A taxa de desemprego no trimestre encerrado em maio ficou em 5,6%. O resultado é o menor para o período em toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.

 

A taxa representa também redução em relação ao trimestre móvel anterior (dezembro, janeiro e fevereiro), quando estava em 5,8%. Em 2025, o índice do trimestre encerrado em maio era 6,2%.

 

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, atingir a mínima histórica para o período indica que “o mercado mantém uma tendência estrutural de aquecimento e expansão na absorção de mão de obra”.

 

O levantamento aponta que o país tinha 6,1 milhões de desocupados, patamar considerado estável em comparação ao trimestre móvel terminado em fevereiro (6,2 milhões) e diminuição de 9,3% em relação ao ano anterior, quando eram 6,7 milhões.

 

A população ocupada ficou em 102,7 milhões no trimestre terminado em maio, 0,5% acima do período terminado em fevereiro (mais 558 mil pessoas).

 

PNAD

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, sejam com ou sem carteira assinada, temporárias e por conta própria, por exemplo.

 

Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

 

RENDIMENTO

O rendimento médio mensal do trabalhador ficou em R$ 3.726 no trimestre encerrado em maio, estável em relação ao trimestre móvel anterior (R$ 3.756) e 4% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Os valores são reais, ou seja, já levam em conta a inflação do período.

 

INFORMALIDADE

A taxa de informalidade – proporção de trabalhadores informais na população ocupada – foi de 37,3%, o que representa 38,3 milhões de trabalhadores. Um ano antes, o indicador era 37,8%. O IBGE considera informais os empregados sem carteira assinada e autônomos sem CNPJ, por exemplo. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo terceiro salário.

 

CONTRIBUIÇÃO PARA A PREVIDÊNCIA

A pesquisa revelou que 66,6% dos trabalhadores contribuíram para a previdência. Isso equivale a 68,4 milhões de pessoas.

 

Ao contribuir para institutos de previdência, o trabalhador adquire garantias, como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.

 

O IBGE considera contribuintes os empregados, empregadores, trabalhadores domésticos e por conta própria que tenham contribuído para institutos de previdência oficial federal (INSS ou Plano de Seguridade Social da União), estadual ou municipal.

 

O instituto esclarece que um trabalhador informal (por conta própria sem CNPJ) pode ser contribuinte individual do INSS.

 

MARCOS HISTÓRICOS

O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1% no último trimestre de 2025. A maior taxa já constatada foi 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.

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Mais da metade dos medicamentos solicitados por pacientes em ações judiciais no Brasil já havia recebido recomendação favorável para incorporação ao SUS (Sistema Único de Saúde) ou deveria estar disponível na rede pública.
A conclusão é de um estudo da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa) apresentado neste mês no principal congresso mundial sobre avaliação de tecnologias em saúde, realizado em Istambul, na Turquia. O levantamento foi premiado como melhor pôster do evento.
A pesquisa analisou decisões judiciais registradas entre janeiro de 2022 e abril de 2025 e identificou que 57,5% dos medicamentos demandados já tinham aval da Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS) para serem ofertados na rede pública.
Para os autores, o dado mostra que a judicialização não está restrita a pedidos de tratamentos novos, ainda sem avaliação do governo, mas também revela falhas na etapa posterior à incorporação, quando uma decisão técnica precisa se transformar em acesso efetivo ao paciente.
O estudo reuniu 3.049 processos judiciais e 4.637 petições envolvendo 1.402 moléculas diferentes. Segundo a análise, o intervalo entre a recomendação de incorporação pela Conitec e a chegada do medicamento ao paciente pode superar dois anos.
A pesquisa integra uma linha de investigação da entidade sobre o chamado “tempo de acesso” —período entre o registro de um medicamento, a aprovação de preço, a decisão de incorporação ao SUS e a oferta na rede.
Segundo Helaine Capucho, diretora de Acesso da Interfarma e uma das autoras do estudo, levantamento anterior da entidade já havia identificado gargalos nesse processo. “Os seis meses previstos para que uma tecnologia incorporada esteja disponível não acontecem para boa parte dos medicamentos”, afirma.
Na análise sobre tempo de acesso, a entidade verificou que medicamentos já aprovados pela Conitec levavam, em média, cerca de 30 meses para chegar aos pacientes, contra os seis meses previstos pela legislação.
Parte do atraso está relacionada à elaboração ou atualização dos PCDTs (Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas), que definem os critérios de uso dos medicamentos no SUS. “O PCDT é um instrumento importante para o uso racional da tecnologia, mas existe um atraso nesse processo”, diz.
Depois dessa etapa, ainda há a compra e a organização da oferta pelos gestores públicos. O resultado é que tratamentos aprovados tecnicamente permanecem inacessíveis para parte dos pacientes.
Entre os medicamentos mais judicializados no período analisado havia predomínio de produtos que já contam com genéricos, similares ou biossimilares disponíveis no mercado brasileiro. A oncologia aparece como uma das áreas de maior demanda judicial.
De acordo com a psicóloga Luciana Holtz, presidente do Instituto Oncoguia e representante de pacientes nas reuniões da Conitec, há tratamentos incorporados há anos que ainda não chegam de forma efetiva a quem tem indicação médica. “A gente está falando de medicamentos que têm nove, dez, 11 anos desde a aprovação”, diz.
Segundo ela, a demora entre a decisão da Conitec e a implementação da oferta transfere ao cidadão uma responsabilidade que deveria estar organizada no SUS. “O que não dá é o paciente ter o ‘sim’ da Conitec e a gente não resolver o financiamento e a disponibilização. Acaba gerando uma enorme judicialização.”
Com diagnóstico de câncer de mama em fevereiro de 2023, a fisioterapeuta Luciana Valejo, 53, de Londrina (PR), fez mastectomia e 15 sessões de quimioterapia pelo SUS. Mas, ao receber indicação médica para o medicamento trastuzumabe entansina, indicado para evitar recidiva do tumor, não teve acesso na rede pública.
A medicação já tinha sido incorporada pela Conitec e deveria estar disponível em março de 2023. Em janeiro de 2024, Luciana ingressou com uma ação judicial reivindicando o remédio, que tinha custo de quase R$ 20 mil mensais, e só conseguiu a tutela para recebê-lo na segunda audiência.
Ela usou o remédio até fevereiro de 2025. “Agora estou super bem, graças a Deus. Farei a reconstrução da mama pelo SUS no mês vem. Estou sem doença e em remissão”, afirma.
No ano passado, o Ministério da Saúde anunciou mudanças no modelo de financiamento da assistência oncológica. A compra dos medicamentos de alto custo deixa de ser responsabilidade exclusiva dos hospitais e passa a ser feita de forma centralizada e coordenada pela pasta e pelas secretarias estaduais de Saúde, utilizando um orçamento federal unificado.
Com isso, há uma expectativa de ampliar o acesso a drogas já incorporadas. “Mas precisa sair do papel”, afirma Holtz. “Hoje os impactos vão além dos processos judiciais. O número de vidas perdidas pela falta de acesso, infelizmente, a gente não tem”, diz.
A presidente do Oncoguia também alerta para barreiras enfrentadas por pacientes que tentam recorrer à Justiça, mas não conseguem nem sequer a prescrição do remédio pelo médico que os acompanha no SUS, quando o medicamento não faz parte da rotina da rede pública.
Para Capucho, da Interfarma, reduzir a judicialização depende de maior transparência na etapa entre a decisão da Conitec e a oferta efetiva. “Hoje não sabemos exatamente em que fase está cada tecnologia.”
Outra mudança defendida pela pesquisadora é antecipar as negociações de preço para antes da incorporação. Segundo ela, alguns países adotam modelos em que avaliação técnica, análise econômica e negociação com fabricantes ocorrem de forma paralela.
“A ideia é trazer precocemente a discussão do comitê de negociação. Primeiro você avalia se aquela tecnologia faz sentido para a população, e depois, na fase econômica, introduz a negociação de preço”, explica.
O Brasil também estuda um modelo adotado em outros países em que o preço negociado permanece sob sigilo entre governo e fabricantes, permitindo maior flexibilidade nas negociações.
Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que a atual gestão iniciou a oferta de mais de 50 novos medicamentos e tecnologias no SUS após incorporação pela Conitec.
Segundo a pasta, neste ano começam a ser disponibilizados mais 23 medicamentos de alta tecnologia para tratamento do câncer, alguns deles com até 12 anos de espera. A medida representa aumento de 35% na oferta de medicamentos oncológicos na rede pública e beneficiará 112 mil pacientes, com custeio integral pelo governo federal.
O ministério disse ainda que firmou, em abril, acordo de cooperação técnica com o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e a AGU (Advocacia-Geral da União) para criar fluxos de conciliação, mediação e resolução consensual de casos de medicamentos judicializados que já foram incorporados ao SUS.
O projeto Saúde Pública tem apoio da Umane, associação civil que tem como objetivo auxiliar iniciativas voltadas à promoção da saúde

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A Polícia Militar da Bahia concluiu com êxito a operação de segurança do ItaPedro 2026, considerado o maior São Pedro do Brasil. O destaque ficou para o quarto e último dia da festa, realizado no domingo (28), que reuniu um público estimado em 147 mil pessoas na Arena Zé Cachoeira, em Itabuna, o maior registro de público entre os quatro dias do evento.

Para garantir a tranquilidade dos participantes, a PM empregou um forte esquema de segurança, com atuação integrada de diversas forças policiais e órgãos públicos. As equipes realizaram patrulhamento nos portais de acesso, no interior da arena, no entorno do circuito e em bairros próximos, assegurando a chegada, permanência e saída do público com segurança.

Ao longo dos quatro dias de festa, aproximadamente 1.300 policiais militares participaram da operação, com efetivos do 15º Batalhão reforçados por unidades do Comando de Policiamento da Região Sul (CPR-S), Comando de Policiamento Especializado (CPE) e Corpo de Bombeiros Militar. A ação contou ainda com o apoio da Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Departamento de Polícia Técnica (DPT), Guarda Civil Municipal, Companhia Independente de Polícia Rodoviária (CIPRv), Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), Secretaria de Segurança e Ordem Pública (SESOP) e Ministério Público Estadual.

Durante toda a operação, 116 itens proibidos foram apreendidos nos portais de acesso, entre objetos perfurocortantes e materiais relacionados ao uso de entorpecentes. Também foram registradas duas conduções por adulteração de bebida alcoólica e descumprimento de medida cautelar.

O Esquadrão de Polícia Montada efetuou a prisão em flagrante de dois suspeitos por furto, recuperando cerca de 19 celulares que haviam sido subtraídos de participantes da festa. Além disso, outras duas prisões foram realizadas após identificação por meio do sistema de reconhecimento facial das câmeras da Secretaria da Segurança Pública da Bahia, monitoradas pelo Centro Integrado de Comunicações (CICOM).

Segundo a Polícia Militar, os quatro dias do ItaPedro transcorreram sem ocorrências de grande vulto, resultado do planejamento estratégico, da atuação integrada entre as forças de segurança e da presença ostensiva do policiamento. No total, a festa reuniu aproximadamente 457 mil pessoas entre os dias 25 e 28 de junho, consolidando mais uma edição de sucesso do evento.

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A fase de mata‑mata da Copa do Mundo Fifa de 2026 continua nesta segunda‑feira (29), com três partidas. O destaque é o confronto entre Brasil e Japão, às 14h (horário de Brasília), em Houston (EUA).

Também jogam Alemanha e Paraguai, às 17h30min, em Boston (EUA); e Holanda e Marrocos, às 22h, em Monterrey (México).

Assim como nos demais confrontos eliminatórios, em caso de empate no tempo regulamentar haverá prorrogação e, se necessário, disputa por pênaltis.

Os vencedores avançam às oitavas de final, enquanto os derrotados deixam a competição.

BRASIL X JAPÃO

O confronto entre Brasil e Japão promete ser de muita disputa pela posse de bola e de jogadas rápidas, protagonizadas pelos jogadores velozes que compõem ambas as equipes.

Dessa forma, a expectativa é de que a seleção brasileira busque exercer seu protagonismo na partida contra uma equipe compacta que aposta na velocidade para explorar espaços.

Com 7 pontos somados durante a fase de grupos (duas vitórias e um empate), o Brasil chega ao mata‑mata após liderar sua chave.

Se, por um lado, o ataque brasileiro tem apresentado eficiência, por outro a defesa tem demonstrado dificuldade em lidar com toques rápidos de equipes adversárias, especialmente em sua intermediária.

Apresentando um futebol organizado taticamente, o Japão tem, na atual Copa, uma das melhores equipes de sua história, com jogadores que conciliam habilidade e velocidade, o que pode representar perigo para os defensores brasileiros.

O Japão avançou para a segunda fase da Copa do Mundo após ficar em segundo lugar em uma chave bastante equilibrada que reunia Holanda e Suécia, contra quem os japoneses empataram nos placares de 2 a 2; e 1 a 1, respectivamente.

A evolução do futebol japonês é cada vez mais perceptível. Prova disso foi a vitória sobre a seleção brasileira, por 2 a 0, na recente partida amistosa, no final do ano passado em Tóquio. Até então, o Brasil nunca havia perdido uma partida para os japoneses.

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A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) renovou o credenciamento do serviço de transporte aeromédico em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A medida assegura recursos para a continuidade do atendimento até 22 de junho de 2027, com previsão orçamentária de R$ 59,9 milhões para a cobertura de aproximadamente 1,52 milhão de quilômetros voados.

O serviço é destinado à remoção de pacientes que necessitam de atendimento hospitalar especializado e de alta complexidade, especialmente em situações em que o transporte terrestre é inviável ou inadequado em razão da gravidade do quadro clínico. A remuneração será de R$ 39,49 por quilômetro voado, conforme estabelece a portaria publicada no Diário Oficial do Estado.

Entre os terminais contemplados pela rede está o Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, que integra a estrutura utilizada para o transporte aeromédico de pacientes do SUS no sul da Bahia.

Segundo a Sesab, o transporte em UTI aérea é utilizado para garantir acesso rápido à assistência hospitalar em casos de alta complexidade, principalmente para pacientes de municípios distantes dos centros de referência.

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Nem mesmo a chuva foi capaz de desanimar o público que lotou a Arena Zé Cachoeira na primeira noite do Ita Pedro 2026. Cerca de 90 mil pessoas prestigiaram a abertura do maior São Pedro do Brasil, nesta quinta-feira (25), em Itabuna, em uma noite marcada por grandes shows e um forte esquema de segurança.

 

O público cantou e dançou ao som de Dorgival Dantas, Gusttavo Lima, Pablo, Iguinho & Lulinha, além de outras atrações que animaram os forrozeiros até a madrugada.

 

Para garantir a tranquilidade da festa, aproximadamente 400 policiais militares do 15º BPM e de outras unidades do Comando de Policiamento da Região Sul (CPR-S) atuaram em diferentes pontos do evento. O policiamento foi distribuído entre os portais de acesso, o circuito da festa, o entorno da Arena Zé Cachoeira e os bairros vizinhos, assegurando a chegada e a saída do público com segurança.

 

Durante as abordagens nos portais, a Polícia Militar apreendeu 27 itens proibidos, entre eles faca, canivete, tesouras, giletes, um pistolão junino, entorpecentes e comprimidos de ecstasy, impedindo que esses materiais entrassem no circuito da festa.

 

De acordo com a PM, não houve registro de ocorrências de grande vulto durante a primeira noite do Ita Pedro. Foram registradas apenas conduções por dano e desobediência. Além disso, em ações realizadas nos acessos ao município, os policiais apreenderam um veículo com indícios de adulteração, armas de fogo com munições, efetuaram quatro prisões e apreenderam outro veículo.

 

O resultado reforça a eficiência do esquema de segurança montado para o Ita Pedro 2026, permitindo que milhares de pessoas aproveitassem a festa com tranquilidade, mesmo sob chuva, em uma abertura histórica do evento.

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A rede de assistência à saúde em Itabuna ganhou reforço, nesta quinta-feira (25), com a entrega de 42 leitos requalificados no Hospital Calixto Midlej Filho, da Santa Casa. Durante a agenda no município, a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, também inaugurou o novo ambulatório do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães e as novas instalações do Núcleo Regional de Saúde (NRS) Sul.

Com recursos de R$ 615 mil do Governo do Estado, todos os leitos foram equipados com centrais de ar-condicionado. A Santa Casa também investiu na substituição das redes elétrica e hidráulica dos leitos, do corredor e do posto de medicação do Pavilhão Francisco Ferreira. A unidade ainda recebeu novo piso em manta e teve o telhado substituído.

A secretária Roberta Santana destacou que este é mais um compromisso do Governo do Estado na garantia de assistência à saúde. “Aqui, a população de 22 municípios da região encontra uma assistência de qualidade pelo SUS. A Secretaria da Saúde do Estado mantém um investimento de R$ 48 milhões para os moradores terem acesso aos serviços das três unidades mantidas pela Santa Casa de Itabuna”, afirmou.

HOSPITAL DE BASE

Para o ambulatório do Hospital de Base, o Governo do Estado destinou R$ 281 mil em equipamentos e mobiliário. São dez consultórios dedicados ao atendimento de especialidades como ortopedia, cirurgia geral, cardiologia, angiologia e urologia. Esse é mais um investimento do Governo do Estado na unidade, que em março de 2025 recebeu da Sesab mais de R$ 56,3 milhões para ampliação e equipamentos. A unidade é referência macrorregional para 22 municípios da região.

NRS

Ainda no município, Roberta Santana fez a entrega das novas instalações da Base de Itabuna do (NRS) Sul. Para a requalificação do espaço, foram investidos cerca de R$ 2,6 milhões na readequação da sua estrutura física, beneficiando os profissionais que atuam na unidade e também a população que busca serviços no local, como atendimento farmacêutico. A ação faz parte de um plano da Sesab de requalificar as instalações das sedes dos nove NRS, além das sedes das Bases Regionais de Saúde.

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A Operação São João 2026 já resultou na prisão de 45 foragidos da Justiça com o auxílio do Sistema de Reconhecimento Facial da Secretaria da Segurança Pública da Bahia. O balanço parcial, divulgado nesta quinta-feira (25), também aponta redução de acidentes nas rodovias estaduais durante os festejos.

As prisões ocorreram em 24 municípios, entre eles Itapé, Itororó, Gandu, Jequié, Salvador, Vitória da Conquista e Santo Antônio de Jesus. Os capturados respondiam por crimes como homicídio, estupro, tráfico de drogas, receptação, furto, porte ilegal de arma e dívida de pensão alimentícia. A operação contou com o apoio de 13 novas Plataformas de Observação Elevadas, equipadas com nove câmeras cada.

Nas rodovias estaduais, o Batalhão de Polícia Rodoviária registrou queda de 50% nos acidentes sem vítimas. As ações incluíram blitz, fiscalização de documentos, testes do bafômetro e inspeções veiculares.

O comando da unidade também informou aumento de 75% nos flagrantes e de 33% na recuperação de veículos com registro de furto ou roubo, em comparação com o mesmo período do ano passado. Em Irecê e cidades vizinhas, o balanço apontou redução de 100% dos sinistros nas estradas durante o São João.

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Às vésperas de mais uma edição do Ita Pedro – O Maior São Pedro do Brasil, Itabuna celebra um importante indicador do seu crescimento econômico e turístico. Levantamento da Viação Águia Branca, divulgado pelo portal Alô Alô Bahia, aponta que o município registrou 1,39 milhão de embarques e desembarques entre 2016 e 2026, consolidando-se entre os destinos mais procurados da última década.

O resultado coloca Itabuna na décima posição do ranking nacional da empresa e reforça a força de uma cidade que vem ampliando sua capacidade de atrair visitantes, movimentar a economia e se consolidar como referência em cultura, comércio e serviços no interior da Bahia.

Esse crescimento tem sido impulsionado por uma série de investimentos e ações estratégicas da Prefeitura de Itabuna, com destaque para o fortalecimento do calendário cultural do município. Entre eles, o Ita Pedro se tornou um dos principais motores da promoção da cidade, projetando o nome de Itabuna para todo o Brasil e atraindo milhares de turistas todos os anos.

Realizado pela Prefeitura, por meio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), o Ita Pedro transformou-se em um dos maiores festejos juninos do país, movimentando hotéis, bares, restaurantes, comércio, transporte e diversos segmentos da economia local. A festa gera emprego, renda e oportunidades, além de fortalecer a identidade cultural do município.

Com expectativa de recorde de público, o Ita Pedro 2026 promete ser a maior edição da história do evento. Com uma grade composta por grandes atrações nacionais e artistas de destaque no cenário regional, a festa reforça o protagonismo de Itabuna no calendário junino brasileiro.

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O distrito de Palmira, em Itaju do Colônia, já vive a expectativa para mais uma edição do Palmirão 2026, um dos mais tradicionais festejos juninos da região. O evento acontece nos dias 27 e 28 de junho, reunindo grandes atrações nacionais e regionais em uma programação que promete atrair milhares de visitantes e fortalecer a cultura, o turismo e a economia local.

Promovido pela Prefeitura de Itaju do Colônia, sob a gestão do prefeito Elder Fontes, o Palmirão chega com uma estrutura preparada para receber moradores e turistas em dois dias de muita música, segurança e valorização das tradições nordestinas.

Com uma grade diversificada, o Palmirão reúne nomes consagrados do forró, arrocha, romantismo e da música baiana, como: Tierry, Seu Mastruz, Trio da Huanna, Dj Gonzaga, Natanzinho Lima, Lordão, Asas Livres, Cris Mel e Luciano Carisma 10. Oferecendo atrações para diferentes públicos e consolidando o evento como um dos principais festejos juninos do interior da Bahia.

O prefeito Elder Fontes destacou que a realização do Palmirão representa um investimento na cultura, no lazer e no desenvolvimento econômico do município.

“O Palmirão é uma festa que faz parte da identidade de Palmira e de Itaju do Colônia. Preparamos uma programação de alto nível para receber nossa população e os visitantes de toda a região. Além de celebrar nossa cultura, o evento movimenta o comércio, gera oportunidades para os empreendedores locais e fortalece o turismo. Nossa gestão continuará investindo em eventos que valorizam o nosso povo e colocam Palmira e Itaju do Colônia em destaque no calendário cultural da Bahia.”

A expectativa da organização é de um grande público durante os dois dias de festa, impulsionando bares, restaurantes e o comércio informal, fortalecendo a economia local e reafirmando o Palmirão como uma das maiores celebrações juninas do Sul da Bahia.

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A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,3% para 5,33% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (22), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

 

Mesmo após o anúncio de acordo para o fim da guerra no Oriente Médio, que vem pressionando o preço dos combustíveis e de alimentos, a previsão para o IPCA até o fim deste ano foi elevada pela décima quinta semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

 

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.,

 

Em maio, o preço dos alimentos pressionou a inflação oficial, que fechou em 0,58%. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,72%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já fora do teto da meta de inflação.

 

Para 2027, a projeção da inflação subiu de 4,1% para 4,15%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,7% e 3,5%, respectivamente.

 

TAXA SELIC

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, semana passada, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela terceira vez seguida, apesar das tensões em torno do fim da guerra no Oriente Médio.

 

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom iniciou o corte dos juros em março, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificultou a queda da taxa em ritmo mais elevado.

 

Nessa reunião, o Copom apontou a permanência de incertezas sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados e as consequências dos efeitos já materializados como determinantes para a decisão de reduzir a Selic. O comitê informou ainda que o tamanho total do ajuste dos juros dependerá dos próximos dados econômicos, com o objetivo de garantir que a inflação volte à meta.

 

Nesta edição do Focus, os analistas de mercado elevaram a estimativa para a taxa básica até o fim de 2026, de 13,75% ao ano para 14% ao ano. O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 4 e 5 de agosto, quando, para o mercado, deverá ocorrer a última redução do juro no ano.

 

Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 12% ao ano e 10,25% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.

 

Quando o juro sobe ou fica alto por muito tempo, o crédito encarece, ficando mais caro para quem compra no cartão, nas parcelas de produtos e no financiamento de imóveis, levando a uma perda de força no consumo. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

 

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

 

PIB E CÂMBIO

Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,96% para 1,98%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) permanece em 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

 

No primeiro trimestre de 2026, a economia do país cresceu ?1,1% na comparação com o último trimestre de 2025. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 2%, de acordo com o IBGE.

 

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

 

No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,20 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,27.

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A Bahia recebeu 102.471 turistas internacionais entre janeiro e maio de 2026, registrando crescimento de 11,8% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado coloca o estado entre os principais destinos brasileiros para visitantes estrangeiros e supera a média nacional no período.

 

Os números foram divulgados pela Embratur, em parceria com o Ministério do Turismo e a Polícia Federal. Em todo o país, maio foi o melhor da história para a chegada de turistas internacionais. Somente no quinto mês do ano, o Brasil recebeu 486.262 visitantes estrangeiros, avanço de 5,4% na comparação com maio de 2025.

 

No acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, o país contabilizou 4,8 milhões de chegadas internacionais, alcançando o segundo melhor resultado da série histórica para o período, apenas 1,4% abaixo do recorde registrado no ano passado. O transporte aéreo foi o principal responsável pelo desempenho, com 3,17 milhões de turistas estrangeiros desembarcando no Brasil, alta de 14,9%.

 

Entre os estados brasileiros, São Paulo liderou o ranking de entrada de visitantes internacionais, seguido pelo Rio de Janeiro. A Bahia aparece entre os destaques nacionais ao ultrapassar a marca de 102 mil turistas estrangeiros e registrar crescimento de dois dígitos. Apenas Rio Grande do Norte e Pernambuco apresentaram expansões percentuais superiores, com altas de 151% e 103,6%, respectivamente.

 

A Argentina segue como principal mercado emissor de turistas para o Brasil, com 1,9 milhão de visitantes entre janeiro e maio. Na sequência aparecem os Estados Unidos, Paraguai, França e Alemanha. Mercados como Chile, Canadá, Austrália, China e Colômbia também apresentaram crescimento expressivo no envio de turistas ao país.

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