raiz. “Não é sobre estar num jogo. Se ela já é muito hábil, vai abrir outro link, e outro, e outro”, afirma.
A pesquisadora defende que qualquer resposta institucional inclua um investimento maior na origem do problema, ou seja, a pressão financeira que empurrou essas mulheres para as plataformas. “O que o nosso dado revela é: não é para enriquecer, é para ter uma vida digna”, resume.
Foi a vontade de melhorar de vida e comprar um carro que motivou uma jovem de 23 anos a apostar, segundo relato à Folha da mãe, a assistente administrativa Viviane, 49, de São Paulo. Ela conta que a filha começou a apostar há cerca de cinco anos, após perder o emprego e ser incentivada por colegas.
A situação se agravou no ano passado, quando a jovem pegou dinheiro com um agiota que conheceu pela internet. Depois de não conseguir quitar a dívida, o homem descobriu os dados e o endereço da família e passou a fazer cobranças.
“Eu entrei em desespero. Tive que falar com o meu chefe na hora, peguei o dinheiro e dei para pagar o agiota”, relata Viviane.
A mudança começou neste ano, quando o irmão da jovem também decidiu parar de jogar e descobriu que era possível bloquear o CPF para impedir o acesso às apostas.
Ele fez o bloqueio e orientou a irmã a fazer o mesmo, acompanhando o procedimento pelo celular.
“Foi quando a gente conseguiu começar a ter paz, daí ela parou definitivo”, afirma Viviane. A filha está há cerca de cinco ou seis meses sem jogar, mas as consequências financeiras ainda permanecem: a família continua pagando dívidas e Viviane calcula que ainda restam cerca de R$ 5.000. “Eu passei muito nervoso, muito, muito, muito. Teve hora de me dar desespero.”

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O Brasil registrou 57% de cobertura da amamentação exclusiva entre bebês de 0 a seis meses acompanhados pela Atenção Primária (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados foram do ano de 2025. Os números fazem parte do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) que, desde 2015, passou a disponibilizar de forma padronizada e contínua os marcadores de consumo alimentar.

 

Segundo o Ministério da Saúde,  este índice representa a proporção dos bebês de 0 a seis meses que são acompanhados pela APS e estão em aleitamento materno exclusivo, ou seja, recebem somente leite materno, sem a oferta de água, chás, sucos, outros líquidos ou alimentos.

 

Neste ano, foram avaliados de forma parcial indicando que até agosto 59% dos bebês de até seis meses acompanhados pela APS estão em aleitamento materno exclusivo. Desde o começo da série, em 2015, as maiores coberturas foram em 2024 e 2025, ambas com 57%. De acordo com a pasta, os dados do Sisvan se referem exclusivamente àqueles bebês que fazem o acompanhamento nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

 

Outro levantamento feito, o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI-2019), um inquérito nacional representativo da população brasileira, indicou que 45,8% das crianças brasileiras entre 0 e seis meses recebem leite materno exclusivamente. De acordo com o órgão, a meta da OMS para 2030 é de 60% de aleitamento materno exclusivo em crianças menores de 6 meses.

“A Atenção Primária à Saúde tem papel fundamental na proteção, promoção e apoio à amamentação. É nas UBS que as famílias encontram profissionais que acompanham a gestação, o pós-parto e o crescimento da criança, oferecendo escuta, orientação e suporte diante dos desafios que podem surgir ao longo desse percurso. Fortalecer esse cuidado próximo e contínuo é essencial para que mais mulheres se sintam apoiadas e tenham condições de amamentar”, explicou a secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o primeiro genérico das canetas semaglutida, substância usada no controle do diabetes tipo 2, conhecidas como “canetas emagrecedoras”.  O registro foi concedido à EMS, que vai comercializar o produto sob o nome Ozivy.

 

Os genéricos são aqueles considerados equivalentes aos de referência, com o mesmo princípio ativo, mesma dose e forma farmacêutica. Com o Ozempic, não havia como fazer um medicamento genérico, porque ele era um medicamento biológico, já a EMS tem uma semaglutida sintética, permitindo uma versão genérica.

 

A farmacêutica ainda não informou prazo de lançamento nem preço da caneta injetável. Hoje, a caneta considerada o medicamento de referência, a Ozivy, custa R$ 333 pelo programa de fidelidade. Pela regra, genéricos são 35% mais baratos.

 

O registro da EMS contempla quatro apresentações:

 

  • 1,34 mg/mL, caneta de 1,5 mL com aplicador e 6 agulhas
  • 1,34 mg/mL, kit com 2 canetas de 1,5 mL, 2 aplicadores e 10 agulhas
  • 1,34 mg/mL, caneta de 3 mL com aplicador e 4 agulhas
  • 1,34 mg/mL, kit com 2 canetas de 3 mL, 2 aplicadores e 8 agulhas

 

A entrada de genéricos no mercado da semaglutida deve intensificar a disputa entre laboratórios por uma substância cuja demanda no Brasil cresceu com a busca por tratamentos para obesidade, e cuja oferta hoje ainda depende quase exclusivamente do medicamento de referência.

 

GENÉRICO X SIMILARES
A empresa Germed conseguiu o registro de medicamento similar também à base de semaglutida. Assim como os “genéricos”, os “similares” são cópias do medicamento de referência, com mesma composição química, concentração, eficácia, segurança e qualidade. 

 

A diferença é que, diferentemente dos genéricos, podem ter diferenças em características como excipientes, embalagem, rotulagem, prazo de validade, entre outros.

 

No caso do medicamento da Germed, foram aprovadas as medicações nas seguintes apresentações:

 

  • 1,34 mg/mL, caneta de 1,5 mL com aplicador e 6 agulhas
  • 1,34 mg/mL, kit com 2 canetas de 1,5 mL, 2 aplicadores e 10 agulhas
  • 1,34 mg/mL, caneta de 3 mL com aplicador e 4 agulhas
  • 1,34 mg/mL, kit com 2 canetas de 3 mL, 2 aplicadores e 8 agulhas
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A Prefeitura de Itabuna, por meio do Departamento de Controle de Zoonoses e em parceria com a Divisão de Combate à Dengue,do Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, vem intensificando a Campanha de Vacinação Antirrábica 2026, levando as equipes para diferentes bairros e localidades da zona urbana e rural, simultaneamente.

Desde o início da campanha, 24.891 cães e gatos já foram vacinados no município. Desse total, 15.910 são cães e 8.981 são gatos, demonstrando a ampla adesão dos tutores à estratégia de prevenção de uma doença grave e que pode ser transmitida aos seres humanos.

Na zona urbana, foram imunizados 22.449 animais, enquanto a vacinação na zona rural já alcançou 2.442 cães e gatos. O trabalho também inclui busca ativa, permitindo que as equipes ampliem a cobertura vacinal e cheguem a animais que ainda não foram levados pelos tutores aos pontos de atendimento.

Amanhã, dia 18, a vacinação será no condomínio residencial Itapoan e nos bairros Nova Itabuna e Campo Formoso, das 9 às 16 horas. Nesta segunda-feira, as equipes visitam o condomínio residencial São José e os bairros Maria Matos, Sinval Palmeira e Urbis V.

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O Brasil registrou redução de 30% nos óbitos por malária e de 30,7% nos casos da forma mais grave da doença.
As mortes passaram de 56, em 2024, para 39 em 2025. No mesmo período, houve 118.037 casos de malária contraídos no território nacional, 14,8% menos que em 2024 e o menor número desde 1978.
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os dados refletem o início da oferta da tafenoquina no SUS (Sistema Único de Saúde), além da ampliação do diagnóstico, da oferta de testes e do tratamento adequado.
A tafenoquina —administrada em dose única— foi incorporada ao SUS em 2023 para pacientes adultos com 16 anos ou mais e peso de 35 quilos ou mais.
Mais de 33,7 mil pessoas utilizaram o medicamento até junho de 2026. Do total, 3.920 tratamentos foram feitos nos DSEIs (Distritos Sanitários Especiais Indígenas).
A malária causada pelo tipo mais comum pode voltar a se manifestar após o tratamento. A medicação atua sobre a forma do parasita que permanece no fígado e pode prevenir novos episódios da doença.
O remédio também está disponível em uma formulação para crianças a partir de 2 anos e com peso mínimo de dez quilos desde março de 2026. Até junho, 1.446 crianças e adolescentes haviam recebido o tratamento no país.
Atualmente, a formulação pediátrica da tafenoquina está disponível em 54 municípios e 17 DSEIs. Mais de 2,4 mil profissionais de saúde foram capacitados para utilizá-la.
No DSEI Yanomami, por exemplo, 1.515 pessoas receberam tafenoquina. Entre março e junho de 2026, as recaídas de malária caíram 61,9% em relação ao mesmo período de 2025. Entre janeiro e julho, os casos da doença diminuíram 55% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Padilha apresentou os resultados nesta segunda-feira (17), no 61º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (MedTrop), em Brasília.
O ministro abordou as metas do Brasil Saudável, que prevê eliminar ou reduzir, como problema de saúde pública, 11 doenças e cinco infecções de transmissão vertical até 2030.
Entre elas estão tuberculose, hanseníase, HIV/aids, malária, hepatites virais, tracoma, oncocercose, doença de Chagas, esquistossomose, geo-helmintíases e filariose linfática, além das infecções de transmissão vertical por sífilis, hepatite B, doença de Chagas, HIV e HTLV. A iniciativa envolve 14 ministérios.
Entre as certificações obtidas estão a eliminação da filariose linfática (elefantíase), em setembro de 2024, e da transmissão vertical do HIV, em dezembro de 2025. A estratégia também acompanha doenças que estão próximas das metas de eliminação, considerando critérios definidos por organismos internacionais de saúde.
A malária é causada por um parasito do gênero Plasmodium, transmitido para humanos pela picada de fêmeas infectadas dos mosquitos Anopheles (mosquito-prego). A doença não passa de pessoa para pessoa.
Os sintomas são febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça. Prostração, convulsões, alteração da consciência, hipotensão arterial ou choque, dispneia ou hiperventilação e hemorragia são sinais de gravidade.

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O pedido de recuperação judicial do Grupo Casas Bahia não muda, por si só, as obrigações de consumidores que já compraram produtos da varejista. Quem recebeu a mercadoria e ainda está pagando por ela deve continuar quitando as parcelas normalmente, segundo Gabriel de Britto Silva, advogado especializado em direito do consumidor e diretor jurídico do Ibraci (Instituto Brasileiro de Cidadania).
O grupo pediu recuperação judicial à Justiça de São Paulo no domingo (16), em meio a uma dívida de R$ 17,3 bilhões. O pedido envolve dez empresas, entre elas as responsáveis pelas marcas Casas Bahia e Ponto Frio e pelo comércio eletrônico Extra.com. A solicitação ainda precisa ser analisada pela Justiça antes de entrar em vigor.
A recuperação judicial é um mecanismo usado por empresas em dificuldades financeiras para tentar reorganizar suas dívidas e manter as atividades. Por isso, não significa que as lojas ou os serviços da companhia sejam interrompidos ou necessariamente afetados.
TENHO UM CARNÊ DA CASAS BAHIA. POSSO PARAR DE PAGAR?
Não. Para quem já recebeu o produto e continua pagando por ele, a recuperação judicial não altera, segundo Britto, a obrigação de pagar as parcelas.
“Com a recuperação, seja judicial, seja extrajudicial, na prática, quanto ao consumidor que já adquiriu o produto, que já o recebeu e que está a pagar por ele, nada muda. Os consumidores deverão continuar honrando com os pagamentos do mesmo modo”, afirma.
COMPREI, MAS AINDA NÃO RECEBI. O QUE FAÇO?
Nesse caso, pode haver maior risco de atraso ou de problemas de abastecimento, afirma o advogado, diante da situação financeira da empresa.
Se a mercadoria não for entregue dentro do prazo previsto, o consumidor pode solicitar o cancelamento da compra e a restituição dos valores que já tiver pago, diz Britto.
A recomendação é guardar documentos da compra, como nota fiscal, comprovante de pagamento e informações sobre o prazo de entrega.
O QUE ACONTECE COM A CASAS BAHIA AGORA?
O Grupo Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo e declarou dívida de R$ 17,3 bilhões.
O pedido envolve dez empresas da holding. Do total das dívidas, R$ 16,4 bilhões são com credores quirografários, R$ 754 milhões com credores trabalhistas e R$ 154 milhões com microempresas e empresas de pequeno porte.
A companhia afirma que enfrenta dificuldades relacionadas, entre outros fatores, ao aumento dos juros, à restrição de crédito, ao encarecimento do custo financeiro e à pressão sobre o consumo.
O grupo também informou prejuízo de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre de 2026, ante perda de R$ 555 milhões no mesmo período do ano anterior. Com o resultado, o patrimônio líquido ficou negativo em R$ 8,1 bilhões.
A empresa havia passado por uma recuperação extrajudicial em 2024, que reestruturou R$ 4,8 bilhões em dívidas financeiras.
No pedido atual, a Casas Bahia solicitou à Justiça medidas para preservar o funcionamento da operação, incluindo a suspensão de execuções por 180 dias e a manutenção do fluxo de recebíveis.
O grupo também pediu a obrigatoriedade da entrega de mercadorias já compradas que estejam em trânsito com fornecedores, justamente para evitar a interrupção do abastecimento.

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O prefeito Elder Fontes inaugurou na tarde dessa segunda-feira(17/08) o comitê de campanha para seus candidatos na próxima eleição, o evento foi marcado pela grande presença popular. Uma multidão compareceu ao local, demonstrando apoio e fortalecendo o início da mobilização política.

A inauguração reuniu apoiadores, lideranças e moradores, transformando o ato em uma grande demonstração de força e participação popular.

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Foram definidas as seis seleções da próxima fase do Campeonato Interbairros de Futebol de Itabuna em rodada eletrizante disputada no domingo passado com vitórias expressivas acima de três gols e duas disputas de penalidades. Com isso, estão classificadas: Mangabinha, Sarinha Alcântara, São Lourenço, São Pedro, Califórnia e Jorge Amado.

No Campo do Esporte Amador, no Sarinha, o Mangabinha venceu o Vila Anália por 3 a 0 na primeira partida, Sarinha aplicou sonora goleada de 5 a 0 sobre o Parque Santa Clara, enquanto São Lourenço ganhou por 4 a 3 do Monte Cristo nas penalidades, depois do empate em 0 a 0 no tempo normal de jogo.

Na areninha de Futebol do Bairro Lomanto, o São Pedro ganhou por 5 a 3 nos pênaltis do João Soares, depois do registro do empate entre as duas seleções em 1 a 1, nos 90 minutos oficiais da partida.

No segundo confronto, Califórnia eliminou o Vila Zara por 2 a 1, enquanto no campo de Ferradas, a seleção do Bairro Jorge Amado obteve um triunfo contra o Nova Itabuna por 3 a 1.
A 25ª edição do Campeonato Interbairros de Futebol é promovida pela Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, com o patrocínio da DuraGás e da Associação de Fomento Social (A.F.S), responsáveis pela premiação de R$47 mil às equipes vencedoras.

PRÓXIMOS JOGOS
No domingo, dia 23, a partir das 8 horas, a bola volta a rolar na segunda rodada da 2ª fase do Campeonato Interbairros no Campo do Esporte Amador, no Sarinha, com o confronto entre Fátima x Daniel Gomes e às 10 horas, Santa Inês x Santo Antônio.

Na areninha do Lomanto, às 9 horas, Pedro Jerônimo x Manoel Leão, e às 11 horas, Lomanto x Santa Catarina. Na areninha de Nova Ferradas, às 8h, Rua de Palha x Ferradas.

SUCESSO
Para o secretário municipal de Esportes e Lazer, José Alcântara Pellegrini, o Campeonato Interbairros é um sucesso de técnica das equipes participantes e de público. “Graças a Deus, a gente tem a grata satisfação de saber que todo o trabalho que foi desenvolvido, desde a elaboração do projeto até a fase atual de mata-mata, tem apoio do torcedor”, comentou.

“A gente vê a alegria nas arquibancadas das torcidas e do público que vem assistir e acompanhar os jogos. Então é muito bom saber que todos estão contentes com o que estamos fazendo para promover o futebol em particular e o esporte e suas modalidades no geral”, acrescentou.

Ele também fez referência à instalação de posteamento para o projeto de iluminação do Campo do Esporte Amador, no Sarinha, com a parceria e o apoio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia, autarquia vinculada à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE).

“Estamos cuidando desse campo do esporte amador numa ajuda muito grande do prefeito Augusto Castro (PSD) com o forte apoio do presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Manoel Porfírio (PT), que tem sido um amigo e um parceiro do futebol amador de Itabuna”, concluiu.

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Itabuna será ponto de partida de uma das duas rotas de um projeto estruturante de gás natural liquefeito autorizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A GNLink Distribuidora de Gás Natural vai operar o serviço a partir da base (city-gate) da Bahiagás no município sul-baiano, conforme apurou o PIMENTA.

A rota ligará a unidade de acondicionamento de gás instalada em Itabuna à estação de transferência da Bahiagás, em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. O projeto também prevê um segundo percurso, com origem em uma unidade da GNLink em Assú, no Rio Grande do Norte, tendo como destino também a estação localizada no sudoeste da Bahia.

EXPANSÃO DO GÁS NATURAL NA BAHIA

A base instalada em Itabuna, um conjunto de investimento de R$ 156 milhões, resulta de parceria entre a Gnlink, a Bahiagás e a Petrobahia. O empreendimento pretende levar gás natural a regiões ainda não atendidas pela rede de gasodutos, com prioridade para os mercados industrial e veicular. O combustível poderá ser transportado em estado líquido ou comprimido.

A ANP ainda revogou uma autorização anterior, publicada em 24 de julho, que disciplinava os projetos da empresa. A nova autorização entrou em vigor na sexta-feira (14) e poderá ser cancelada caso a GNLink deixe de cumprir as condições técnicas estabelecidas pela agência reguladora, conforme ato da Agência.

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