A rede de ex-alunos da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Conecta EAUFBA, oficializou, nesta sexta-feira (6), o programa de bolsas mensais para a garantia de permanência de alunos em situação de vulnerabilidade na universidade. O Programa de Bolsas Conect+ já está em andamento e acaba de selecionar seus primeiros estudantes.

 

O programa visa combater um dos principais desafios para a permanencia dos alunos na universidade: a instabilidade financeira e desgaste emocional. “Todos os anos, estudantes entram na Universidade Federal da Bahia cheios de sonhos, masas muitos não conseguem concluir essa jornada. Na Escola de Administração, a realidade é desafiadora: grande parte dos alunos vem das classes C, D e E, e muitos precisam trabalhar desde os primeiros semestres para garantir o próprio sustento. A consequência é dura: evasão, desgaste emocional e talentos que ficam pelo caminho”, diz a mensagem do projeto.

 

Foi diante desse cenário que a rede de ex-alunos do Conecta EAUFBA decidiu agir. Os primeiros selecionados devem receber, nos próximos dias, a primeira parcela da bolsa, no valor médio de R$ 900,00, podendo variar de acordo com a necessidade de cada um. Além do valor financeiro, o programa oferece: acompanhamento psicológico, mentoria de carreira com ex-alunos e conexão com uma rede profissional ativa.

 

Amanda (nome fictício) é uma dessas estudantes. Vive sozinha, paga aluguel e enfrenta uma rotina marcada por forte vulnerabilidade financeira. As dificuldades econômicas constantes, somadas a experiências de assédio no ambiente de trabalho, geraram uma sobrecarga emocional que já afetava diretamente seu desempenho acadêmico. Sem acesso a auxílios institucionais, sua permanência no curso estava ameaçada.

 

“A história de Amanda não é isolada. Ela representa a realidade silenciosa de muitos estudantes que lutam todos os dias para continuar onde deveriam apenas estar aprendendo”, completa a nota do Conecta.

 

Os impactos serão acompanhados ao longo dos próximos meses. Ex-estudantes e a sociedade civil também podem contribuir: o programa é financiado por doações voluntárias. A partir de R$ 20 por mês, você já ajuda a manter um estudante na universidade. Para doar, acesse o site oficial. (clique aqui.)

 

“Quando muitas pessoas contribuem com pouco, o impacto se torna grande. Cada doação ajuda a construir permanência, dignidade e oportunidade”, destaca o projeto.

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A Prefeitura de Itabuna, por meio da Superintendência de Serviços Públicos da Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo (SIURB), concluiu ao meio-dia desta quinta-feira, dia 5, o trabalho de remoção de baronesas e da vegetação encalhada na Ponte Miguel Calmon. popularmente conhecida como Ponte Marabá. A operação integrada contou com apoio da Prefeitura de Ilhéus e o suporte da CVR Costa do Cacau, concessionária do aterro sanitário onde o material foi depositado.

Apenas a mão direita da ponte para quem sai dos bairros da Conceição e Góes Calmon, foi liberada ao tráfego de veículos automotores, já que os guarda-corpos foram recolocados. A outra via, cujo destino é o shopping e os bairros Jardim Vitória, Banco Raso e São Caetano, continua fechada.

Equipes do Departamento de Limpeza Pública de Itabuna fizeram a varrição, remoção de lixo e materiais residuais da vegetação, a limpeza e higienização do tabuleiro da ponte. Os guarda-corpos somente serão instalados depois, pois algumas peças tiveram danos leves é precisam de manutenção. Por, isso foram colocadas fitas de advertência aos pedestres que devem redobrar os cuidados ou buscar caminhos alternativos mais seguros em direção ao centro da cidade.

Durante os três dias de operação, um total de 36 viagens de caçambas com a vegetação e lama foram removidos pela frota de sete caçambas e duas máquinas pesadas da Prefeitura de Itabuna e quatro caçambas cedidas pela Prefeitura ilheense. Na terça-feira, foram 12 viagens, na quarta, 20, e nesta quinta-feira, mais duas tendo como destino o aterro sanitário.

Para a operação integrada, um Termo de Cooperação foi firmado entre os dois municípios em outubro do ano passado, depois de diálogo entre os prefeitos Augusto Castro (PSD) e Valderico Reis Júnior (União Brasil). As ações foram acompanhadas pelo secretário de Serviços Urbanos da cidade litorânea, Carlos Machado de Andrade Filho, “Cacá Colchões”, a titular da SIURB, Sônia Fontes, e pelo superintendente de Serviços Públicos de Itabuna, Francisco de Sousa Lino Filho

A operação integrada teve o respaldo técnico e ambiental da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente (SEAGRIMA).que publicou a Portaria nº 005/2025 autorizando em caráter emergencial, temporário e local, a remoção das macrófitas aquáticas (_Eichornia crassipes).

Dentre os critérios fixados, a execução das atividades pela Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo (SIURB), sob a orientação técnica, inclusive para cumprimento da Sentença Judicial da ACP nº 8009435-27.2022.8.05.0113 no tocante às suas determinações. A Procuradoria-Geral do Município fez a juntada da Portaria no referido processo judicial, assim como o Termo de Cooperação e a anuência da CVR Costa do Cacau, empresa certificada pelo IBAMA e INEMA e responsável pelo aterro sanitário.

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Um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), divulgado nesta quarta-feira (4), indicou que 62,6% das vítimas de feminicídio em todo o país eram mulheres negras. A pesquisa analisou 5.729 registros oficiais desse tipo de crime, ocorridos de 2021 a 2024. O resultado ainda apontou que 36,8% das vítimas eram brancas, enquanto mulheres indígenas e amarelas somam, cada grupo, 0,3% dos registros.

 

A entidade avalia que, diante desses resultados, o feminicídio não pode ser compreendido como uma violência de gênero isolada de outras questões estruturais da sociedade, como a desigualdade racial. As informações são da Agência Brasil.

 

O perfil das vítimas e as circunstâncias dos crimes identificados no levantamento revelam ainda que a violência letal contra mulheres no país é, majoritariamente, uma violência de proximidade física, emocional e relacional. “Trata-se de uma violência que se desenvolve no espaço privado, muitas vezes ao longo do tempo, e que poderia ser interrompida antes de alcançar seu desfecho fatal, desde que haja condições institucionais para isso”, concluiu o relatório do FBSP.

 

O feminicídio atinge majoritariamente mulheres adultas: metade das vítimas tinha entre 30 e 49 anos, o que corresponde a mulheres em idade produtiva e reprodutiva, e muitas vezes responsáveis pelo sustento da família e pelo cuidado de filhos e outros dependentes.

 

VÍNCULO DO AGRESSOR
Os dados demonstram que de cada dez feminicídios oito foram praticados por homens que mantinham ou já tinham mantido vínculos afetivos íntimos com a vítima. Em números, 59,4% dos agressores eram companheiros, 21,3% eram ex-companheiros e 10,2% outros familiares. Apenas 4,9% foram mortas por desconhecidos e 4,2% por outras pessoas conhecidas.

 

Segundo o Fórum, o feminicídio expressa uma assimetria de gênero sistemática: homens matando mulheres com quem mantêm ou mantiveram vínculos íntimos, em contextos nos quais a autonomia feminina é percebida como ameaça à autoridade masculina.

 

Ainda no período de 2021 a 2024, constatou-se que 97,3% dos casos de feminicídio foram cometidos exclusivamente por homens.

 

Em relação ao local do crime, 66,3% dos casos aconteceram na residência da vítima. A via pública aparece em segundo lugar, com 19,2% dos registros desse tipo de crime, enquanto estabelecimentos comerciais ou financeiros (3,4%), áreas ruais (2,2%), sítios e fazendas (2,%), bem como hospitais (1,4%), representam percentuais significativamente menores.

 

Além disso, 48,7% das vítimas foram mortas por arma branca e 25,2% por arma de fogo. O predomínio da arma branca sugere situações de confronto direto, em ambiente doméstico, com instrumentos disponíveis naquele espaço. A presença significativa de armas de fogo indica que sua disponibilidade potencializa a letalidade de conflitos íntimos.

 

PEQUENOS MUNICÍPIOS
O levantamento, que analisou ainda a distribuição dos feminicídios ocorridos no ano de 2024, identificou que as cidades pequenas, de até 100 mil habitantes, concentram 50% desses crimes no país. Esses mesmos municípios abrigam 41% da população feminina.

 

Entre as cidades pequenas, apenas 5% têm delegacia da mulher e 3% têm casa abrigo, que é o equipamento para a mulher que está numa situação de risco muito elevado. As cidades médias que têm entre 100 mil e 500 mil habitantes concentram 25% das vítimas de feminicídios. Em 81% dessas cidades, há delegacia da mulher e, em 40%, casa abrigo.

 

Em relação às cidades grandes, com mais de 500 mil habitantes, 98% tem delegacia da mulher, 73% tem casa abrigo e concentram 25% dos feminicídios.

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O Ministério da Educação (MEC), por meio de um ofício assinado pelo ministro Camilo Santana, elogiou a iniciativa da Prefeitura de Itabuna de lançamento do livro “Pequenos Autores Grapiúnas”, na Festa Literária da Região Cacaueira (FLICACAU), realizada no final de novembro do ano passado, no Centro de Cultura Adonias Filho.

A coletânea de textos de alunos de escolas municipais de Itabuna foi produzida sob a coordenação da professora Lilian Lima, da Secretaria Municipal da Educação, tendo sido apresentada ao público na abertura do evento.

Coube aos pequenos escritores Sofia Bronze, 15, Davi Almeida, 10, e Tayla Rosa, representar seus colegas na sessão de autógrafos que se seguiu às falas da coordenadora editorial e do então secretário municipal da Educação, Rosivaldo Pinheiro, atualmente nomeado Secretário de Relações Institucionais.

“Cumprimentando-os cordialmente, manifesto meus sinceros agradecimentos pelo compartilhamento do livro “Pequenos Autores Grapiúnas: Quem conta um conto, aumenta encontros”, diz o documento do MEC.

“A iniciativa revela-se de grande relevância para o fortalecimento da leitura, da escrita e da valorização da produção literária no contexto da educação municipal, ao incentivar o protagonismo estudantil e a formação leitora”, acrescenta o ministro.

No ofício, o ministro da Educação parabeniza a professora pela “dedicação e sensibilidade na organização do projeto, bem como essa Secretaria Municipal da Educação pelo apoio e incentivo a práticas pedagógicas que promovem a criatividade, a identidade cultural e o desenvolvimento integral dos estudantes”, diz.

“Renovo os cumprimentos e manifesto votos de contínuo êxito nas ações desenvolvidas em prol da educação pública de qualidade”, encerra o documento do MEC.

No lançamento do livro, o secretário Rosivaldo Pinheiro falou de sua felicidade pela riqueza do momento. Ele disse que aquele ato era um pouco da construção da cidade que sonha, vibra, produz e abraça. Itabuna é cosmopolita: todos que aqui chegam se sentem parte dela.

“Na comunidade escolar todos são importantes. É importante que estejamos sempre juntos para vencer o desafio de fazer educação crítica, transformadora, diversa, de qualidade e antirracista”, finalizou.

A manifestação e o agradecimento do MEC sensibilizou a coordenadora do Projeto Pequenos Autores Grapiúna. No lançamento, ela fez um relato de como tudo começou, em 2020, a partir de situações corriqueiras na unidade escolar envolvendo crianças e adolescentes.

“Começamos a conversar com os alunos sobre as questões e a perceber que seria possível trabalhar sobre vivências e comportamentos. Escrevemos o projeto sobre diversos gêneros textuais como: contos, fábulas, poesias, cantigas de roda, etc.”, contou.

A coordenadora lembrou ter convidado à sala de aula representantes da Academia Grapiúna de Letras e da Biblioteca Itinerante da Secretaria Municipal da Educação e de instituições múltiplas da sociedade que pudessem falar para os meninos.

Depois das palestras e atividades, foi pedido que cada um escrevesse uma história que tinham visto ou ouvido, que acabaram virando assuntos na sala de aula trabalhados pelos professores. “Então a coletânea é resultado dessas vivências e histórias e conseguimos selecionar 51 que constam do livro”, explicou.

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Apesar de a vacina ser disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o Brasil ainda enfrenta casos de meningite ao redor do país, afetando principalmente jovens de até 19 anos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a Bahia figura entre os principais estados do Nordeste no número de ocorrências desde 2020, com 1430 casos da doença, sendo o segundo território com o maior número de contaminações na região. 

Os casos foram notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e organizados pela Agência Tatu, portal especializado em dados. 

No Nordeste, à frente da Bahia, aparece apenas o estado de Pernambuco, no qual foram reportadas 2159 ocorrências de meningite. No cenário nacional, São Paulo lidera com mais de 16 mil casos, enquanto o Brasil, no somatório das 27 unidades da federação, chegou aos 44.605.

Conforme os números, 833 pacientes com meningite reportados na Bahia são de jovens de até 19 anos, representando 58,25% dos casos desde 2020. No Brasil, o percentual é um pouco maior, com os jovens chegando a 63% das infecções por meningite.

A VACINA
A meningite bacteriana, uma das formas mais graves da doença que acomete as membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, pode evoluir de forma rápida e grave, e a principal forma de prevenção é a vacinação oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em postos de saúde e Unidades Básicas de Saúde em todo o país.

 

Quando você chega a uma UBS com o cartão do SUS (ou CPF) e a caderneta de vacinação, os profissionais de saúde verificam seu histórico vacinal para saber quais doses já foram aplicadas e quais ainda faltam. O esquema de vacinação infantil foi atualizado recentemente: além das duas doses iniciais da vacina meningocócica C aplicadas aos 3 e 5 meses de idade, o reforço aos 12 meses passou a ser feito com a vacina meningocócica ACWY, que amplia a proteção contra quatro sorogrupos da bactéria (A, C, W e Y), e não apenas contra o sorogrupo C como anteriormente.

 

No SUS, essa vacina com proteção ampliada já era ofertada a adolescentes de 11 a 14 anos, de acordo com o histórico vacinal, e continua disponível nessa faixa etária sob a forma de dose única ou reforço. Se uma criança perdeu alguma dose do esquema recomendado, inclusive o reforço aos 12 meses, ainda é possível atualizar a caderneta até os 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade com a vacina adequada, conforme orientações técnicas do calendário.

 

Não há custo: toda a vacinação preconizada contra meningite no calendário básico é gratuita pelo SUS. Confira o resumo das doses ofertadas por faixa etária:

  • 3 meses: 1ª dose da vacina meningocócica C.
  • 5 meses: 2ª dose da vacina meningocócica C.
  • 12 meses: reforço com a vacina meningocócica ACWY, ampliando a proteção.
  • 11 a 14 anos: dose única ou reforço com meningocócica ACWY, conforme histórico vacinal.

 

Segundo o Ministério da Saúde, seguir esse cronograma garante que o sistema imunológico esteja preparado para reconhecer e combater as formas mais comuns e graves da meningite bacteriana.

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A taxa de desemprego do Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, após marcar os mesmos 5,4% nos três meses encerrados em outubro, que servem de base de comparação. Esses são os números mais baixos da série histórica comparável.
Os dados fazem parte da Pnad-Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) e foram divulgados nesta quinta (5) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O levantamento inclui tanto o mercado de trabalho formal quanto o informal.
A mediana das projeções do mercado financeiro também era uma taxa de 5,4%, segundo a agência Bloomberg.
A coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beriguy, afirma que os resultados do trimestre apontam para a estabilidade dos indicadores de ocupação, com os bons resultados do final de 2025 compensando o movimento sazonal de dispensa de empregados no início do ano.
Analistas do setor privado veem um mercado de trabalho ainda forte, pressionando os indicadores de inflação e impedindo cortes mais significativos da taxa básica de juros. Ainda assim, projetam ligeiro aumento do desemprego ao longo do ano.
Até a divulgação desta quinta, a menor taxa de desemprego registrada em todos os trimestres da série histórica havia sido de 5,1%, nos três meses encerrados em dezembro de 2025. O IBGE, contudo, evita a comparação direta entre trimestres consecutivos que compartilham meses em comum.
“Esse valor de 5,4% configura uma estabilidade estatística em relação ao trimestre anterior. É a menor taxa da série comparável, não a menor taxa de toda a série histórica”, afirma a coordenadora do IBGE.
Ela explica que há no mês de janeiro uma tendência de redução no contingente de trabalhadores, muitas vezes devido à dispensa de temporários, mas diz que os dados favoráveis de novembro e dezembro reduziram o impacto desse movimento sazonal.
“Esse efeito sazonal ainda não é suficientemente forte para neutralizar os efeitos de expansão do mercado de trabalho no fim de 2025.”
No trimestre até janeiro, o instituto encontrou 5,9 milhões de pessoas de 14 anos ou mais em busca de trabalho. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando eram 7,1 milhões, houve queda de 17,1%.
Na série da Pnad, iniciada em 2012, o maior contingente de desocupados foi registrado no trimestre até março de 2021, na pandemia de Covid-19. À época, o indicador chegou a quase 15 milhões.
Os indicadores de subutilização da força de trabalho também estão no menor patamar da série comparável. A taxa é de 13,8% quando se soma pessoas procurando trabalho, trabalhando menos do que gostariam ou que não estão procurando emprego, mas possuem disponibilidade.
POPULAÇÃO OCUPADA
Já o número de ocupados com algum trabalho alcançou 102,7 milhões. Houve aumento de 1,7% (1,7 milhões a mais de pessoas) no ano. O nível de ocupação foi de 58,7%, com estabilidade no trimestre (58,8%) e crescendo 0,5 ponto percentual no ano (58,2%).
A taxa de informalidade foi de 37,5%, ante 37,8% no trimestre encerrado em outubro e 38,4% um ano antes.
A coordenadora da pesquisa diz que a informalidade está em queda desde 2022, com aceleração dessa trajetória desde 2023. “No atual trimestre, a retração da taxa esteve associada à tendência de queda do emprego sem carteira no setor privado e de expansão da cobertura de registro no CNPJ dos trabalhadores por conta própria”, afirma.
RENDA MÉDIA
No trimestre até janeiro, o rendimento médio do trabalho alcançou R$ 3.652 por mês, aumento de 2,8% no trimestre e 5,4% no ano. Esse é o maior valor da série em termos reais (com ajuste pela inflação).
A massa de rendimento real ficou em R$ 370,3 bilhões, alta de 2,9% no trimestre e 7,3% no ano.
“O crescimento do rendimento no segmento formal e informal contribuiu para que essa massa tivesse crescimentos sustentados e sucessivos nos últimos anos”, afirma Beriguy.
TENDÊNCIA
André Valério, economista sênior do banco Inter, afirma que os indicadores ainda sugerem um mercado de trabalho extremamente resiliente, mas diz não ver espaço para uma melhora continuada nesses dados.
“Os principais indicadores se encontram próximos do topo e vemos sinais de perda de dinamismo, na margem, no mercado de trabalho, com os setores mais sensíveis ao ciclo encontrando maiores dificuldades”, afirma.
Ele projeta que a taxa de desocupação continue aumentando, especialmente no primeiro trimestre, mas descarta um cenário de piora significativa. A expectativa é de que o desemprego encerre 2026 em 5,5%.
Para Rafael Perez, economista da Suno Research, o mercado de trabalho deve seguir resiliente ao longo do ano, sustentando a renda e impulsionando o consumo das famílias.
“Ainda assim, projetamos uma alta gradual da taxa de desemprego nos próximos meses, explicada principalmente pela sazonalidade e pelo arrefecimento do crescimento, de modo que o indicador deve encerrar 2026 em 6%.”
Claudia Moreno, economista do C6 Bank, também afirma que o ritmo de criação de vagas deve mostrar alguma moderação ao longo de 2026. “Nossa projeção é de que o mercado de trabalho permaneça aquecido, com a taxa de desemprego encerrando o ano um pouco acima de 5%.”
*
TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE DESEMPREGO
O que é desemprego?
Segundo o IBGE, o desemprego se refere às pessoas de 14 anos ou mais que não estão trabalhando, mas que estão disponíveis e tentam encontrar trabalho.
Para alguém ser considerado desempregado, não basta não possuir um emprego. É preciso que essa pessoa também procure oportunidades.
 

Como funciona a Pnad Contínua?
É o principal instrumento para monitorar a força de trabalho do país. Conforme o IBGE, sua amostra corresponde a 211 mil domicílios, em todos os estados e no DF, que são visitados a cada trimestre. Cerca de 2.000 entrevistadores trabalham na coleta da pesquisa.
Como é medida a taxa de desemprego?
É o percentual da força de trabalho formado pelas pessoas que estão desempregadas.
A força de trabalho é composta pelos desempregados e pelos ocupados. Os ocupados, por sua vez, são aqueles que estão trabalhando de modo formal ou informal —ou seja, com ou sem carteira ou CNPJ.
 

O que explica o desemprego baixo?
Segundo economistas, ele se explica principalmente por um mercado de trabalho aquecido, reflexo de contratações nos setores privado e público. Mudanças demográficas e tecnológicas também contribuem para uma taxa baixa.
Isso é uma boa notícia?
O desemprego baixo indica um cenário positivo para os trabalhadores.
Que efeito o desemprego baixo pode ter na economia?
Com mais pessoas trabalhando, o consumo tende a crescer, já que a população tem mais renda disponível. Por outro lado, isso pode pressionar a inflação, já que aumenta a demanda por bens e serviços.
Assim, o BC (Banco Central) levou a taxa básica de juros para 15% ao ano. A medida busca esfriar o consumo para conter a alta dos preços.

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A Prefeitura de Itabuna, através do Departamento de Recursos Humanos (DRH) da Secretaria de Gestão e Inovação, convoca servidores públicos municipais afastados por incapacidade temporária, em gozo de benefício previdenciário junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para agendarem atendimento no SESMT para fins de atualização de sua situação funcional.

O agendamento deverá ser realizado exclusivamente pelo WhatsApp, através do número (73) 99865-1431, no prazo máximo de 10 dias úteis a contar da publicação do Edital nº 001/2026 – Convocação Para Atualização Cadastral, publicado na edição eletrônica do Diário Oficial do Município de quarta-feira, dia 4. A listagem está no link abaixo.

O não comparecimento ou a não realização do agendamento no prazo estipulado poderá implicar em medidas administrativas cabíveis, incluindo a apuração de abandono de cargo, nos termos da legislação municipal vigente.
Os casos omissos neste Edital serão resolvidos pela Secretaria Municipal de Gestão e Inovação, de acordo com os termos do Edital e da Comunicação Interna nº 25/2026 do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, que funciona na Rua Valdemar Muniz, nº 83, Alto Maron.

Link: https://encurtador.com.br/tLzA

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As matrículas na educação especial cresceram 110% entre 2020 e 2025 no Brasil. O total chegou a 2,5 milhões de estudantes no ano passado. Desse universo, 1,5 milhão estão na rede municipal, o equivalente a 60% das matrículas. Os dados são da Confederação Nacional de Municípios (CNM), com base no Censo Escolar de 2024 e 2025.

O levantamento mostra forte expansão entre alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), que representam 52,8% das matrículas na educação especial. O crescimento desse público foi ainda mais acelerado: 397% no mesmo período. Ao todo, 90 mil escolas municipais atendem estudantes da modalidade, sendo 97,9% incluídos no ensino regular.

Para atender à nova demanda, os municípios ampliaram em 254% a contratação de profissionais de apoio entre 2020 e 2024. O número chegou a 153,7 mil trabalhadores. Em 75% das cidades pesquisadas, há atendimento na proporção de um monitor por aluno. Caso esse modelo seja universalizado, o impacto pode alcançar R$ 32 bilhões por ano apenas com esse serviço, estima a CNM.

JUDICIALIZAÇÃO

A pressão também se reflete na Justiça. Já foram registradas 53 mil ações judiciais para garantir a contratação de profissionais de apoio, com aumento de 15% em dois meses. Além disso, 15% dos municípios informam gastar mais de R$ 100 mil com judicialização na área.

O estudo aponta ainda mais de 80 projetos em tramitação no Congresso Nacional que ampliam direitos das pessoas com deficiência. Segundo o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, o impacto anual estimado dessas propostas pode variar entre R$ 11,5 bilhões e R$ 48,9 bilhões, considerando novas contratações, equipes multidisciplinares e a ampliação do transporte escolar.

A entidade defende a revisão do pacto federativo e do modelo de financiamento da educação especial. Também cobra o cumprimento da exigência constitucional de indicação de fonte de recursos para criação de novas despesas.

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A Prefeitura de Itabuna, através da Secretaria de Esportes e Lazer, inicia atividades do Projeto Esporte Dance na tarde desta quarta-feira, dia 4, às 17, em sua sede na Rua Casemiro Rego nº 43, no Bairro da Conceição, próxima à quadra poliesportiva da Praça Rio Cachoeira. As aulas serão ministradas pelo professor de Educação Física, Marcelo Neto.
As aulas acontecem às segundas e quartas-feiras, das 17 às 18 horas, na Secretaria de Esportes e Lazer e também na Vila Olímpica Professor Everaldo Cardoso, no São Caetano, às terça e quintas-feiras, às 18 horas.
Criado no início do primeiro mandato do prefeito Augusto Castro (PSD), o Programa Esporte Dance tem como objetivos promover a saúde e o bem-estar da população e incentivar a prática de atividade física em ambiente lúdico e confortável, já que combina elementos da dança com exercício físico.
Atualmente, mais de 200 pessoas estão fazendo o Esporte Dance, mas as matrículas para alunos de ambos os sexos podem ser feitas no próprio horário das aulas com o professor. Para a prática, as pessoas devem usar roupas ou uniformes confortáveis.

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O Governo do Estado vai investir R$ 10,1 milhões em ações culturais por meio do Ciclo II dos Editais Cultura Viva Bahia. O pacote reúne seis editais e prevê a seleção de 149 propostas entre premiações e fomento direto a Pontos e Pontões de Cultura, coletivos e entidades. As inscrições começaram hoje (4) e seguem até 31 de março. Após essa etapa, os projetos passam por análise técnica e documental antes da liberação dos recursos.

O programa é executado pela Secretaria de Cultura do Estado (Secult-BA) e integra a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab), iniciativa do Governo Federal em parceria com estados e municípios. A proposta assegura investimento contínuo no setor e fortalece iniciativas já existentes nos territórios.

Durante o lançamento, em Cajazeiras, Salvador, o secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, defendeu a democratização do acesso aos recursos. Ele afirmou que a cultura deixou de ser privilégio de poucos e destacou o caráter territorial da política pública. Segundo o secretário, a Bahia reúne cerca de 1.600 Pontos de Cultura certificados e 700 escolas de tempo integral, que passam a integrar o eixo estratégico do novo ciclo.

Um dos focos é aproximar cultura e educação. O edital Cultura e Educação Ponto a Ponto vai financiar atividades culturais em escolas estaduais de tempo integral, com ênfase na formação cultural e socioambiental. Já o Cultura Viva na Bahia – Ano II apoia ações continuadas por 12 meses nos territórios, enquanto o QualiCultura Viva fortalece Pontões responsáveis por articular redes regionais.

INDÍGENAS E LGBTQIAPN+

O ciclo também cria recortes específicos. O Prêmio Pontos de Cultura Indígena contempla iniciativas em territórios indígenas, certificadas ou não. A superintendente de Políticas para Povos Indígenas da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais, Patrícia Pataxó, afirmou que a medida fortalece tradições e garante que os recursos cheguem às comunidades. Ela lembrou que o estado abriga mais de 34 povos indígenas.

Outra novidade é o Prêmio Orgulho LGBTQIAPN+, voltado a iniciativas de organização de paradas e ações de visibilidade. No lançamento, realizado na sede da Associação de Arte e Cultura Social (Cajaarte), o diretor Wilson Amorim Júnior destacou o papel das ações culturais na proteção da juventude em contextos de vulnerabilidade. Para o secretário Bruno Monteiro, a ampliação dos editais busca enfrentar desigualdades históricas e ampliar o alcance das políticas culturais em todo o estado.

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Tempestades com grande incidência de raios são comuns em várias regiões do Brasil, especialmente durante os meses mais quentes do ano. Além dos riscos diretos para pessoas e construções, as descargas elétricas representam uma ameaça significativa para aparelhos eletrônicos domésticos. Televisores, roteadores, celulares e computadores podem ser danificados em poucos segundos por variações bruscas na rede elétrica provocadas por um raio.

Muitas vezes, o prejuízo não acontece por um impacto direto na residência. O mais comum é que a descarga ocorra na rede elétrica ou nas proximidades, causando picos de tensão capazes de atingir equipamentos conectados às tomadas. Esse tipo de evento pode reduzir a vida útil dos aparelhos ou provocar danos permanentes.

Entender os riscos e adotar medidas preventivas simples pode fazer toda a diferença para proteger equipamentos e evitar gastos inesperados.

COMO OS RAIOS AFFETAM OS APARELHOS ELETRÔNICOS

Quando um raio atinge a rede elétrica ou áreas próximas, ocorre uma descarga extremamente poderosa. Essa energia pode se propagar pelos cabos e chegar até as residências em forma de sobretensão elétrica.

Mesmo que o impacto dure apenas uma fração de segundo, a intensidade é suficiente para queimar circuitos internos. Aparelhos modernos são especialmente sensíveis, pois possuem componentes eletrônicos delicados.

Fontes de alimentação, placas eletrônicas e chips podem ser danificados com facilidade. Muitas vezes, o equipamento até volta a funcionar depois da tempestade, mas pode apresentar falhas semanas ou meses depois.

Dispositivos móveis também não estão totalmente protegidos. Um celular, como o modelo S20 FE, conectado à tomada durante uma tempestade pode sofrer danos se houver variação elétrica. Por isso, especialistas recomendam atenção especial ao uso de carregadores em períodos de instabilidade climática.

O PERIGO DAS SOBRETENSÕES ELÉTRICAS

A sobretensão é uma das principais causas de danos durante tempestades com raios. Ela acontece quando a rede elétrica recebe uma carga acima do normal.

Essas oscilações podem ocorrer de forma quase imperceptível para os moradores, mas são suficientes para comprometer equipamentos eletrônicos.

Os efeitos mais comuns incluem:

  • queima de fontes de energia;
  • danos a placas eletrônicas;
  • travamentos inesperados;
  • redução da vida útil dos aparelhos;
  • e perda de dados armazenados

Em muitos casos, o equipamento para de funcionar imediatamente. Em outros, os problemas surgem gradualmente, dificultando a identificação da causa.

Equipamentos conectados diretamente à rede elétrica são os mais vulneráveis, especialmente quando não há sistemas de proteção instalados.

TIRAR DA TOMADA AINDA É A MELHOR PROTEÇÃO

Apesar do avanço da tecnologia, desligar os aparelhos da tomada continua sendo uma das medidas mais eficientes durante tempestades com raios.

Isso ocorre porque, mesmo com filtros e estabilizadores, descargas muito fortes podem ultrapassar os sistemas de proteção.

Sempre que houver previsão de tempestades intensas, recomenda-se:

  • desligar televisores e computadores;
  • retirar carregadores das tomadas;
  • desconectar roteadores de internet; e
  • desligar aparelhos sensíveis

Essa prática simples reduz drasticamente o risco de danos causados por descargas elétricas.

Muitas pessoas evitam desligar equipamentos por receio de perder configurações ou dados, mas o risco de prejuízo costuma ser muito maior quando os aparelhos permanecem conectados.

A IMPORTÂNCIA DOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO

Além de retirar equipamentos da tomada, existem soluções que ajudam a reduzir os riscos.

Filtros de linha com proteção contra surtos elétricos são uma alternativa comum. Esses dispositivos ajudam a absorver parte das variações de tensão.

Outra opção são os chamados DPS, dispositivos de proteção contra surtos, que podem ser instalados no quadro de energia da residência.

Eles funcionam como uma barreira adicional contra sobretensões provocadas por raios.

Embora não ofereçam proteção absoluta, esses sistemas diminuem significativamente a probabilidade de danos.

EVITE USAR APARELHOS DURANTE TEMPESTADES

Outra recomendação importante é evitar o uso de aparelhos eletrônicos durante tempestades com descargas elétricas.

Mexer em equipamentos ligados à tomada aumenta o risco de acidentes e danos.

Carregar celulares, utilizar computadores ou assistir televisão durante tempestades pode parecer inofensivo, mas aumenta a exposição aos efeitos de uma descarga elétrica.

O ideal é aguardar o fim da instabilidade climática antes de voltar a utilizar os aparelhos normalmente.

ATENÇÃO ESPECIAL COM O NOTEBOOK

Entre os equipamentos mais comuns nas casas brasileiras, o popular notebook merece atenção especial durante tempestades.

Esse tipo de dispositivo reúne componentes sensíveis em um espaço compacto, o que aumenta a vulnerabilidade a variações elétricas.

Mesmo quando está ligado apenas à tomada, sem uso, o equipamento pode ser afetado por picos de tensão.

Uma descarga elétrica pode danificar a bateria, a fonte de alimentação ou a placa-mãe, que costuma ser o componente mais caro do aparelho.

Por isso, o ideal é retirar o notebook da tomada sempre que houver previsão de tempestades com raios.

Se for necessário continuar trabalhando, uma alternativa é usar apenas a bateria durante o período de instabilidade.

Essa medida reduz bastante o risco de danos.

INTERNET E EQUIPAMENTOS CONECTADOS

Outro ponto frequentemente esquecido envolve os aparelhos conectados à rede de internet.

Modems e roteadores também podem ser danificados por descargas elétricas, especialmente quando os cabos vêm de áreas externas.

A energia do raio pode chegar não apenas pela rede elétrica, mas também pelos cabos de internet ou telefonia.

Por esse motivo, o ideal é desconectar esses equipamentos durante tempestades fortes.

Isso ajuda a evitar danos que podem interromper a conexão por vários dias.

CUIDADOS COM ARMAZENAMENTO DE DADOS

Tempestades com raios também representam riscos indiretos, especialmente para quem trabalha com arquivos digitais importantes.

Uma queda repentina de energia pode provocar perda de dados ou danos em arquivos.

Isso é particularmente relevante para quem usa computador ou notebook para atividades profissionais.

Manter cópias de segurança atualizadas é uma das melhores formas de evitar prejuízos.

Serviços de armazenamento em nuvem ajudam a garantir que os arquivos permaneçam seguros mesmo em caso de falhas elétricas.

Discos externos também podem ser úteis, desde que sejam desconectados após o uso.

SINAIS DE QUE UM APARELHO FOI AFETADO

Nem sempre o dano causado por raios é imediato. Em alguns casos, os aparelhos continuam funcionando, mas começam a apresentar problemas.

Alguns sinais comuns incluem:

  • aquecimento excessivo;
  • lentidão incomum;
  • reinicializações frequentes;
  • ruídos estranhos; e
  • falhas de carregamento

Quando esses sintomas aparecem após uma tempestade, é possível que tenha ocorrido algum dano elétrico.

Nesses casos, o ideal é procurar assistência técnica para avaliação.

Ignorar os sinais pode resultar em danos maiores.

PREVENÇÃO É A MELHOR ESTRATÉGIA

Tempestades com raios fazem parte da realidade climática brasileira, especialmente no verão.

Embora seja impossível eliminar totalmente os riscos, medidas simples podem reduzir bastante a chance de prejuízos.

Desligar aparelhos da tomada, usar dispositivos de proteção e evitar o uso de equipamentos durante tempestades são atitudes que fazem diferença.

Esses cuidados ajudam a preservar televisores, celulares, roteadores e notebooks, além de outros aparelhos eletrônicos presentes no dia a dia.

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A Prefeitura de Itabuna, por meio da Coordenação de Vigilância Ambiental do Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, lança um alerta para população, em especial pescadores, lavadeiras e banhistas, sobre o aparecimento de peixes de uma das espécies de piranhas, no espelho d’água do trecho urbano do Rio Cachoeira, com a elevação de suas águas em decorrência das chuvas intensas dos últimos dias.
A Vigilância Ambiental tem como principal função desenvolver ações preventivas para a manutenção da saúde da população. Sendo assim, diante da situação atípica, inclusive pela poluição e contaminação das águas do Rio Cachoeira, recomenda-se que a população não utilize o rio para banhos e outras atividades, em razão do risco potencial de incidentes.
E em caso do registro de ataques, a pessoa deve procurar atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 Horas, no Bairro Monte Cristo.

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