Quatro em cada dez municípios brasileiros dependem em 90% ou mais de verbas dos estados ou da União para sobreviver, mostram dados do Tesouro Nacional compilados pela reportagem.
Os números estão numa plataforma do Ministério da Fazenda que reúne as DCAs (Declarações de Contas Anuais) encaminhadas pelas prefeituras anualmente.
A reportagem analisou as informações de 2019 a 2024, último ano para o qual há um relatório completo. O prazo para a entrega do documento relacionado ao exercício do ano passado ainda não terminou.
O número de prefeituras que dependem das verbas de estados e União vem caindo. Em 2019, por exemplo, eram 2.950 municípios nessas condições. Em 2024, o total caiu para 2.190 —ou cerca de 40% das 5.569 cidades brasileiras.
Para especialistas, a queda se deve a um conjunto de fatores, que envolvem a ampliação da arrecadação do ISS (Imposto sobre Serviços), um tributo municipal, o maior planejamento tributário e a fiscalização da dívida ativa.
Segundo eles, porém, o número de cidades que dependem de fontes externas para manter a máquina pública ativa ainda é invariavelmente alto.
A quantidade é ainda maior se considerados os municípios onde a arrecadação própria corresponde a 20% ou menos da receita bruta. Em 2024, isso ocorreu para 4.156 cidades, ou 80% das cidades brasileiras.
A relação de dependência acompanha o que especialistas apontam como um fenômeno desenfreado de emancipações depois da Constituição de 1988, que conferiu aos municípios status de entes federativos e deu a elas maior autonomia administrativa, com capacidade de gerir uma ampla gama de serviços locais.
A Carta não apenas elevou a condição dos municípios no âmbito federativo como facilitou a criação deles ao delegar aos estados a competência de legislar sobre o tema —até então, a criação de uma nova cidade dependia de norma federal.
A multiplicação de prefeituras foi consequência prática.
Foram ao menos 1.400 cidades criadas desde então, algo “frequentemente motivado por interesses de natureza política ou eleitoral, sem critérios de viabilidade administrativa ou econômica”, diz Carlos Figueiredo Mourão, mestre em direito constitucional pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica).
Para ele, “não deveria ser possível criar municípios que não possuam capacidade real de sustentar sua estrutura administrativa com base em arrecadação tributária própria”.
O país chegou a tentar frear a proliferação de novos municípios com uma emenda constitucional aprovada em 1996 que condicionou a criação deles à edição de uma lei federal que regulamentasse o tema.
Não adiantou, e estados continuaram a criar municípios a partir de leis próprias. O caso foi parar no STF (Supremo Tribunal Federal) à luz do argumento de que as normas contrariavam a emenda de 1996.
O Congresso deu um jeito. Em 2008, aprovou nova emenda constitucional convalidando todas as leis que inauguraram novos entes federativos e que haviam sido publicadas até 2006.
A criação de novas cidades está desde então paralisada. Algumas chegaram a ser instaladas depois disso, mas envolvem municípios cujas leis emancipatórias foram aprovadas no início dos anos 2000 e cuja implementação acabou judicializada.
É o caso de Boa Esperança do Norte (MT) , município criado em 2000 a partir de uma lei contestada durante mais de 20 anos. O STF só deu aval para que ele fosse efetivamente instalado em 2023 à luz do argumento de que a lei que o emancipou atendia aos requisitos da época.
O fenômeno da multiplicação de cidades desafia a fiscalização do dinheiro público, diz a advogada Gabriele de Jesus Marques, pós-graduada em direito constitucional, porque faz com que o controle externo “passe a operar sob uma lógica de controle predominantemente formal, num cenário que compromete a qualidade do gasto público”.
Há dificuldades, segundo ela, para se garantir que a destinação dos recursos seja averiguada de forma eficaz ante o próprio efetivo de órgãos de controle externo, insuficiente em razão da quantidade de prefeituras.
Isso não significa que as emancipações sejam de todo ruins, diz o economista Felipe Soares Luduvice, doutor em economia pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e atual coordenador-geral de modelos e projeções econômico-fiscais do Ministério da Fazenda.
Ele é um dos autores da pesquisa “Efeitos fiscais das subdivisões municipais no Brasil” e disse à reportagem haver estudos indicando que municípios subdivididos apresentam melhores resultados em questões como saneamento ou redução da mortalidade infantil, por exemplo, na comparação com aqueles de porte semelhante que não foram fragmentados.
O problema, diz o advogado Júlio Edstron Secundino Santos, doutor em direito constitucional pela Uniceub, é que isso não veio acompanhado de incentivos à eficiência ou à autonomia financeira porque a maior parte da arrecadação do país está concentrada na União.
O FPM (Fundo de Participação dos Municípios), principal fonte de repasses às prefeituras, provém por exemplo de uma fatia do imposto de renda e do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), ambos federais.
Como os recursos são previsíveis, diz Santos, isso acaba por desestimular o esforço fiscal próprio.
No caso do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), há estados que garantem repasses a maior às cidades a partir de bons indicadores na educação —caso de São Paulo e do Ceará, entre outros.
“A ‘comodidade’ do FPM diminui drasticamente o incentivo político para enfrentar o ônus da modernização da administração tributária e da fiscalização efetiva de tributos locais. A receita se torna um fim em si, e não um meio à autonomia”, escreveu o estudioso na pesquisa “Federalismo brasileiro atual e a miragem da autonomia”, publicada no ano passado.
Some-se a isso a questão das despesas obrigatórias —ao menos 25% da receita deve ser destinada à educação e outros 15% à saúde— e da despesa com pessoal, para a qual “quase todo município gasta entre 50% e 51% da receita corrente líquida”, segundo Santos.
“Isso engessa a administração e não deixa margem a investimentos em outras áreas ao mesmo tempo em que municípios muitas vezes não têm nem serviços de primeira necessidade, como esgoto”, diz.
Há casos, mostrou reportagem da Folha de S.Paulo no ano passado, em que o gasto anual de prefeituras com salários de prefeito, vice e secretários chega a ultrapassar tudo aquilo que o município arrecada em receita própria ao longo do exercício.
Não por acaso, diz o advogado Omar Augusto Leite Melo, professor de direito e economia da ITE (Instituição Toledo de Ensino), repasses do tipo cumprem uma função ambígua: garantem a existência material do município ao mesmo tempo em que afetam a capacidade de planejamento no longo prazo.
“Muitas vezes”, afirma, “eles não substituem políticas públicas eficientes; apenas evitam o colapso institucional de uma prefeitura”.

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A venda dos medicamentos análogos ao GLP-1, conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, cresceu 25,5%, de acordo com dados fornecidos pelo Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos. Em 2024 foram vendidas 4.639.807 unidades de canetas, enquanto em 2025 o número chegou a 5.822.868. Esse crescimento considera apenas os produtos vendidos regularmente.
O lixo de gerado por esses medicamentos é preocupante, já que fármacos descartados inadequadamente podem contaminar água e solo e causar resistência microbiana, no caso de antibióticos, e atuar como desreguladores endócrinos, como é o caso das canetas que contêm hormônios, explica Suzete Caminada, que estuda contaminação ambiental causada por fármacos na Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo) e integra o grupo técnico de logística reversa, resíduos e gestão ambiental do CRF-SP (Conselho Regional de Farmácia de São Paulo).
As canetas possuem um problema extra de descarte: as agulhas. Caminada diz que esses produtos não são um resíduo simples: têm plástico, vidro e agulha, e dependendo do modelo (dose única ou múltipla), a agulha pode vir junto ou separada. Isso complica o descarte porque cada componente segue uma rota diferente, afirma, além de não poder ser descartada junto com os demais medicamentos, por se tratar de um perfurocortante.
“Nem todos os estabelecimentos aceitam ou têm o coletor na farmácia, ou drogaria”, diz a especialista. “E a população, de forma geral, não sabe onde descartar ou, em algumas situações, nunca foi orientada sobre o assunto, assim como não tem ideia dos perigos associados a isso, tanto na parte ambiental quanto sobre o risco para outras pessoas, como os catadores.”
Para ela, há uma lacuna quando se trata da orientação à população. Em cidades e estados remotos, longe dos grandes centros, ela relata que a conscientização e postos de coleta tendem a ser menores, agravados pelos problemas de saneamento.
Caminada diz que é fundamental que sejam intensificadas ações educativas e políticas públicas para que haja conscientização da população e o descarte correto desses resíduos, assim como um aumento significativo dos postos de coleta em todas as regiões do país, visto que a grande maioria desses postos se concentram no Sudeste.
“Outro aspecto que deve ser levado em consideração se refere aos lixões que ainda representam uma parcela significativa de descarte de lixo, o que aumenta o risco de contaminação do solo, da água e, principalmente, os riscos associados aos catadores”, diz.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) regulamenta as boas práticas de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde por meio da RDC 222/2018. Ela classifica os resíduos em cinco grupos e define como cada um deve ser acondicionado, transportado e descartado.
As agulhas das canetas emagrecedoras se enquadram no Grupo E: perfurocortantes. A norma exige que sejam descartadas em recipientes rígidos, com tampa, resistentes à punctura (perfuração). No entanto, essa resolução se aplica a serviços de saúde e não orienta quem descarta medicamentos em casa.
Em 2020, o decreto 10.388 regulamentou a logística reversa de medicamentos domiciliares vencidos, mas não inclui perfurocortantes. A caneta emagrecedora, enquanto dispositivo com agulha, de uso pessoal, fica de fora.
Somente em 2023, três anos depois, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) publicou a NBR 17059, norma técnica brasileira que trata especificamente do descarte de resíduos gerados pelo próprio paciente em casa, cobrindo também a autoadministração de medicamentos injetáveis.
Segundo a norma, os objetos perfurocortantes devem ser segregados e armazenados em recipientes de parede rígida -como um pote ou garrafa de plástico mais resistente- com tampa e devidamente identificado com o símbolo de risco infectante.
No entanto, normas da ABNT têm caráter técnico, não legal. Sem uma lei ou decreto que a respalde, nenhum fabricante ou município é obrigado a segui-la.
Em relação ao descarte no âmbito domiciliar, o Ministério da Saúde orienta seguir as recomendações dos fabricantes dos produtos e diz que estados e municípios têm autonomia para definir iniciativas voltadas ao descarte responsável nos territórios.
No âmbito estadual, a Caf (Coordenadoria de Assistência Farmacêutica) da SES-SP (Secretaria do Estado da Saúde de São Paulo) orienta que o descarte das canetas emagrecedoras seja realizado em locais apropriados nos municípios de residência dos usuários.
A Prefeitura de São Paulo informa que “o descarte de agulhas deve ser realizado por meio de embalagens coletoras resistentes e descartados em postos de coleta localizados em unidades de saúde (UBSs)”, complementando que todas as UBSs do município estão aptas para a coleta e que a população deve buscar a unidade de saúde mais próxima para esclarecer dúvidas e orientações.
O Paraná tem uma resolução estadual conjunta específica, a SEDEST/IAT nº 022/2021, que obriga fabricantes e distribuidores de perfurocortantes a estruturar logística reversa domiciliar.
A BHS (Brasil Health Sustainability) criou o programa Descarte Seguro no estado, fornecendo coletores para unidades de saúde. A empresa já atua desde 2010 com o programa Descarte Consciente, focado na coleta dos demais medicamentos em farmácias.
A BHS distribui um recipiente pequeno (tubos de bolas de tênis e garrafas plásticas resistentes também podem ser usados). Quando cheio, o paciente lacra e leva o coletor lacrado até uma UBS parceira. Atualmente, o coletor fabricado pela empresa está presente em 12 UBS em Curitiba e Londrina.
“Acreditamos que o profissional da área de saúde de uma UBS pode educar esse cliente de como coletar e levar o descarte”, afirma José Francisco Agostini Roxo, diretor-executivo da BHS. Segundo ele, a empresa fornece a logística completa, desde o coletor até o transporte e destinação final.
A destinação final dos coletores tem dois caminhos possíveis, a depender da região e da transportadora. Um é a autoclave, que esteriliza o material pelo calor, tritura e transforma em lixo comum, podendo ir para aterro sanitário. A outra alternativa é a incineração, que também vai para aterro.
Participante do programa do Paraná, a Novo Nordisk (fabricante do Ozempic e Wegovy) lançou no Brasil o Reciclaneta, programa de economia circular para canetas injetáveis pós-consumo.
“Diferentemente da logística reversa definida pela legislação, que destina os resíduos para aterros, incineração ou coprocessamento, o programa promove a reciclagem, priorizando a destinação ambientalmente adequada”, diz Patrícia Byington, chefe de sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil.
Disponível em pontos selecionados na região da Grande São Paulo, o programa coletou mais de 120 mil canetas em sua fase piloto, e segue em expansão. O Reciclaneta, no entanto, visa reciclar somente as canetas, sem as agulhas.
Em relação aos perfurocortantes, a empresa orienta que as agulhas devem ser removidas e descartadas em coletores apropriados e entregues em UBS (Unidades Básicas de Saúde).
A mesma recomendação é feita pela Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, e pela Sanofi, fabricante do Soliqua. A EMS, que comercializa o Olire e o Linux, foi procurada por aplicativo de mensagem do contato da assessoria de imprensa da farmacêutica, mas não enviou as respostas sobre a orientação de descarte até a publicação desta reportagem.

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A cidade de Coaraci viveu mais um capítulo marcante em sua agenda cultural com a realização da II Puxada Aleluia Fest, ocorrida ontem(04/04), reunindo um grande público e consolidando o evento como um dos mais importantes do calendário festivo do município.

O grande destaque da noite foi o cantor Tonny Salles, que levou uma multidão ao delírio ao se apresentar em cima do maior pranchão do Brasil, o Caicó Prime. Com muita energia e um repertório repleto de sucessos, o artista comandou uma apresentação vibrante, transformando as ruas em um verdadeiro corredor de alegria e animação.

Além de Tonny Salles, o evento contou com apresentações de Karamba na Kara, Wanderley Novaes e Amparo Jr., que também contribuíram para manter o público animado do início ao fim da festa. A diversidade musical agradou diferentes públicos e reforçou o caráter democrático do evento.

A II Puxada Aleluia Fest destacou-se não apenas pela qualidade das atrações, mas também pela organização e pela forte participação popular. Moradores e visitantes lotaram o circuito, fortalecendo o sentimento de união e celebração que marca as tradições culturais de Coaraci.

O prefeito Miltinho celebrou o sucesso da festa e ressaltou sua importância para a população. “É uma alegria imensa ver nossa cidade cheia de vida, com o povo participando e celebrando juntos. A Aleluia Fest já se consolida como um momento especial para Coaraci, trazendo alegria, fortalecendo nossa cultura e movimentando a economia local”, afirmou.

Com mais uma edição bem-sucedida, a Puxada Aleluia Fest reafirma seu papel como um dos principais eventos culturais da região, promovendo entretenimento de qualidade e valorizando a identidade do povo coaraciense.

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A Prefeitura de Itabuna inicia, na próxima segunda-feira (6), as inscrições para 1.250 vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional. As matrículas seguem até o dia 10 de abril e devem ser feitas presencialmente, das 8h às 15h, na Escola Profissionalizante Maria de Lourdes Monteiro, vinculada à Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps).

A nova oferta inclui cinco cursos inéditos: técnico em ar-condicionado, micropigmentação, trancista, maquiagem e penteado, além de videomaker. Também houve ampliação no número de vagas para as áreas de cabeleireiro e barbeiro, que já têm grande procura.

Para organizar o atendimento, a Prefeitura definiu um cronograma por dia. Na segunda-feira (6), serão feitas matrículas para Unha em Gel, Técnico em Ar-Condicionado, Barbeiro e Trancista. Na terça (7), as inscrições contemplam Massoterapia, Design de Sobrancelha, Informática e Videomaker.

Na quarta-feira (8), o atendimento será voltado para Maquiagem e Penteados, Micropigmentação, Cabeleireira e Cuidador de Idosos. Já na quinta (9), estão disponíveis vagas para Extensão de Cílios, Corte e Costura, Depilação e Podologia. O cronograma se encerra na sexta-feira (10), com inscrições para Customização, Manicure, Confeitaria e Crochê.

Segundo a gestão municipal, a iniciativa busca ampliar o acesso à capacitação profissional, incentivar o empreendedorismo e facilitar a entrada de trabalhadores no mercado de trabalho. A Escola fica na Rua São Vicente de Paula, no Centro.

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Os dados de fevereiro do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, apontam geração de empregos formais em Itabuna e Ilhéus. Já Itacaré fechou o mês com saldo negativo.

Itabuna teve saldo de 203 vagas com carteira assinada. O município registrou 1.441 admissões e 1.238 desligamentos. A indústria liderou a geração de empregos, com saldo de 120 postos. O setor de serviços aparece na sequência, com 96 vagas. A construção civil teve desempenho negativo, com perda de 20 empregos. O segmento da agropecuária não variou. O estoque total chegou a 42.025 vínculos formais, com variação positiva de 0,49%.

Na vizinha Ilhéus, o saldo foi de 215 novos postos de trabalho, com 1.304 admissões e 1.089 desligamentos. A construção civil liderou o resultado, com 116 vagas, seguida pelo setor de serviços, com 103 postos. A agropecuária registrou retração de 14 empregos, e o comércio perdeu 11 vagas. O estoque de vínculos formais chegou a 31.251, com crescimento de 0,69%.

Na contramão, Itacaré fechou fevereiro com saldo negativo de 62 vagas. Foram 170 admissões e 232 desligamentos. O setor de serviços concentrou a maior perda, com 48 postos a menos. O comércio também teve resultado negativo, com redução de 17 vagas. A indústria registrou saldo positivo de 6 empregos. A agropecuária abriu 23 vagas e fechou 21, com saldo de dois postos. O estoque caiu para 4.417 vínculos formais, com variação negativa de 1,38%.

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A Prefeitura de Itabuna, através da Secretaria Municipal da Educação, pagou na segunda-feira, dia 30, aos professores da Rede Municipal de Ensino o novo reajuste salarial de 5,4%, seguindo o Piso Nacional do Magistério, mais o retroativo referente a janeiro passado.
A medida foi possível depois da publicação da Lei nº 2.760, na edição eletrônica do Diário Oficial do Município do dia 30, sancionada pelo prefeito Augusto Castro (PSD), depois de aprovada pela Câmara Municipal de Vereadores.
Com o percentual aplicado pelo prefeito itabunense, um professor com 20 horas passa de R$ 2.433,88 para R$ 2.565,31 enquanto professor de 40h de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63 de piso salarial na Rede Municipal de Ensino.
Os valores retroativos a fevereiro serão quitados em abril, já que a Lei previu duas parcelas fixas e mensais juntamente com os pagamentos vincendos, calculados exclusivamente pela remuneração estabelecida no Anexo Único da Lei, não incidindo sobre demais adicionais e gratificações.
O secretário municipal da Educação e vice-prefeito, Josué Brandão Júnior, afirma que desde o início do mandato que a gestão do prefeito Augusto Castro (PSD) acompanha o Governo Federal na política referente ao Piso Nacional do Magistério.
Em nível municipal, para carga horária de 40 horas, passou de R$ 2.886,24, em 2021, para R$ 3.845,63, em 2022, com a aplicação do índice de 33,24%, do Piso Municipal do Magistério. Até a aplicação do percentual de 5,4%, agora, o salário do professor, no acumulado, teve acima de 60% de reajuste nos seis anos da atual gestão.

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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) está com inscrições abertas para o processo seletivo de estagiários de ensino médio e graduação. AS vagas são para as unidades de Salvador, Feira de Santana, Itaberaba, Santo Antônio de Jesus e Vitória da Conquista. As inscrições devem ser feitas pela internet até o dia 29 deste mês.

A prova será aplicada de forma on-line no dia 15 de maio de 2026, com abertura da sala virtual e início às 14h. Os interessados devem consultar as instituições de ensino conveniadas por meio do site do MP-BA. Para o estágio de ensino médio, há vagas disponíveis em Salvador, nos turnos matutino e vespertino.

A carga horária é de quatro horas diárias, totalizando 20 horas semanais, de segunda a sexta-feira. O valor da bolsa é de R$ 600, com auxílio-transporte, e a taxa de inscrição é de R$ 30, valor destinado ao custeio da realização da seleção. Acesse aqui o edital.

Para o estágio de graduação, as vagas são para estudantes do curso de Direito, em Salvador, e da área administrativa, além de diversas graduações como Administração, Arquivologia, Ciências Contábeis, Design, Direito, Engenharia Civil, Engenharia Sanitária e Ambiental, Jornalismo, Pedagogia, Relações Públicas, Serviço Social, História, entre outras. A bolsa oferecida é de R$ 1.100, mais auxílio-transporte, para jornada de quatro horas diárias. A taxa de inscrição para a graduação é de R$ 50. Acesse aqui para se inscrever. 

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O Brasil criou 255.321 vagas de emprego formal em fevereiro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira (31) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

 

O saldo resulta de 2.381.767 admissões e 2.126.446 desligamentos no período. Do total de vagas, 65,9% são consideradas típicas e 34,1% não típicas, com destaque para jornadas de 30 horas ou mais e contratos de aprendizagem.

 

Todos os cinco grandes setores da economia registraram saldo positivo no mês.

 

Entre os grupos populacionais, o resultado foi mais favorável para as mulheres, com a criação de 155.064 vagas, ante 100.257 para os homens.

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A Prefeitura de Itabuna vai retomar, a partir do próximo final de semana, a fiscalização contra a poluição sonora com a reativação da Patrulha do Som dentro da Operação Sossego. A ação contará com equipes da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar, que atuarão de forma integrada em toda a cidade.

A decisão foi alinhada durante reunião nesta terça-feira (31), no 15º Batalhão da Polícia Militar. Participaram do encontro o secretário de Segurança e Ordem Pública, Roberto José da Silva; o comandante da Guarda Civil Municipal, Inácio Pereira; e o subcomandante Valdir Santos, além de representantes operacionais.

A operação terá como foco o combate ao uso abusivo de equipamentos sonoros, principalmente em festas com paredões e em residências. Segundo o planejamento, esse tipo de ocorrência tem gerado denúncias frequentes por parte da população.

As equipes vão aplicar a legislação vigente, incluindo a Lei de Contravenções Penais, o Código Ambiental e o Código de Trânsito Brasileiro. A fiscalização será ampliada e incluirá ações preventivas e repressivas, com abordagens em veículos equipados com sistemas de som de alta potência.

Nos casos de irregularidade, os agentes poderão apreender equipamentos sonoros e encaminhá-los à Promotoria de Meio Ambiente do Ministério Público da Bahia. Os responsáveis poderão responder a multas, taxas administrativas e outras sanções previstas em lei.

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O preço do gás de cozinha ficou mais caro na Bahia nesta quarta-feira (1º). O reajuste supera 15% e foi confirmado pelo Sindicato das Revendedores de Gás de Cozinha (SindRevGás). A alta já chega ao consumidor e pressiona o orçamento das famílias.

O aumento partiu da Acelen, responsável pela Refinaria de Mataripe, privatizada em 2021 sob a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A empresa aplicou reajuste de 15,3% no valor do GLP vendido às distribuidoras.

Com isso, o botijão pode ficar entre R$ 8 e R$ 10 mais caro no preço final. O botijão de 13 quilos já é vendido a R$ 140 em Ilhéus, no sul do estado, ainda sem o impacto do reajuste anunciado hoje (1º).

A Acelen informou que adota política baseada em critérios de mercado. A empresa considera o preço internacional do petróleo, a cotação do dólar e despesas com frete. Segundo a companhia, os valores são definidos com transparência e podem oscilar para cima ou para baixo conforme essas variáveis.

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O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, valorizou o desempenho da equipe na vitória por 3 a 1 sobre a Croácia, em amistoso realizado nesta terça-feira (31), no Camping World Stadium, em Orlando, nos Estados Unidos. Em entrevista coletiva após a partida, o treinador destacou a atuação dos jogadores mais novos e admitiu que o desempenho aumenta a concorrência por vagas na lista final para a Copa do Mundo.

“O que me deixa satisfeito é que os novos jogadores aportaram muito, aproveitaram a oportunidade. Isso obviamente aumenta a dúvida para a lista definitiva”, afirmou.

Segundo ele, atletas como Danilo e outros nomes testados durante a Data Fifa corresponderam bem às expectativas. “Todo mundo contribuiu, isso é um sinal positivo para a equipe”, completou.

Ancelotti também explicou a escolha do cobrador de pênalti que resultou no gol da virada brasileira, marcado por Igor Thiago. Durante a partida, Endrik, que havia sofrido a falta que originou a penalidade, chegou a pegar a bola para realizar a cobrança.

De acordo com o treinador, a primeira opção seria Matheus Cunha, que, naquela altura da partida, já havia deixado o campo. “O Igor é um muito bom cobrador, treinamos pênaltis ontem e ele bateu muito bem”, destacou.

Questionado sobre a importância de vencer o duelo, devido ao retrospecto negativo perante a Croácia, que, apesar de nunca ter vencido o Brasil no tempo regulamentar, eliminou a Canarinho na Copa do Mundo do Catar, o treinador classificou o resultado como importante.

“Ganhar com a Seleção é sempre especial. A equipe jogou muito bem, com intensidade, sólida. Claro que ainda temos que melhorar, mas estamos no caminho correto”, avaliou.

Pontuando os principais pontos da partida, o italiano ainda ressaltou o espírito coletivo. “Foi um time que brigou da defesa ao ataque, um ajudando o outro. Esse trabalho coletivo, com e sem bola, foi fundamental”, disse.

O Brasil volta a campo no dia 31 de maio, contra o Panamá, no Maracanã, em amistoso de despedida antes da Copa do Mundo. A lista oficial de convocados será divulgada por Ancelotti no dia 18 de maio. Na competição, a Seleção estreia no dia 13 de junho, diante do Marrocos, pelo Grupo C.

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“Meu marido e eu estamos desempregados. E, não fosse essa ação da Prefeitura de Itabuna não teríamos alimentos na mesa nesta Semana Santa”. O relato é da dona de casa Lêda Maria dos Santos, moradora de Ferradas, uma das 22.500 pessoas benefiadas nesta terça-feira, dia 31, com o Kit Semana Santa, distribuído través da Secretaria de Promoção Social e Combate a Pobreza (SEMPS).
O Kit é composto de 2kg de peixe, feijão, arroz, dendê, leite de coco, uma caixa de chocolate e massa para vatapá e foi entregue em cinco pontos da cidade às famílias em vulnerabilidade social ou inseridas no CadÚnico: Vila Olímpica Professor Everaldo Cardoso Silva, Colégio CISO, Centro de Cultura Adonias Filho, escolas municipais, Frederico Smith Lima e Lourival Oliveira Soares.
O secretário de Promoção Social e Combate a Pobreza, Erasmo Ávila, ressaltou a importância desse trabalho para famílias em situação de vulnerabilidade: “a cada ano essa iniciativa de relevo social cresce mais. E a gestão do prefeito Augusto Castro é voltada para cuidar de gente, daqueles que mais precisam. Graças a Deus é a sexta edição que as famílias vão ter o peixe na mesa durante visita aos postos de entrega”.
O prefeito Augusto Castro (PSD), coordenou a distribuição do Kit Semana Santa, fez questão de entregar o Kit para alguns beneficiários a quem desejou uma ceia tranquila e boa páscoa. “São quase 25 mil famílias atendidas e é isso que importa, pois muda a realidade destas pessoas”, afirmou.
O prefeito disse ainda que o processo de distribuição dos alimentos mobiliza mais de 150 funcionários da SEMPS e voluntários, por isso é sempre bem organizado. “Há toda uma logística para que as famílias recebam o Kit Semana Santa da maneira mais confortável possível. Tudo começa com o voucher entregue dias antes”, lembrou.
A dona de casa Almerinda Braz dos Santos saiu feliz com o Kit que vai garantir uma Semana Santa de paz e uma ceia de fartura. “É uma benção para mim e para todos. Nem sei como agradecer à Prefeitura por esse ato de carinho”, comemorou.
“Vou fazer uma moqueca especial com esse peixe para toda a minha família”, falou a autônoma Késsia Santos. “Chegou no melhor momento, ainda mais pra mim que não tenho trabalho. Foi boa essa ação. Esse ano tem moqueca e vatapá lá em casa. Graças a Deus” falou a dona de casa Rute dos Santos, moradora do Antique.

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