Estudantes matriculados em escolas estaduais que ofertam ensino médio integral (EMI) apresentaram desempenho superior no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2024 em comparação aos alunos de unidades de turno parcial. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo Instituto Sonho Grande, a partir da análise dos microdados do exame, aplicado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

 

Segundo o levantamento, a principal diferença foi registrada na prova de redação. Em média, alunos de escolas integrais tiveram 12 pontos a mais em relação aos de tempo parcial. Em instituições com 100% das matrículas na modalidade integral, a diferença alcançou 27 pontos. O desempenho também foi superior na área de matemática e suas tecnologias, com cinco pontos acima da média das escolas regulares.

 

A diretora-executiva do Instituto Sonho Grande, Ana Paula Pereira, avaliou que a ampliação da jornada escolar está diretamente associada a melhores resultados de aprendizagem. “Esses dados vão ao encontro ao que já vínhamos observando em outras pesquisas: estudantes do ensino médio integral aprendem mais, quando comparados aos de tempo parcial”, afirmou.

 

O estudo mostrou ainda que os melhores indicadores estão concentrados no Nordeste. O Censo Escolar 2024 aponta que os cinco estados com maiores proporções de alunos em tempo integral são Pernambuco (69,6%), Ceará (54,6%), Paraíba (54,5%), Piauí (54,1%) e Sergipe (35,2%). Na outra ponta, o Distrito Federal (6,4%) e Roraima (8,1%) têm os menores índices.

 

Na região Nordeste, a diferença de desempenho foi ainda mais expressiva. A média geral dos alunos de escolas integrais superou em 18 pontos a dos estudantes de turno parcial. Na prova de redação, a vantagem foi de 48 pontos. Em Pernambuco, o desempenho médio dos estudantes de unidades com 100% da oferta em tempo integral ficou 68 pontos acima da média dos demais. Já no Ceará, a diferença chegou a 134 pontos.

 

“Os governadores colocaram o integral como agenda central, garantindo planejamento consistente, formação de professores e acompanhamento pedagógico contínuo. Com isso, o modelo deixou de ser uma experiência pontual e se consolidou em larga escala, o que gera impacto coletivo”, destacou Ana Paula Pereira.

 

De acordo com o levantamento, entre as 100 escolas cearenses de ensino médio com melhores notas no Enem 2024, 98 possuem oferta integral. Em Pernambuco, foram 89, e na Paraíba, 84.

 

Outro estudo, intitulado Efeitos do Ensino Médio em Tempo Integral sobre os Indicadores Educacionais dos Alunos, elaborado pelos economistas Naercio Menezes Filho e Luciano Salomão em parceria com o Instituto Natura, já havia apontado resultados semelhantes. A pesquisa, baseada em dados de 2017 a 2019, indicou que estudantes de escolas integrais tiveram 16,5% mais participação no Enem e obtiveram notas mais altas, especialmente em redação, com 29 pontos de diferença em relação aos de turno parcial.

 

Para a superintendente de Políticas Educacionais para o Brasil do Instituto Natura, Maria Slemenson, a expansão do ensino médio integral representa uma das principais iniciativas de transformação social no país. “O ensino médio integral é a política pública em andamento no Brasil que tem mostrado maior potencial de transformação. Esse modelo é um caminho promissor para avançarmos na construção de uma sociedade mais próspera e justa”, afirmou.

 

Além do impacto no desempenho escolar, especialistas destacam efeitos sociais e econômicos associados ao modelo. “Quando olhamos para esse conjunto de evidências, fica claro que o Ensino Médio Integral não é apenas uma política educacional, mas uma estratégia de desenvolvimento social e econômico para o Brasil”, disse Ana Paula Pereira.

 

Segundo o Instituto Sonho Grande, pesquisas indicam que estudantes de escolas integrais têm maiores chances de ingresso no ensino superior, ocupam postos de trabalho mais qualificados e alcançam melhores salários. Além disso, há indícios de redução de violência, desnutrição, transtornos de comportamento, gravidez na adolescência e uso de substâncias entre jovens atendidos pelo modelo.

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Itabuna manteve a liderança entre os municípios mais populosos do sul da Bahia, mas vê Ilhéus se aproximando cada vez mais. Hoje, o IBGE divulgou a estimativa populacional para todos os municípios brasileiros. A estimativa revela que Itabuna perdeu moradores, enquanto Ilhéus ganhou no período compreendido entre julho de 2024 a julho deste ano. As estimativas têm sempre como base o dia 1º de julho de cada ano.

Pela estimativa divulgada hoje pelo IBGE, Itabuna tem 196.344 habitantes. Eram 196.676 no ano passado. Variação negativa de 0,2%. Já Ilhéus, tem agora 189.149 moradores ante 189.028 no ano passado, conforme consulta do PIMENTA ao dados disponibilizados pelo IBGE.

No estado, Itabuna é o 7º mais populoso. Ilhéus, o 8º. A Terra da Gabriela registra expansão imobiliária, principalmente na zona sul, com grandes lançamentos de moradias verticais.

Outro município que se aproxima de Itabuna em termos populacionais é Porto Seguro, no extremo-sul do Estado e integrante da macrorregião sul. Com variação positiva de 0,9% em um ano, saiu de 181.007 para 182.630. Dos principais destinos turísticos do país, Porto Seguro registra forte alta populacional nos últimos 20 anos.

As estimativas populacionais de estados e municípios são base para repasses constitucionais, como o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e de Participação dos Estados (FPE), além de definição de políticas públicas.

OS MAIS POPULOSOS

Na lista dos municípios mais populosos da Bahia, não há novidade dentre os cinco primeiros. A capital, Salvador, variação negativa em relação a 2024. Aparece agora com 2.564.204 moradores. Feira de Santana é o segundo, com 660.806. Vitória da Conquista tem quase 400 mil habitantes (396.613). Na quinta posição, vem Juazeiro (256.122).

MUNICÍPIOS MAIS POPULOSOS DA BAHIA – 2025

1º – Salvador – 2.564.204
2º – Feira de Santana – 660.806
3º – Vitória da Conquista – 396.613
4º – Camaçari – 321.636
5º – Juazeiro – 256.122
6º – Lauro de Freitas – 219.564
7º – Itabuna – 196.344
8º – Ilhéus – 189.149
9º – Porto Seguro – 182.630
10º – Barreiras – 171.634
11º – Jequié – 169.201
12º – Alagoinhas – 161.196
13º – Teixeira de Freitas – 153.738
14º – Eunápolis – 121.067
15º – Simões Filho – 120.419
16º – Paulo Afonso 119.418
17º – Luís Eduardo Magalhães – 118.382
18º – Santo Antônio de Jesus – 109.791

CONFIRA AQUI A POPULAÇÃO DE SEU MUNICÍPIO

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O prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), prestigiou na manhã desta quinta-feira, dia 28, em Ilhéus, a entrega de 24 viaturas pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) pelo secretário Marcelo Werner e pelo comandante da Polícia Militar da Bahia, coronel Magalhães. A nova frota vai reforçar o trabalho executado pelas unidades da PM em 12 cidades da região sul da Bahia.

O chefe do Executivo itabunense estava acompanhado da primeira-dama Andrea Castro, tendo realçado a importância de ampliação da frota de serviço do 15º Batalhão da Polícia Militar, cujo trabalho eficaz é responsável pela acentuada queda da violência no município, incluindo crimes violentos intencionais (homicídios) como comprovados pela última edição do Atlas da Violência do Fórum Brasileiro da Segurança Pública.  

Augusto agradeceu ao governador Jerônimo Rodrigues pela parceria constante com sua gestão, cujos resultados têm avanços importantes para o bem-estar da população. Além disso realçou a parceria do 15º Batalhão da Polícia Militar com o município, por meio da Guarda Civil Municipal.

As novas viaturas foram entregues para as cidades de Itabuna, Buerarema, Canavieiras, Itacaré e Uruçuca, dentre outras, que serão beneficiadas na estratégia do Governo da Bahia de garantir a paz e a tranquilidade social.

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A Bahia gerou 9.436 postos de trabalho com carteira assinada em julho. Foram 88.709 admissões e 79.273 desligamentos), conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Foi o sétimo mês seguido com saldo positivo. No acumulado do ano, o estado preencheu 77.331 novas vagas,  aumento de 3,62% em relação ao total de vínculos do começo do ano.

O saldo de julho se revelou superior ao de junho (+8.176 postos) e se mostrou o quarto maior do ano no estado até agora. No comparativo anual, porém, o resultado foi menor do que o registrado em julho do ano passado (+10.039 postos). A Bahia, assim, passou a contar com 2.215.189 empregos com carteira assinada, uma variação de 0,43% sobre o quantitativo do mês anterior.

Em julho, todas as cinco grandes atividades registraram saldo positivo na Bahia. O segmento de Serviços (+3.314 vagas) foi o que mais gerou postos. Em seguida, vieram Indústria geral (+2.533 vínculos), Construção (+2.309 vagas), Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (+651 postos) e Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+629 empregos).

SALDO DO BRASIL

No mês, o Brasil computou um saldo de 129.775 novas vagas, enquanto o Nordeste registrou uma geração líquida de 39.038 postos – variações de 0,27% e 0,48% sobre o estoque do mês anterior, respectivamente. A Bahia (+0,43%), portanto, exibiu um aumento relativo maior do que o do país, mas menor do que o da região nordestina.

Das 27 unidades federativas, houve crescimento do emprego celetista em 25 delas em julho. A Bahia exibiu o terceiro maior saldo do país. Em termos relativos, a unidade baiana situou-se na 12ª posição.

No Nordeste, todos os estados experimentaram alta do emprego formal. Em termos absolutos, a Bahia ocupou a primeira colocação entre as unidades nordestinas. Em termos relativos, por outro lado, o estado baiano situou-se na oitava posição.

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O Ministério Público Estadual da Bahia (MP-BA) ajuizou ação civil pública contra o Nubank. O banco digital líder no segmento no país é acusado de práticas abusivas. A promotora de Justiça Joseane Suzart registra que o Nubank “não vem cumprindo o dever de informar e alertar aos consumidores sobre os riscos relacionados à concessão de crédito, bem como adota práticas que contribuem para o superendividamento das pessoas”.

Dentre as irregularidades constatadas pelo MP-BA estão a disponibilização de produtos e serviços pelo Nubank sem prévia autorização do consumidor ou sem apresentação de informações adequadas quanto aos riscos da operação econômica, aplicação de taxas e de juros abusivos.

Além disso, registra Joseane Suzart, foi verificado que a instituição tem disponibilizado empréstimos aos seus clientes de maneira desautorizada. “Alguns clientes foram submetidos ao pagamento de dívidas sem sequer terem solicitado ou autorizado o referido numerário, muito menos ter acesso ao montante supostamente disposto pela instituição financeira”, aponta.

Consumidores reclamam ainda de cobranças indevidas feitas pelo banco por meio de cobranças por compras contestadas, parcelamentos sem a anuência deles, imposição de serviços não contratados e exigência de pagamento de prestações já quitadas.

A apuração do Ministério Público verificou também que o Nubank não tem disponibilizado opções de amortização de dívidas e de quitação antecipada, conforme determina a legislação. Joseane Suzart ressalta ainda que “a concessão irresponsável de crédito promovida pela instituição financeira tem causado o superendividamento de pessoas físicas de boa-fé”. O MPBA propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ao Nubank, mas a empresa não demonstrou interesse na assinatura do acordo.

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Na manhã desta quinta-feira (28), as polícias Penal, Civil e Militar, além da Rodoviária Federal (PRF), deflagraram operação contra o crime no Conjunto Penal de Itabuna.

A Operação Molon Labe, de acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap), busca combater o crime organizado que opera e dá ordens de dentro do presídio do município sul-baiano.

Ainda conforme a Seap, a operçaão dá prosseguimento a revista geral de celas e apreensão de armas artesanais, celulares e drogas, dentre outros materiais ilícitos. Ainda hoje, a Seap deverá apresentar balanço da operação no presídio itabunense.

As ações têm participação dos Grupos de Atuação Especial de Execução Penal (Gaep) e de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do MPBA; do Grupamento Especializado de Operações Prisionais (Geop) e a Coordenação de Monitoramento e Avaliação do Sistema Prisional (Cmasp), da Seap; do Policiamento Especializado (Rondesp) e Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo ou Grupamento Aéreo (Graer), da Polícia Militar; Polícia Civil; Departamento de Polícia Técnica e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

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A Prefeitura de Itabuna, por meio do Centro de Atenção à Mulher Mariana Domingas Santos (CAM Itabuna), em parceria com o Núcleo Regional de Saúde Sul da Secretaria de Saúde da Bahia (SESAB), promoveu uma Oficina de Capacitação sobre “Estratificação de Risco Gestacional”.

 Durante o encontro, nesta quarta-feira, dia 27, no Centro Universitário de Excelência – UNEX – Itabuna estiveram presentes cerca de 60 profissionais dos municípios pactuados que integram a Regional de Saúde Sul, entre coordenadores da Atenção Primária à Saúde (APS), enfermeiros das UBSs e Reguladores.

A coordenadora do CAM Itabuna, enfermeira Gabriela Brito, explica que o treinamento integra as ações do Grupo de Trabalho Materno-Infantil do Núcleo Regional de Saúde Sul, mas que este tema em especial será conduzido em mais três etapas pelo Ambulatório de Gestação de Alto Risco do CAM Itabuna, tendo sequência nesta quinta-feira, dia 28, e nos dias 2 e 3 de setembro.

“Nosso objetivo é mostrar a Estratificação de Risco das Gestantes de Alto Risco. Desde 2021 até o momento trabalhávamos com as Orientações e Diretrizes do Ministério da Saúde. Mas, atualmente trazemos uma novidade que é a Estratificação de Risco da Bahia”, informa.

A coordenadora do CAM Itabuna explica ainda que essa mudança não exclui a orientação do Ministério da Saúde, apenas atualiza as orientações e conduções de acordo com a realidade do Estado da Bahia e, consequentemente, dos municípios. “As orientações do Ministério da Saúde são mais amplas”, encerra a enfermeira Gabriela Brito.

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A importância do setor industrial, sua conexão com o desenvolvimento do estado e suas potencialidades foram exaltadas durante a abertura da INDEX Bahia: o maior evento da indústria do estado, que reuniu, nesta quarta-feira (27), autoridades, lideranças do setor produtivo e especialistas no Centro de Convenções, em Salvador.

“DNA da indústria da Bahia se encontra aqui”, afirmou o governador Jerônimo Rodrigues, que defendeu uma maior interiorização das empresas industriais, além da modernização do modelo de desenvolvimento do estado. “Este evento é um chamamento do setor industrial, que nos mostra o quanto ainda precisamos caminhar para que a gente faça as mudanças necessárias, impulsionando o seu potencial”, disse.

Para o prefeito de Salvador, Bruno Reis, a INDEX é uma oportunidade para a indústria expor novas tecnologias e produtos que estão sendo fabricados nos mais diversos cantos do estado. “É um momento para trocas de experiências, também compartilhar tecnologias. O que está ocorrendo de mais moderno é nesse processo de evolução da indústria do Brasil, em especial da Bahia”, pontuou.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia – FIEB, Carlos Henrique Passos, destacou que a indústria enfrenta muitos desafios, mas também apresenta diversas oportunidades: “Muitas delas estão se apresentando aqui neste evento, que potencializa o nosso mercado. Tenho certeza de que este esforço conjunto, com as discussões que construiremos nesses três dias ajudarão a encontrar os caminhos para que o setor seja cada vez mais forte”.

Passos destacou ainda a participação de todos os setores produtivos – Comércio, Agropecuária, Serviços – e das prefeituras de diversos municípios do estado. “Esta conexão das administrações municipais com o Sistema FIEB possibilita ainda mais a construção de um ambiente econômico saudável, que poderá atrair novas empresas e investimentos”, argumentou.

Além da FIEB, os realizadores da INDEX – Sebrae Bahia e a Bahia Eventos, estiveram representados pelos líderes Jorge Khoury e Marcos Machado, respectivamente. Eles destacaram a importância de se reunir o setor produtivo num espaço de encontro e oportunidades de negócios. “Especialmente para as empresas de pequeno e médio portes, estar aqui é se fazer conhecer para todo o estado”, disse Khoury.

A cerimônia de abertura contou ainda com as participações Elias Ramos, diretor de Inovação e presidente interino da Financiadora de Estudos e Projetos- Finep, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a ex-Procuradora-Geral de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia, Norma Angélica Cavalcanti, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB), Humberto Miranda, e o presidente da Fecomércio da Bahia, Kelsor Fernandes.

INDEX – Com foco em conectar soluções inovadoras, negócios e práticas sustentáveis da cadeia industrial, a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Bahia) idealizaram a INDEX: maior evento do setor no estado, que ocorre entre os dias 27 e 29 de agosto, no Centro de Convenções de Salvador.

A programação inclui palestras, workshops, plenárias, rodadas de negócios nacionais e internacionais, missões empresariais e experiências interativas. Participam das ações líderes, especialistas, empresários e autoridades de todo o país para debater agendas voltadas para inovação, sustentabilidade e competitividade.

Estarão presentes no evento empresas dos segmentos petroquímico, mineração, metalmecânico, energia, agronegócio, tecnologia e inovação, cosméticos, moda e couro. Serão 300 empresas expositoras, uma programação com 220 horas e um público esperado de 30 mil pessoas.

A INDEX tem patrocínio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Serviço Social da Indústria (SESI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Confederação Nacional da Indústria (CNI), BYD, Acelen, PetroReconcavo, Suzano, Neoenergia Coelba, Basf, Braskem, Faeb, Senar, Prefeitura de Camaçari, Prefeitura de Salvador, Bahiagás, Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Finep, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Governo Federal.  O evento conta com o apoio do Governo do Estado da Bahia, Senac e Desenbahia, além de apoio institucional da Sufotur, produção do Bahia Eventos e media partner da Rede Bahia.

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A Prefeitura de Itabuna publicou, nesta quarta-feira, dia 27, a convocação de mais 11 candidatos aprovados no Processo Seletivo Simplificado do Edital n° 02/2025 para vários cargos. A listagem está publicada na edição eletrônica do Diário Oficial do Município.

 

Os convocados deverão comparecer na quinta-feira, dia 28, das 8 às 14 horas, na Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS), na Avenida Félix Mendonça, nº 569, Bairro Góes Calmon, munidos dos documentos relacionados no Edital do referido Processo Seletivo.

 

São chamados a apresentar a documentação: assistentes sociais, orientador profissional e cuidador (2), auxiliar de cozinha, cozinheira, motorista, orientador social e visitador (1).

 

No ato da contratação os candidatos selecionados deverão apresentar, sob pena de desclassificação, fotocópia dos documentos listados no Edital, acompanhados dos originais para autenticação. A lista e a documentação constante no Edital podem ser conferidos no link abaixo:

 

Diario Oficial – PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABUNA – Ed 6452.pd

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O Instituto Marielle Franco (IMF) lança nesta quarta-feira (27), às 19h, no salão nobre da Câmara dos Deputados, em Brasília, a pesquisa inédita Regime de ameaça: a violência política de gênero e raça no âmbito digital (2025), que mostra a dimensão e a gravidade dos ataques direcionados a mulheres negras no cenário político brasileiro.

O estudo mostra que a violência política digital não é pontual, mas sistêmica e coordenada. Entre os casos mapeados, 71% das ameaças envolveram morte ou estupro, e 63% das ameaças de morte faziam referência direta ao assassinato de Marielle Franco, revelando um padrão simbólico e violento que transforma esse feminicídio político em uma advertência brutal às mulheres negras que ousam disputar o poder.

A maioria das vítimas é formada por mulheres negras cis, trans e travestis, LGBTQIA+, periféricas, defensoras de direitos humanos, parlamentares, candidatas e ativistas. A sistematização dos dados foi obtida a partir de atendimentos feitos pelo Instituto Marielle Franco, em parceria com o Instituto Alziras, o portal AzMina, o coletivo Vote LGBT, o centro de pesquisa Internet LAB, além de dados captados da Justiça Global e Terra de Direitos.

“São mulheres que carregam, na vida e na luta, a base que sustenta este país, mas seguem invisibilizadas. A violência que atinge cada uma delas é também uma violência contra a democracia”, afirma Luyara Franco, diretora executiva do IMF e filha de Marielle.

A pesquisa também faz recomendações concretas, como a criação da Política Nacional de Enfrentamento à Violência Política de Gênero e Raça, que deverá orientar ações do Estado, do Legislativo, da sociedade civil e das plataformas digitais para garantir a proteção de mulheres negras na política.

De acordo com Luyara, o levantamento comprova, com dados, que a violência política digital contra mulheres negras não é isolada, mas parte de um sistema que busca afastar essas mulheres da vida pública.

“Queremos que essa publicação sirva de base para ações concretas de proteção e para responsabilizar agressores e plataformas digitais. Nosso compromisso é com a memória, a justiça e a construção de um país em que as mulheres possam existir e disputar espaços políticos sem medo”.

CRIAÇÃO

Inaugurado em 2019, o Instituto Marielle Franco é uma organização sem fins lucrativos, criada pela família da vereadora, com o objetivo de defender a memória e multiplicar seu legado, além de inspirar, conectar e potencializar mulheres negras, pessoas LGBTQIA+ e periféricas a seguirem em busca de um mundo mais justo e igualitário.

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O STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu a repercussão geral de um caso que analisa se a responsabilidade por cancelamento, alteração ou atraso de voo por motivo de caso fortuito ou força maior deve seguir normas do CDC (Código de Defesa do Consumidor) ou do CBA (Código Brasileiro de Aeronáutica).
O tribunal fará um novo julgamento para decidir qual norma valerá para esses processos, ainda sem data marcada.
O recurso foi movido pela companhia aérea Azul, que contesta uma decisão proferida a favor de um passageiro que chegou atrasado ao destino depois de a empresa remanejar o voo por más condições climáticas.
Na ação, os advogados do passageiro relatam que o voo, que iria do Rio de Janeiro para Corumbá (MS), com escala no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), foi interrompido nos arredores de Bonito (MS), e parte dos passageiros teve de seguir viagem por meio de um ônibus oferecido pela companhia aérea. Inicialmente, a chegada em Corumbá estava prevista para as 9h30 do dia 6 de agosto de 2024, mas, com o atraso, o passageiro chegou ao destino à 1h15 do dia seguinte.
Os advogados afirmaram ainda que o passageiro teve um gasto extra de R$ 76 com alimentação durante a viagem de ônibus.
O 1º Juizado Especial Cível da Regional da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, condenou a Azul a pagar R$ 107 de indenização por danos materiais e R$ 8.000 por danos morais.
No recurso extraordinário ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a Azul disse que o voo não prosseguiu por causa de condições climáticas desfavoráveis.
“A companhia aérea se vê obrigada a não decolar por questões de falta de autorização e segurança operacional, cuja razão é de um evento da natureza imprevisível. Mas, ao contrário do que se espera, a empresa é condenada, pela simples ocorrência do atraso ou remanejamento do voo, ao pagamento de danos morais; pior, sem qualquer tipo de comprovação”, escreveu a defesa da companhia aérea.
A judicialização excessiva é uma reclamação antiga das companhias aéreas brasileiras. A Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) afirma que, neste ano, o impacto de gastos com processos judiciais deverá ultrapassar o patamar de R$ 1 bilhão. Segundo a entidade, o cenário é “incompatível com os altos índices de pontualidade e regularidade registrados pela aviação brasileira”.
Segundo o painel de indicadores do transporte aéreo da Anac, a porcentagem dos gastos do setor aéreo brasileiro com condenações judiciais vem apresentando leve alta nos últimos dois anos, mas ainda está abaixo do patamar observado na pandemia. Em 2024, condenações judiciais representaram 1,3% das despesas das companhias.
Com a repercussão geral, a decisão do STF no próximo julgamento passará a valer para todos os casos que envolvam danos por cancelamento ou atraso de voos.
Especialistas afirmam que o Código de Defesa do Consumidor é o mais favorável e justo aos passageiros. Maria Inês Dolci, advogada especializada na área da defesa do consumidor, explica que o CBA (Código Brasileiro de Aeronáutica) limita a quantia de indenização paga ao consumidor. Segundo ela, os juízes hoje optam por seguir o CDC por entenderem que os processos envolvem uma relação de consumo entre viajantes e companhias aéreas.
No recurso extraordinário, a Azul pede, além da repercussão geral, que a Corte imponha o regime jurídico de responsabilidade civil estabelecido pelo CBA, especialmente nos artigos 251-A e 265.
A norma define que, para conseguir indenização por falha na execução do contrato de transporte, o passageiro ou o expedidor da encomenda (em caso de transporte de carga) tem de demonstrar a efetiva ocorrência do prejuízo.
Diz também que, a não ser que o dano atinja o valor de todos os volumes, somente será considerado, para a indenização, o peso dos volumes perdidos, destruídos, avariados ou entregues com atraso.
“No meu entendimento, a limitação da indenização para o consumidor é um dano enorme. A decisão do STF é complexa, tem muito interesse econômico e social e, portanto, nós somos pela aplicação do Código de Defesa do Consumidor, porque não tem a limitação da indenização, o consumidor está protegido o dano sofrido pelo cancelamento”, diz Dolci.
Para Mayara Barretti, advogada do escritório Barreto Dolabella e especialista em direito do consumidor, o CBA é ultrapassado e não considera a Constituição de 1988. A norma da Aeronáutica entrou em vigor em 1986, durante o governo José Sarney.

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O BNDS Bioinsumos vai destinar R$ 60 milhões em recursos não reembolsáveis para coperativas da agricultura familiar. Segundo o banco, os recursos são destinado a produção e multiplicação de bioinsumos acessíveis e replicáveis.

 

Feitos a partir de microrganismos, resíduos vegetais, orgânicos, os bioinsumos são importantes na fertilização do solo e promoção da agricultura sustentável. Eles também atuam como predadores de pragas e promovem o crescimento, o desenvolvimento e a saúde dos sistemas agrícolas, animais, aquícolas e florestais. A iniciativa conta com o apoio técnico da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

 

A ideia é incentivar a produção e multiplicação de bioinsumos em unidades industriais ou semi-industriais, possibilitando a “transição tecnológica para o uso de bioprodutos de forma integrada a agroecossistemas na produção de alimentos saudáveis”. Para isso, o BNDES fará uma chamada pública, com prioridade para as regiões Norte e Nordeste.

 

“O BNDES Bioinsumos atende a dois compromissos históricos do governo Lula: além de contribuir com o aumento da produção de alimentos saudáveis, garantindo a segurança e soberania alimentar e nutricional, essa iniciativa fortalece a geração de renda de cooperativas da agricultura familiar, ao ampliar o acesso aos bioinsumos, com menores custos e maior produtividade”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

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