A Globo fechou um acordo com a Liga Forte União para obter os direitos de transmissão dos clubes que fazem parte do grupo. O negócio fechado com a LFU faz menção às edições de 2025 a 2029, do Brasileirão. 

 

Além disso, no contrato ainda costa a possibilidade de transmissão das partidas através das diversas plataformas da emissora. Os jogos constados serão os que contam com Botafogo, Botafogo, Ceará, Corinthians, Cruzeiro, Fluminense, Fortaleza, Internacional, Juventude, Mirassol, Sport e Vasco como mandantes. 

 

Os canais Globo pretendem exibir cinco partidas por rodada dessas equipes, sendo quatro delas exclusivas. Em março, a Rede Globo já havia fechado acordo com os nove times da Libra para obter os direitos de transmissão, com isso, a emissora poderá contar com 20 times brasileiros. 

 

Portanto, com a confirmação de ambos os blocos comerciais do país, no total, o canal terá a exibição de 342 dos 380 jogos do Brasileirão, sendo 304 deles exclusivos.

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Em 2024, o Brasil registrou a menor taxa média de desemprego desde que o IBGE começou a calcular esse índice, em 2012. O percentual médio no ano foi de 6,6%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (31).

No trimestre encerrado em dezembro, a taxa foi de 6,2%.

A população desocupada média em 2024 foi de 7,4 milhões de pessoas. Trata-se de uma redução de 13,2% em relação ao ano anterior (8,5 milhões).

Seguindo o padrão internacional, o IBGE classifica como desocupadas pessoas que não trabalham, mas que estão ativamente em busca de uma oportunidade.

Quem não está procurando emprego é calculado em outro índice, das “pessoas fora da força de trabalho”, que também vem caindo nos últimos anos, depois da pandemia de Covid-19.

Ocupação em alta

O país também bateu o recorde de pessoas ocupadas em 2024: mais de 103,3 milhões, na média do ano, uma alta de 2,6% em relação a 2023 (100,7 milhões).

Esse grupo representa 58,6% de toda a população brasileira de 14 anos ou mais – percentual chamado de “nível da ocupação” – que cresceu 1,0 p.p. em relação ao ano anterior (57,6%). Foi o maior nível de ocupação da série histórica, que antes havia sido registrado em 2013 (58,3%).

Os números incluem pessoas com qualquer tipo de ocupação, como empregados no setor privado, funcionários públicos, empreendedores e autônomos. Veja alguns dados abaixo:

  • Empregados com carteira assinada: 38,7 milhões (alta de 2,7%)
  • Empregados sem carteira assinada: 14,2 milhões (alta de 6%)
  • Trabalhadores por conta própria: 26 milhões (alta de 1,9%)
  • Trabalhadores domésticos: 6 milhões (queda de 1,5%)

Os trabalhadores informais somaram 40,3 milhões em 2024, também na média anual. O grupo representa 39% do total de pessoas ocupadas (taxa de informalidade), contra 39,2% no ano anterior.

A soma dos ocupados com os desocupados totaliza o que o IBGE chama de “população na força de trabalho” do Brasil, que ficou em 110,7 milhões em 2024, na estimativa do ano. Em 2023, eram 109,1 milhões de pessoas.

Grupo ‘fora da força de trabalho’

Na média anual, 65,6 milhões de pessoas estavam fora da força de trabalho do país em 2024. São pessoas desocupadas, mas que não estão em busca de serviço ou disponíveis para trabalhar.

Neste grupo, por exemplo, estão aposentados, adolescentes em idade escolar e donas de casa que não têm interesse ou condições de trabalhar fora, além dos desalentados.

🔎 Os desalentados são pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego por acharem que não encontrariam, por falta de qualificação ou de oportunidades na região onde moram, por exemplo.

O contingente de pessoas fora da força de trabalho em 2024 representa 37,2% da população em idade de trabalhar (14 anos ou mais), índice em queda nos últimos quatro anos.

O total de desalentados também caiu. Foi de 3,7 milhões de pessoas em 2023 para 3,3 milhões em 2024. A maior estimativa para essa população ocorreu em 2021 (5,6 milhões) e a menor, em 2014 (1,6 milhão de desalentados).

Pessoas que recebem Bolsa Família ou outros programas de transferência de renda podem fazer parte de qualquer um dos grupos da pesquisa. Se tiverem um trabalho informal, por exemplo, serão contabilizadas como ocupadas.

Força de trabalho ‘desperdiçada’

O IBGE também calcula a chamada “taxa de subutilização”, que, na prática, representa a força de trabalho “desperdiçada” no país. Ela é formada por pessoas que têm potencial para trabalhar, mas não estão ocupadas ou não trabalham horas o suficiente.

Em 2024, 19 milhões de pessoas estavam nessa situação, na média anual, um recuo de 8,9% frente a 2023. Apesar da redução, esse contingente ainda está 15,4% acima do menor nível da série, atingido em 2014 (16,5 milhões de pessoas).

Esse grupo representa 16,2% da força de trabalho ampliada, que soma os ocupados e desocupados (força de trabalho) com a força de trabalho potencial, das pessoas que não estão procurando emprego, mas teriam condições de trabalhar.

Assim, a taxa de subutilização caiu 1,8 p.p. em relação a 2023, quando era estimada em 18%.

Rendimento médio do trabalhador

As pessoas ocupadas receberam cerca de R$ 3.225 por mês ao longo de 2024, por todos os trabalhos que tinham na semana de referência da pesquisa. É o que o IBGE chama de rendimento médio real habitual.

O valor anual foi 3,7% maior que o estimado em 2023. Frente a 2012, houve um aumento de 10,1%.

Já o valor anual da massa de rendimentos, que soma os valores recebidos por todos esses trabalhadores, foi estimado em R$ 328,6 bilhões, o maior da série, com alta de 6,5% (mais R$ 20,1 bilhões) em relação a 2023, na média anual.

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A Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, encerrou a Campanha Janeiro Branco com um saldo positivo das atividades realizadas junto aos pacientes, usuários dos serviços de saúde mental do município.

 O objetivo da campanha, que é realizada nacionalmente, é despertar a consciência não só dos pacientes, mas de toda sociedade para a importância da saúde mental. Entre as unidades que concentraram as atividades estão o Ambulatório Psicossocial, no Jardim Vitória, e o Caps II, no Santo Antônio.

No Caps II, por exemplo, unidade especializada em saúde mental que atende pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, foram realizadas atividades educativas em grupos terapêuticos. Cerca de 60 pacientes tiveram participação direta em várias ações.

A gerente do Caps II, enfermeira Patrícia Rebouças, citou algumas das atividades realizadas durante o mês: Grupo de Psicoterapia: Promovendo a saúde mental do próximo; Grupo terapêutico: Precisamos falar sobre saúde mental; Atividade PsicoEducativa: Quem Cuida da Mente Cuida da Vida; e Oficina Terapêutica: AutoCuidado em Saúde Mental.

No Ambulatório Psicossocial, onde são atendidos pacientes com transtornos leves, moderados e graves estabilizados nas áreas de psiquiatria, psicologia, assistência social e enfermagem, cerca de 60 pacientes também participaram de atividades relacionadas a Salas de Espera, Produções do Grupo Terapêutico e atividades compartilhadas com outros serviços da rede.

A coordenadora do Ambulatório Psicossocial de Itabuna, a psicóloga Lucycléa Almeida, lembrou que também foram realizadas atividades extramuros com o Grupo Terapêutico, visitando uma exposição de arte no Shopping Jequitibá.

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O desconto de 15% no pagamento antecipado do IPVA (Imposto Sobre a propriedade de Veículos Automotores), em cota única, vai até o dia 7 de fevereiro. A tabela do IPVA 2025 e todas as condições de pagamento estão disponíveis no site www.sefaz.ba.gov.br.

Para quem decidir pela quitação integral do imposto na primeira cota do parcelamento, cuja data varia de acordo com o número final da placa do veículo, o desconto é de 8%. Caso a opção seja pelo parcelamento, o pagamento em cinco vezes poderá ser feito a partir de março.

A taxa de licenciamento anual e eventuais multas de trânsito deverão ser pagos até a data de vencimento da quinta parcela. O proprietário que perder o prazo da primeira cota deixa de ter direito ao parcelamento em cinco vezes.

De acordo com o fisco estadual, a frota tributável da Bahia é de cerca de 2,4 milhões de veículos. O IPVA constitui a segunda fonte de arrecadação tributária do Estado e o valor arrecadado com o imposto é dividido meio a meio com o município onde o veículo foi emplacado.

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O preço do café, que registra altas históricas, deve continuar pressionado no mínimo até o fim do primeiro semestre, em decorrência de adversidades climáticas que afetaram as últimas safras e dos baixos estoques da indústria.
Na última quarta-feira (29), o preço da commodity alcançou o maior valor nominal desde 1977, ao fechar o dia cotado a US$ 3,6655 por libra-peso na ICE, referência global para os preços do café arábica. É mais do que o dobro do valor de pouco mais de um ano atrás —ao fim de outubro de 2023, o grão era cotado a US$ 1,6935.
Enquanto isso, no mercado interno, o preço para o consumidor final subiu quase 40% ao longo de 2024. Em janeiro, o quilo do café torrado e moído no varejo custava R$ 29,62. Em dezembro, era necessário pagar R$ 42,65 pela mesma quantidade, segundo dados da própria indústria.
Para entender essa disparada e por que o produto continuará pesando no bolso do brasileiro em 2025, é preciso retroceder um pouco.
O Brasil, que é o maior produtor mundial, sofreu com uma severa geada no inverno de 2021, que atingiu algumas das principais regiões produtoras de café. Isso comprometeu fortemente a safra.
Desde então, outros fenômenos climáticos continuaram atingindo as colheitas, tanto no Brasil quanto em outros grandes produtores, como Vietnã, Colômbia e Indonésia –que, juntos, são responsáveis por mais de dois terços do fornecimento de café do mundo. Às vezes falta de chuva, às vezes excesso.
Em paralelo a isso, o consumo mundial continua crescendo, ainda que em patamares moderados. A alta mais expressiva se dá na China, mas outras nações, como Filipinas, Malásia, Índia e Vietnã, também começam a consumir mais.
Com isso, os estoques mundiais caem, e, a partir de outubro de 2023, o preço do café no mercado global dispara. Há, afinal, um descompasso entre a produção e o consumo.
Nesse cenário, o Brasil exporta mais, incentivado pela alta dos preços no mercado internacional e pelas dificuldades climáticas enfrentadas pelas demais nações produtoras. Em 2024, o país bateu recorde anual de exportação. Foram embarcadas 50,443 milhões de sacas –número 28,5% maior que em 2023.
Em 2025, a tendência é que o produto continue caro. Isto porque o preço do café verde subiu mais de 100%, e, no varejo, a alta foi de 40%. Ou seja, o mercado está repassando a alta aos poucos ao consumidor final.
Por isso, a expectativa é que o café continue pressionando a inflação nos próximos meses, segundo Pavel Cardoso, presidente da entidade que representa os industriais, a Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café).
“A indústria segue repassando alguma coisa agora ainda em fevereiro e março, de maneira muito responsável”, diz Cardoso.
No campo, também não há sinal de alívio no curto prazo. A estiagem que atingiu importantes regiões brasileiras produtoras em 2024 comprometeu até a colheita deste ano.
A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estimou a produção de café do Brasil no ciclo de 2024 em 54,2 milhões de sacas, uma queda de 2% em relação à safra anterior. Para 2025, o órgão projeta uma colheita ainda menor –51,8 milhões de sacas, um recuo de 4,4%.
A chefia da OIC (Organização Internacional do Café), braço das Nações Unidas baseado em Londres que reúne países produtores e consumidores, diz à reportagem que Vietnã e Colômbia –segundo e terceiro maiores produtores do mundo, respectivamente– também sinalizaram ao órgão que há perspectiva de melhora nas suas colheitas.
“Mas a gente ainda está na expectativa sobre o quanto eles vão conseguir produzir a mais e se isso vai suprir o que o Brasil ainda vai estar frustrando”, diz Vanusia Nogueira, diretora-executiva da OIC.
A situação para o consumidor pode ficar menos difícil apenas no fim do ano, caso 2025 transcorra sem grandes adversidades climáticas nas regiões produtoras.
“No segundo semestre, quando o mercado já tiver precificado a questão das chuvas, da colheita da safra de 2025 e estiver com um olhar para 2026, com essa florada e a granação de 2026, possivelmente aí sim a gente tenha um arrefecimento e uma tranquilidade maior nessa volatilidade que hoje é vivenciada”, diz Cardoso.
Vanusia, da OIC, explica, contudo, que, ainda que as safras deem sinal de melhora e haja um alívio nas cotações mundiais, os preços não devem voltar ao patamar de 2023, quando a saca chegava a ser vendida por cerca de R$ 800,00, o que comprometia a subsistência do agricultor –diferentemente de outras culturas, como a soja, a cafeicultura é muito dependente de pequenos proprietários de terra.
“Os preços para os produtores estavam muito baixos e não estavam dando para o produtor uma renda mínima necessária para eles viverem, para suas famílias viverem e principalmente para que atraísse as novas gerações para continuar produzindo café”, diz Vanusia.

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou nesta quarta-feira (29) a realização de um novo concurso público para a Polícia Federal (PF) com oferecimento de duas mil vagas e ampliação do efetivo da corporação de 13 mil para 15 mil policiais. A decisão foi tomada após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que autorizou a seleção.

 

Para Lewandowski, o certame permitirá a recomposição do efetivo histórico da PF. “Mais 2 mil policiais federais que serão distribuídos por todo o Brasil, muito importantes no combate ao crime organizado, na segurança das nossas fronteiras e no combate ao crime ambiental”, declarou o ministro. A convocação será dividida em duas etapas: mil profissionais em 2025 e outros mil em 2026.

 

A ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, também participou do anúncio e informou que a portaria interministerial com detalhes sobre o número exato de vagas e cargos será publicada em até duas semanas.

 

“O presidente deu uma grande prioridade para esse concurso. E a gente está anunciando logo agora, antes de outros [concursos] que vamos anunciar ao longo do ano, para que eles ingressem o mais rápido possível. Tem todo um processo longo e a entrada efetiva deve ocorrer no final desse ano ou só no ano que vem”, afirmou.

 

As vagas serão distribuídas entre os cinco cargos da PF: delegado; escrivão; papiloscopista; agente; e perito. De acordo com Dweck, os cálculos do governo estão alinhados com a economia de R$ 1 bilhão em concursos públicos anunciada no final de 2023 e prevista na Lei Orçamentária Anual. O novo certame não comprometerá essa previsão orçamentária.

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*Prefeito de Coaraci, Miltinho do Axé, garante reajuste do piso salarial dos professores já em janeiro*

Os professores da rede municipal de Coaraci receberam uma notícia histórica: pela primeira vez, o reajuste do piso salarial será pago no mês de janeiro. O anúncio foi feito pelo prefeito Miltinho do Axé, que destacou a importância dessa conquista para a valorização da categoria.

A medida atende a uma demanda antiga dos profissionais da educação e representa um avanço significativo para o funcionalismo público do município. Segundo o prefeito, o diálogo com os sindicatos tem sido uma prioridade para garantir melhorias não apenas para os professores, mas para todos os servidores municipais.

“Estamos com o diálogo aberto com os sindicatos na intenção de fazer o melhor pelos profissionais da educação e todos os funcionários públicos de nossa cidade. É um novo tempo para o funcionalismo público de Coaraci”, afirmou Miltinho do Axé.

A antecipação do reajuste reforça o compromisso da gestão municipal com a valorização dos educadores e com a qualidade do ensino no município.

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O ano de 2024 foi histórico para o mercado imobiliário brasileiro, com recorde de financiamento e uma forte movimentação de vendas e lançamentos. Segundo balanço da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), divulgado nesta quarta-feira (29), houve um crescimento de 25% em relação ao ano anterior.
Sandro Gamba, presidente da entidade, disse durante entrevista coletiva que “foi o melhor ano da nossa história, refletindo uma resiliência notável”. Segundo ele, o crescimento da renda real do consumidor contribuiu para o resultado.
As operações de crédito imobiliário realizadas por meio das duas principais fontes de recursos do setor —poupança e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)— totalizaram R$ 312,4 bilhões de crédito liberado no ano passado. O programa federal Minha Casa, Minha Vida foi o maior responsável por impulsionar os financiamentos, registrando o melhor ano da participação do FGTS.
O SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) também contribuiu com um crescimento de 22%, com destaque para imóveis usados. A captação líquida do SBPE ficou negativa em R$ 21,7 bilhões, abaixo dos R$ 72,4 bilhões registrados em 2023.
Tida como responsável pelo desempenho negativo da poupança e constante preocupação do setor, a elevação da Selic (taxa básica de juros) ainda não é empecilho para obter crédito imobiliário, segundo o levantamento. A Abecip prevê que o impacto da trajetória de alta da taxa, se acontecer, será percebido a partir de 2025.
Uma das principais referências para o crédito imobiliário é a taxa longa de juros, que tem se mantido elevada nos últimos três anos.
A taxa de juros para financiamentos de longo prazo, especificamente a de dez anos, se estabilizou em torno de 14,7%, com uma inclinação dessa curva.
Cada agente financeiro adota estratégias diferentes para lidar com essa taxa, mas a realidade é que, para o crédito imobiliário, o impacto dessa alta é notável, principalmente no que diz respeito ao custo do financiamento.
Gamba afirma que a tendência é que, caso a curva longa de juros continue a se acentuar, o volume de financiamentos sofra uma redução de até 20%, afetando tanto a compra de imóveis novos quanto o crédito para construtores e incorporadores.
Esse é um dos motivos apontados por ele ao prever que a relevância de 2024 não deve se repetir em 2025. Ele diz, porém, que a adaptação dos agentes financeiros e a crescente diversificação das fontes de crédito podem ajudar a sustentar o setor, mesmo diante de um ambiente de juros mais altos e menor disponibilidade de crédito.
Espera-se que os financiamentos realizados pelo SBPE se mantenham próximos de R$ 155 bilhões, ainda entre os melhores resultados da história. O financiamento com recursos do FGTS deve crescer 1%, com uma previsão de R$ 126,8 bilhões conforme o orçamento do fundo para 2025. Com isso, o volume total de empréstimos deve atingir cerca de R$ 282 bilhões em 2025 —uma redução de 10% em relação a 2024.
Além do financiamento via poupança e FGTS, o mercado de capitais tem ganhado cada vez mais relevância no financiamento do setor imobiliário e abocanhado parte da demanda. O CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) foi um dos instrumentos que mais cresceu, e deve continuar ganhando força nos próximos anos, segundo projeções da Abecip.
Já as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) perderam parte de sua atratividade, especialmente após a redução no prazo de liquidez que aumentou o seu custo.
VALORIZAÇÃO DOS IMÓVEIS
Em termos de preços, o mercado imobiliário brasileiro também viu uma valorização acima da inflação em quase todas cidades avaliadas pelo IGMI-R (Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial) Abecip, que norteia a precificação dos imóveis.
Os preços dos imóveis subiram 12,7% em 2024, segundo o índice, ficando acima do IPCA (índice oficial da inflação) do ano passado, de 4,83%. Apenas Rio de Janeiro e Porto Alegre mostraram crescimento menor que o IPCA.
O índice mostra que quem comprou imóvel nos últimos sete anos, teve o bem valorizado. No período, o IGMI-R cresceu 88,1% contra um IPCA de 44,4%. Um dos motivos, diz a entidade, é o crescimento da demanda imobiliária que começou na pandemia. Esse aumento de preços reflete uma absorção saudável do estoque de imóveis, que atualmente se encontra em níveis baixos, favorecendo ainda mais a valorização.
Porém, com a desaceleração esperada para o setor em 2025 e a possível redução no volume de crédito imobiliário, a tendência é que o ritmo de valorização dos imóveis também diminua. Gamba afirma que o estoque de imóveis novos deve continuar a ser absorvido de maneira gradual, mas o nível de lançamentos e vendas provavelmente será menor.

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Representantes da Prefeitura de Itabuna , por meio da Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo (SIURB), e da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER) realizaram na manhã desta quarta-feira, dia 29, uma vistoria no terreno onde será construída a Casa da Mulher Brasileira.em área vizinha à Unidade Local do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), no São Caetano.

 

A secretária de Infraestrutura e Urbanismo, Sônia Fontes e o representante da CONDER João Paulo Alves vistoriaram o terreno, onde funciona o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e será construída a sede da primeira unidade da Casa da Mulher Brasileira da região Sul da Bahia. “Essa vistoria serve para ele ver o projeto com este terreno que escolhemos e sua adaptação ao modelo do Governo Federal” afirmou a titular da SIURB. 

Ela destacou que a Casa da Mulher Brasileira é um importante centro de referência para atender as mulheres com todo o apoio e suporte necessário, a exemplo do psicológico, jurídico e emprego e renda. O projeto foi conquistado pelo empenho do prefeito Augusto Castro (PSD) e da Primeira-dama Andrea Castro junto ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) e à secretária de Políticas Públicas para a Mulher, Neusa Cadore.

A Casa da Mulher Brasileira é equipamento de políticas públicas voltado para o acolhimento e triagem como apoio psicossocial; Delegacia; Juizado; Ministério Público e Defensoria com foco principal em facilitar o acesso aos serviços especializados e à rede assistencial para a garantia das condições de enfrentamento à violência e o empoderamento econômico da mulher.

Também acompanharam a vistoria a diretora do Departamento de Média Complexidade da Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS), Larissa Moitinho, a supervisora do Departamento de Gestão do Sistema Único de Assistência Social Sistema Único de Assistência Social (SUAS), Suzi Mayre Martins Azevedo, e a técnica-jurídica do CRAM, Juliana Reis.

FEIRA DA CALIFÓRNIA

Hoje também foi vistoriada a feira do Califórnia, depois de finalizado o processo de licitação e assinado o contrato pela CONDER para as obras de requalificação daquele equipamento. Por isso, os secretários de Infraestrutura e Urbanismo, Sônia Fontes, e de Segurança e Ordem Pública, Humberto Mattos, e o representante da CONDER, João Paulo Alves estiveram na localidade para uma visita técnica.

A inspeção teve o objetivo de fazer o reconhecimento das condições atuais do local da nova feira. A secretária enfatizou que o município já está programando a construção de um galpão provisório que abrigará os feirantes, enquanto a nova feira estiver sendo construída.

Para construir a nova feira a gente tem que realocar as pessoas. Hoje o engenheiro João Paulo da CONDER está revisando toda a área, inclusive a locação do novo galpão para fornecer à diretoria da CONDER essas perspectivas para que a construção tenha início o mais breve possível”, afirmou Sônia Fontes.

Já o secretário de Segurança e Ordem Pública, Humberto Mattos, contou que após o levantamento da área e o recadastramento dos feirantes, a SESOP cuida da coordenação das feiras. “Com essa visita técnica, vamos realocar, ver as condições de realocação de todo o pessoal no galpão provisório para melhor adequação e ordenamento do espaço que também terá segurança com a Guarda Civil Municipal (GCM)”, finalizou.

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O prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), confirmou sua expectativa de assinar nos próximos dias um convênio com o Governo da Bahia no valor de quase R$ 12 milhões para um complexo educacional municipal, que será construído no Califórnia. Ele participa da 8ª edição do Encontro de Prefeitos e Prefeitas da Bahia.

Promovido pela União dos Municípios da Bahia (UPB), o evento acontece nesta quarta-feira, dia 29, e quinta-feira, dia 30, no Centro de Convenções de Salvador. Augusto tem sido procurado por jornalistas para falar dos projetos nas áreas da Educação, Assistência Social, Saúde e Infraestrutura no segundo mandato de prefeito, um fato inédito na história do município que jamais reelegeu gestores.

“O sentimento esse ano em Itabuna foi de continuar aquilo que nós iniciamos lá atrás, em 2021. As obras, as ações, os investimentos, principalmente em áreas como saúde e educação. O Governo do Estado tem sido parceiro da administração municipal e dos municípios com obras estruturantes”, disse.

O chefe do Executivo itabunense também afirmou que sua gestão já trabalha em projetos para ampliar o atendimento na rede municipal de ensino, além do novo complexo escolar. Ele comentou que a requalificação de escolas e a criação de novas creches estão entre suas prioridades para este ano.

“Vamos apresentar ao Governo da Bahia projetos de duas, três creches, porque é fundamental a gente começar a ampliar a oferta de vagas na rede municipal para as mães que precisam ir para o trabalho e não tem com quem deixar seus filhos”, explicou aos jornalistas.

O prefeito também destacou a convocação de novos professores aprovados em concurso público, cujos 80 novos servidores aprovados serão empossados pela Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria de Gestão e Inovação, às 9h30min desta sexta-feira, dia 31, no Centro de Cultura Adonias Filho. Também citou a compra de equipamentos para modernizar a infraestrutura das escolas.

A parceria e a boa articulação com o Governo do Estado têm sido um dos pilares para o avanço da educação em Itabuna, segundo o prefeito, que mantém diálogo constante com a secretária da Educação do Estado (SEC), Rowenna Brito, com quem discute novas parcerias.

A titular da SEC disse que o prefeito é muito sensível. “O governador já autorizou e também estamos com ordem de serviço para a construção de escolas através do FNDE, que é o Fundo Nacional de Educação. Tudo isso facilita esse pacto, envolvendo o Governo Federal, através do Ministério da Educação, envolvendo o Governo da Bahia e com os recursos da prefeitura, vamos ampliar a oferta de vagas na rede municipal e requalificar e melhorar ainda mais nossos investimentos”, enfatizou.

Acompanham Augusto Castro na 8ª edição do Encontro de Prefeitos e Prefeitas da Bahia, no Centro de Convenções, no  Boca do Rio, a Primeira-dama Andrea Castro e os secretários municipais de Governo, Luciano Veiga; Promoção Social e Combate à Pobreza, José Carlos Trindade; e de Relações Institucionais e Comunicação, Thiago Barra.

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A Secretária de Assistência Social de Coaraci, Leidianne Leonardo Vieira, participa, em Salvador, da 1ª Reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) de 2025. O evento, que teve início da última segunda-feira (27) e segue esta quarta-feira (29), reune gestores e técnicos de assistência social de todo o estado para debater estratégias, fortalecer o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e promover o aprimoramento das políticas públicas voltadas à população em situação de vulnerabilidade.

Com a presença da Secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Fabya Reis, e do Governador Jerônimo Rodrigues, a reunião trouxe importantes avanços para a área social. Entre os principais anúncios, destaca-se a ampliação de 40% nos recursos para a manutenção dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), o que beneficiará diretamente municípios como Coaraci.

Outro ponto relevante foi o fortalecimento das parcerias institucionais, por meio de acordos de cooperação técnica entre a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), a Secretaria de Administração (Saeb) e a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM). Essa iniciativa busca ampliar o atendimento a mulheres em situação de violência e comunidades rurais, com a destinação de R$ 2,2 milhões anuais para o aluguel social, beneficiando 364 municípios.

A participação de Leidianne Leonardo Vieira no evento reafirma o compromisso de Coaraci com a melhoria da gestão pública e a ampliação de políticas sociais essenciais. “Estar presente nesse encontro é fundamental para garantir que Coaraci se beneficie das novas medidas anunciadas, fortalecendo a assistência social no município e assegurando mais direitos à população em situação de vulnerabilidade”, destacou a secretária.

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A Santa Casa de Itabuna concluiu a requalificação de 36 leitos nos hospitais Manoel Novaes e Calixto Midlej Filho. Os investimentos para proporcionar mais conforto aos usuários dos serviços foram viabilizados por meio de doações de empresários, comunidade em geral e contrapartida da instituição.

Com recursos e materiais de construção doados por empresas locais que estão participando da Campanha Amigos da Santa Casa, nesta primeira etapa foram reformados, mobiliados e equipados dois leitos no Hospital Calixto Midlej Filho (HCMF). A mesma unidade está ganhando dois novos elevadores, o que assegura maior conforto e segurança para os pacientes e profissionais.

No Hospital Manoel Novaes, com recursos arrecadados no Arraiá da Misericórdia, realizado em Julho de 2024 e contrapartida da instituição, foram reformados 34 leitos na Pediatria SUS, com troca de piso e forro; revisão das redes elétrica e hidráulica, pintura de parede e climatização dos leitos. Os apartamentos requalificados estavam desativados há cerca de 3 anos.

UNIDADE DE HEMODIÁLISE

Outra conquista importante para a saúde regional é a construção do Centro de Terapia Renal Substitutiva. A segunda etapa da obra de ampliação do Hospital São Lucas está em fase de conclusão e será entregue nos próximos dias. Construída em parceria com o Governo do Estado, a unidade 100% SUS contará com 54 poltronas instaladas num espaço climatizado e que atende todas diretrizes do Ministério da Saúde.

A Santa Casa de Itabuna também está investindo na modernização de seu parque tecnológico. A usina de oxigênio do Hospital Calixto ganhou um novo concentrador de oxigênio (PSA), um sistema de ar medicinal e um sistema de vácuo clínico, dentre outros equipamentos. Foi investido o montante superior a R$ 1,2 milhão em recursos de emenda parlamentar.

COMEMORAÇÕES DE 108 ANOS

Para o provedor Francisco Valdece, a parceria com a sociedade e com os governos municipal e estadual tem sido fundamental para a melhoria da infraestrutura dos hospitais da Santa Casa. O provedor também destaca a importância da instituição para a população do interior da Bahia. “São 108 anos buscando ofertar o melhor atendimento possível aos baianos e residentes em outros estados”, afirma.

As comemorações pelos 108 anos de fundação da Santa Casa foram iniciadas com missa celebrada pelo padre Moysés, na capela do Hospital Manoel Novaes. Seguida de visita técnica aos leitos da Pediatria SUS na mesma unidade. Houve ainda reinauguração de dois leitos do Hospital Calixto Midlej e vista técnica ao São Lucas.

Participaram da cerimônia religiosa o vice-prefeito Júnior Brandão – representando o prefeito Augusto Castro-, secretária de Saúde, Lívia Mendes, os vereadores Paulinho do Banco e Thales Silva, e a subsecretária de saúde, Lânia Peixoto, além empresários, médicos e outros profissionais de saúde.

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